A era do medo

Vivemos na era do medo: Medo do fim do mundo. Medo do terrorismo. Medo do ambiente. Medo da comida seja ela de origem animal, vegetal ou sintética. Medo da água. Medo do ar. Medo de vírus, bactérias e doenças. Medo das vacinas, medicamentos, hospitais e curas. Medo dos ladrões e da policia. Medo de falhar e medo de arriscar. Medo de Deus e do Diabo. Medo do Homem e dos ET's. Medo dos políticos e banqueiros. Medo do nosso vizinho. Medo da sociedade e medo de viver longe dela. Medo do consumismo e medo não poder consumir. Medo de ser diferente e medo de ser igual a todos os que nos rodeiam.

Estamos numa era estranha que contrasta com um passado recente onde o medo se baseava no medo do escuro, do homem-do-saco, do papão e dos monstros debaixo da cama. Os nossos pais viveram numa era em que se acreditava que o amor poderia reger as suas vidas e hoje é o medo que as rege, até o medo de amar.

O medo não é nosso, é um elemento externo que nos é imposto por tudo o que nos rodeia. Medo que faz parte de uma programação humana, a qual a maioria parece ser incapaz de detetar e rejeitar.
A imposição deste medo, tem como objetivo ativar instinto humano de buscar proteção e refugio nas pessoas que achamos que nos podem proteger e das quais sentimos um medo valido que é abafado pelos medos que essas mesmas pessoas nos impõem sobre assuntos dos quais não deveríamos ter medo.

No texto anterior mostrei um vídeo de uma campanha de medo nos EUA: O medo do nosso vizinho e das pessoas que nos rodeiam. Ao mesmo nível dessa campanha, temos a escandalosa campanha Britânica, do medo da mentirosa campanha ambiental. Esta campanha pro-mentira-ambiental dentro da agenda Al Gore, insinua que todos aqueles que não acreditam em mentiras cientificas. Todos aqueles que pensam por si e chegam as suas próprias conclusões, devem morrer. Uma campanha onde a ovelha negra, que é negra por ser diferente e se recusar a integrar num rebanho que obedece cegamente a um pastor que lhes é imposto, merece morrer.




Esta campanha poderia ter piada se não entrasse em conflito com a verdade cientifica e liberdade de expressar publicamente as nossas opiniões.

Oslo

Apesar de ter estado um pouco ausente das noticias internacionais e raramente ver TV, ontem estava eu num hotel e liguei-a vendo a noticia em direto dos ataques de Oslo. Esperava que se falasse imediatamente em terrorismo, pois seja qual for a origem do ataque qualquer ataque é terrorista mas isso não significa que todos os terroristas venham do médio oriente ou sequer que estejam ligados por motivos políticos ou religiosos a essa zona geográfica. O terrorismo é qualquer coisa que cause terror. O aumento dos impostos como forma de corrigir a incompetência governativa é uma forma de terrorismo. As propagandas publicitarias sobre o meio ambiente estão a tornar-se terrorismo. As campanhas de lavagem cerebral que nos dizem para vigiarmos e desconfiarmos dos nossos vizinhos são formas de terrorismo. Os jornais e os seu títulos sensacionalistas são terrorismo. A forma como a Historia é ensinada na escola é terrorismo. O terrorismo é qualquer coisa real ou imaginaria que cause terror.


Independentemente de quem foi o responsável por estes 2 ataques, em poucos minutos foi possível estabelecer uma ligação direta entre estes ataques e o 11 de Setembro em Nova York, o 7 de Julho em Londres, os ataques de Madrid, Mumbai, Bali, Estocolmo entre outros. Senão vejamos:

a)- Tal como nos ataques anteriores a policia Norueguesa estava a realizar treinos anti-terroristas. Existem imagens desses treinos, imagens que a imprensa internacional não está a usar por isto mesmo. Para impedir que as pessoas percebam que sempre que há treinos anti-terrorista há um ataque terrorista.
Aqui está um video desses treinos:







b)- O homem detido pelo ataque na ilha e ligado ao ataque de Oslo, está ligado ao movimento de extrema direita, isto vem na sequência de nos últimos tempos estarem a criar uma nova ideia de movimento terrorista interno, ligado aos movimentos nacionalistas. Esta moda não é recente e foi iniciada nos Estados Unidos ao vermos o governo Americano a catalogar as melícias constitucionais como terroristas de extrema direita. O nacionalismo neste momento é visto como uma forma de terrorismo, pois defender a constituição de um pais contra o estado é "terrorismo", ao passo que o estado atacar o pais destruindo a constituição é "evolução". Esta é a palavra chave "evolução", pois não existe evolução sem revolução e se não há revolução cria-se uma para justificar essa "evolução". Esta nova moda de terrorismo de extrema direita está bem visível numa larga campanha de lavagem cerebral nos EUA que pode ser vista na TV:



A historia do terrorismo Islâmico levanta cada vez mais suspeitas mas é uma guerra lucrativa e que neste momento alimenta o único mercado lucrativo nos EUA (armamento), e como muita gente já não acredita, temos agora os movimentos nacionalistas a ser catalogados como anti-governo e interessantemente como anti-islão. 
Aqui está uma noticia interessante sobre o homem responsável pelo segundo ataque, o que aconteceu na ilha e que foi ligado diretamente aos ataques de Oslo:


http://www.dailymail.co.uk/news/article-2017851/Norway-attacks-gunman-Anders-Behring-Breivik-right-wing-extremist-hated-Muslims.html


Reparem bem na foto escolhida para ilustrar a página....






c)- O senhor detido é desta forma apresentado ao mundo como membro da maçonaria Norueguesa. Isto não acontece, esta malta não aparece nas noticias de qualquer maneira, sem ser parte de algo bem pensado. Isto mais parece ama forma de reclamar a autoria de um atentado. Para mim esta noticia tem mais valor do que um qualquer site desconhecido escrito em árabe e sujeito a uma tradução duvidosa reclamando a autoria do atentado.

d)- As primeiras noticias norueguesas falavam de homens vestidos de negro a patrulhar a zona dos ataques na noite anterior.









Este senhor surgiu nas primeiras noticias do ataque a contar esta historia mas agora ninguém na imprensa lhe dá ouvidos. Tenho pena que seja um excerto do programa do Alex Jones que não passa de uma ferramenta de propaganda pro-Sionista, mas a forma como esta testemunha relata o que viu, ajuda a contextualizar mais este filme das elites onde infelizmente o povo como figurante acaba sempre por ser quem sofre.

e)- A Noruega tinha decidido abandonar a sua participação na Líbia pois há duvidas que já são partilhadas por imensas nações sobre a verdadeira intenção desta guerra global Americana contra uma ideia mal argumentada de terrorismo internacional contra o ocidente.






Quem assistiu em direto ao desenvolvimento deste caso poderá nem ter reparado que a imprensa internacional só precisou de 6 minutos para catalogar este ataque como terrorismo Islâmico. Ainda me lembro do tempo em que uma grande explosão tinha sempre como primeiro suspeito uma fuga de gás. Do tempo em que um grande fogo de origem obviamente criminosa com o do Chiado, os do Pinhal de Leiria e Serra de Sintra entre outros, tinham como primeiro suspeito uma beata de cigarro. Hoje em dia, e dou o exemplo da Alemanha, se tens uma mochila e o azar de precisar de apertar o teu sapato em frente a uma escola judaica ou qualquer outro edifício Israelita em menos de 5 segundos tens meia duzia de soldados armados a cercar-te. Hoje tudo é terrorismo e assim o é porque nos deixamos cair nestes contos de f(o)das do seculo XXI. E se não pararmos para pensar qualquer dia somos nos os terroristas, mas não em relação ao estado mas sim para os nossos filhos dizendo-lhe por um lado que o pai Natal não existe mas que ha de facto um papão no armário e monstros debaixo da cama. 

A humanidade não precisa de viver em medo, mas o medo parece ser a nova fonte que alimenta os nossos desejos e sonhos e tudo isto porque o amor foi banalizado e chaga a ser visto como desnecessário se de alguma forma interferir com os nossos mais profundos desejos materiais.

Regresso

Estive ausente. Não só do blogue mas um pouco de tudo.
A minha já não tão recente saída da minha antiga empresa foi conturbada e fiquei por uns tempos preso por motivos contratuais e impedido de trabalhar no ramo. Esta atitude não me surpreendeu de todo mas algumas jogadas de bastidores deixaram-me estupefato. No entanto os contratos são como as leis e vence sempre quem o consegue interpretar da forma mais convincente e assim libertei-me parcialmente dele estando agora num trabalho que adoro. Se temos de ser escravos voluntariamente, pelo menos devemos fazer algo que nos dê prazer. Este é sem dúvida o caso. Não dou pelo tempo passar e chego a ficar irritado por chegar ao fim do dia.
Sempre senti necessidade de me manter informado e atento a tudo o que passa no mundo e por isso precisava de algo que servisse de contrapeso. Este trabalho é esse contrapeso, onde o dia passa dentro de um mundo diferente onde só conta a criatividade e boa disposição.
Antes de entrar para esta empresa tirei umas semanas de ausência total, quer da vida online, quer da minha vida pessoal. Unicamente viajei sem stress nem preocupações.

Estas férias do mundo e este novo trabalho foram como que uma lavagem de espirito, um reinicio, um desvio para o caminho certo. Coloquei-me finalmente fora dos tentáculos do que critico e sempre critiquei. Não me submento mais a pessoas cinzentas, nem o meu sucesso depende do insucesso de terceiros. Agora tudo depende de mim e o que criar pode ser gostado ou odiado mas não afetará nunca negativamente uma pessoa. Enfim... tenho agora o que desejo: Dormir descansado, não ter ninguém a foder-me a cabeça e não tenho de foder a cabeça a ninguém.

Irei tentar recuperar o blogue, sem grandes pressas, mantendo um ritmo de dois updates semanais no minimo.