Obrigatoriedade da vacina

Esperei pelo final da série Veritas antes de escrever dois textos sobre vacinas, acho importante partilhar informação que a imprensa estranhamente não deu destaque.
O país que ironicamente está mais avançado em termos de vacinação popular é a Inglaterra.

Vacina MMR:

Uma vacina obrigatória a todas as crianças que é uma 3 em 1, uma vacina que contém mercúrio. Antes de 1970 uma em cada 10.000 crianças sofria de autismo, hoje com esta vacina e a vacina da Hepatite B as crianças recebem mais 26 vacinas carregadas de mercúrio e o autismo disparou para uma criança em cada 150. No entanto e apesar do autismo se demonstrar após a criança tomar a vacina MMR, o Ministério da Saúde Britânico nega qualquer relação entre o programa de vacinação e o autismo.


Vacina HPV:

A chamada vacina do cancro obrigatória para todas as crianças do sexo feminino que dizem combater o cancro cervical e cancro do fígado, foi tornada obrigatória em Inglaterra e as crianças estão em fase de vacinação. Ora, não é uma vacina contra o cancro da mama, no entanto é só para meninas... será que os meninos não podem ter do fígado? Claro que podem. Pensem lá nos motivos que levam uma vacina a ser só para meninas...

Milhares de meninas são mandadas para casa depois de tomarem a vacina por se sentirem mal e o pior aconteceu:
Imediatamente após ser vacinada Natalie Morton de 14 anos perdeu a sua vida. A causa da morte foi directamente relacionada com a vacina e no entanto o Governo Britânico desculpou esta morte como sendo "Uma reacção alérgica raríssima", e o programa de vacinação continua. Ou seja, o que eles nos dizem é que "sim, mata mas mata pouco, por isso vamos continuar a envenenar crianças".
Esta noticia pode ser lida: aqui, aqui e aqui. Esta vacina é na verdade mais uma farsa lucrativa!

Não me falem em destino, pois Deus nenhum iria escrever no destino desta criança que ela iria perder a sua vida aos 14 anos após ser envenenada pelo estado que a deveria proteger. E se algum Deus o fará, certamente não será o meu Deus.
O criminoso é o estado e estas "protecções" carregadas de veneno às quais nós como cordeirinhos e obedientemente levamos as nossas crianças para levarem doses absurdas de mercúrio.

Vocês não são obrigados a tomar uma vacina como parte de planos de contingência das vossas empresas nem a vacinar os vossos filhos só por a vacina ser recomendada nem mesmo se for obrigatória, desde que achem que a vacina não é segura. A obrigatoriedade da vacina é uma ilusão, pois é uma obrigatoriedade por consentimento, desde que consintam ela será obrigatória, mas há o direito de dizer não, "não quero o meu filho injectado com mercúrio, arranjem uma alternativa". Se há alternativas? Há, pois claro que há, mas são mais dispendiosas do que o mercúrio.

Como retaliação visto que obrigatoriedade da vacina não é assim tão obrigatória e não podem vacinar as crianças contra a vontade dos pais, o Estado responde com represálias, não deixando que inscrevam os vossos filhos na escola, e aí começa uma luta pelos direitos humanos da criança e pelos seus direitos constitucionais.
Na constituição Portuguesa está claro que todos os Portugueses possuem o direito inalienável à educação e em ponto nenhum da constituição Portuguesa refere que só os Portugueses vacinados possuem esse direito.

Se o Estado vos esfrega na cara um pedaço de papel que dizem ser lei para negar aos vossos filhos, não vacinados com veneno, o acesso à educação vocês possuem o direito de lhes esfregar a Constituição da Republica Portuguesa na tromba:

PREÂMBULO
Princípios fundamentais

Artigo 3.º
Soberania e legalidade
2. O Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática.
(Ao ler isto, é claro para qualquer efeito que a constituição tem de ser respeitada pelo Estado)

PARTE I
Direitos e deveres fundamentais

TÍTULO I
Princípios gerais

Artigo 13.º
Princípio da igualdade
2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.
(A não vacinação poderá ser sustentada por convicções ideológicas, logo o dizer não é 100% constitucional)

Artigo 19.º
Suspensão do exercício de direitos
1. Os órgãos de soberania não podem, conjunta ou separadamente, suspender o exercício dos direitos, liberdades e garantias, salvo em caso de estado de sítio ou de estado de emergência, declarados na forma prevista na Constituição.
(Até que o Estado declare calamidade e o consequente estado de emergência, os direitos constitucionais não podem ser revogados por imposição de uma vacina)

Artigo 21.º
Direito de resistência
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.
(O direito de dizer não, é um direito do cidadão que o Estado terá de acatar)

Artigo 25.º
Direito à integridade pessoal
1. A integridade moral e física das pessoas é inviolável.
Artigo 68.º
Paternidade e maternidade
1. Os pais e as mães têm direito à protecção da sociedade e do Estado na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação, com garantia de realização profissional e de participação na vida cívica do país.
(Se os pais se recusam a vacinar os filhos por motivos ideológicos, o Estado não pode obrigar de forma alguma essa vacinação, se o fizer estará a violar a constituição, bem como toda e qualquer represália será inconstitucional e existe um tribunal para esse efeito)

CAPÍTULO III
Direitos e deveres culturais

Artigo 73.º
Educação, cultura e ciência
1. Todos têm direito à educação e à cultura.
(Todos. Vacinados ou não. Todos!)



Artigo 74.º
Ensino
1. Todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar.
(Todos!!!!)

Artigo 108.º
Titularidade e exercício do poder
O poder político pertence ao povo e é exercido nos termos da Constituição.
"Ah e tal, lutar contra o Estado dá uma trabalheira...", dá sim. Lutar contra o Estado dá uma trabalheira tal como ser pai ou mãe dá uma trabalheira, mas sem essa trabalheira os vossos filhos são colocados em risco, pois se não forem vocês a defender os seus direitos, o Estado está-se bem a cagar para eles. Os vossos filhos são a vossa responsabilidade e se não querem lutar por eles nunca deveriam ter sido pais. Não importa o quanto o vosso filho erra, não importa que ele um dia seja mau para vós e até vos pode um dia odiar, mas vocês devem estar lá sempre para eles, é a vossa função como pais. Todos erramos, os filhos erram, mas qualquer filho espera que o seu pai e a sua mãe sejam perfeitos e é por isso que temos de tentar sê-lo e estar lá para eles sempre e defendê-los com todas as nossas forças e recursos.
Somos nós que colocamos um ser inocente neste mundo louco e numa sociedade de merda e se os colocamos cá, temos de os proteger.

Eu não tenho filhos e honestamente não me sinto inclinado a ter, ou fazer, no entanto se por acidente der por mim com um nos braços, uma parte de mim inocente, podem ter a certeza que mesmo com braços e pernas atados, até à dentada irei proteger essa criança. E isso é o mínimo que se exige de um pai.

Questionem a autoridade, informando-se e digam não a tudo o que achem que poderá ser prejudicial. A cada dia que passa mais países optam pela obrigatoriedade da vacina H1N1, investiguem, questionem e não deixem que seja o Estado a decidir por vós.

Duvidem sempre. Duvidem do que o Estado vos diz, do que o vosso médico vos diz, do que eu ou qualquer outra pessoa vos diz. Investiguem, busquem as vossas respostas e decidam em consciência. Até Dezembro deste ano ainda temos o poder de proteger os nossos filhos, em Dezembro poderemos perder esse poder (abordarei este tema dentro de dias), por isso protejam os vossos filhos JÁ!






32 Comentários:

  Anónimo

quarta-feira, outubro 21, 2009 1:42:00 da manhã

concordo perfeitamente com o que dizes...apenas julgo que consta uma pequena imprecisão no teu post, o cancro cervical é o cancro do cólo do útero (cervix = utero), pelo que apenas ataca o sexo feminino...
beijos ana paula

  Bruno Fehr

quarta-feira, outubro 21, 2009 1:49:00 da manhã

Anónimo ana paula:

Certíssimo, mas não vejo ligação entre o cancro do útero e do fígado, é que apesar dos meninos não terem útero o fígado é comum a ambos os sexos.

Muito obrigado pelo seu comentário, pois esclarece algo que por erro não salientei.

  Anónimo

quarta-feira, outubro 21, 2009 1:54:00 da manhã

É verdade, e seria exactamente assim se não existisse no texto constitucional um ponto (que não é aqui citado), que diz que todos têm o direito à protecção na saúde e o dever de a defender e promover Art 64, número 1.

Ao Estado compete garantir as condições de sanidade para os cidadãos. Que passa também, mas não só, pela distribuição de vacinas, para prevenir doenças, que há algumas décadas tinham uma taxa de morbilidade elevada, e que hoje, graças aos planos de vacinação, estão controladas.

A liberdade de qualquer pessoa não querer ser vacinada pode colidir com o direito de outras pessoas e da comunidade. Todos somos responsáveis. Não faz muito sentido que os nossos filhos sejam obrigados a conviver com crianças que podem representar um risco. É obrigação do Estado criar as condições de sanidade.

É claro que quem não quer não é vacinado. Ninguém é obrigado, o que existem são recomendações para a vacinação: difteria, tétano, poliomielite ou outras doenças igualmente pouco simpáticas.

A Constituição é uma lei geral, superintende o funcionamento do Estado, mas não é lei única, existem centenas de leis, e se estão regulamentadas, publicadas, em vigor, é porque estão de acordo com o que diz a Constituição. Por isso, mesmo que nasça um lei que obrigue alguém a ser vacinado, ela estará conforme as indicações constitucionais.

p.s Bruno, os meninos não têm cancro cervical. A vacina destina-se apenas a meninas precisamente porque elas é que têm o risco de contrair a doença.

  Bruno Fehr

quarta-feira, outubro 21, 2009 2:08:00 da manhã

Anónimo:

"É verdade, e seria exactamente assim se não existisse no texto constitucional um ponto (que não é aqui citado), que diz que todos têm o direito à protecção na saúde e o dever de a defender e promover Art 64, número 1."

O que não invalida o que digo, pois um direito não é uma obrigação e o direito à protecção não poderá nunca ser uma imposição. Todos temos o direito à protecção civil no entanto a policia não se pode impor sobre um civil contra a sua vontade se não cometeu qualquer crime ou infracção.

"Ao Estado compete garantir as condições de sanidade para os cidadãos."

Garantir sim, impor não! Só a lei pode impor e a lei tem de ser submeter à constituição.

"A liberdade de qualquer pessoa não querer ser vacinada pode colidir com o direito de outras pessoas e da comunidade."

A minha liberdade termina onde começa a tua. O direito de alguém à vacinação é o direito de outro à não vacinação. Os direitos de ambos colidem no entanto ambos precisam de ser respeitados.

"Todos somos responsáveis. Não faz muito sentido que os nossos filhos sejam obrigados a conviver com crianças que podem representar um risco."

Se estão vacinados esse risco é menor. Uma criança não poderá ser obrigada a conviver com crianças que podem representar um risco, no entanto uma criança não tem de ser vacinada só porque as outras consumiram propaganda e foram vacinadas.

"É obrigação do Estado criar as condições de sanidade."

E é a nossa obrigação questionar essas condições.

"É claro que quem não quer não é vacinado. Ninguém é obrigado, o que existem são recomendações para a vacinação: difteria, tétano, poliomielite ou outras doenças igualmente pouco simpáticas."

Mas podem sofrer represálias, na falta de vacinas ditas "obrigatórias" (mesmo que não exista obrigação legal) as escolas públicas chegam a impedir a matriculaçao dessas crianças, algo que é obviamente inconstitucional.

"A Constituição é uma lei geral, superintende o funcionamento do Estado, mas não é lei única, existem centenas de leis, e se estão regulamentadas, publicadas, em vigor, é porque estão de acordo com o que diz a Constituição."

Teoricamente, mas existem dezenas consideradas inconstitucionais que com simples alterações de vocabulário são aprovadas.

Mas como disse Bush "Parem de me atirar com a constituição à cara, ela é só uma porra de um pedaço de papel", algo que me parece cada vez mais uma ideia partilhada em toda a Europa, por isso temos o tratado de Lisboa e a surpresa que este tratado nos trará em Dezembro.

  Lino

quarta-feira, outubro 21, 2009 2:29:00 da manhã

"Não faz muito sentido que os nossos filhos sejam obrigados a conviver com crianças que podem representar um risco."

Pois então mas se essas crianças estão vacinadas supostamente estão protegidas, ou não será assim?

Lino.

  ceptic

quarta-feira, outubro 21, 2009 2:42:00 da manhã

A Hvl e a vacina para o virus do hpv ( virus que pode originar o cancro do colo?)

é que se sim, o virus pode ser transmitido a um homem, a unica diferença e que detectado mais cedo pois pelos vistos origina uma especie de verruga e como é exterior detecta-se logo uma anomalia e é mais fácil de tratar. Enquanto que na mulher, acontece a nivel interior e por isso demora mais tempo a ser detectado, mesmo porque ninguem vai todos os meses ao ginec, para a verificar se esta tudo em condiçoes...
Se for a mesma vacina, ha relatorios de que a vacina pode afectar o organismo das adolescentes e mesmo mais tarde, não evitar o virus á mesma...
Agora também está provado, que há mais do que uma estirpe, não sei se uma vacina previne todos os tipos detectados até agora..
O nosso organismo está preparado para erradicar algumas estirpes naturalmente mas há outras que não consegue, vão ser essas que nos vão dar dores de cabeça.

Mas aconselha-se que falem com vários médicos, porque vão ver que a opnião vai divergir nesse ponto, esse tipo de vacina( partindo do principio que é a mesma para o hpv, para pessoas como eu( velhas LOL) esta a custar a volta de 300 euros, senão mais...)

Agora posso é estar baralhada com as siglas e esta ser uma vacina... :P

  Lino

quarta-feira, outubro 21, 2009 2:54:00 da manhã

E lembrei agora que tenho algo mais a dizer, eu como tenho uma doença crónica tenho prioridade nas vacinas, mas a mim não dão nada!
Ainda por cima por causa de uma suposta Pandemia.
Na minha faculdade proibiram concentrações de pessoal por recomendação do Ministério da Saude, mas sendo assim porque permitem concentração nas aulas de anfiteatro, porque permitem concentração nos meios de transporte, nos concertos, nos arraiais????

É como o H5N1 que tambem ia ser isto e aquilo, querem é encher o bolso.

  ceptic

quarta-feira, outubro 21, 2009 3:02:00 da manhã

"Agora posso é estar baralhada com as siglas e esta ser uma vacina... :P"

é da hora, o que queria dizer era
posso estar baralhada e ser UMA OUTRA vacina...

o que me leva a este video, que já vi á bastante tempo, não sei se é fiável(porque os americanos não batem bem da cabeça), mas dá que pensar e que justifica a minha aversão a medicamentos :D e se calhar justificou a minha poupança de pelo menos 300€

http://www.youtube.com/watch?v=XK97CHQZhq0&feature=player_embedded

  Anónimo

quarta-feira, outubro 21, 2009 3:23:00 da manhã

Lino, que eu conheça não existe nenhuma vacina com 100 por cento de eficácia na prevenção contra uma doença. E existem mesmo situações em que a eficácia da vacina é inferior ao que seria normal, tanto por razões relacionadas com a substância, como pela reacção de cada indivíduo.

as escolas públicas chegam a impedir a matriculaçao dessas crianças, algo que é obviamente inconstitucional.

Mas se o Estado não cumprir o dever constitucionalmente consagrado de criar todas as condições para a protecção na saúde está também a incorrer numa inconstitucionalidade.

O direito à saúde está regulamentado de acordo com a Constituição, o direito à educação também está, é ler as leis que se fizeram, talvez se faça luz sobre decisão de impedir a matrícula de alunos em defesa do direito de outros em viverem num espaço com saúde. Se calhar, é pôr o direito à saúde e o dever de zelar por um espaço de salubridade, à frente do direito ao ensino (que não à educação, porque isso é muito mais do que ir à escola).

Ceptic, é verdade que os homens também têm HPV. E transmitem-no às mulheres. Mas nos homens as demonstrações de doença causada por esse vírus são bastante raras. Já nas mulheres, a acção do HPV, que pode desencadear cancro do colo do útero são bastante mais frequentes, e a doença é mesmo uma das que mais matam, talvez se justifique por isso a premência da vacinação.

  Bruno Fehr

quarta-feira, outubro 21, 2009 4:10:00 da manhã

Lino:

"Pois então mas se essas crianças estão vacinadas supostamente estão protegidas, ou não será assim?"

Correcto. Isto só retira direitos constitucionais aos não vacinados, o que não é constitucional.

  Bruno Fehr

quarta-feira, outubro 21, 2009 4:10:00 da manhã

ceptic:

"é que se sim, o virus pode ser transmitido a um homem, a unica diferença e que detectado mais cedo pois pelos vistos origina uma especie de verruga e como é exterior detecta-se logo uma anomalia e é mais fácil de tratar. Enquanto que na mulher, acontece a nivel interior e por isso demora mais tempo a ser detectado, mesmo porque ninguem vai todos os meses ao ginec, para a verificar se esta tudo em condiçoes..."

Desconhecia, mas é mais um detalhe para questionar a vacinação só de meninas, se a intenção é prevenir vamos então prevenir ambos os sexos... a não ser que a vacina tenha "bónus".

  Bruno Fehr

quarta-feira, outubro 21, 2009 4:10:00 da manhã

Lino:

"Na minha faculdade proibiram concentrações de pessoal por recomendação do Ministério da Saude, mas sendo assim porque permitem concentração nas aulas de anfiteatro, porque permitem concentração nos meios de transporte, nos concertos, nos arraiais????"

Proibir concentrações de pessoas? Isso lembra-me a PIDE!
E quais são as represálias? Quantas pessoas é uma concentração? O melhor é fechar as universidades e todas as escolas pois elas são uma concentração de pessoas... :)

  Bruno Fehr

quarta-feira, outubro 21, 2009 4:10:00 da manhã

ceptic:

"o que me leva a este video, que já vi á bastante tempo, não sei se é fiável(porque os americanos não batem bem da cabeça), mas dá que pensar e que justifica a minha aversão a medicamentos :D e se calhar justificou a minha poupança de pelo menos 300€"

Eu coloquei um link em "farsa" e tens razão é HPV. HVL é Human visceral leishmaniasis e a troca foi por estar a ler sobre isto.

  Bruno Fehr

quarta-feira, outubro 21, 2009 4:10:00 da manhã

Anónimo:

"as escolas públicas chegam a impedir a matriculaçao dessas crianças, algo que é obviamente inconstitucional.

Mas se o Estado não cumprir o dever constitucionalmente consagrado de criar todas as condições para a protecção na saúde está também a incorrer numa inconstitucionalidade."

E desculpamos uma inconstitucionalidade com outra?
Se irão existir centros de quarentena, por que não criar condições para quem não opta pela vacina? Tendo em conta que o sim e o não à vacina está em 51% vs 49% é quase metade da população com os seus direitos constitucionais ignorados.

"Se calhar, é pôr o direito à saúde e o dever de zelar por um espaço de salubridade, à frente do direito ao ensino (que não à educação, porque isso é muito mais do que ir à escola)."

Mas um direito não pode ser imposto ou passa a ser um dever, e as condições criadas deverão ser criadas para todos os cidadãos e não só para os que concordam com o ponto de vista do governo que nos quer "dar" algo que irá custar uma fortuna. Num estado democrático o poder é do povo e não do governo. Claro que isso não é o que se verifica mas está não só na constituição como também na definição de democracia.

Eu entendo o teu ponto de vista, mas continuo a acreditar que um direito é um direito, é universal e nunca poderá ser um dever. A liberdade de um vacinado não poderá ser mais importante do que a de um vacinado, independentemente da opinião de um governo que nada percebe de saúde e faz o que lhe é recomendado ignorando outras recomendações menos lucrativas.

  ceptic

quarta-feira, outubro 21, 2009 4:54:00 da manhã

Não sei até que ponto a vacinação é uma opção mais segura, como já referi duvido que cubra todas as estirpes existentes e mais as que vão aparecer.

Acredito é que se deve informar sobre a possibilidade transmição, acho que nem os preservativos previnem a transmissão, e que se deve fazer um controlo regular, as consultas são fundamentais.

Quanto mais cedo for detectado mais facilmente se trata.

Por norma, em fase inicial, é controlavel e tratável, mas lá está depende do nivel em que esta a doença.

Numa fase inicial, sao detectadas uma especie de verrugas interiores, que são removidas e seguem para analise a fim de detectar o nivel de gravidade.
Depois há todo um tratamento que tem de ser cumprido á risca para que o tecido cicatrize como deve ser. A remoção do tecido infectado dizem ser um processo um bocado doloroso, mas suportável.( volto a frisar, que me estou a referir a uma fase inicial)
E acho que nos próximos 5 anos seguintes, tem que se fazer exames de controlo mais frequentes e mais especificos.
Se dentro de 5 anos não houver reincidencia do virus, então declaram a pessoa como curada, e aí conheço a quem tenha sido recomendada a vacina. ( no entanto tem que fazer á mesma controlo no minimo anual)

Mas tudo está dependente de uma série de variáveis.
Quando é detectada a doença?
Em que fase se encontra?
Que tipo de estirpe é?
Qual a resposta do organismo face ao tratamento?

Só acho que se fosse assim tão eficiente, aconselhariam não só as adolescentes, mas sim também ás adultas!
Porque a populaçao adulta pode levar, que supostamente a vacina faz efeito á mesma,(agora não tenho certeza da idade limite, porque não liguei muito) mas acho que podia ser até aos 30 e tal anos.

Acho que deve ficar ao critério de cada um, conforme a consciência.

Nesta fase, ainda acho que não muitas garantias...aliás não há garantias.

  ceptic

quarta-feira, outubro 21, 2009 5:04:00 da manhã

LOL so vi agora o tal link "farsa", mas e mesmo tipo...

por acaso achei este video, quando iniciaste as teorias da conspiração...

porque tambem tem uma serie de trabalhos a questionar o 11/09 e mais...

  I.D.Pena

quarta-feira, outubro 21, 2009 10:18:00 da manhã

Já questionei alguns médicos e enfermeiros sobre se existe alguma obrigação por parte da O.M.S. na toma de vacinas, existem 2 que são obrigatórias , mas nenhuma é a da gripe, aqui em Portugal , para variar o assunto é visto de forma leve demais , toca-se no assunto, mas quando se fala em aditivos perigosos para a saude, desconversa-se e faz-se piadas sobre o tema conspiração.
Só posso falar por mim , já questionei alguns médicos acerca da obrigatoriedade da toma de vacina, existe a possibilidade de por ex. crianças não entrarem para as escolas , mas disseram-me que basta um termo de responsabilidade informando disso mesmo e responsabilizando o enc de educação da saude da criança.
Existe muito boa gente que não se dá bem com o mercúrio por razões óbvias. Tantos assuntos e tão mais importantes para resolver e de forma global relativamente à espécie humana, e os media tão ocupados com polémica sobre se um veneno é venenoso ou não.
Vacina do colo de utero , não sabia que era tão prejudicial, por aqui a toma é rara por ser pouco popular e de dificil acesso.

Acho no minimo estupido que haja profissionais que fabriquem merdas destas.

Enfim, pelo meu filho faço tudo e mais alguma coisa.

(comentei no post anterior, mas por alguma razão n foi publicado, agora tb já n interessa)

  HAZEL

quarta-feira, outubro 21, 2009 11:18:00 da manhã

Como mãe, agradeço-te por este post.

  Migas-o-Sapo

quarta-feira, outubro 21, 2009 1:59:00 da tarde

«Dura lex, sed lex»

Muito bom exercício legal e moral, gostei, Bruno. Contudo, acho que o Anónimo tem também razão. Enfim, vemos aqui vários pontos de vista, todos eles com a sua razão.

Acrescento csomente uma coisa: não nos podemos esquecer que, no fundo, os medicamentos são venenos. A definição do que é veneno e do que é remédio apenas depende da concentração da substância activa. Se alguém for a olhar para os papéis dos medicamentos, veria nas suas composições em alguns casos arsénico, sulfatos, cianeto e outras coisas inegavelmente perigosas para a saúde mas que a ajudam na quantidade certa.

  lunatiK

quarta-feira, outubro 21, 2009 4:18:00 da tarde

Viva
o artigo é mais uma vez muito esclarecedor, fizeste-nos a papinha toda com a transcrição da constituição.
Por acaso já conheço duas familias que optaram por não vacinar as crianças, claro que todos os anos há uns problemas nas matriculas escolares, mas também existe sempre uma solução, e a verdade é que as crianças puderam sempre frequentar a escola pública.
Cada vez me questiono mais sobre as vacinas que permiti que a minha filha tomasse, mas está feito...
Cumps.

  Mistal

quarta-feira, outubro 21, 2009 4:50:00 da tarde

Não tenho filhos...mas considero que deve ser dificil para uma Mãe\Pai decidir. Não vacinar e depois a criança ter algo que poderia ter sido evitado tambem deve ser dificil de engolir.
Atenção que não quero dizer com isto que vacina deve ser obrigatoria. Acho que isso deve ficar ao criterio de cada um.

  Stiletto

quarta-feira, outubro 21, 2009 7:52:00 da tarde

Oh Brunoo.. de acordo com essa treoria as vacinas existem unnica e exclusivamente por interesse das farmaceuticas? Give me a break!!

Tens uma ou outra impreecisão no teu post: apenas nos EUA existe 1 em cada 150 casos de autistas (2008). De acordo com nºs do Canadá (2003) a taxa era de cerca de 10 em 10000.
O autismo parece ser um problema genético, ou seja parece haver uma predisposição para o autismo o que explica a incidência de casos de autismo nos filhos de um mesmo casal.
Há também alguns factores pré natais (ex.rubéola materna, hipertiroidismo) e peri natais (ex.prematuridade, baixo peso ao nascer, infecções graves neonatais, traumatismo de parto) que podem ter grande influência no aparecimento das perturbações do espectro do autismo.
Por último, a causa de os nºs estarem a aumentar pode muito bem ser explicada para uma maior informação e estado de alerta dos médicos.

Não sejas tão radical, não? As vacinas são uma coisa boa. Antes de elas existiram as crianças morriam que nem tordos de doenças que hoje em dia são encaradas com alguma ligeireza.

Há interesses à roda disto? Claro que há. Mas afinal de contas há interesses à roda de tudo!
Bjs

  Bruno Fehr

quinta-feira, outubro 22, 2009 1:18:00 da manhã

ceptic:

"Só acho que se fosse assim tão eficiente, aconselhariam não só as adolescentes, mas sim também ás adultas!"

Correcto. E digo mais, quando o produto é bom ele vende-se a ele próprio e não precisa de ser obrigatório.

  Bruno Fehr

quinta-feira, outubro 22, 2009 1:18:00 da manhã

I.D.Pena:

"aqui em Portugal , para variar o assunto é visto de forma leve demais , toca-se no assunto, mas quando se fala em aditivos perigosos para a saude, desconversa-se e faz-se piadas sobre o tema conspiração."

Nós somos sempre assim, fazendo piadas com assuntos sérios só para não serem tão assustadores. É como a avestruz a esconder a cabeça na areia.

"mas disseram-me que basta um termo de responsabilidade informando disso mesmo e responsabilizando o enc de educação da saude da criança."

Mesmo isso irá terminar, existe um novo tratado da ONU com vista a retirar poder paternal a todos os pais. Falarei disso em breve.

  Bruno Fehr

quinta-feira, outubro 22, 2009 1:18:00 da manhã

HAZEL:

Acho que estes casos devem ser expostos pois os efeitos secundários são cada vez mais e mais graves.

  Bruno Fehr

quinta-feira, outubro 22, 2009 1:18:00 da manhã

Migas-o-Sapo:

"Muito bom exercício legal e moral, gostei, Bruno. Contudo, acho que o Anónimo tem também razão. Enfim, vemos aqui vários pontos de vista, todos eles com a sua razão."

A função do governo é garantir a liberdade de todos os civis e não pode dar prioridade a um grupo em relação a outro. O meu ponto de vista é que ele tem de criar condições para ambos, o ponto de vista do anónimo é que deve dar prioridade ao seu ponto de vista de saúde. Dar essa prioridade é violar direitos constitucionais enquanto o não ser vacinado não viola os direitos constitucionais dos vacinados se o governo criar as estruturas para o acesso de ambos os grupos à educação.

Poderá ser caro, poderá dar trabalho, mas os nossos impostos e a posição deles serve para isso mesmo.


"Se alguém for a olhar para os papéis dos medicamentos, veria nas suas composições em alguns casos arsénico, sulfatos, cianeto e outras coisas inegavelmente perigosas para a saúde mas que a ajudam na quantidade certa."

É verdade, a quantidade de mercúrio de uma vacina é inofensiva mas após uma dezena de vacinas, já não será assim tão inofensivo visto que ele se acumula no corpo.

  Bruno Fehr

quinta-feira, outubro 22, 2009 1:19:00 da manhã

lunatiK:

"Por acaso já conheço duas familias que optaram por não vacinar as crianças, claro que todos os anos há uns problemas nas matriculas escolares, mas também existe sempre uma solução, e a verdade é que as crianças puderam sempre frequentar a escola pública."

Acredito que sim, mas no que toca à H1N1 acho que mudará muita coisa. Nos EUA já existem leis para impedir o acesso à escola dos não vacinados, multas de 1.000 dólares por dia até que aceitem vacinação e até pena de prisão com vacinação compulsiva.

  Bruno Fehr

quinta-feira, outubro 22, 2009 1:19:00 da manhã

Mistal:

"Não tenho filhos...mas considero que deve ser dificil para uma Mãe\Pai decidir. Não vacinar e depois a criança ter algo que poderia ter sido evitado tambem deve ser dificil de engolir."

Pelo que sei das mães que conheço, elas sentem. E se sentem medo não irão vacinar os filhos. Devemos confiar no instinto maternal e as mulheres devem confiar nesse instinto.

  Bruno Fehr

quinta-feira, outubro 22, 2009 1:19:00 da manhã

Stiletto:

"Oh Brunoo.. de acordo com essa treoria as vacinas existem unnica e exclusivamente por interesse das farmaceuticas?"

As vacinas não, só as vacinas sem efeitos práticos de utilidade discutível mas que são obrigatórias. Estas duas mais a H1N1 são 3 exemplos disso.

"Tens uma ou outra impreecisão no teu post: apenas nos EUA existe 1 em cada 150 casos de autistas (2008). De acordo com nºs do Canadá (2003) a taxa era de cerca de 10 em 10000."

O meu texto é sobre o Reino Unido, não há imprecisão pois confirmei as estatísticas.

"O autismo parece ser um problema genético, ou seja parece haver uma predisposição para o autismo o que explica a incidência de casos de autismo nos filhos de um mesmo casal."

Parece, mas também parece que a vacina em questão aumenta as probabilidades, existem imensos estudos que ligam a vacina ao autismo. E se parece não deverão obrigar a vacinar crianças inocentes. Esta vacina 3 em 1 é contra doenças contagiosas mas não mortais e curáveis, o autismo não é curável. Se há dúvidas a atitude certa é suspender o programa. Pois ao continuar estamos a entrar numa selecção artificial pois está documentado que os filhos do membros do gabinete do Primeiro Ministro não são vacinados com esta vacina e frequentam um colégio privado que não a exige.

"Não sejas tão radical, não?"

Eu exponho o que investigo, não há radicalidade há opinião, da qual podem e devem duvidar e buscar a vossa informação para decidirem.

"As vacinas são uma coisa boa. Antes de elas existiram as crianças morriam que nem tordos de doenças que hoje em dia são encaradas com alguma ligeireza."

Muitas dessas doenças são curáveis sem vacinação, por isso a nossa saúde não depende delas. Retirem o mercúrio e derivados de mercúrio, retirem o Escaleno das vacinas e aí a minha opinião mudará.
A quantidade de mercúrio que acumulas no corpo durante a tua vida está directamente relacionada com a tua esperança de vida e o Escaleno com os nossos problemas e doenças neurológicas.

"Há interesses à roda disto? Claro que há. Mas afinal de contas há interesses à roda de tudo!"

Por isso os assuntos devem ser estudados e divulgados para que se descubra a profundidade da toca do coelho. Basta seguir o rasto do dinheiro para saber se os interesses são económicos ou de eugenia, neste caso é eugenia e monetários, portanto devem ser expostos.

  Anónimo

segunda-feira, maio 28, 2012 5:55:00 da tarde

não vacinar não é uma ideologia. portanto o artigo 13.º não é para aqui chamado.

  Bruno Fehr

segunda-feira, maio 28, 2012 9:12:00 da tarde

Anónimo disse...

"não vacinar não é uma ideologia. portanto o artigo 13.º não é para aqui chamado."

Não? Ou será que não sabe o significado de ideologia?


ideologia (ideo- + -logia) s. f.
Conjunto de ideias, convicções e princípios filosóficos, sociais, políticos que caracterizam o pensamento de um indivíduo, grupo, movimento, época, sociedade (ex.: ideologia política).

O artigo 13° aplica-se na perfeição tendo em conta a definição legal de ideologia. A sua interpretação do significado da palavra não tem qualquer valor.

  Anónimo

quarta-feira, agosto 08, 2012 4:08:00 da manhã

As pessoas se esquecem de que higiene, saneamento e água tratada são cruciais para a boa saúde das pessoas. Aí, confundem a administração de vacinas com a diminuição das doenças.. infelizmente a maioria das más notícias em relação às vacinas não são veiculadas pela mídia de massa, elas são enterradas.