A corrida à lua (Parte 5)

Texto anterior: Parte 4

Este filme feito em estúdio foi o que foi mostrado ao mundo e o que ainda hoje vemos na TV e o que é tomado como certo. Neste documentário, os senhores que ainda fazem parte do poder Americano que puderam ver no vídeo do texto anterior, deixam um desafio no ar. O de perguntar aos Russos a opinião deles sobre a veracidade da ida Americana à lua. A reposta foi fácil, um agente da KGB Dimitri Muffley diz que em menos de duas horas perceberam que as imagens eram falsas, que apesar de ser verdade não justifica o fim do programa espacial Russo:



Quem participou nesta fachada foi bem pago, como é referido pelo agente da CIA no final deste vídeo, mas teriam de desaparecer recomeçando a vida em qualquer parte do mundo recebendo uma nova identidade. Rummsfeld e Kissinger assumem que Nixon ordenou a morte de todos os envolvidos nas falsas filmagens. Hoje culpam Nixon que é o único que não se pode defender, e dizem que não cumpriram as suas ordens, mas que o director da CIA na altura as acatou...o que é certo é que todos os envolvidos foram mortos... Se a ida à lua em 1969 fosse verdade, por que motivo haveria a necessidade de eliminar quem falsificou as imagens?

(Imagem do Apollo 13 que tal como os outros não foi à lua, mas este a NASA admite que nao foi. Filme com Tom Hanks e o LEM está como todos os outros... limpinho)


-Andy Rogers foi queimado vivo num "acidente" de viação na Ásia.
-Jim Dowel foi encontrado no Egipto, afogado na sua piscina.
-Vince Brown foi encontrado na Patagónia esquartejado, a versão oficial foi suicídio mas documentos que deixaram de ser confidenciais, revelam imagens vídeo deste homicídio.
-Bob Stein percebeu que estavam a matar todos os envolvidos e conseguiu esconder-se durante 10 anos num mosteiro Judeu nos EUA, mas foi encontrado e espancado até à morte.
-Stanley Kubrick a quem foi prometida protecção, entrou em reclusão e começou a expor o caso, dizendo que Nixon a CIA o queriam matar, fez filmes como Agent Orange e Eyes Wide Shut que expunham a sociedade Free Mason e famoso projecto KGB/CIA de criação de assassinos via controlo de doentes bipolares e... 5 meses depois desta filmagem (Eyes wide shut), o responsável pelo homem na lua, foi encontrado morto da mesma forma que descreveu a sua morte meses antes.

(Ainda do filme Apollo 13, as pás do LEM estão limpas tal como nos outros filmes passados como realidade)


William Karel filmou um documentário expondo toda a verdade sobre a corrida à lua, com entrevistas à esposa, amigos, colegas de trabalho Stanley Kubrick, bem como elementos diversos ligados ao governo e à NASA, entre eles o General Vernon Walters ex-director da CIA, que seria o único homem vivo a saber exactamente o que se passou, a certa altura da entrevista resolveu revelar parte da verdade, querendo dizer tudo sem ser filmado pois segundo ele: "isto pode significar vidas". Perturbado o General Walters pediu para continuar a conversa no dia seguinte mas nessa mesma noite morreu.
Em 2001 a esposa de Stanley Kubrick começou em busca de informações nos documentos do seu marido e encontrou documentos com o logótipo da casa branca marcado como top secret, e lá encontrou a prova das filmagens que o seu marido realizou e foi em parte a responsável pela exposição de toda esta fachada, que por incrível continua desconhecida da grande maioria das pessoas, que ainda acreditam que o homem foi à lua em 1969.

(Filme Apollo 13. Apesar de ter recebido o aval e apoio da NASA... nesta imagem há estrelas, fazendo desta a mais real de todas...)

Há quem se refira ao 11 de Setembro como "A maior mentira jamais contada", mas não é, toda a história da humanidade está repleta de mentiras e todas elas muito mal contadas, no entanto elas passam como verdades, pois as pessoas num estado de estupidificação por parte da educação escolar baseada nas versões oficiais e pelos média, o que os torna incapazes de pensar por si mesmas, sendo mais fácil assimilar o que lhes é dito por quem tem o poder.

20 de Julho de 1969, o homem não foi à lua.
11 de Setembro de 2001 não foi ataque terrorista.
7 de Julho de 2005 não foi ataque terrorista.
3 pequenos exemplos onde quem mente ganhou fortunas.

Estes são 3 "detalhes" históricos que já aqui desmistifiquei, mas não vou ficar por aqui.
Não temos de ficar desiludidos pelos nossos fracassos como humanos, temos sim de buscar a verdade e aprender a ler a história real e não a que nos é contada. Esconder uma verdade com milhares de mentiras é fácil, tão fácil que qualquer idiota o faz, a prova de inteligência está conseguir ver a verdade no meio dessas mentiras ou pelos buscá-la. Por a inteligência ser muito mais rara que a estupidez, é que temos poucas pessoas a verem a verdade e maioria a viver num mundo de mentiras sem sentido pois enquadram-se na perfeição nas suas vidas adormecidas, protegidas da realidade que os magoará ao perceberem que tudo o que aprenderam é falso.
Se há algo de útil que aprendi na escola, foi: "O que é verdade hoje, será mentira amanha", e isto aplica-se a tudo desde D. Afonso Henriques odiar a mãe, quando na verdade o ódio era pelo padrasto, até à teoria da relatividade.

(Sim... são tentativas de representação de estrelas, e com tão má qualidade mesmo com tecnologia dos anos 90, que explica o motivo de não haver estrelas na fachada de 1969...)


Saber demais e falar do que se sabe num mundo como o nosso, pode significar a nossa morte... mas não saber nada de nada, será realmente viver?

Neste momento estou a recuperar os dados de um disco de um dos meus velhos PC's portáteis pois estão lá gravados vídeos e fotos de missões lunares reais, com imensos dados interessantes. Assim que o processo de forense que estou a realizar ao disco estiver finalizado farei uma segunda série sobre verdadeira face da lua.

Sempre que alguém expõe estes casos é atacado sem nunca receber uma explicação lógica que realmente apresente um ponto de vista válido, pois é mais fácil desconstruir do que justificar, mas o que se passa nestes assuntos é descrito de uma forma muito simples:

"First they ignore you, then they ridicule you, then they fight you, then you win."
-- Mahatma Gandhi

Já fui ignorado e ridicularizado, hoje em dia combatem-me com argumentos vãos ou simplesmente cómicos... o próximo passo é lógico. Não espero confirmação em tempos próximos, até porque não preciso de confirmação, mas a verdade surgirá.

Próximo texto: A corrida à lua (última parte)

24 Comentários:

  White_Fox

sexta-feira, agosto 14, 2009 1:46:00 da manhã

E o mais engraçado é que nas mentiras todas os americanos ficam sempre bem vistos (se repararem bem, mesmo no 11 de setembro houve aqueles heróis do voo 93 cujo acontecimento até deu um filme). Enfim...

  Bruno Fehr

sexta-feira, agosto 14, 2009 1:55:00 da manhã

White_Fox:

"E o mais engraçado é que nas mentiras todas os americanos ficam sempre bem vistos (se repararem bem, mesmo no 11 de setembro houve aqueles heróis do voo 93 cujo acontecimento até deu um filme). Enfim..."

Isso é verdade, mas eu não culpo os Americanos. Há quem diga que os Ingleses são os cachorrinhos dos Americanos quando a verdade é que os Americanos são o Pitbull dos Ingleses. Basta recuarmos até à revolução Americana ler um pouco e surgirá a pergunta: Como é que o exército que perdeu a guerra, ficou independente? Depois é só analisar a primeira constituição antes das emendas... e vemos que o Rei de Inglaterra abdica de certas regalias na América dando autonomia em troca de submissão. Os Americanos nao podem ter rei, ser nobres e sao súbditos da coroa Inglesa, tal como os Canadianos, Australianos, etc, etc, etc. O Império Inglês é o único que ainda existe.

  Rui Oliveira

sexta-feira, agosto 14, 2009 1:59:00 da manhã

Pegando no comentário do white_fox, se repararem quase todos os filmes de acção têm um herói (ou anti-herói que só faz o que faz porque a familia foi destruida, etc) americano, e muitas vezes um vilão muçulmano ou ex-urss.. Durante muito tempo era uma prática comum, como ir à misssa ao domingo no tempo da Velha Senhora. Uma manipulação tal que torna o povo americano em fantoches. Por vezes parece-me que estes últimos movimentos um pouco desesperadamente perversos dão a ideia que estão a perder o controlo sobre o resto do mundo e querem manietá-los também... Uma pessoa acaba por traçar diversos cenários

  Bruno Fehr

sexta-feira, agosto 14, 2009 2:05:00 da manhã

Rui Oliveira:

"Pegando no comentário do white_fox, se repararem quase todos os filmes de acção têm um herói (ou anti-herói que só faz o que faz porque a familia foi destruida, etc) americano, e muitas vezes um vilão muçulmano ou ex-urss.."

Existe outro estereótipo interessante, se formos ver cartoons ou filmes antigos, o herói americano tem sempre um queixo largo "másculo", o vilão tem sempre um queixo e pontiagudo... nunca percebe bem isso pois mesmo com esse queixo másculo parecem bichonas, digo isto com todo o respeito às verdadeiras bichas.

  johnny

sexta-feira, agosto 14, 2009 2:08:00 da manhã

Esta questão da aterragem da lua e da veracidade das filmagens, acaba sempre no ponto da crença. Uns crêem que é mentira, outros crêem que é verdade. Na realidade, nem uns nem outros estiveram lá para poder dizer a 100%

Por altura do 40º aniversário da apollo 11, também andei a ver os vídeos e documentários que por aí há sobre um lado e o outro da discussão e se neste blogue vemos mais a parte da desconstrução do pretenso facto da aterragem e das suas filmagens, podemos recorrer a outros sites e foruns que argumentam o contrário.

Por uma questão de credibilidade, acho que é melhor todos os que aqui apresentaram argumentos dos dois lados da barricada recorrerem a pessoas mais qualificadas que façam esse trabalho por elas.

Algumas fontes:

http://www.clavius.org/

http://en.wikipedia.org/wiki/Independent_evidence_for_Apollo_Moon_landings

Nestes sites rebatem a fundo todas as pretensas provas que os defensores da teoria embuste apresentam e lá definem a falácia da implicação inversa, que é a forma de muitos defensores das teorias da conspiração argumentarem, pegando num ponto errado como forma de explicar que toda a realidade é errada. Falam de física, de geologia, climatologia, fotografia, ciências naturais do nosso planeta aplicadas à lua, como se essa realidade fosse conhecida e apresentam algumas inconsistências - que até podem não o ser - como provas de coisas ainda mais improváveis.

Dizem eles:

fallacy of inverse implication, encapsulated by the maxim, "Absence of evidence is not evidence of absence."

Houve entidades independentes que confirmaram a aterragem, não só russos como chineses, como espanhóis, australianos, etc.

Se foi um embuste, foi um embuste de tamanho gigantesco, pois mais de meio milhão de pessoas trabalhou nos projectos apollo e todos estariam implicados.

A questão das mortes misteriosas, não é assunto, porque muitas dessas pessoas estavam envolvidas noutros projectos posteriores e há até casos de pessoas que morreram antes da aterragem.

O documentário do Stanley Kubric é um mockumentary assumido, que contou com a contribuição daquelas personagens, sem dúvida importantes, mas, ainda assim, meras personagens. Basta ver o último vídeo onde aparecem os bloopers.

Link para a referência ao documentário na wikipédia:

http://en.wikipedia.org/wiki/Dark_Side_of_the_Moon_(documentary)

Link para o último vídeo onde aparecem os bloopers:

http://www.youtube.com/watch?v=5Bhpfy-4mws

  Bruno Fehr

sexta-feira, agosto 14, 2009 2:28:00 da manhã

johnny:

"Esta questão da aterragem da lua e da veracidade das filmagens, acaba sempre no ponto da crença. Uns crêem que é mentira, outros crêem que é verdade. Na realidade, nem uns nem outros estiveram lá para poder dizer a 100%"

Isso é óbvio, tudo o que é dito é consoante a noção de verdade de cada um e a verdade poderá ter variações muito grandes.

"http://www.clavius.org/"

Este é um site que conheço e recomendo também.

"http://en.wikipedia.org/wiki/Independent_evidence_for_Apollo_Moon_landings"

A Wikipédia é algo que já não recomendo pois está repleta de falácias e edições tendenciosas sem referencias a fontes.

"Absence of evidence is not evidence of absence."

Correcto mas esta frase é aplicável a ambos os lados da questão.

"Houve entidades independentes que confirmaram a aterragem, não só russos como chineses, como espanhóis, australianos, etc."

Tal como houve entidades independentes a afirmar o oposto.

"Se foi um embuste, foi um embuste de tamanho gigantesco, pois mais de meio milhão de pessoas trabalhou nos projectos apollo e todos estariam implicados."

Aqui já não estás correcto. É verdade que por altura do Apollo 11 trabalharam no projecto mais de 400.000 pessoas, mas existiram 2 "misson control" desta missão uma para o lançamento e depois de estarem em orbita lunar foi usada um segundo grupo numa segunda sala de "mission control", isto só aconteceu para o Apollo 11 e hoje essa sala é uma espécie de museu dentro da NASA.
No que toca a toda a fase supostamente passada na lua, só uma mão cheia de pessoas trabalharam nesse projecto.

  johnny

sexta-feira, agosto 14, 2009 4:00:00 da manhã

A wikipedia será falaciosa, mas os documentários que servem de base aos conspiracionistas não?

E o documentário do Kubric, é uma boa base de investigação? Gostava que abordasses esse tema do documentário.

Falei das 400 mil pessoas, por causa dos nomes de pessoas que morreram referidos no texto. Até morreram mais, certamente, pois isso é uma questão de estatística, mas dizer que "alguém percebeu que estavam a matar todos os envolvidos" parece-me um bocado exagerado, ainda para mais se há nove dos doze astronautas que pisaram o solo lunar vivos e quando os três principais visados (Neil, Buzz e Michael) ainda estão vivos e até foram por estes dias à Casa Branca visitar o Obama.

Mais uma vez, é uma questão de perspectiva e não vou insistir.

Parece-me estranho que alguém que goste de pesquisar e se interesse pela verdade afirme coisas ou pelo menos defenda posições de outras pessoas que são, no mínimo, ridículas. Mas depois li algo num comentário do género "qualquer dia faço um texto a defender o criacionismo" e percebo bem os motivos. Quem gosta de ser do contra...

  Bruno Fehr

sexta-feira, agosto 14, 2009 4:22:00 da manhã

johnny:

"A wikipedia será falaciosa, mas os documentários que servem de base aos conspiracionistas não?"

Quem tu consideras conspiracionista nao é quem eu considero conspiracionista, logo a minha resposta não será a que buscas. O pressuposto que estes textos partem de um único documentário é falacioso. E sim a Wikipédia é uma excelente fonte de informação para quem a sabe filtrar, mas no geral é uma página a evitar.

"E o documentário do Kubric, é uma boa base de investigação? Gostava que abordasses esse tema do documentário."

É uma teoria que vai muito além de um simples documentário.

""alguém percebeu que estavam a matar todos os envolvidos" parece-me um bocado exagerado, ainda para mais se há nove dos doze astronautas que pisaram o solo lunar vivos e quando os três principais visados (Neil, Buzz e Michael) ainda estão vivos e até foram por estes dias à Casa Branca visitar o Obama."

Até poderá haver mais que esses, mas que não acredito na ida à lua em 1969, não acredito, apresentei os meus motivos que não se centram num documentário, até porque não apresentei aqui o documentário, unicamente partes dele. O caso da falta de poeiras, potencia dos motores, câmaras mágicas, etc vão muito além desse ou qualquer outro documentário.

"Parece-me estranho que alguém que goste de pesquisar e se interesse pela verdade afirme coisas ou pelo menos defenda posições de outras pessoas que são, no mínimo, ridículas."

Se a possibilidade de não terem ido à lua em 1969 é ridícula então prefiro jogar pelo seguro de acordo com as conclusões que tirei e ficar no teu grupo de ridículos considerando que acredita ridículos.

"Mas depois li algo num comentário do género "qualquer dia faço um texto a defender o criacionismo" e percebo bem os motivos. Quem gosta de ser do contra..."

Ser do contra? Só sou do contra para quem acha que escrevo para eles, eu não escrevo nem para ti nem para ninguém em particular. Na verdade partilho coisas que escrevo para mim e que outros podem ler, portanto não sou do contra sou a favor.
Quem não concorda será do contra, ou não?
No que toca ao criacionismo, como sou agnóstico assumido, 99% dos leitores deverão ter percebido a ironia.

Mas sim, gosto de discutir os assuntos mesmo com quem é do contra (as minhas crenças), pois eu sou a favor (das mesmas).

  José

sexta-feira, agosto 14, 2009 9:46:00 da manhã

Então mas o Kubrick não morreu em 1999?

  MIB

sexta-feira, agosto 14, 2009 9:58:00 da manhã

"... 5 anos depois da filmagem do homem na lua foi encontrado morto" de facto Stanley Kubrick morreu a 7 de março de 1999 que é mais perto dos 30 anos que dos 5, mas se calhar era um impostor a passar-se por ele, por isso é que os filmes desceram de nivel :P

  MIB

sexta-feira, agosto 14, 2009 10:33:00 da manhã

Não sabia onde o comment dava mais jeito por isso pus nos dois sitios :)

"Beeeeem... peço desculpa se o meu texto parece desconexo, mas tb escrevi-o enquanto estava ao telefone e não me parece assim tão mau lol, agora algo mais simples, sim a medição de qualquer coisa no espaço é feito através da medição da radiação emitida pelas moleculas quando são destruidas (por isso é que é lixado detectar àgua porque decompõe-se e sobra oxigénio e hidrogénio), é assim como uma mega radiografia tirada ao espaço, por isso se querem detectar àgua no espaço sem a trazer em baldes para cá (o que para teoria da conspiração era muito facil de desmontar) teria que ser com algo que faça as particulas emitir radiação de forma a ser medida e infelizmente ainda não ha nenhum método na astrofisica astroquimica e astrogeologia além da bombada lol.

Já agora, honestamente não percebia tua contra-argumentação ao que disse sobre a forma de medição do carbono, parece que fugis-te completamente à resposta. e sim, o carbono já foi encontrado fora do nosso planeta dessa forma, aliás é através da medição da radiação que sabes a composiçção dos outros planetas e é através da medição da radiação desta mesmissima forma que foram assinalados os primeiros planetas fora do nosso sistema solar(a diferença é que não destroem os planetas mas aproveitam os materiais destruidos pela emissão da luz das estrelas em que estes planetas estão) como pequena nota de rodapé, no 1º planeta com grande percentagem de carbono detectado fora do nosso sistema estava um tuga na equipa que publicou o artigo, acho que tá na science ou noutra qualquer do ramo...

Por isso sim, se queres detectar seja que substancia for (desde a àgua ao vinho verde passando pelo carbono oxigénio e hidrogénio) fora do nosso planeta só através da medição da radiação destas substâncias que só acontece de duas formas : por libertação natural(depende da intensidade das estrelas a que o planeta está agregado) ou à lei da bomba.

Mas isto é a comunidade cientifica actual que assume como unica forma possivel de medição neste momento, se souberes outra podes sempre publica-la que da um rico nobel ;)

Mas pronto a crónica está interessante e sempre me obrigou a pesquisar rever e aprofundar conceitos, olha e a conseguir marcar um almoço com amigos que ja nao via há muito :)"

  I.D.Pena

sexta-feira, agosto 14, 2009 12:34:00 da tarde

primeiro estou curiosissima para saber os variados motivos que levou os americanos a divulgar tantas mentiras.
segundo, a forma e a maneira de ser americana não é exemplo nenhum, mas ainda assim conseguem sempre levar a sua avante. Atraves da manipulação de opinião.
Muita gente diz que o povo americano é estupido, porque acredita em tudo etc... Mas não acho isso, ninguém é estupido por acreditar, acreditar não tem nada de mal o problema é não questionar.
O problema é não pensar por si próprio.

  Bruno Fehr

sexta-feira, agosto 14, 2009 12:55:00 da tarde

José:

"Então mas o Kubrick não morreu em 1999?"

Morreu sim senhor, a frase estava mal construída, não são anos são meses e queria referir-me ao seu último trabalho. Obrigado

  Bruno Fehr

sexta-feira, agosto 14, 2009 1:00:00 da tarde

MIB:

Obviamente foi uma falha da minha parte e não é por aí que irás invalidar todos os 6 textos. Além disso o José chamou-me a atenção para isso, portanto não é preciso eco, nem a utilização desse erro como se da descoberta da pólvora se tratasse.

  Bruno Fehr

sexta-feira, agosto 14, 2009 1:14:00 da tarde

MIB:

"e infelizmente ainda não ha nenhum método na astrofisica astroquimica e astrogeologia além da bombada lol."

Há sim, indo à lua é uma das formas de o poder fazer, e assim não violam a convenção da ONU que impede o uso se explosivos no espaço “Prevention of an Arms Race in Outer Space”.

"Já agora, honestamente não percebia tua contra-argumentação ao que disse sobre a forma de medição do carbono, parece que fugis-te completamente à resposta."

Eu não fujo a respostas simples, mas não vejo necessidade de abordar agora parte do meu texto sobre Marte quando ele ainda não está em questão. Guarda as tuas teorias sobre a detecção de carbono e depois desses 3 textos poderás confrontar esses professores. Quem sabe faz, quem não sabe ensina, apresentarei dados de quem faz.

"Mas isto é a comunidade cientifica actual que assume como unica forma possivel de medição neste momento, se souberes outra podes sempre publica-la que da um rico nobel ;)"

O teu tom irónico não assenta bem numa discussão inteligente, pois tu assumes um ponto de vista parcial como verdade absoluta, aliás assumes o teu conhecimento como verdade absoluta nem te dando ao trabalho de tentar perceber o que é dito e que deita por terras as tuas crenças. É difícil discutir-se algo com quem está "biased".

Tal como disse, no último texto falou-se de água pois é o assunto que toca à Lua. O tema carbono será discutido no texto sobre Marte para o qual terás tempo de te "armar" com argumentos visto já saberes que vou abordar o tema carbono e dessa forma conseguires argumentar de uma forma mais lógica do que "a lei da bomba como único método de encontrar água", algo que não faz qualquer sentido, como já expliquei e não conseguiste refutar. Se és incapaz de perceber a reacção causada por uma bomba num vácuo quase perfeito e a forma como a água irá reagir, passa à frente e não insistas no erro.

Um erro só o é se nos recusamos a corrigi-lo.

  Bruno Fehr

sexta-feira, agosto 14, 2009 1:14:00 da tarde

I.D.Pena:

"primeiro estou curiosissima para saber os variados motivos que levou os americanos a divulgar tantas mentiras."

Não há vários motivos, há um único motivo.

"Muita gente diz que o povo americano é estupido, porque acredita em tudo etc... Mas não acho isso, ninguém é estupido por acreditar, acreditar não tem nada de mal o problema é não questionar."

E esse não é um mal Americano pois fora da América muita gente papou tudo o que viu e não viu na TV, mas leu na wikipédia.

  MIB

sexta-feira, agosto 14, 2009 4:15:00 da tarde

De forma muito simples temos o seguinte: o fenómeno que falas-te dos aviões é a diferença de pressão, não é vácuo...

Essa afirmação de que uma bomba provoca um vácuo quase perfeito é na realidade uma antítese, pois no vácuo perfeito uma bomba não faz absolutamente nada - estima.se que este só exista no zero absoluto de temperatura (que é quando as moléculas param a sua vibração)logo se houvesse um vácuo quase perfeito a bomba seria completamente inutil pois todas as bombas existentes e desenhadas precisam de um conceito básico para se propagar - matéria, o que não havendo não consegue propagar-se logo não explode.

Se assumires que não é o vácuo quase perfeito então tens que as moléculas continuam a existir, continuam a emitir radiação e continuam a ser passiveis de ser analisadas e detectadas e portanto conseguir perceber o que constitui a matéria que foi rebentada com a bomba(permitindo perceber se tem àgua por ex.)

Portanto either way tens ai uma inconsistência bastante grande, e como pequena nota as pessoas com quem me informei são investigadores com trabalho publicado na àrea, infelizmente neste país só podes ser investigador se fores professor também ;)

Por último estou de mente bastante aberta para qualquer contraponto que queiras colocar a minha critica mas de preferencia fa-lo com revistas ou artigos ciêntificos : Science, Nature, astrophysics journal, etc...

Quanto ao resto, acho os posts interessantes mas se de facto a ida à lua foi uma fantochada tens muito boa investigação feita, publicada e aceite como verdadeira que se suporta no material recolhido nesta viagem. E o defeito de ser céptico é que acho que entre acreditar que os americanos foram à lua ou meio mundo andar a fazer investigação sobre uma mentira e defenderem essa mentira é mais simples considerar que apenas uns poucos estão enganados do que muitos, independentes e de zonas do mundo diferentes...

Não sei porque o agenta da KGB Dimitri Muffley(este nome não é russo pois não?) que identificas numa pesquisa muito rápida apenas aparece mencionado em filmes e mockumentaries o que não abona muito sobre a veracidade dele, e o que te tinha pedido era algo um pouco mais esclarecedor, algo mais do género de um governante oficial ou um director do KGB, normalmente as coisas de grande protagonismo são ditas por grandes protagonistas e não por subalternos,a´lém do mais o sr so diz isso nos USA não diz isso em nenhum jornal ou revista ou televisão russa da época pois não?

  MIB

sexta-feira, agosto 14, 2009 4:20:00 da tarde

http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/galaxia/article/viewFile/2009/1823

Gosto especialmente das paginas 19 e 20 e passo a citar : "Dimitri Muffley (Bernard Kirschoff), agente da KGB que
revela os “erros científicos” no filme da Lua. Trata-se da mistura
dos nomes do presidente americano (Merkin Muffley,
interpretado por Peter Sellers) e do presidente soviético
(Dimitri, sem sobrenome, de quem só ouvimos a voz) em Dr.
Strangelove (Dr. Fantástico/ 1964), também de Kubrick."

Mas pronto este não é de facto um site lá muito cientifico também ele, por isso deixo a interpretação ao livre arbitrio :D

  Vani

sexta-feira, agosto 14, 2009 10:06:00 da tarde

Tenho de concordar com a argumentação científica da MIB...o espaço não é um vácuo perfeito. Aliás, o vácuo total, perfeito, não existe - ou pelo menos ainda não foi demonstrado que existe.

Mas, também sabemos que na comunidade científica existe muita falácia, arrogancia e, pior, muitas mentiras e resultados falseados...por isso...às tantas já nem em cientistas de renome confias...ah, especialmente quando estes basicamente o que fazem é apoderar-se do trabalho e das ideias desenvolvidos por outros... :-p

  Vani

sexta-feira, agosto 14, 2009 10:09:00 da tarde

E, sim, infelizmente para se ser investigador tem de ser professor ou bolseiro. Um professor tem sempre o seu vinculo contratual, e pode até ser um péssimo professor (há-os às pancadas), embora um excelente investigador. Depois, há os bolseiros, ou melhor, os escravos para todo o serviço :-p. Que, muitas vezes, até dão as aulas dos "professores", para que estes possam "investigar". E nem sequer são pagos...

O meio científico tem tantos podres que, às tantas, ou se é muito critico em relação ao que se lê, vê e se faz, ou é-se completamente enrolado (e enrabado... :-p).

  Bruno Fehr

sábado, agosto 15, 2009 1:27:00 da manhã

MIB:

"De forma muito simples temos o seguinte: o fenómeno que falas-te dos aviões é a diferença de pressão, não é vácuo..."

Não é vácuo perfeito, mas é uma simulação de vácuo. O que acontece é o mesmo que num buraco negro, a abertura no avião sugará tudo, é o que há de mais perto do vácuo, sendo um buraco negro o vácuo perfeito.

"Essa afirmação de que uma bomba provoca um vácuo quase perfeito é na realidade uma antítese, pois no vácuo perfeito uma bomba não faz absolutamente nada"

Não percebeste, não é bomba, não é a explosão, é o que acontece na expansão das ondas que destroem tudo à sua volta, não matéria, não é fogo, é ausência de matéria que destrói e sim é muito perto de vácuo, é o mesmo principio da perda de pressão num avião e do caso do buraco negro mas em vez de sugar, expulsa.

"logo se houvesse um vácuo quase perfeito a bomba seria completamente inutil"

Mas lá está eu não falo da bomba. Nas bombas da segunda guerra mundial o que é que a bomba destruiu com a explosão? Uma pequena área e as ondas criadas por essa explosão? Toda a cidade. O que se compara ao vácuo não é a bomba são as ondas que não são matéria.

"matéria, o que não havendo não consegue propagar-se logo não explode."

Ela explode ANTES, o importante é o APÓS.

"Portanto either way tens ai uma inconsistência bastante grande, e como pequena nota as pessoas com quem me informei são investigadores com trabalho publicado na àrea, infelizmente neste país só podes ser investigador se fores professor também ;)"

Não há inconsistência, pois se foram esse investigadores que disserem o que comentaste entre analisar carbono e carbono 14... eles estão a misturar alhos com bugalhos. O carbono 14 já É radioactivo e o carbono não o é.

Quanto aos investigadores terem de ser professores, só se é nessa área, pois tenho diversos amigos investigadores na área da biologia vegetal e genética na UC que não dão aulas.

"Por último estou de mente bastante aberta para qualquer contraponto que queiras colocar a minha critica mas de preferencia fa-lo com revistas ou artigos ciêntificos : Science, Nature, astrophysics journal, etc..."

Ou seja exactamente as que afirmaram que o pano fúnebre que se dizia ser de Jesus Cristo, era afinal falso e era de 1260-1360 depois de Cristo, pois os testes de Carbono 14 não enganam e tiveram de engolir em seco pois estavam todos errados.
Se me falares na "Thermochimica Acta" aí sim, venero tudo o que é lá publicado.

  Bruno Fehr

sábado, agosto 15, 2009 1:40:00 da manhã

MIB:

"mas se de facto a ida à lua foi uma fantochada"

Corrijo-te mais uma vez, a ida à Lua foi real a fantochada são o vídeos dessa ida. Existem imensas fotos da lua que foram unicamente escurecidas para dificultar a análise e dentro dos próximos 30 dias irei fazer uma série sobre elas.

"Não sei porque o agenta da KGB Dimitri Muffley"

Era normal nos anos 60 agentes Russos de descendência Americana e vice-versa, o nome não esclarece muito, se bem que os mais usados era Franceses, Ingleses e Alemães.

"so diz isso nos USA não diz isso em nenhum jornal ou revista ou televisão russa da época pois não?"

As reacções públicas foram sempre feitas por ex-KGB e nunca o governo Russo se pronunciou, mesmo competindo estão todos no mesmo barco. Os Russos apesar de mostrarem ao mundo as suas informações, nunca revelaram os dados das últimas missões nos anos 70. Ainda hoje não se sabe que dados possuem e o motivo de terem cancelado o projecto quando estavam mais avançados que os Americanos. Tanto que a tecnologia Americana do Apollo 14 até ao 17 foi colocada nos foguetões desenvolvidos pelos Russos que só usaram na sua última viagem.

"Trata-se da mistura
dos nomes do presidente americano (Merkin Muffley,
interpretado por Peter Sellers) e do presidente soviético"

Muitas verdades se dizem de ambos os lados e ambos os lados mentem também.
Fritz Springmeier também deixou de existir, dedicou a sua vida a expor mentiras das elites, foi acusado de evasão fiscal, preso e apagado da internet. Ele não existe na Wikipédia apesar de constantemente criarem uma página para ele, ela é constantemente retirada.
Desacreditar e apagar pessoas da história, não é algo de novo.
Hoje nos EUA quem acredita que o 9/11 foi crime governamental é chamado de radical de extrema direita e terrorista nacional.

  Bruno Fehr

sábado, agosto 15, 2009 1:50:00 da manhã

Vani disse...

"o espaço não é um vácuo perfeito."

Nem eu disse que o era. O que disse é que o vácuo quase perfeito complementado pelo efeito de ondas de impacto após uma explosão que são simulações de vácuo... não se sabe o que dará. Se qualquer um deles isolado está muito perto do vácuo, os dois juntos estará ainda mais.

"Aliás, o vácuo total, perfeito, não existe - ou pelo menos ainda não foi demonstrado que existe."

Demonstrado não foi, mas existe um exemplo teórico... um buraco negro.

"por isso...às tantas já nem em cientistas de renome confias...ah, especialmente quando estes basicamente o que fazem é apoderar-se do trabalho e das ideias desenvolvidos por outros... :-p"

Não confio em nada, não acredito em ninguém, preciso não de uma mas de vários a dizer o mesmo e tenho de ouvir quem diz o oposto, analisar os argumentos de ambos e retirar as minhas conclusões. Quem tiver um processo de acreditar diferente deste, não terá grande capacidade argumentativa.

Eu nasci numa família católica conheço a realidade católica mas não acredito em Deus, mesmo assim li a bíblia várias vezes e retirei milhares de anotações, delas encontrei as minhas respostas que me fazem não acreditar. Ao não acreditar tomei um partido e mesmo tendo escolhido o meu lado isso não quer dizer que ignore o adversário, temos de estudar o adversário, temos de o conhecer para o poder destruir. Por isso são frequentador do site da NASA e ESA.

Alguns dos maiores cientista mundial, provaram que o pseudo-manto de Jesus Cristo era falso e usaram o sistema de datação Carbono 14, chegando a chamar de atrasados todos os que pensavam o oposto... ora em poucos meses todos esses cientistas de renome internacional passaram a maior vergonha das suas vidas. Estavam todos errados.

"E, sim, infelizmente para se ser investigador tem de ser professor ou bolseiro."

Ah, assim está bem, pois podia apresentar um sem fim de Biólogos investigadores que não dão aulas, mas sim são bolseiros. A maioria está hoje em Franca, Inglaterra e EUA, mas foram investigadores durante anos na UC sem darem aulas do que quer que seja.

  Vani

sábado, agosto 15, 2009 11:41:00 da manhã

Costumamos dizer que, em ciencia, não descobrimos coisa alguma, mas sim, deitamos por terra teorias anteriores. Ou, dito de forma mais suave, ciência é tentar validar -ou não- todas as teorias vigentes. E há-de-se chegar sempre à conclusão que nenhuma "será bem assim".

Tu dizes biólogos, eu digo mais, bioquímicos, geneticistas, fisiologistas, biotecnólogos, astrobiológos, astrobioquímicos, fisico-quimicos, biofísicos, etc, etc, etc, etc... :D

Melhor que serem bolseiros era ver a sua existencia e trabalho reconhecidas nas universidades e/ou outras instituições. Mas, são eles quem faz o trabalho todo, e são os outros quem fica com os louros, na maior parte das vezes...
Mas tb acontece haver investigadores que o são somente, mas com patrocinios de fora. Os que são pela universidade, têm obrgatoriamente de dar aulas. O que é uma estupidez, porque nem sequer regulam quanto tempo de aulas e quanto tempo de investigação...alguns são excelentes professores e pesssimos investigadores. Outros são péssimos professores e excelentes investigadores...a capacidade pedagógica e o curriculo pedagógico não são condição essencial para se ser professor universitario...