Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 7) Final

A bolsa é sempre um bom ponto de partida para se poder prever o futuro, melhor a ler a sina do que qualquer cigana ou mestre indiano. No dia 10 de Setembro de 2001 adivinhou-se que seria um excelente negócio vender acções das duas companhias aéreas envolvidas no incidente das torres gémeas e no dia seguinte, após o incidente, as acções de ambas as empresas caíram de tal modo que os grandes investidores que venderam ganharam centenas de milhões e os pequenos investidores que compraram caíram na ruína. Até muito recentemente trabalhei neste ramo e lembro-me perfeitamente de a empresa à qual eu estava ligado, ter no dia 10 dado ordens para vender todas as acções de 3 companhias de seguros até ao final do dia... e não é que no dia seguinte essas seguradores estavam em pré-falência mesmo antes de fazerem os cálculos às indemnizações que tinham de dar às empresas e familiares das vitimas do WTC? Nos meus 5 anos no ramo, sempre fui o primeiro a reconhecer a genialidade de certos investidores/manipuladores de mercado, mas também sei ver quando 1+1 é 3 e não 2.

Nos primeiros dias de Março foram realizadas imensas transacções de venda nos EUA, no mercado de ouro fazendo com que tenha descido acentuadamente:

 (Gráfico Nikkei)

Que os Americanos andam a vender ouro isso não é novidade nenhuma, sendo a China e Suíça os maiores compradores. É também sabido que para compensar as vendas de ouro eles estão a comprar prata (com melhor % de rendimentos) e a queda do ouro arrastou consigo a prata.
Ora, as contas são simples de fazer: O ouro foi vendido em alta, até ao momento dos terramotos, e durante e depois o ouro caiu ainda mais e arrastou consigo a prata. Os poucos investidores que continuaram a investir pararam de comprar prata para aproveitarem o baixo preço do ouro e por isso o ouro voltou a subir e a prata continuou em queda:



No entanto o mercado nos EUA continuava super activo, já não vendiam ouro nem aproveitavam o seu baixo preço para comprar, preferindo investir unicamente na compra de prata. Genialidade ou informação privilegiada?
Nunca me passaria pela cabeça vender ou recomendar a venda de ouro num momento em que ele está em subida acentuada, excepto se eu soubesse que ele iria cair e podendo usar esses lucros para ser dos único a comprar prata barata, pois é mais do que certo que ela irá atingir novos máximos este verão.

No mercado bolsista não há acasos, não há sorte, não há estudos ou previsões de futuro. Há sim manipulação, informação privilegiada, desinformação intencional e ilusões criadas e direcionadas aos pequenos investidores e muita, muita palhaçada:



Outro facto interessante é que a crise nuclear combinada com o apressado ataque à Líbia de forma a coincidir com o aniversário da invasão do Iraque, fez com que o preço de petróleo disparasse. Não há menos petróleo no mercado, há unicamente uma manipulação de mercado... E os lucros continuam a favorecer o mesmo país. É o mesmo que se passa com a crise financeira, não há menos dinheiro simplesmente quem o tem não o circula e desta forma alimenta a crise.
Aumento de impostos + contenção de despesas = acentuação de crise. A crise é premeditada e a manipulação de mercado serve unicamente para lucrar o máximo possível, retirando a quem não tem de modo a dar a quem o tem e não o faz circular.

Voltando ao Japão:
Antes de iniciar esta série procurava imagens dos céus no Japão, a RTL (Link morto, por o Youtube ter retirado o vídeo 24 depois) ajudou nessa busca tendo mostrado imagens dos céus do Japão (usou este video) e onde falam de HAARP com "possível arma" com "possivel capacidade" de manipulação do tempo. Mas este assunto é discutido desde os anos 90, como nos acontecimentos de 1995 em Kobe, quando se falou deste tipo de armamento (HAARP) e que levou ao assassinato do homem cujo QI envergonharia Einstein.

No caso do Haiti, o homem com o maior par de tomates na política internacional que imprensa prefere pintar de idiota, apontou o dedo na direção certa.
As tempestades solares são ignoradas para que não se perceba a mentira do aquecimento global causado pelo CO2, mas elas estão no seu máximo. O polo norte está deslocado alguns graus e não se fala muito disso. A Lua que cientificamente afecta as marés está mais próxima da Terra, uma proximidade que não se verificava desde 1992. Alega-se que esta proximidade poderá ter tido influencia no terramoto... mas e em 1992, o que aconteceu? Em 1992 verificaram-se terramotos em numero normal e equivalente ao de todos os anos, sendo o mais poderoso terramoto um 6.4. A Lua, causa terramotos devido à sua proximidade no dia 11 e não no dia 10, 9, 12, 13 e nada fez em 1992...

Estamos a viver numa época super interessante, onde iremos assistir a mudanças radicais no nosso planeta e sociedade, mas há grupos que controlam governos que se estão a aproveitar deste facto para acelerar as suas agendas de forma a poderem ser mascaradas pelos acontecimento naturais que são insinuados mas pouco discutidos. Se as pessoas não souberem o que significam as tempestades solares, deslocações dos polos, etc, com facilidade irão aceitar qualquer acontecimento catastrófico como: Natural, mesmo não o sendo.

O governo Japonês está a manipular os factos. Declarou recentemente que "a radiação está a atingir níveis nocivos" e a imprensa mundial passou essa mensagem. Temos de analisar o vocabulário, eles disseram "está a atingir níveis nocivos". O que é um nível nocivo de radiação? A maioria das pessoas não sabe e portanto acreditam que ainda está tudo bem mas pode ficar mal. De acordo com diversos sites que consultei até 100 mrem de radiação por ano, é inofensivo para o ser humano. O reactor numero 1 está a emitir 400 mrem por hora. Só um reactor está a emitir 4 vezes mais por hora, do que o corpo humano pode suportar por ano! Os níveis já são nocivos há muito tempo, não estão prestes a ficar!
Os níveis de radiação estão neste momento ao mesmo nível dos de Chernobyl e a aumentar a cada hora, com a diferença de ter sido possível evacuar a população de Chernobyl, enquanto é impossível evacuar os 3 milhões em redor da central Japonesa e muito menos os 7 milhões que vivem num raio de 200Km.

Claro que se fala por todo o lado de uma possível catástrofe causada propositadamente em nome do actual plano económico mundial de criarem a ruptura total do sistema financeiro antes que seja o povo a mudar esse sistema. E tal como esperava, as chamadas teorias da conspiração precisam ser caladas e nada melhor para calar as vozes que gritam HAARP, do que com uma manipulação de factos, aparentemente expondo uma outra conspiração; como esta, de um suposto engenheiro a dar à luz a uma teoria de conspiração política para abafar teorias como a HAARP.

Se por um lado criam teorias contra os governos, como que expondo-os, por outro saem-se com histórias como esta... cai chuva amarela sobre Tóquio e o governo diz que é pólen. Lembro-me que foi exactamente a mesma desculpa que o governo Russo usou em Chernobyl. Pólen... depois de uma catástrofe nuclear é que o pólen resolveu pela primeira vez chover sobre Tóquio...


Se a radiação do reactor 1, do qual já falei, está em níveis mortais podemos somar a radiação do reactor 3 que está 10.000 vezes acima dos níveis normais.

O mundo está com população a mais, toca a matar alguns. Se a eugenia não é aceite então recorre-se a acidentes, catástrofes e assim durante décadas as mortes serão aceites como um triste infortúnio. O Japão é só um exemplo radical por não terem para onde se expandir.

Com estes textos, não afirmo o que foi, não foi ou deixou de ser. O que digo é que quando algo que nos surpreende acontece, devemos olhar para o que se passou recentemente. Seja nos mercados financeiros, movimentações políticas, noticias de impacto internacional, guerras ou simplesmente projectos-lei a serem aprovados à pressa. Quando o contexto histórico que antecede certos acontecimentos ditos "coincidências" torna essas "coincidências" vantajosas para quem era prejudicado antes dos acontecimentos, isso deve levantar suspeitas. Temos de ser honestos, os governos mentem, matam, destroem e estão presentemente assumidamente a cagar-se publicamente para o povo e já não o escondem e ainda se riem de nós.

Estes textos, tal como tudo o que escrevo servem para mostrar uma outra perspetiva, para mostrar um espectro mais abrangente e não para provar o que quer que seja tomando uma posição arrogante de senhor da verdade. Acredito que quem se interessa em tirar as suas conclusões pode pegar no mote e confirmar factos. As vossas conclusões serão o que para vós importará, sejam elas concordantes ou discordantes de tudo o que escrevo.
A maior e melhor arma do povo é a informação e temos de fugir aos jornais e TV, sem os ignorar, para a obter. Quem se conforma com o que lhes é dito quer seja nas escolas os meios de informação, no final nada saberá, nada evoluirá e nenhuma defesa terá quando forem precisas.



Final da série (poderei fazer actualizações pontuais sob a forma de novos textos).

Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 6)

O texto anterior terminou com a questão sobre o motivo de não usarem contra a China o HAARP ou a ameaça dele. As razões são várias.

Por um lado o dólar só é a moeda de reserva mundial porque países como a China possuem biliões em dólares e os Americanos devem à China ainda mais biliões.
O único motivo pelo qual os Americanos podem imprimir dólares sem parar, é por o dólar ser a moeda de reserva mundial e por isso toda a gente os aceita e isso acontece por o petróleo ser comercializado em dólares. Se a China resolve-se desfazer-se dos seus dólares a economia América iria entrar na maior crise que alguma vez sentiram. A grande vantagem dos Americanos é que sabem que a China não tem interesse em vender os seus dólares para destruir a economia Americana, se os vendesse iria causar uma queda tão grande da moeda que iria perder milhares de milhões de dólares por ser impossível vender tudo ao mesmo tempo.

O que pode fazer a China para se livrar de uma moeda condenada? A solução encontrada pelos chineses, é economicamente genial. Eles estão simplesmente a comprar tudo o que podem em todo o mundo, desde licenças de minagem, importações, matéria prima, petróleo, bens imobiliários, empresas, etc, etc, etc, usando esses dólares. Estão a gastar o máximo que podem antes de o dólar cair.

O dólar vai cair? Obviamente que sim. Para cair só é preciso que deixe de ser a moeda de reserva mundial e para que isso aconteça o petróleo teria de ser negociado noutra moeda. Já houve quem tentasse faze-lo, como o Saddam e como resposta viu o seu país a ser tomado de assalto. No entanto recentemente a China, Índia e Rússia tiveram um encontro com vista a encontrarem uma alternativa ao dólar passando a comercializar o petróleo numa combinação das moedas destes três países. Se isto acontecer, os Americanos precisam de imediatamente parar de imprimir dólares, pois irão precisar de metais preciosos para sustentar o dinheiro em circulação e isso limita a impressão de dinheiro.

O que estão a fazer os Americanos para se precaverem? Estão a vender ouro à medida que imprimem dólares para manter artificialmente o valor do dólar. Se não vendessem ouro e imprimissem dólares de modo a duplicar os dólares em circulação, o novo dinheiro teria de retirar valor ao dinheiro em circulação e o valor do dólar iria cair para metade. Vendendo ouro o problema mantém-se a nível de dívida externa mas é criada uma ilusão de valor do dólar no mercado bolsista. Para equilibrar a economia em caso do dólar deixar de ser moeda de reserva, e como estão a vender ouro, eles estão a manter e até a comprar mais prata. Apesar da prata valer menos do que o ouro, a sua valorização é percentualmente superior e portanto um melhor investimento.
A prata é também o metal precioso essencial quando se cria uma nova moeda.

Por outro lado e qualquer pessoa pode verificar que qualquer um de nós pode comprar ouro, mas desde 2008 até agora, está cada vez mais difícil comprar prata. As empresas de minagem de prata possuem toda a sua capacidade vendida para os próximos 10 anos. Isto levou alguns investidores a especular que existe mais ouro do que prata à superfície (quantidade minada) e se alguma vez for confirmado, o valor da prata irá disparar por passar a ser um metal mais raro. A raridade de algo depende da quantidade e não do facto de ser ouro e por isso não se pode dizer que o ouro irá valer sempre mais do que a prata, pois bastaria encontrar uma fonte infindável de ouro que ao ser de conhecimento público faria com que o ouro deixasse de ter valor (se essa fonte fosse secreta, manteria-se a burla).

Outra medida que os Americanos estão a tomar, é o controlo da maior quantidade de petróleo que conseguirem (Iraque, Líbia, explorações Norte e Sul Americanas). Quanto mais petróleo controlarem mais será o tempo em que poderão manter o dólar como reserva mundial.
Desta forma eles continuam a conseguir créditos chineses que pagam com dólares acabadinhos de fazer que por sua vez a China coloca no mercado comprando tudo o que pode. É por isto que a economia chinesa está em altas. A China e os EUA estão a jogar o jogo da batata quente e quem se lixará será quem ficar com ela na mão.

Esta é uma guerra financeira onde a China tem os Americanos na mão.
Vamos agora à guerra fria militar entre estes dois países:

O terramoto na China foi aquele em mais se falou em tecnologia HAAR,P que foi mencionado na imprensa chinesa, a mesma imprensa que acusava os EUA de terem criado e libertado o vírus da gripe asiática que interessantemente só afectava asiáticos. 
Nesta altura começou uma guerra silenciosa entre os EUA e a China, com a China a colocar-se ao lado dos países identificados como inimigos dos EUA, como: Irão, Rússia, Síria e Venezuela bem como roubando influencia Americana em negócios na Índia e por toda a África. Esta guerra fria aqueceu com a luta pela Lua. Após a declaração da China de querer iniciar um projecto de minagem de H3 na lua até 2015, os Americanos revelaram as suas intenções de voltarem à Lua antes da China.

A China começou também a fazer demonstrações o seu poder militar sobre os Americanos. Primeiro lançaram um míssil para o espaço, destruindo um dos seus satélites, o que passava a mensagem da sua capacidade e eficácia a destruir as comunicações satélite de qualquer inimigo em caso de guerra. Depois fizeram submarinos emergir atrás de porta-aviões Americanos em exercícios militares no Pacifico, para surpresa do Pentágono, demonstrando que o sistema de detecção Americano é ineficaz contra a tecnologia chinesa. A larga vantagem chinesa abrandou com o terramoto que sofreu em 2010, com todos os sinais da tecnologia HAARP ter sido usada. No entanto a recuperação chinesa está a ser comprada, ironicamente, com os dólares Americanos que de qualquer maneira querem gastar.

Hoje está mais uma vez o governo Americano em vantagem na corrida à Lua, em particular após revelarem o X37B, que é a nova versão Space Shuttle e a solução para o problema da minagem de H3 na Lua.
Existe a capacidade de minar a lua, o que não havia era um meio de transporte financeiramente viável para transportar o H3 para a Terra. Uma carga completa de H3 numa das antigas Space Shuttles Americanas daria para alimentar os Estados Unidos energeticamente durante 6 meses, mas o preço das viagens Space Shuttle tornavam o projecto economicamente inviável. O terramoto na China fez o governo chinês desviar uma boa parte do orçamento de estado para a recuperação do pais, dando o tempo necessário aos americanos de ficarem em vantagem nesta corrida. Com o X37B os Americanos estão em vantagem e tudo se irá resumir a quem chegar à Lua primeiro e estabelecer uma base de minagem.

Os grandes terramotos estão a acontecer unicamente em países que contrariam as vontades do governo sombra Americano. Por exemplo: O Haiti era acusado se  ajudar grupos terroristas. A indonésia recusou participar na luta contra o terror Americana e recusou-se a dar acesso à marinha Americana ao estreito de Malaca e dias depois sofreu um Tsunami.
Temos o terramoto do Irão que atingiu os 7.9 e eram consideradas normais réplicas de 6.0 mas para surpresa dos sismólogos não houve réplicas, tal como não conseguiram explicar o estranho epicentro com baixa profundidade das ondas sísmicas não semelhantes aos dados de terramotos anteriores nesse local. Este terramoto surgiu 36 horas depois de uma detonação nuclear na Rússia e das acusações do governo Americano dizendo que os Russos estavam a tentar causar terramotos detonando engenhos nucleares. Ora, o HAARP pode direccionar a zona a atacar, uma explosão nuclear envia ondas de choque em circulo sendo impossível direcciona-las. Já foram detonadas várias centenas de bombas nucleares no nosso planeta e nenhuma causou um terramoto. No entanto o governo americano acertou e houve de facto um terramoto nas horas seguinte. É fácil acertar quando já sabemos o resultado.

Num texto anterior mostrei o gráfico oficial de actividade HAARP no dia 11.03.11, que apresentava o HAARP como activo. Este gráfico só foi visto no final do dia 12.03.11 pois o site HAARP durante e após o terramoto esteve offline. De seguida vou mostrar os gráficos de actividade HAARP entre os dias 07.03.2011 onde estava inactivo e assim se manteve até dia 08.03.2011.

 (07.03.2011)

 (08.03.2011, reparem no inicio de actividade por volta das 00:00 do dia 09)

Foi no dia 8 que, tal como falei no texto anterior, que o Japão mostrou publicamente abertura à hipótese de militarizar o seu projecto nuclear e no dia 09.03.2011 o sistema HAARP foi activado:

 (09.03.2011)

(10.03.2011 e 11.03.2011)

Depois do terramoto a emissão de frequência terminou e o sistema começou a normalizar:

(12.03.2011)
(13.03.2011)

É interessante que ontem dia 07.04.2011 houve um novo terramoto no Japão e desde a hora do terramoto até ao momento em que estou a escrever estas palavras o site HAARP estava e está novamente offline.
A minha avó sempre me disse que mais vale teimar do que apostar, no entanto aposto que os gráficos HAARP irão mostrar inactividade nos dias 04 e 05 de Abril e actividade nos dias 06 e 07 de Abril. Se não é 11 é 7 tal como os ataques de Londres. Para a maçonaria o 11 é destruição e o 7 está ligado a profecias, avisos.

O HAARP quando activado cria uma aurora borealis quando o céu está limpo ou pouco nublado, ao estar muito nublado cria formações anómalas de nuvens.

Efeito HAARP no local desta central (Alaska) enquanto activada:



(Efeito aurora borealis e estranhas formações de nuvens)

E em alguns dos locais onde o HAARP é suspeito de ter agido, existem efeitos HAARP:

(Haiti - 1 hora antes do terramoto)

(China - 30 minutos antes do terramoto)


(Tóquio Japão - 2 horas antes do terramoto )


(Japão, zona costeira - 1 hora antes do terramoto)

Mas o que fez o Japão de errado após o dia 11? O Japão salientou que não irá colocar de lado o seu projecto nuclear e que pretendia reconstrui-lo. A energia nuclear permite a criação de energia barata e o fim da dependência total do petróleo. Se bem que a França continua a colocar o seu projecto nuclear como prioridade, pois é energeticamente auto-suficiente, a França apoia os EUA em tudo e portanto pode dizer o que entender. Como contrapeso temos a Alemanha a direccionar a sua economia para leste, reforçando laços com a Rússia (quem fornece 80% do gás natural à Alemanha) e com a China (que em troca de bugigangas livra a Alemanha de 70% do seu lixo doméstico). A economia Alemã está em franco crescimento +7,5% de exportações, +2,5% de consumo interno, +300.000 postos de trabalho no primeiro trimestre de 2011. Isto aliado ao facto da Alemanha estar a dois anos de se tornar energeticamente auto-suficiente via energia nuclear, está neste momento em guerra política aberta e protestos civis e em dúvida entre manter ou desistir da energia nuclear, ironicamente após ter abandonado toda e qualquer cooperação com a NATO e EUA devido ao ataque à Líbia.


E os mercados financeiros que tanto lucraram com o 11 de Setembro de 2001, lucraram com o 11 de Março de 2011?
Fica o mote para o próximo texto.

Próximo texto: Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 7)

Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 5)

Acabei o último texto dizendo que a central nuclear de Fukushima iria ser desactivada a 26 de Março de 2011, no entanto existem noticias de que ela tinha recebido uma licença de mais 10 anos. Apesar de não ter visto essa informação quando iniciei a pesquisa, isso não invalida que essa licença tenha sido realmente passada. Mesmo trabalhando por mais 10 anos a central teria de ser desactivada pois era já uma relíquia. Para a empresa que a explora, esta catástrofe foi uma bênção que resultou não só, em guardarem as centenas de milhões dólares que iriam gastar durante mais de uma década a desactivar a central, visto que um reactor não tem um botão off que é só desligar e desmontar, bem como ainda vão receber uma choruda indemnização das seguradoras.  Isto faz-me lembrar o World Trade Center onde teriam de gastar centenas de milhões de dólares a limpar a estrutura interna ou teriam de desmontar as torres andar por andar. Não só o 11 de Setembro poupou incontáveis milhões ao Estado de Nova York como rendeu ao arrendatário das torres, duas vezes o valor do seguro que tinha sobre elas. Duas vezes pois dois aviões eram dois ataques e portanto duas indemnizações, de acordo com o seguro contra terrorismo que tinha feito 3 meses antes.

É difícil acreditar que se mate em nome do lucro? Então porque é que não é difícil acreditar em guerras? A função de uma guerra é permitir que a economia seja mantida através de continua construção de armas que para ser mantida, essas armas precisam ser usadas. Um míssil lançado é um novo míssil que vai ser construido e um país destruído é uma oportunidade de ouro para o vencedor e bancos mundiais reconstruirem um país. Reconstruir um país depois de uma guerra não é uma despesa, é tudo lucro. Dá lucro destruir e dá lucro reconstruir.
Mas numa guerra, vidas são perdidas, e se bem que poucos são os que ligam aos civis mortos é sempre má publicidade quando morre um soldado do nosso país. Mortes civis em catástrofes "naturais", é lucro e livre de má publicidade.

O que é interessante é que até ao dia do terramoto o Japão estava mais uma vez numa posição de poder, praticamente isentos de divida externa e mantendo uma grande reserva de dólares que lhes dá poder sobre a economia dos EUA. E por isso voltavam a irritar os EUA e seus fantoches: OMS, NATO, FMI.

2005
Médicos japoneses estabeleceram uma ligação directa entre o Tamiflu e o suicídio de dois jovens bem como de 64 casos problemáticos, afectando a imagem da industria farmacêutica que apresentava o Tamiflu como medicamento eficaz.

2007
Após mortes de diversas crianças depois tomarem Tamiflu, o Japão voltou a colocar em causa a segurança do medicamento, que era um dos mais vendidos do mundo entre as estranhas fases dos vírus H5N1 (gripe das aves que afinal não matava humanos) e H1N1 (gripe suína que afinal era uma pandemia imaginária). Um dia depois deste segundo ataque ao Tamiflu, o medicamento foi proibido de ser administrado a crianças e jovens no Japão.

2009
Durante a fantochada do vírus H1N1, cuja propaganda Americana para venda de vacinas foi liderada pela OMS, o Japão decidiu não tornar a vacinação obrigatória depois de terem morrido 21 pessoas após serem vacinadas. Declararam ainda que as vacinas não eram seguras para grávidas e crianças e decidiu não as administrar. Anteriormente tinham recusado as vacinas Baxter (empresa que tinha recebido imunidade criminal do governo dos EUA), tendo adquirido vacinas da GSK e Novartis.

2010
O Japão recusa-se a prolongar o Tratado de Kyoto. Os EUA nunca o tinham assinado mas era conveniente para os seus interesses que os outros países industrializados estivessem sob essas limitações.


2011
No dia 07/03/2011 o Japão faz mais um ataque às empresas criadoras de vacinas, pedindo aos médicos para pararem de administrar algumas delas após a morte de crianças.





Um dia depois da noticia acima referida, no dia 08/03/2011 o Japão lança uma bomba política:



Governador de Tóquio apresentou publicamente a sua opinião de que o Japão precisa desenvolver armamento nuclear. Apesar de o Japão só ter sido atacado nuclearmente pelos EUA, este governador só referiu a necessidade dessas armas para se defenderem da China, Coreia do Norte e Rússia, mas obviamente se incluí qualquer inimigo.

Mesmo não tendo em mente os casos anteriores, quando li a noticia do dia 08 e me lembrei da do dia 7 eu não pensei na reacção chinesa ou russa, pensei sim: "Os Americanos vão adorar estas noticias", e esperei as reacções políticas. O que me surpreendeu foi... o silencio. Por incrível que pareça não houve nenhuma reacção a destacar do país a quem menos interessa um Japão com armamento nuclear (EUA). A posição anti-nuclear para fins militares tem sido desde o final da segunda guerra mundial uma imposição Americana colocada na boca dos líderes maçónicos do Japão.

Com a capacidade económica, tecnológica e militar que o Japão possui, se eles construissem armamento nuclear iriam anular as capacidades dos seus vizinhos Americanos, Chineses e Norte Coreanos e Russos. Em vez de ser eu a dizer isso, irei recorrer a uma citação que a imprensa internacional parece referir em uníssono:



No dia 11 assim que surgiram as noticias do terramoto, inicialmente através do meu telemóvel, tentei aceder ao site HAARP, para ver os valores energéticos emanados pelas centrais HAARP no Alaska e vi algo que nunca tinha visto, o site estava em baixo e manteve-se em baixo durante todo o dia 11 e parte do dia 12.

Já num dos textos de uma série que escrevi, intitulada Veritas eu tinha falado por alto no HAARP (neste texto). Voltei a falar do HAARP, neste texto, em resposta e esclarecimento de um agente desinformador anónimo deste blogue. Falei mais uma vez no HAARP, neste texto, expondo que a União Europeia vê o HAARP como um arma e confirma a suas capacidades que muita gente diz terem sido inventadas em blogues como este.

O Japão com este ataque sofreu um recuo de algumas décadas nas suas aspirações a armamento nuclear pois terão ainda mais oposição do próprio povo japonês. Sem referir que com os níveis de radioactividade as suas exportações irão baixar drasticamente o que os tornará nas próximas décadas totalmente dependentes dos EUA e Europa, se é que alguma vez poderão recuperar os sectores da sua economia que irão perder para grupos Americanos em troca de ajuda.

É claro que podem perguntar: "Se é tão fácil anular as aspirações nucleares do Japão e fazer com que eles baixem a cabeça em submissão, porque motivo isso não foi feito com a China?".

A resposta será dada na parte 6 desta série...


Próximo texto: 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 6)