Portugal maçónico 1

Tendo em conta a elevada quantidade de elementos maçónicos, simpatizantes e eternos cépticos a tudo quando é lógico, visível e documentado no que toca ao poder total da maçonaria portuguesa sobre todas as instituições portuguesas, resolvi publicar uma série de textos. Esta série não irá abordar os assuntos abordados já neste texto explicativos do que é a maçonaria, como funciona e os seus objectivos. Estes textos serão documentação histórica da presença e poder da maçonaria em Portugal.

Não reclamo autoria deste trabalho, pois sem a investigação do anónimo (Nikolaias) autor do extinto blogue A crise de Portugal e activo critico da maçonaria, actualmente exilado no Brasil estas informações estariam perdidas, abafadas, esquecidas pois não constam dos básicos manuais de História à nossa disposição. Deixo também o meu agradecimento à bloguer Jane Doe pela sua contribuição em encontrar muitas das fotos essenciais a este texto, que se encontravam espalhadas por toda a Internet.

Portugal maçónico parte 1

O movimento republicano em Portugal sempre foi liderado pela maçonaria que na sua ganancia megalómana pelo poder instauraram a republica tendo usado de homicídios para o fazer.
No dia 01 de Fevereiro de 1908, num atentado contra a monarquia, D. Carlos I cai assassinado, juntamente com o seu sucessor, o infante D. Luís, restando como descendente seu segundo filho que sem poder nem capacidade politica seria o último rei de Portugal: D. Manuel II.

Quando digo que os republicanos eram liderados pela maçonaria, refiro-me obviamente à Carbonária que foi honrada pelos seus crimes ao ver as cores da sua bandeira tornarem-se na nova bandeira de Portugal. Podem ler sobre a Carbonária e a sua ligação à bandeira de Portugal, aqui.


A 5 de Outubro de 1911, chegou a Portugal, mais precisamente a Lisboa, de forma simbólica, a Deusa da Democracia e da Liberdade: veio anunciada por Hermes, o mensageiro dos deuses gregos, trazendo este, na mão, uma tocha, empunhada como na Estátua da Liberdade dos E.U.A. Vinha sentado, dando excelência à deusa. Vieram num barco que, no sentido figurativo, partira da Guerra Civil Americana, passara pela Revolução Francesa, chegando ao nosso país no 1º Aniversário da Instauração da República em Portugal, representado num carro alegórico apresentado pela maçonaria no cortejo que passeou naquele dia, pelas ruas e avenidas da capital portuguesa.

Carro do Comércio: deusa da democracia e Hermes, o mensageiro dos deuses, empunhando uma tocha (Arquivo Histórico de Lisboa)

Naquele carro alegórico, a Deusa da Democracia trazia ainda a aparência daquela Deusa da Democracia e da Liberdade que guiava o povo na Revolução Francesa de Eugene Delacroix.


A Liberdade guiando o povo, por Eugene Delacroix

O deus Hermes, o mensageiro dos deuses gregos, por sua vez, empunhava a tocha - um Símbolo Maçónico Internacional (SMI) - de forma em tudo semelhante ao modo como a Deusa da Democracia e da Liberdade empunha, ainda hoje, a tocha nos Estados Unidos da América, naquela que é conhecida como a Estátua da Liberdade - uma oferenda da França áquele país, como podemos constatar nesta foto de 1886, em que ela está ainda em Paris, a ser construída.




A Estátua da Liberdade a ser construida em Paris, 1886


(continua)

10 Comentários:

  Bruno Fehr

segunda-feira, fevereiro 08, 2010 1:10:00 da manhã

Por este blogue ter sido alvo de hacker, ao apagarem os textos sobre a maçonaria acabei por perder os comentários deste, do texto anterior e dos 2 seguintes. Irei adicionar todos os comentários manualmente e desta forma ficarão todos como anónimos, mas estarão aqui!

  Anónimo

segunda-feira, fevereiro 08, 2010 1:17:00 da manhã

lunatiK deixou um novo comentário na sua mensagem:

Viva
sem dúvida vai ser uma lição de história para todos nós, aguardo os próximos post's.
Cumps.

  Anónimo

segunda-feira, fevereiro 08, 2010 1:18:00 da manhã

Jane Doe deixou um novo comentário na sua mensagem:

You're welcome.

Realmente, as pessoas que tentam por as coisas a claras são as perseguidas. Já se sabe, claro, mas não é por ser algo comum que deixa de ser condenável.

Enfim...

  Bruno Fehr

segunda-feira, fevereiro 08, 2010 1:18:00 da manhã

lunatiK:

Será informativo dentro do possível tentando não repetir assuntos.

  Bruno Fehr

segunda-feira, fevereiro 08, 2010 1:19:00 da manhã

Jane Doe:

Nem estava para publicar isto, mas pseudo-maçons com problemas mentais como o anónimo Ludgero, inspiraram-me.

  Anónimo

segunda-feira, fevereiro 08, 2010 1:19:00 da manhã

Ludgero deixou um novo comentário na sua mensagem:

Já vi que não vai publicar algum comentário que mostre o que você realmente é. O que prefere? Um blog paralelo, de um mestre maçon, que desmonte o seu patético "fehrismo" que só serve para impressionar umas garinas, boas cobrideiras?

Claro que não foi maçon, se tivesse sido saberia que a mentira tem pernas curtas...

  Bruno Fehr

segunda-feira, fevereiro 08, 2010 1:20:00 da manhã

Ludgero:

"Já vi que não vai publicar algum comentário que mostre o que você realmente é."

Claro que publico comentários, mas eliminei os dois anteriores por serem comentários dignos de quem caiu de cabeça em bebé.

"O que prefere? Um blog paralelo, de um mestre maçon, que desmonte o seu patético "fehrismo" que só serve para impressionar umas garinas, boas cobrideiras?"

Iria adorar um blogue de um mestre maçon a contradizer o meu, seria só mais uma oportunidade de expor lixo.

"Claro que não foi maçon, se tivesse sido saberia que a mentira tem pernas curtas..."

Antes pelo contrário, a mentira tem pernas longas e dura séculos, a maçonaria é exemplo disso. Envergonho-me hoje de ter pertencido a uma loja maçónica mas recuso-me a deixar de ser eu para ser ou parvo como você ou criminoso como 95% dos maçons.

Menino, você aqui não tem hipótese de vomitar o lixo que come. Aqui mando eu e você pia fininho! Arranje lá o mestre maçon que faça um blogue paralelo pois isso até me motivará a prolongar este blogue por mais uns meses.

  Bruno Fehr

segunda-feira, fevereiro 08, 2010 1:25:00 da manhã

Osga deixou um novo comentário na sua mensagem:

Não sei se vou contribuir mas encontrei isto:

http://www.regicidio.org/_downloads/Incesto%20Maconico.pdf

  Anónimo

segunda-feira, fevereiro 08, 2010 1:26:00 da manhã

Ludgero:

Sim claro. Mas olhe que o único pseudo maçon aqui é fácil de descobrir. Basta um telefonema. No máximo três.

Sei que será difícil corrigir defeitos da juventude, mas uma passagem pelo Dicionário de Falácias podia talvez dar-lhe umas luzes sobre como argumentar e expôr os seus pontos de vista sem caír no ridículo de afirmações espatafúrdias como "...comentários dignos de quem caiu de cabeça em bebé"... não se apercebe que isso é de uma imbecilidade confrangedora?

E já agora, eu não precisaria de ir " arranjar um mestre maçon", bastava eu... se quisesse manter este suposto "espaço de esclarecimento" online. Mas tem razão: assim eu estaria a alimentar aquilo que não passa de um desperdício de electrões.

Acabe lá com o blogue e deixe de fazer figuras tristes. Dentro de alguns anos vai dar-me razão.

Antes disso, se tiver aquilo que os homens têm, publique os outros comentários...

  Daniel Simões

sexta-feira, setembro 21, 2012 7:44:00 da manhã

Só agora vi que faz menção ao meu nome como Nicolaias. Peço, então, desculpas pelo tom com que escrevi as palavras nos comentários anteriores, mas certamente compreende: estava dando continuidade a esta obra quando de repente a vejo toda publicada na íntegra em seu blogue. Chamo-me Daniel Simões e possuo agora o blogue www.naturologiamiga.blogspot.com. Penso que o seu blogue está lá na minha lista de blogues. Por ter tratado deste tipo de assuntos também sofri, na altura, algumas perseguições e tive de tirar o blogue do ar e queimar alguns documentos em papel que possuia. No entanto, estou reconstruindo esta obra de forma mais profissional e elaborada, traçando uma trajectória da invasão ideológica da Nova Ordem Mundial em Portugal desde os tempos da Instauração da República. Peço que receba os meus sentidos pedidos de desculpa pelo tom dos outros comentários, mas realmente tomei um susto e não via qualquer referência à minha pessoa. Mas como é que o senhor teve acesso a este documento? Eu cheguei a enviar-lhe alguma vez? Não estou lembrado. Meu e-mail é poesiasocial@gmail.com, Responda-me por lá! Sucesso!