Ora bem, hoje estou com a neura, tipo gaja e nem sei por onde começar. Apetece-me dar na cabeça de alguém e esse alguém deverá ser membro da blogósfera. Porquê? Porque posso!
Frequento blogues que gosto e frequento blogues só para ser "do contra". Reparo que as relações homem/mulher são o tema mais massacrado, por isso vou-me juntar ao gang bang. Eu ao contrário das mulheres bloguers, não vou bater nos homens e ao contrário dos homens bloguers, não dizer o que elas querem ouvir.
Salvo raras excepções que são de louvar. As mulheres ao escreverem sobre este assunto, caem em cima de um homem, como se ele fosse só defeitos e a mulher a vitima. Por vezes eu pergunto-me, "porque caralho não dão estas gajas em fufas?".
O homem é isto, o homem é aquilo, até aí tudo bem, na maior parte das vezes têm razão, mas pecam por omissão, não falam dos defeitos da mulher ou delas próprias. É aquilo que eu chamo:
"passar uma mensagem parcial para massajar o ego da bloguer"
Do outro lado da barreira e em minoria estão os homens bloguers. São menos que as mulheres, evitam muitas vezes escrever sobre sentimentos e relacionamentos, pois sinceramente escrever sobre isso é como auto-mutilação, já bem basta passar pelas situações. Mas agora, o gajo bloguer que vem para aqui, falar de relacionamentos como se sentisse aquilo que escreve. Vou aos comentários e vejo a gajas todas a achar o escritor sensível e "com toda a razão", enjoa-me.
Textos de análise à mulher, abstractos e analíticos, como se tivessem sido escritos, por uma mulher. Foda-se. O homem não pensa nem escreve de forma analítica, isso é característica feminina. Esse gajos bloguers são aqueles que escrevem, como:
"masturbação intelectual prostática"
Homem que é homem, tem de ser honesto e não vir para aqui escrever merdas, de como percebe a mulher, ou de como se preocupa com o que ela pensa. Como sonha e tenta conhecer a mulher. Ou até analisar de uma forma lógica o que a mulher diz.
Se a mulher é analítica, como pode o homem fazer sentido ao analisar o que ela disse de forma lógica?
Escrever que, dá importância ao que ela diz e pensa é nada mais nada menos que, com o objectivo de receber comentários simpáticos das gajas todas. Visitem um desses blogues, de gajos analistas de relações e vejam se os comentários não parecem uma lambidela de cu, ao gajo virtual mais sensível!
Foda-se! Mas o homem quer lá saber se a gaja, nos acha giros, interessantes, inteligentes, agradáveis, engraçados ou o caralho? O homem está-se a cagar, para o que ela acha. Nós queremos é que a mulher ache. Enquanto a mulher achar algo de nós, enquanto a mulher tiver uma opinião de nós, não importa se é positiva ou negativa, pois é sempre bom.
Homens, preocupem-se, quando elas não têm opinião nenhuma sobre vós!
Se eu tivesse 1€ por cada gaja que já me disse, que sou um "cabrão desprezível" ou um "filho da mãe insensível" e acabou a noite a ao gritos, em cima de mim como se estivesse num rodeo... não estaria rico, mas tinha dinheiro no bolso para uma noitada.
O que elas dizem não importa, o que importa é que digam algo, tenham opinião sobre vocês. Mesmo que a opinião seja inicialmente má. Isso significa que a porta está aberta à vossa confirmação, ou à tentativa de provar que ela está errada.
Nesses blogues eu critico e argumento. Acham que esses seres tomam o meus comentários em consideração? Claro que não! Depois de escrever algo que não se sente, não podem discutir com quem tem razão. Seria como ir para a guerra, com um vibrador na mão e outro no cu!
Eu não digo que todos os homens são cabrões, pois também há os tótós e os otários. O que não há são os fiéis. Há os que tentam ao máximo ser fieis, evitando situações de possível infidelidade, mas se forem encostados à parede por uma cona quente e húmida, daquelas que lançam labaredas de tão poderosas que são, não há 1, 1 único homem heterossexual que não lhe salte para a espinha. Isto não quer dizer que não devam confiar no vosso homem. Já namorei, várias vezes, houve duas mulheres que nunca traí, sexualmente. Uma vez estive muito perto de o fazer, muito perto mesmo, mas não traí. No entanto, isto não significa que resistisse a segunda vez. Eu sei que não.
Eu não digo que a mulher seja a vítima, pois o maior dos cabrões é criado, por cabras calculistas, com planos maquiavélicos para nos mudar. São essas gajas que nos querem tornar no príncipe encantado, abichanado com que sempre sonharam, que mais nos fodem a cabeça.
Um gajo não nasce cabrão, torna-se cabrão. Tal como a gaja não nasce cabra, torna-se cabra. Mas tal como o homem tem a fraqueza para ser infiel desde que nasce, a mulher tem a fraqueza de querer mudar o homem.
O homem não fode as relações, o homem fode nas relações. A mulher não muda o homem por o foder nas relações, a mulher fode as relações por mudar o homem. Ou tentar mudar.

