Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 6)

O texto anterior terminou com a questão sobre o motivo de não usarem contra a China o HAARP ou a ameaça dele. As razões são várias.

Por um lado o dólar só é a moeda de reserva mundial porque países como a China possuem biliões em dólares e os Americanos devem à China ainda mais biliões.
O único motivo pelo qual os Americanos podem imprimir dólares sem parar, é por o dólar ser a moeda de reserva mundial e por isso toda a gente os aceita e isso acontece por o petróleo ser comercializado em dólares. Se a China resolve-se desfazer-se dos seus dólares a economia América iria entrar na maior crise que alguma vez sentiram. A grande vantagem dos Americanos é que sabem que a China não tem interesse em vender os seus dólares para destruir a economia Americana, se os vendesse iria causar uma queda tão grande da moeda que iria perder milhares de milhões de dólares por ser impossível vender tudo ao mesmo tempo.

O que pode fazer a China para se livrar de uma moeda condenada? A solução encontrada pelos chineses, é economicamente genial. Eles estão simplesmente a comprar tudo o que podem em todo o mundo, desde licenças de minagem, importações, matéria prima, petróleo, bens imobiliários, empresas, etc, etc, etc, usando esses dólares. Estão a gastar o máximo que podem antes de o dólar cair.

O dólar vai cair? Obviamente que sim. Para cair só é preciso que deixe de ser a moeda de reserva mundial e para que isso aconteça o petróleo teria de ser negociado noutra moeda. Já houve quem tentasse faze-lo, como o Saddam e como resposta viu o seu país a ser tomado de assalto. No entanto recentemente a China, Índia e Rússia tiveram um encontro com vista a encontrarem uma alternativa ao dólar passando a comercializar o petróleo numa combinação das moedas destes três países. Se isto acontecer, os Americanos precisam de imediatamente parar de imprimir dólares, pois irão precisar de metais preciosos para sustentar o dinheiro em circulação e isso limita a impressão de dinheiro.

O que estão a fazer os Americanos para se precaverem? Estão a vender ouro à medida que imprimem dólares para manter artificialmente o valor do dólar. Se não vendessem ouro e imprimissem dólares de modo a duplicar os dólares em circulação, o novo dinheiro teria de retirar valor ao dinheiro em circulação e o valor do dólar iria cair para metade. Vendendo ouro o problema mantém-se a nível de dívida externa mas é criada uma ilusão de valor do dólar no mercado bolsista. Para equilibrar a economia em caso do dólar deixar de ser moeda de reserva, e como estão a vender ouro, eles estão a manter e até a comprar mais prata. Apesar da prata valer menos do que o ouro, a sua valorização é percentualmente superior e portanto um melhor investimento.
A prata é também o metal precioso essencial quando se cria uma nova moeda.

Por outro lado e qualquer pessoa pode verificar que qualquer um de nós pode comprar ouro, mas desde 2008 até agora, está cada vez mais difícil comprar prata. As empresas de minagem de prata possuem toda a sua capacidade vendida para os próximos 10 anos. Isto levou alguns investidores a especular que existe mais ouro do que prata à superfície (quantidade minada) e se alguma vez for confirmado, o valor da prata irá disparar por passar a ser um metal mais raro. A raridade de algo depende da quantidade e não do facto de ser ouro e por isso não se pode dizer que o ouro irá valer sempre mais do que a prata, pois bastaria encontrar uma fonte infindável de ouro que ao ser de conhecimento público faria com que o ouro deixasse de ter valor (se essa fonte fosse secreta, manteria-se a burla).

Outra medida que os Americanos estão a tomar, é o controlo da maior quantidade de petróleo que conseguirem (Iraque, Líbia, explorações Norte e Sul Americanas). Quanto mais petróleo controlarem mais será o tempo em que poderão manter o dólar como reserva mundial.
Desta forma eles continuam a conseguir créditos chineses que pagam com dólares acabadinhos de fazer que por sua vez a China coloca no mercado comprando tudo o que pode. É por isto que a economia chinesa está em altas. A China e os EUA estão a jogar o jogo da batata quente e quem se lixará será quem ficar com ela na mão.

Esta é uma guerra financeira onde a China tem os Americanos na mão.
Vamos agora à guerra fria militar entre estes dois países:

O terramoto na China foi aquele em mais se falou em tecnologia HAAR,P que foi mencionado na imprensa chinesa, a mesma imprensa que acusava os EUA de terem criado e libertado o vírus da gripe asiática que interessantemente só afectava asiáticos. 
Nesta altura começou uma guerra silenciosa entre os EUA e a China, com a China a colocar-se ao lado dos países identificados como inimigos dos EUA, como: Irão, Rússia, Síria e Venezuela bem como roubando influencia Americana em negócios na Índia e por toda a África. Esta guerra fria aqueceu com a luta pela Lua. Após a declaração da China de querer iniciar um projecto de minagem de H3 na lua até 2015, os Americanos revelaram as suas intenções de voltarem à Lua antes da China.

A China começou também a fazer demonstrações o seu poder militar sobre os Americanos. Primeiro lançaram um míssil para o espaço, destruindo um dos seus satélites, o que passava a mensagem da sua capacidade e eficácia a destruir as comunicações satélite de qualquer inimigo em caso de guerra. Depois fizeram submarinos emergir atrás de porta-aviões Americanos em exercícios militares no Pacifico, para surpresa do Pentágono, demonstrando que o sistema de detecção Americano é ineficaz contra a tecnologia chinesa. A larga vantagem chinesa abrandou com o terramoto que sofreu em 2010, com todos os sinais da tecnologia HAARP ter sido usada. No entanto a recuperação chinesa está a ser comprada, ironicamente, com os dólares Americanos que de qualquer maneira querem gastar.

Hoje está mais uma vez o governo Americano em vantagem na corrida à Lua, em particular após revelarem o X37B, que é a nova versão Space Shuttle e a solução para o problema da minagem de H3 na Lua.
Existe a capacidade de minar a lua, o que não havia era um meio de transporte financeiramente viável para transportar o H3 para a Terra. Uma carga completa de H3 numa das antigas Space Shuttles Americanas daria para alimentar os Estados Unidos energeticamente durante 6 meses, mas o preço das viagens Space Shuttle tornavam o projecto economicamente inviável. O terramoto na China fez o governo chinês desviar uma boa parte do orçamento de estado para a recuperação do pais, dando o tempo necessário aos americanos de ficarem em vantagem nesta corrida. Com o X37B os Americanos estão em vantagem e tudo se irá resumir a quem chegar à Lua primeiro e estabelecer uma base de minagem.

Os grandes terramotos estão a acontecer unicamente em países que contrariam as vontades do governo sombra Americano. Por exemplo: O Haiti era acusado se  ajudar grupos terroristas. A indonésia recusou participar na luta contra o terror Americana e recusou-se a dar acesso à marinha Americana ao estreito de Malaca e dias depois sofreu um Tsunami.
Temos o terramoto do Irão que atingiu os 7.9 e eram consideradas normais réplicas de 6.0 mas para surpresa dos sismólogos não houve réplicas, tal como não conseguiram explicar o estranho epicentro com baixa profundidade das ondas sísmicas não semelhantes aos dados de terramotos anteriores nesse local. Este terramoto surgiu 36 horas depois de uma detonação nuclear na Rússia e das acusações do governo Americano dizendo que os Russos estavam a tentar causar terramotos detonando engenhos nucleares. Ora, o HAARP pode direccionar a zona a atacar, uma explosão nuclear envia ondas de choque em circulo sendo impossível direcciona-las. Já foram detonadas várias centenas de bombas nucleares no nosso planeta e nenhuma causou um terramoto. No entanto o governo americano acertou e houve de facto um terramoto nas horas seguinte. É fácil acertar quando já sabemos o resultado.

Num texto anterior mostrei o gráfico oficial de actividade HAARP no dia 11.03.11, que apresentava o HAARP como activo. Este gráfico só foi visto no final do dia 12.03.11 pois o site HAARP durante e após o terramoto esteve offline. De seguida vou mostrar os gráficos de actividade HAARP entre os dias 07.03.2011 onde estava inactivo e assim se manteve até dia 08.03.2011.

 (07.03.2011)

 (08.03.2011, reparem no inicio de actividade por volta das 00:00 do dia 09)

Foi no dia 8 que, tal como falei no texto anterior, que o Japão mostrou publicamente abertura à hipótese de militarizar o seu projecto nuclear e no dia 09.03.2011 o sistema HAARP foi activado:

 (09.03.2011)

(10.03.2011 e 11.03.2011)

Depois do terramoto a emissão de frequência terminou e o sistema começou a normalizar:

(12.03.2011)
(13.03.2011)

É interessante que ontem dia 07.04.2011 houve um novo terramoto no Japão e desde a hora do terramoto até ao momento em que estou a escrever estas palavras o site HAARP estava e está novamente offline.
A minha avó sempre me disse que mais vale teimar do que apostar, no entanto aposto que os gráficos HAARP irão mostrar inactividade nos dias 04 e 05 de Abril e actividade nos dias 06 e 07 de Abril. Se não é 11 é 7 tal como os ataques de Londres. Para a maçonaria o 11 é destruição e o 7 está ligado a profecias, avisos.

O HAARP quando activado cria uma aurora borealis quando o céu está limpo ou pouco nublado, ao estar muito nublado cria formações anómalas de nuvens.

Efeito HAARP no local desta central (Alaska) enquanto activada:



(Efeito aurora borealis e estranhas formações de nuvens)

E em alguns dos locais onde o HAARP é suspeito de ter agido, existem efeitos HAARP:

(Haiti - 1 hora antes do terramoto)

(China - 30 minutos antes do terramoto)


(Tóquio Japão - 2 horas antes do terramoto )


(Japão, zona costeira - 1 hora antes do terramoto)

Mas o que fez o Japão de errado após o dia 11? O Japão salientou que não irá colocar de lado o seu projecto nuclear e que pretendia reconstrui-lo. A energia nuclear permite a criação de energia barata e o fim da dependência total do petróleo. Se bem que a França continua a colocar o seu projecto nuclear como prioridade, pois é energeticamente auto-suficiente, a França apoia os EUA em tudo e portanto pode dizer o que entender. Como contrapeso temos a Alemanha a direccionar a sua economia para leste, reforçando laços com a Rússia (quem fornece 80% do gás natural à Alemanha) e com a China (que em troca de bugigangas livra a Alemanha de 70% do seu lixo doméstico). A economia Alemã está em franco crescimento +7,5% de exportações, +2,5% de consumo interno, +300.000 postos de trabalho no primeiro trimestre de 2011. Isto aliado ao facto da Alemanha estar a dois anos de se tornar energeticamente auto-suficiente via energia nuclear, está neste momento em guerra política aberta e protestos civis e em dúvida entre manter ou desistir da energia nuclear, ironicamente após ter abandonado toda e qualquer cooperação com a NATO e EUA devido ao ataque à Líbia.


E os mercados financeiros que tanto lucraram com o 11 de Setembro de 2001, lucraram com o 11 de Março de 2011?
Fica o mote para o próximo texto.

Próximo texto: Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 7)

Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 5)

Acabei o último texto dizendo que a central nuclear de Fukushima iria ser desactivada a 26 de Março de 2011, no entanto existem noticias de que ela tinha recebido uma licença de mais 10 anos. Apesar de não ter visto essa informação quando iniciei a pesquisa, isso não invalida que essa licença tenha sido realmente passada. Mesmo trabalhando por mais 10 anos a central teria de ser desactivada pois era já uma relíquia. Para a empresa que a explora, esta catástrofe foi uma bênção que resultou não só, em guardarem as centenas de milhões dólares que iriam gastar durante mais de uma década a desactivar a central, visto que um reactor não tem um botão off que é só desligar e desmontar, bem como ainda vão receber uma choruda indemnização das seguradoras.  Isto faz-me lembrar o World Trade Center onde teriam de gastar centenas de milhões de dólares a limpar a estrutura interna ou teriam de desmontar as torres andar por andar. Não só o 11 de Setembro poupou incontáveis milhões ao Estado de Nova York como rendeu ao arrendatário das torres, duas vezes o valor do seguro que tinha sobre elas. Duas vezes pois dois aviões eram dois ataques e portanto duas indemnizações, de acordo com o seguro contra terrorismo que tinha feito 3 meses antes.

É difícil acreditar que se mate em nome do lucro? Então porque é que não é difícil acreditar em guerras? A função de uma guerra é permitir que a economia seja mantida através de continua construção de armas que para ser mantida, essas armas precisam ser usadas. Um míssil lançado é um novo míssil que vai ser construido e um país destruído é uma oportunidade de ouro para o vencedor e bancos mundiais reconstruirem um país. Reconstruir um país depois de uma guerra não é uma despesa, é tudo lucro. Dá lucro destruir e dá lucro reconstruir.
Mas numa guerra, vidas são perdidas, e se bem que poucos são os que ligam aos civis mortos é sempre má publicidade quando morre um soldado do nosso país. Mortes civis em catástrofes "naturais", é lucro e livre de má publicidade.

O que é interessante é que até ao dia do terramoto o Japão estava mais uma vez numa posição de poder, praticamente isentos de divida externa e mantendo uma grande reserva de dólares que lhes dá poder sobre a economia dos EUA. E por isso voltavam a irritar os EUA e seus fantoches: OMS, NATO, FMI.

2005
Médicos japoneses estabeleceram uma ligação directa entre o Tamiflu e o suicídio de dois jovens bem como de 64 casos problemáticos, afectando a imagem da industria farmacêutica que apresentava o Tamiflu como medicamento eficaz.

2007
Após mortes de diversas crianças depois tomarem Tamiflu, o Japão voltou a colocar em causa a segurança do medicamento, que era um dos mais vendidos do mundo entre as estranhas fases dos vírus H5N1 (gripe das aves que afinal não matava humanos) e H1N1 (gripe suína que afinal era uma pandemia imaginária). Um dia depois deste segundo ataque ao Tamiflu, o medicamento foi proibido de ser administrado a crianças e jovens no Japão.

2009
Durante a fantochada do vírus H1N1, cuja propaganda Americana para venda de vacinas foi liderada pela OMS, o Japão decidiu não tornar a vacinação obrigatória depois de terem morrido 21 pessoas após serem vacinadas. Declararam ainda que as vacinas não eram seguras para grávidas e crianças e decidiu não as administrar. Anteriormente tinham recusado as vacinas Baxter (empresa que tinha recebido imunidade criminal do governo dos EUA), tendo adquirido vacinas da GSK e Novartis.

2010
O Japão recusa-se a prolongar o Tratado de Kyoto. Os EUA nunca o tinham assinado mas era conveniente para os seus interesses que os outros países industrializados estivessem sob essas limitações.


2011
No dia 07/03/2011 o Japão faz mais um ataque às empresas criadoras de vacinas, pedindo aos médicos para pararem de administrar algumas delas após a morte de crianças.





Um dia depois da noticia acima referida, no dia 08/03/2011 o Japão lança uma bomba política:



Governador de Tóquio apresentou publicamente a sua opinião de que o Japão precisa desenvolver armamento nuclear. Apesar de o Japão só ter sido atacado nuclearmente pelos EUA, este governador só referiu a necessidade dessas armas para se defenderem da China, Coreia do Norte e Rússia, mas obviamente se incluí qualquer inimigo.

Mesmo não tendo em mente os casos anteriores, quando li a noticia do dia 08 e me lembrei da do dia 7 eu não pensei na reacção chinesa ou russa, pensei sim: "Os Americanos vão adorar estas noticias", e esperei as reacções políticas. O que me surpreendeu foi... o silencio. Por incrível que pareça não houve nenhuma reacção a destacar do país a quem menos interessa um Japão com armamento nuclear (EUA). A posição anti-nuclear para fins militares tem sido desde o final da segunda guerra mundial uma imposição Americana colocada na boca dos líderes maçónicos do Japão.

Com a capacidade económica, tecnológica e militar que o Japão possui, se eles construissem armamento nuclear iriam anular as capacidades dos seus vizinhos Americanos, Chineses e Norte Coreanos e Russos. Em vez de ser eu a dizer isso, irei recorrer a uma citação que a imprensa internacional parece referir em uníssono:



No dia 11 assim que surgiram as noticias do terramoto, inicialmente através do meu telemóvel, tentei aceder ao site HAARP, para ver os valores energéticos emanados pelas centrais HAARP no Alaska e vi algo que nunca tinha visto, o site estava em baixo e manteve-se em baixo durante todo o dia 11 e parte do dia 12.

Já num dos textos de uma série que escrevi, intitulada Veritas eu tinha falado por alto no HAARP (neste texto). Voltei a falar do HAARP, neste texto, em resposta e esclarecimento de um agente desinformador anónimo deste blogue. Falei mais uma vez no HAARP, neste texto, expondo que a União Europeia vê o HAARP como um arma e confirma a suas capacidades que muita gente diz terem sido inventadas em blogues como este.

O Japão com este ataque sofreu um recuo de algumas décadas nas suas aspirações a armamento nuclear pois terão ainda mais oposição do próprio povo japonês. Sem referir que com os níveis de radioactividade as suas exportações irão baixar drasticamente o que os tornará nas próximas décadas totalmente dependentes dos EUA e Europa, se é que alguma vez poderão recuperar os sectores da sua economia que irão perder para grupos Americanos em troca de ajuda.

É claro que podem perguntar: "Se é tão fácil anular as aspirações nucleares do Japão e fazer com que eles baixem a cabeça em submissão, porque motivo isso não foi feito com a China?".

A resposta será dada na parte 6 desta série...


Próximo texto: 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 6)

Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 4)

O que não bate certo nos acontecimentos de 11.3.11?

Primeiramente há que ter atenção à data 11. Porque raio estas merdas de grande escala precisam de ter o 3, 7, 9, 11 ou 13 nas datas sendo números de extrema importância maçónica. Em particular 11 (numero da destruição), o favorito do século.



- 11.9.1991 George Bush fala na TV ao povo Americano sobre a Nova Ordem Mundial. Nessa mensagem falava num mundo liderado pela lei, sendo que a lei como sabemos é criada pelo Estado e portanto, significa a perda de poder por parte do povo. 
- 11.9.2001 exatamente 10 anos depois até ao detalhe do dia e por coincidência com o George Bush filho no poder, acontece o estranho e mal explicado ataque às torres gémeas.
- 11.3.2004 Temos os ataques de Madrid cheios de buracos factuais.
Mais exemplos do numero 11? EUA declaram guerra à Alemanha 11.12.1941. O primeiro caso de Influenza foi a 11.3.1918. A gripe suína foi declarada pandémica a 11.6.2009. O ataque a Mumbai 11.7.2006. Os ataques bombistas na Suécia aconteceram a 11.11.2010 e acho que poderia ficar aqui todo o dia só a falar do dia 11, sendo que um mês tem 30 dias.

Houve um terramoto no dia 11.3.2011 no Japão e mesmo ignorando a data, vamos aos dados. Esse terramoto causou um tsunami e ambos causaram danos em centrais nucleares onde alguns reactores eventualmente explodiram pois não estavam a ser arrefecidos. Tudo isto é possível e é uma sequência lógica, mas é preciso perguntar o motivo pelo qual os reactores não foram arrefecidos, pois de acordo com a lei japonesa o governo, assim que faltou a electricidade, declarou emergência nuclear, como se soubessem antecipadamente que os sistemas de segurança iriam falhar após o corte eléctrico!


Um reactor nuclear é arrefecido fazendo passar água por ele, esse processo é feito electricamente e como faltou a electricidade esse processo parou, no entanto há sistemas de reserva que são activados automaticamente quando falha a electricidade. Assim que a electricidade falha, os geradores a diesel entram automaticamente em acção, mantendo a água a ser bombeada, mas estes geradores falharam, não foi um, nem dois, nem três, nem quatro, foram 6 que falharam no mesmo dia, à mesma hora e em locais diferentes. Mesmo assim, depois de falhar a electricidade e mesmo que falhem os geradores, existe um terceiro sistema que entra automaticamente em acção. Este sistema é alimentado por baterias e neste caso além dos 6 geradores terem falhado, também as 6 baterias falharam. Tanto o terramoto, como o tsunami tiveram influencia diferente em todos estes locais, nem o terramoto se fez sentir com a mesma intensidade nem a onda tsunami embateu em todos estes locais com a mesma força e no entanto tudo falhou. É incrível que sistemas desenhados por cientistas nucleares que a par dos cientistas quânticos são considerados as mentes mais brilhantes do mundo falhem a 100%.

Poucas horas depois do incidente já a Associated Press e Reuters diziam que Fukushima iria tornar-se numa nova Chernobyl. Eu sei que as boas noticias não vendem, mas prever o futuro não é a função das agências noticiosas mas sim de alguns "professores" oriundos da Guiné Bissau!
No inicio as autoridades causaram alarme como se tivessem conhecimento prévio. Hoje minimizam pois de facto o problema de Fukishima é já duas vezes pior do que o de Chernobyl.



Na verdade ninguém ainda deu uma razão para esta falha geral. Um dos cientistas responsáveis afirmou que o desenho das centrais foi pensado para resistir a um terramoto desta intensidade e para serem invulneráveis a um Tsunami, mas que nunca esperaram um 2 em 1. Como é isto possível? Como é que estes génios não ponderariam isto tendo em conta, historicamente, que os terramotos são os principais causadores de tsunamis? É certo que em todos os génios vive uma besta mas não acredito que todos os génios tenham sido bestas ao mesmo tempo.

O único reactor que não tinha estes sistemas, era o reactor numero um, que era um "boiling water reactor", este sistema dispensa geradores a diesel pois mesmo que toda a electricidade falhe é o próprio calor do reactor que alimenta energeticamente o sistema e o reactor não parou de aquecer, tanto que rebentou. Claro que são usadas baterias para alimentar os controlos automáticos do reactor mas mesmo que falhem, o sistema pode ser operado manualmente e se não o foi, deve-se perguntar o motivo de isso não ter sido feito.

Se recuarmos no tempo, vamos recordar noticias sobre o vírus informático Stuxnet e saíram noticias na imprensa sobre se este vírus tinha sido desenhado para atacar as centrais nucleares no Irão. De inicio o Irão negou que tivesse sido atacado, mas mais tarde reconheceu que o vírus afectou os seus sistemas. Durante alguns dias foram trocadas acusações sobre a origem do vírus, que tendo um preço estimado nas dezenas de milhões de dólares, seria impossível que tivesse sido criado por um hacker numa qualquer cave. Em pouco tempo tudo se confirmou, o General que era Ministro da Defesa de Israel quando saiu do governo declarou publicamente que o Stuxnet era o seu maior sucesso.
Apenas uns dias antes, um general do exercito Americano tinha referido publicamente a possibilidade de usarem bombas anti-bunker para atingir a centrais nucleares iranianas, causado uma calamidade nuclear no Irão. Por isso fica claro que há neste momento, pessoas no poder capazes e dispostas de recorrer a qualquer meio, por mais pessoas que venham a morrer, só para impor as suas agendas políticas e respectivos interesses financeiros.

Mas quem retira vantagens de uma possível redução mundial de centrais nucleares? É que estas falhas irão gerar protestos em todos os países que tenham centrais deste tipo. Na Alemanha já há manifestações por todo o lado exigindo a demissão da Merkel, o encerramento de todas as centrais e a suspensão da construção de dezenas de novas centrais nucleares prestes a serem activadas. Redesenhar as instalações é economicamente impraticável e por isso tanto o Japão como todos os países que dependem de energia nuclear vão recuar no tempo e voltar a depender do petróleo, um bem finito e maioritariamente controlado pelos EUA directa ou indirectamente (Arábia Saudita, Jordânia, Iraque, explorações sul americanas e brevemente Líbia).


Ok, já sabemos que tudo falhou, todos os sistemas de segurança falharam, todos os sistemas humanos falharam e quando estas noticias começam a aparecer a imprensa mundial que tinha estado até ao momento a fazer uma péssima cobertura dos acontecimentos, simplesmente esqueceu o Japão pois os EUA e a NATO atacaram a Líbia. Por coincidência o ataque à Líbia foi no aniversário da invasão do Iraque... deve ser um estranho presente de aniversário...

É com esta leveza e irresponsabilidade que a imprensa sem nada dizer, nos impõe o que é realmente importante e que neste caso é não dar muita atenção a um assunto, pois iremos eventualmente chegar a conclusões pessoais e é isso que governos e a sua imprensa controlada não querem. Ouçam o que a TV e jornais vos dizem, aceitem essas palavras como verdade absoluta e esqueçam o acontecimento assim que uma nova noticia surgir, e claro, entre noticias vejam/leiam os anúncios publicitários e comprem, comprem, comprem.

Sabiam que a central nuclear de Fukushima iria ser desactivada no dia 26 de Março de 2011? Um longo e dispendioso processo de desactivação?


Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 4)