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7/7 - Homem mistério (ùltima parte)

Texto anterior: Parte 4


Tal como referi no texto anterior o facto de a bomba estar do lado de fora do autocarro, também as bombas estavam do lado de fora e debaixo do metropolitanos, pois em vez de eles explodirem abrindo os comboios para fora e para cima, na verdade elas levantaram os comboios fazendo-os descarrilar. Uma bomba dentro do comboio iria explodir em todas as direcções, cima, baixo e lateralmente não fazendo o comboio descarrilar e antes pelo contrário empurrariam o comboio contra os carris. O chão dos metropolitanos, estão também rebentados de baixo para cima, de fora para dentro.
Parece-me que quer no 11 de Setembro, quer no 7 de Julho as leis da física não se aplicam às versões governamentais.



Outra mentira desmascarada, é a versão oficial falar em explosivos caseiros, quando na verdade laboratórios independentes provaram que os explosivos usados formam C4, explosivos de origem militar.

O Líder Israelita Benjamin Netanyahu, propositadamente ou por deslize referiu perante as câmaras de televisão que estava em Londres naquele dia e que foi avisado pela Scotland Yard para não sair do seu quarto de hotel, até receber noticias da primeira explosão. A Scotland Yard imediatamente negou ter fornecido essa informação mas não esclareceu quem avisou o líder Israelita.
Duas semanas mais tarde, foi o líder dos serviços secretos Israelitas, a MOSSAD que disse ter avisado Netanyahu às 08:40 do dia 07 de Julho. Como é que ele sabia o que iria acontecer 10 minutos depois? Se ele sabia, as autoridades Inglesas sabiam e vidas poderia ter sido salvas... mas não eram para salvar, o que era para salvar era a campanha petrolífera no médio oriente e graças aos ataques de 7 de Julho de 2005, as tropas Inglesas estão ainda hoje no Afeganistão e Iraque, com relativo apoio do povo Inglês.

O primeiro comunicado ao povo Inglês de Tony Blair foi: "Nós sabemos que estes ataques foram realizados me nome do Islão", ele disse isto antes de haver qualquer indicação que provasse tal coisa. Apesar de terem demorado décadas a investigar as bombas do IRA e que em muitos casos ainda não hoje não há suspeitos, neste caso em menos de 6 horas já tinham um relatório completo com todos os culpados.


Um ex-director da MOSSAD referiu no site oficial do grupo que os ataques simultâneos de Londres foram executados de uma forma quase perfeita. O que quer ele dizer com o quase? E o que é o perfeito? Parece-me que ele sabe mais sobre o assunto do que o povo Inglês e do que o governo Inglês nos diz.


Governo Inglês, Governo Israelita, ambos sabem mais do que o que dizem, tal como no 11 de Setembro, onde o Governo Israelita está presente e os culpados... são sempre os inimigos deles, os árabes.

Antes de terminar, queria referir um dos pontos que levantei no primeiro texto: Como é que haviam pessoas em Russel Square, pessoas que vi da janela com ligaduras 20 minutos antes de chegarem as primeira ambulâncias. Durante algum tempo pensei que pudesse ter sido imaginação, que poderia estar a misturar memórias, até que vi esta entrevista a Daniel Obachike, ele refere como alguns outros moradores referiram pessoas com curativos na explosão do autocarro antes da chegada das ambulâncias. Este homem foi o referido por Marie Whitehead quando disse que ele saiu de um carro estacionado a poucos metros do autocarro, e saiu já com ligaduras e sujo. Actores? Sim e neste vídeo o actor mais famoso de todos, o que apareceu em todos os canais de televisão do mundo, o homem com ligaduras mas sem sangue... O homem que apesar de estar em todos os jornais, foi quase limpo de todos os website de canais de TVe jornais 3 meses depois. Ninguém sabe quem é este homem ou onde está. Ele apareceu em todas as televisões do mundo a cara dele em centenas de jornais e nos aniversários dos ataques, imensos sobreviventes são encontrados e entrevistados pela imprensa, excepto este senhor.



Ele tem ligaduras mas não tem sangue nelas, ele tem a roupa salpicada com sangue mas sem ferimentos, ele estava estendido no passeio, na frente do autocarro quando a explosão foi na traseira, ou seja ele foi expelido para o lado oposto de todas as outras pessoas. Marie viu-o a sair uma viatura negra, dezenas de testemunhas viram viaturas negras a escoltar o autocarro. Dois mais dois são quatro, mas parece que no que toca a ataques terroristas na Europa, dois mais dois é o que cada um entender que deve ser.


Termino com a mesma questão com que terminei os textos sobre o 11 de Setembro, quem beneficia?

Nem a Al Qaeda nem qualquer grupo terrorista reivindicou os ataques, por isso sobra-nos os 4 supostos terroristas que estão mortos e suas famílias foram perseguidas, eles beneficiaram menos de ZERO.

O Governo Americano, manteve o seu mais directo aliado no médio oriente e o seu parceiro na luta contra o "terrorismo".

O Governo Inglês manteve-se no médio oriente recebendo lucros da guerra sobre a forma de contratos de construção e pagamentos em petróleo, além disso Tony Blair e o seu governo receberam o voto de confiança do povo, voto esse que tinha 2 meses antes perdido.

O Governo Israelita manteve Ingleses e Americanos no médio Oriente, dizimando os seus inimigos, permitindo que eles se centrem unicamente no extermínio do povo Palestiniano.

3 Governos amigos, a lucrar imenso e os acusado de terrorismo a perderem a vida e a colocarem em causa a segurança daqueles que amavam.


Nota: Não tive tempo de colocar as referências, será adicionado em breve um link em todos os textos da série às fontes que serão postadas no site de suporte. Isto deve-se ao facto de estar a trabalhar numa nova série bem como num outro projecto de relativa importância.

7/7 - As bombas (Parte 4)

Texto anterior: Parte 3.

O autocarro que explodiu foi o numero 30, este autocarro explodiu na rota errada. A rua onde ele explodiu era uma perpendicular à rota directa que o autocarro fazia, ele foi desviado para aquele local.
A versão oficial diz que o "terrorista" apanhou o autocarro 91 para sul, e mudou para o 30 que fazia a mesma rota para norte, mas o autocarro 30 foi desviado para uma outra rua. O engraçado é que o 30 foi desviado para a rota que o 91 fazia. Por que motivo ele mudou para o 30 que foi desviado pois se tivesse ficado no 91 ele iria para o mesmo sitio? Era o autocarro 91 que ia para a universidade, o que fazia o 30 naquela rua? Os autocarros de Londres não mudam as rotas, é um sistema super organizado e quase pontual, e só "falhou" naquele dia. E aqui fica uma imagem da paragem de Travistock Square que contém a informação de que é o autocarro 91 que faz aquela rota e não refere o numero 30:


Testemunhas afirmam que o autocarro estava a ser escoltado por duas viaturas negras "civis".
Na lateral do autocarro numero 30, estava a publicidade a uma peça de teatro, publicidade que o autocarro 91 não tinha, onde se pode ler: "outright terror... bold and brilliant", que significa: "terror imediato, arrojado e brilhante".


Uma publicidade que se destacou neste caso, mas não é o mais flagrante.
Poderia ter sido o terrorista a desviar o autocarro? Não! E digo isto pois a policia diz que este rapaz estava sentado no segundo piso no banco traseiro, e para desviar o autocarro teria de ameaçar o condutor na frente e no primeiro piso. Além disso nenhum dos sobreviventes viu qualquer ameaça ao condutor, nem viu ninguém sentado onde a bomba explodiu, isto porque o terrorista não estava no autocarro, tal como a bomba não estava numa mochila.

Se colocarem uma bombinha da china dentro de uma caixa de cartão pequena, ela ao rebentar lá dentro irá criar buracos no cartão que demonstram uma explosão de dentro para fora. No caso do Pentágono o suposto avião entrou no edifício mas os pilares estavam rebentados de dentro para fora e não de fora para dentro. O mesmo aconteceu neste autocarro. O local onde supostamente estava a bomba tinha a chapa levantada para dentro e não empurrada para fora como a bomba faria. Isto significa que a bomba não estava na mochila, mas sim da parte debaixo do autocarro, a bomba estava do lado de fora e quando explodiu levantou a chapa do chão para cima, se a bomba estivesse na mochila a chapa seria empurrada para fora.

(Esta foto não é do autocarro, pois dele só existem testemunhos de sobreviventes, mas esta foto do metro, foi usada pelas testemunhas para explicar como estava o chão do autocarro)



Quem acredita na versão oficial, terá de acreditar nas explosões à lá 11 de Setembro a desafiar as leis da física.

Richard Jones foi uma testemunha que imediatamente deu entrevistas sobre o que viu, os factos que ele referia entravam em constante contradição. Ele referiu que a explosão se deu assim que ele saiu do autocarro e que saiu pois era aquela a paragem dele. Como é que era aquela a paragem dele, se o autocarro estava na rota errada?
As declarações deste homem tornaram-se ainda mais incomodas quando o Sunday Mirror descobriu que Richard Jones trabalhou numa empresa de explosivos. Teria sido Richard Jones quem detonou a bomba? Não sabemos nem saberemos pois ele não voltou a dar entrevistas e encontra-se desaparecido.

O que acredito é que ele saiu do autocarro pois já tinha o seu transporte à espera. Como se pode ver na foto, a carrinha parada ao lado do autocarro que supostamente ia a passar na altura é de uma empresa chamada Kingstar, que é uma empresa de demolições controladas. Que coincidência fantástica numa cidade tão grande, um perito em explosivos que sai imediatamente antes do autocarro explodir e uma carrinha de demolições mesmo ali ao lado...


Como já referi nos textos anteriores as câmaras CCTV não estavam funcionar nas 3 estações de metro que explodiram, e as câmaras desta rua também não estavam a funcionar. Por isso não há imagens. Bem, elas estar estavam, pois é ilógico avariarem todas as câmaras em todos os locais que explodiram, mas o que se vê lá, não irá confirmar a versão oficial, portanto é melhor dizer que não existem. E para cumulo dos cúmulos as câmaras dentro do autocarro também estavam avariadas... mas em Londres se roubares uma bicicleta és apanhado em poucas horas, pois elas funcionam SEMPRE.

Tal como o passaporte voador que caiu das torres gémeas no dia 11 de Setembro, directamente nas mãos de um policia, também neste caso, o passaporte do suposto terrorista sobreviveu à explosão e serve de prova de que ele estava lá dentro. Se bem se lembram dos meus textos do 11 de Setembro, o dono do passaporte que "caiu" das torres gémeas, está vivo e de saúde na arábia saudita. Achar um documento não prova nada, pois os documentos podem ser colocados no local do crime. Neste caso houve um erro idêntico, o dono do passaporte está vivo era um miúdo de 16 anos Saudita nascido já em Londres, em que o seu pai está numa luta judicial para limpar o nome da criança.
Se os 3 "terroristas" estão mortos, como é que aparece o dono do passaporte vivo e é uma criança? A policia sabia que não era um documento do terrorista e só mostrou a foto dele... será que não pensaram que um pai iria reconhecer o filho? Que ainda por cima nem no país estavam e tinha dado aquele passaporte como perdido?

Outra testemunha Marie Whitehead de 35 anos radioterapeuta e estudante, foi considerada uma heroína pelas suas acções naquele dia, ela refere que ouviu duas explosões e que uma delas foi uma explosão controlada, realizada pela policia num objecto suspeito. A Scotland Yard nega um segundo engenho. A imprensa imediatamente atacou esta mulher por a sua versão ser contrária à versão oficial. Ela falou também no homem de cinzento, que o viu a sair de um carro e não do autocarro. Falarei deste homem no próximo e último texto, é a vitima mais famosa deste ataque. A verdade não saberemos, pois ela foi encontrada morta 11 dias depois. Ela estava no local antes da chegada de qualquer ambulância, salvou vidas naquele dia e foi honesta ao dizer exactamente o que viu, é agora depois da morte difamada como sendo desequilibrada. Esta é a forma que os governos encontram de descredibilizar alguém, chamam-lhes loucos, inventam doenças e toda a gente que se assustou com o que ela disse, volta ao seu sono profundo confiando nos governos. Até o jornal do seu próprio país Natal a difama, fazendo uma estranha e ilógica ligação entre epilepsia e distúrbios mentais, ligação essa que qualquer pessoa com a quarta classe sabe que não existe.

Nenhuma testemunha viu um único muçulmano dentro do autocarro, muito menos um com uma mochila às costas.

Próximo texto: Parte 5.

7/7 - O dia dos ataques (Parte 3)

Texto anterior: Parte 2

Tal como no 11 de Setembro não há imagens oficiais, as câmaras de segurança CCTV do metro de Londres estavam avariadas. Azar, as câmaras de 3 estações de metro avariadas e por isso não há imagens dos terroristas. Um pouco como todas as câmaras do Pentágono terem avariado e caixas negras de se desintegram. A empresa de segurança do metro Inglês, uma empresa Israelita limita-se a desculpar-se com uma avaria, um caso isolado, e isoladamente no dia 07/07/2005 à hora dos ataques.

Nos ataques aos EUA em 2001, Bin Laden negou a sua participação nos ataques e dias depois apareceu um vídeo com um Bin Laden mais escuro a admitir os ataques.
Nos ataques de Londres ninguém reclamou a autoria dos atentados, excepto um comunicado da Al Qaeda num site falso no mesmo dia, site esse que hackers Britânicos localizaram a origem nos EUA, estado do Texas.

O povo Britânico ao contrário do Americano pressionam muito mais o seu governo a investigar, a pressão foi tal que a policia pegou na esposa de um dos terroristas, manteve-a presa durante uma semana e gravaram um comunicado onde ela condenava os actos terroristas do falecido marido, no entanto ela num acto de coragem ao ser libertada afirmou que o fez por ter uma filha e por ter medo da policia. Foi nesta altura, dois anos depois que a policia apareceu com um suposto bilhete de suicídio que a própria esposa nunca tinha visto. Dois anos depois!

Isto aconteceu numa altura muito conveniente. Em maio de 2005, Tony Blair recebeu uma mensagem do povo Inglês de que não estavam satisfeitos com ele, que não queriam soldados Ingleses a combater na guerra de George Bush contra o terrorismo, ao ponto de ter mantido o poder por uma margem mínima. Os ataques vieram reforçar a sua posição de poder ao ponto de poder sair do governo e nomear o seu substituto. Temos de ter em consideração que o povo Britânico tem neste momento um primeiro ministro que não elegeram.
Estes ataques mudaram a opinião publica e os soldados Ingleses ficaram no médio oriente.

A única imagem com os quatro terroristas na estação de comboio de Luton, já foi provada ter sido uma montagem, onde 3 pessoas foram adicionadas de uma forma deficiente à imagem que só continha um dos homens que foram responsabilizados.
A imagem é de uma câmara de segurança, mas não mostram a imagem em movimento, pois só o homem da imagem original se iria mexer, ao fazerem a montagem onde adicionaram mais 3 homens, tiveram de tornar publica um frame, uma imagem parada. Só o homem que marquei a vermelho, está realmente na foto, os outros foram adicionados posteriormente.


Outro facto que escapou às autoridades, é que o comboio que eles afirmam que os terroristas apanharam de Luton para King's Cross, não existiu. Seria impossível eles terem apanhado um comboio cuja viagem foi cancelada, tornando impossível a sua chegada a tempo de modo a apanharem os comboios que explodiram.

Escapou também às autoridades que dos 4 jovens, 3 eram de Luton e compraram bilhete de ida e volta, ora um terrorista suicida não compra bilhetes de volta.
Apesar de haver confirmação factual de que este comboio não viajou e que o seguinte foi também cancelado. A versão oficial mantém até hoje que os 4 terroristas apanharam o comboio das 07:40 pois existem imagens de segurança... imagens que nunca vimos pois o comboio não existiu tal como não existe qualquer imagem.
Os supostos terroristas apanhando o comboio seguinte, teriam chegado a King's Crosse depois dos comboios que explodiram terem partido, sendo impossível eles estarem lá dentro. Mas os comboios explodiram, o que prova que as bombas não estavam nas mochilas deles.

Horas depois a policia emite um comunicado que foi para o ar uma vez e nunca mais se falou no assunto. Esse comunicado referia que 2 dos terroristas foram abatidos a tiro nas docas Londrinas. Este comunicado foi para o ar sem que pensassem no que estavam a dizer, pois não faz sentido que suicidas que rebentaram os comboios tivessem sobrevivido e se encontrado nas docas onde foram mortos a tiro. Eles estavam lá a tentar perceber o que aconteceu e como é que o exercício do qual faziam parte, realmente aconteceu estando eles a serem procurados pelas autoridades sem possibilidade de telefonar a ninguém. As docas seriam com toda a certeza um ponto de encontro pré-combinado pois sem linhas telefónicas estes dois jovens que supostamente atacaram comboios diferentes, não poderia ter marcado um encontro naquele dia.


Próximo texto: Parte 4.


7/7 - Acontecimentos anteriores (Parte 2)

Texto anterior: Parte 1

16 de Maio de 2004, a BBC passou um programa sobre os treinos do MI5 e MI6 de simulação de ataques terroristas no sistema de transportes de Londres. Esses ataques consistiam em 4 bombas, 3 no metro, uma à superfície. Exactamente o que aconteceu quase 1 ano e dois meses depois, aqui ficam duas imagens desse programa:



É hoje para mim, verdadeiramente interessante a forma como os peritos falaram sobre a cobertura mediática nestes casos, em que o governo poderia tomar conta das TVs e jornais noticiando unicamente o que desejariam ou em opção e deveriam dizer à imprensa "como noticiar a questão", e deixo-vos o excerto desse programa, onde a censura é tomada como um dever do governo (entre 01:38m e 02:31m) onde é dito "como a cobertura será organizada", ou seja ele não diz "seria" ele diz "será", ou em Inglês, ele diz "IS going to be" e não "would be" ou "should be". Um ano antes o discurso é uma certeza e não uma possibilidade futura:



Na verdade o governo Britânico andava a falar na possibilidade de um ataques destes num futuro próximo e este tipo de publicidade e programas passaram a ser uma constante durante o ano de 2004. A pergunta poderia ser: "Qual o objectivo deste programa? Uma possibilidade? Um treino? A preparação do povo?", mas não, a minha pergunta sempre foi: "Como é que conseguiram prever um detalhe como: 3 bombas no metro e uma à superfície", esta é a pergunta de ouro, pois uma coisa é prever um ataque, outra é prever detalhes destes.

O programa Panorama da BBC transmitido entre 16 de Maio de 2004 e 25 de Maio do mesmo ano, foi algo sem precedentes, foi também de uma precisão assustadora em relação ao que aconteceu, e caiu de tal forma no esquecimento mediático, que torna tudo isto muito mais suspeito. Tenho de salientar que o programa era uma simulação de acontecimentos, em que noticiavam onde explodiram as bombas, faziam ligações ao locais, havia actores, tudo era um treino real, mas um treino das forças mediáticas. Depois havia intervalos com discussão de peritos que eram interrompidos por novos desenvolvimentos. Neste dia a BBC estava a treinar como noticiar os acontecimentos que ainda não tinham acontecido, e o que se viu um ano depois foi o resultado destes treinos, com imagem seleccionadas, informações incorrectas, algumas delas que só os moradores poderiam esclarecer, moradores esses devidamente entrevistas e identificados.

Já em 2005, e dias antes de 7 de Julho, foram noticiados diversos atentados à bomba falsos, pois nada aconteceu. O que poderia ser uma forma de levarem as pessoas a pensar nas primeiras horas do dia 7 de Julho que aqueles eram também ataques falsos, fazendo-as sentir-se seguras.

No dia 7 de Julho, Peter Power um perito de gestão de crises e conselheiro governamental e um dos peritos que participou no programa da BBC da qual já falei, anuncia que as forças de segurança Britânicas decidiram no dia 7 de Julho de 2005 realizar treinos onde iriam simular o cenário que tinham descrito em 2004. Treinos nas ruas de Londres onde 3 bombas na rede de metro e uma a nível do solo explodiam. E foi neste dia que tudo isso aconteceu.
Peter Power quer que as pessoas acreditem que os terroristas se inspiraram nesse programa para realizar este ataque, o que é possível, mas não explica como é que as forças de segurança e terroristas escolhem exactamente o mesmo dia, a mesma hora e os mesmos locais. Coincidências parecidas com os treinos Americanos que coincidiram com os ataques à mesma hora nos mesmos locais.
Bin Laden não é só um terrorista, é um vidente.

Para quem duvida que as forças de segurança estavam nesses dias treinar, no vídeo que apresentei já neste texto entre o minuto 07:40 e, 08:20 Peter Power admite tudo isso, em directo no noticiário da BBC chegando a rir-se da coincidência deixando transparecer um desrespeito tremendo por quem morreu e por quem perdeu entes queridos naquele dia. Ele admite que escolheu e o seu cliente ajudou a escolher o cenário e o dia. Quem é o cliente? Peter Power não diz, mas Peter Power trabalha para o Governo... quem será o cliente que o obriga a não dizer tudo?


Próximo texto: Parte 3.



7/7 - O meu ponto de vista (Parte 1)

7 de Julho de 2005 foi um dia estranho sobre o qual ainda tenho muitas questões por responder. 2005 foi o último ano em que vivi em Londres. A quinta-feira dia 07 de Julho seria o meu primeiro dia de férias após as quais não voltaria a trabalhar em Londres. Acordei como sempre por volta das 08:00 da manhã, mas neste dia no lugar de apanhar o Bus para o trabalho iria simplesmente apanhar um taxi para o Aeroporto. Ainda me consigo ver a correr pela casa fazendo questão de não me esquecer de nada, pois não iria voltar.

08:50 ouvi um estrondo enorme. Ao dirigir-me à janela vejo fumo a sair da estação de metro da minha rua, Russel Square. Como seria normal saio de casa para ver o que tinha acontecido e qual o meu espanto quando sou impedido de sair de casa. Policias fardados e civis tomavam conta da rua dizendo às pessoas para voltarem para casa, ao longe via pessoas cobertas de sujidade, algumas feridas e algumas com ligaduras.
Respeito a autoridade e volto para casa, ligo a TV e após um período de noticias confusas percebo que foram 3 bombas em simultâneo em 3 estações de metro: Liverpool Street, Edgware road e Russel Square. Pela TV recebo a informação que não iria de férias, pois todos os voos tinham sido cancelados. Toda a minha zona de residência estava vedada. Pela janela observo o aparato.

1 hora depois, mais uma explosão esta bem mais sonora e depressa percebi que tinha sido do lado oposto à estação onde rebentou a anterior, e lá teria de ser à superfície pois não há estações de metro.
Na minha cabeça só havia um pensamento, que o IRA tinha voltado a atacar, mas para meu espanto na TV começaram imediatamente a falar da Al Qaeda, Bin Laden e a fazerem ligações com o 11 de Setembro de 2001. Discussões de "peritos" que falavam na união do povo Inglês com o povo Americano, na necessidade de uma guerra global contra o terrorismo... aí comecei a questionar tudo o que tinha visto.

Eu, e julgo que todos os moradores e pessoas naquela zona foram entrevistados e identificados pelas autoridades, lembro-me de ter mencionado ao policia que fiquei impressionado com a rapidez com que eles ali chegaram, a resposta foi surpreendente: "As forças de segurança estavam em exercícios". Aproveitei esta abertura do policia para perguntar se as pessoas com curativos antes das chegada das ambulâncias se faziam parte dos exercícios. Aqui ele agradeceu a minha cooperação e que me contactariam se necessário.


Voltei para Portugal com imensas questões na cabeça:

1- Como é que a Policia chegou à minha rua mais depressa do que o tempo de eu descer as escadas?

2- Exercícios? Tal como os da NORAD no 11 de Setembro?

3- Como é que vi ao longe duas pessoas com ligaduras, quando as ambulâncias chegaram quase 15 minutos depois?

4- Por que motivo rebentou o autocarro numero 30 em direcção a Tavistock Square, quando não era o autocarro 30 a fazer esse percurso?

5- Por que motivo tudo o que estava a acontecer já tinha dado na TV um ano antes num programa da BBC?

6- Por que motivo todas as comunicações telefónicas foram cortadas?

São estas as perguntas que tenho procurado respostas e sei que se não as encontrei as respostas, estou muito perto disso.

A pergunta 1 e 2 foi respondida pelo Mi5, que afirmaram publicamente estarem nesse dia em exercícios anti-terrorismo, esses exercícios estavam no site governamental do Mi5 como manobras de segurança contra atentados à bomba no sistema de comboios subterrâneos da cidade de Londres. Isto deu-me um flash back do 11 de Setembro em que o mesmo aconteceu. Será que estes gajos fazem sempre treinos nos dias em que o Bin Laden resolve fazer merda? Ou serão os treinos a própria merda?

A pergunta 3, no fundo sempre soube a resposta, mas sei perfeitamente que por vezes temos memórias de coisas que não vimos, por vezes achamos que vimos em certo dia em certo lugar alguém e isso não era verdade. A nossa mente prega-nos partidas. Duvidei de mim próprio até ter ouvido outras testemunhas, que viram pessoas já com ligaduras ANTES da chegada das primeiras ambulâncias, e não foi só em Kings Cross (Russel Square é em Kings Cross), existe um testemunho vídeo de quem viu feridos já tratados na zona de explosão do autocarro antes dos bombeiros chegarem. Uma dessas pessoas TODO O MUNDO VIU pois esteve em todas as TVs e jornais, um rapazinho de fato cinzento e cara triste, cheio de ligaduras mas SEM GOTA de sangue.

A pergunta 4 é um mistério, por que motivo rebentou ao autocarro 30 quando aquela não era a rota dele? Por que motivo disseram na televisão que era o autocarro que se dirigia à universidade (Tavistock Square), eu apanhei o autocarro para a Universidade centenas de vezes e NUNCA na minha vida apanhei o 30, o autocarro daquela rota é o numero 91!!!

A pergunta 5, deve-se ao facto de em Maio de 2004 ter passado um programa na BBC chamado "Panorama" em que abordava treinos de MI5 e MI6 em Londres e sobre o que aconteceria se 3 bombas rebentassem no sistema de metro e uma num veículo à superfície. Ou seja, mais de um ano antes, um exercício sobre EXACTAMENTE o que aconteceu e devidamente documentado na televisão pública.

A pergunta 6, tem como resposta para evitar a comunicado de civis, de quem assistiu, bem como a dos 4 terroristas que faziam parte do exercício que foram incriminados. Eles não eram de Londres e não tinham onde se esconder e não faleceram nos comboios.

Achei importante dar o meu ponto de vista, pois morei, estudei e trabalhei em Londres até esta altura e foi exactamente depois dos ataques que voltei para Portugal antes de vir para a Alemanha.
Esta série de textos servirá para explicar muito do que não foi dito sobre os ataques de 7 de Julho de 2005 e o quanto eles são parecidos com os do 11 de Setembro, mas com uma história mais difícil de engolir.

Próximo texto: Parte 2.