Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 2)

Continuando o texto anterior:

Os conflitos que se seguiram, marcaram diversas guerras causadas pelas potências Europeias lutando por manter as suas colónias. Outras iniciadas pelo Japão para expulsar a influência ocidental na Ásia. Influência essa mantida após certas independências terem sido dadas. Por exemplo, a invasão do Tibet e a recuperação de Macau e Hong-Kong por parte da China, teve exactamente isso como objectivo, expulsar os ocidentais e a sua maçonaria... se bem que no caso do Tibet a violência usada ter sido extrema. 
A guerra que França perdeu contra o Vietname e que os EUA tomaram como sua, tinha objectivo oposto, manter um oásis asiático de controlo politico.
Saltando no tempo, chegamos à segunda Guerra mundial. Onde o Japão se aliou a um Rothschild contra outro Rothchild. Não há muita gente a afirmar isto, pois as entidades oficiais dizem não haver provas de DNA para o confirmar. Hitler era um Rothchild e por não haver corpo, pois possivelmente nunca houve cadáver, é difícil comprovar, mas há ligações de sangue entre eles ocultada por mudanças de nome: 
A família Bauer de origem Alemã residente na Áustria mudou de nome para Hitler. A outra parte da família Bauer que residia na Alemanha mudou de nome para Rotschild e depois de se expandirem para França, Suiça, Inglaterra, etc, mudam o nome novamente para Rothchild. 
(Pai biológico de Adolf Hitler: Barão Alois Rothchild)
As elites mundiais deram o poder a Hitler e deixaram que ele militarizasse a Alemanha, mesmo que as sanções pós-primeira guerra mundial impedissem essa militarização. Os Rothchild financiaram o regime Nazi, tal como depois financiaram os aliados. Exactamente da mesma forma que financiaram Napoleão e depois cortaram o financiamento passando a financiar os Ingleses (Rothchild tinha previsto quanto tempo a guerra duraria ao pormenor de acertar no dia em que terminou, pois foi quando cortou os créditos a Napoleão) e desta forma obter o poder sobre o Banco de Inglaterra, pois a dívida do país seria impossível de pagar.
Enquanto se lutava contra os Nazis na Europa e em África o Japão resolveu limpar as colónias ocidentais na Ásia. Era a oportunidade de ouro para o fazer sendo essencial destruir a frota do pacífico atacando o principal colonizador que foi colónia e se afirmam contra a colonização mas colonizam na mesma, os EUA, que entre anexações e invasões com o pretexto de libertar os povos dos colonos Europeus, invadiram Cuba e Filipinas; tomaram Guam e Porto Rico; Anexaram o Hawaii. Sem falar nas dezenas de invasões de países da América Central por forma a colocar no poder governos pró-EUA.
Apesar de o Japão ter perdido a guerra, as elites insistiram em largar não uma, mas sim duas bombas nucleares sobre o país. Estas bombas foram o negócio do século a nível financeiro.
Estas bombas não estavam relacionadas com a guerra. Serviram unicamente para endividar o país que precisou de dinheiro ocidental para se recuperar e desta forma a maçonaria ocidental tomou controlo do Japão.
(Interior da principal loja maçónica Japonesa, situada no sub-solo junto do símbolo maçónico: Torre de Tóquio)
Desde o fim da segunda guerra mundial, todos os primeiros-ministros do Japão são membros da maçonaria com ligações à maçonaria ocidental. O controlo no Japão tem sido exercido não pelos Rothchild mas sim pelos seus subordinados e gerentes da Reserva Federal Americana, os Rockefeller.
O valor pago pelo Japão anualmente e oficialmente situa-se no 5 triliões de dólares, mas não oficialmente acredita-se que chegue aos 35 triliões.Existe uma luta no Japão vinda da maçonaria local sem ligações ao ocidente de libertar o país. Nos anos do pós guerra o Japão cresceu imenso economicamente e recuperou uma gigantesca fatia do seu mercado interno, retirando poder à maçonaria ocidental. Nos anos 90 deu-se mais uma crise que causou mais uma vez a perda desse poder recém conquistado. Esta crise económica foi causada pela bolsa Americana Dow Jones criando uma queda maior do que a de 1929 que faliu os Estados Unidos e a Europa. Esta crise no entanto foi extremamente desequilibrada, colocou o Japão na ruína, afectou parte da Europa enquanto o Reino Unido que se tinha desfeito de todos os investimentos que iriam ser afectados, ignorou a crise. Por outro lado a economia Americana viu anos de ouro onde cresceu rapidamente e equilibrou toda a sua divida externa. Este crescimento deveu-se aos lucros obtidos na queda Japonesa, aos créditos concedidos ao Japão e às empresas japonesas das quais os Americanos tomaram controlo em troco dessas ajudas.
O principal prémio dos Rothschild e Rockefeller foi finalmente terem consigo o controlo total do principal banco Japonês, o Banco de Tokyo que é agora privado. A primeira medida efectuada foi mudar o logo para o olho de Hórus:
Entre 1990 a 2009, assistimos a políticos a tentar libertar-se da dependência dos Rockefeller e por coincidência eles desapareceram da política ou do planeta, os que não se retiraram da política acabaram por ser os pioneiros da nova moda de aparecer morto onde as causas de morte são sempre: Suicídio (leia-se: suicidado), enfarte ou por sufocação durante masturbação auto-erótica (muito na moda para descredibilizar totalmente o falecido). Nos últimos anos e graças aos Yakuzza o numero de políticos assassinados foi reduzido, em parte por medo de retaliação na mesma moeda, ameaça tornada pública em 2009.
Até há muito pouco tempo e nos poucos anos após a crise dos anos 90. A economia do Japão cresceu mais uma vez ao ponto de se libertar do ocidente. A mais recente tentativa das elites ocidentais entrarem no Japão foi através de um ex-Ministro das Finanças. Podem lembrar-se dele por se ter aparecido em todas as TV's do mundo a dirigir-se à comunidade internacional visivelmente afectado. Se ele me parecia drogado, nas noticias mundiais reinava a certeza de ele estar alcoolizado. Estaria? Nenhum teste de alcoolemia foi realizado...
O interessante é que esse discurso onde foi acusado de estar alcoolizado e que precedeu a sua demissão, veio depois de um jornalista Canadiano o ter exposto, acusando-o de estar a vender a  economia Japonesa a grupos Americanos. Nessa entrevista o Ministro referiu que a venda de certos sectores económicos japoneses servia para proteger o Japão que se encontrava sob ameaça de terramoto que seria causado artificialmente. Ele não referiu se a ameaça era Americana ou Russa, as duas potências com tecnologia HAARP, mas é fácil teorizar. 
Esse mesmo Ministro foi encontrado morto pouco depois de se ter demitido, na sua cama.
Interessantemente o jornalista responsável referiu que a sua exposição de corrupção iria causar como resposta, um terramoto em Niigata e ele aconteceu. Ninguém ligou pois Niigata é regularmente afectado por terramotos no entanto é relevante um aviso de um jornalista quando os meteorologistas nada previram. 
Continua: Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 3)

Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 1)

Antes de vos começar a bombardear com coincidências e detalhes que vos podem simplesmente passar ao lado, temos de recuar no tempo e perceber o que se passou para analisar o que se passa, de três maneiras:

1°- Precisamos de um resumo de alguns fatores históricos que posicionam o Japão no plano político internacional.
2°- Temos de analisar os acontecimentos políticos antes de 11.03.11
3°- Temos de analisar os mercados financeiros antes, durante e depois do dia 11.03.11.



(1870 a 1999 - 1999 até hoje)

Passado histórico:

Tal como qualquer nação mundial o Japão possui maçonaria que ao longo dos séculos tem controlado o destino do país, primeiramente através de clãs, depois pela realeza e agora pela via política com uma forte componente imperial. No entanto a maçonaria Japonesa juntamente com a maçonaria asiática separaram-se da maçonaria ocidental há mais de 100 anos e estão em conflito político, naquilo que podemos chamar uma "guerra fria". Estas guerras consistem em conflitos de bastidores difíceis de detetar. Se bem que a maçonaria asiática se tem contentado em controlar a Ásia, a maçonaria ocidental tem ideias maiores e pretendem controlar tudo. Isto não é teoria, basta ver como as potencia Europeias se comportaram ao longo da História, impondo o seu domínio e vontade sobre todos os povos.



(Yakuzza)

Se é verdade que a maçonaria Asiática tem sob o seu controlo e usa o grupo criminoso Yakuza, isso não faz deles piores que a maçonaria ocidental e o seu uso de grupos terroristas e da máfia. Temos por exemplo a queda da loja maçónica P3 diretamente ligada à máfia Italiana que caiu depois do assassinato do Papa João Paulo I, pois tornou-se impossível esconder os seus crimes e teve de desaparecer. É claro que hoje a maçonaria nega que a P3 tenha sido uma loja maçónica apesar da P1, P2, P4 serem lojas existentes e reconhecidas. A P2 é nos dias de hoje a maior com influencia dentro do Vaticano e a mais influente em Itália, o mais conhecido membro desta loja é o próprio Silvio Berlusconi.



(Cima: Iniciação na loja P2, Bispos e fascistas P2 saudando Hitler. Baixo: Traje P2, recibo de pagamento de quotas do líder Italiano)

Em Portugal também assistimos à queda da Carbonária, em tudo semelhante à loja P3 italiana, uma loja maçónica criminosa que desapareceu devido ao seu sangrento protagonismo político. Os crimes deles fazem hoje parte da nossa História como se fosse uma revolução contra o domínio real, quando na verdade foram responsáveis por assassínios e não liberdade. Esse grupo criminoso foi também honrado pela maçonaria actual ao fazer da nossa bandeira nacional um tributo à bandeira da Carbonária.



 (A bandeira do lado esquerdo é a da Carbnária até 1909, inspirada na bandeira portuguesa com a coroa substituída pela esfera armilar (globalização). A bandeira do lado esquerdo é a da Carbonária por altura dos regicídios e à qual a nossa actual bandeira nacional deve as suas cores e simbologia.)

A maçonaria asiática tem tentado controlar a Ásia mantendo a maçonaria ocidental com o mínimo poder possível e isso ao longo dos anos tem causado guerras onde os protagonistas foram sempre potencias ocidentais como: França, Inglaterra e EUA em guerras na Ásia tentando manter presença em países estratégicos. Como exemplos da maçonaria asiática e não só Japonesa temos a Sociedade do dragão Negro também chamada de kokuryūkai, A Sociedade do dragão Verde (uma vertente do dragão negro), a Sociedade do vermelho e verde entre outros grupos menores com presença maioritária no Japão e China. A nível de submundo e governo sombra as sociedades secretas asiáticas são muito mais poderosas devido aos seus números e devido ao numero de assassinos Yakuzza ao seu dispor, mas estão em desvantagem em confronto directo tendo a maçonaria ocidental acesso aos mais poderosos exércitos do mundo. Por isso esta luta de poderes é mantida na sombra e só vemos partes do conflito em noticias mascaradas.

A formação e organização da maçonaria Japonesa foi feita pela família Illuminati, os Rothschild, os mais poderosos e ricos do mundo que controlam pelo menos 165 bancos nacionais onde se incluem: Banco de Inglaterra, Reserva Federal Americana, Banco de Espanha e Banco de Portugal. O controlo do Banco de Portugal começou com a grande depressão Americana em 1929 e a falência no ano seguinte de diversos países na Europa, entre eles Portugal. O controlo total do banco de Portugal e outros bancos mundiais aconteceu quando o dinheiro em circulação deixou de ser sustentado pelas reservas de ouro, sendo suportado unicamente pela divida. Perdemos por completo o controlo do banco quando o FMI entrou em Portugal nos anos 80.

Mas voltando ao Japão:



(A formação da primeira loja maçónico-Illuminati no Japão)

Nesta foto, estão representados todos os fundadores do Japão moderno, todos eles pertenceram à maçonaria asiática. Foram estes homens que colocaram Meiji como imperador. No centro da foto, temos o inspirador, orientador de tudo: Guido H.F. Verbeck. Este homem servia Rothschild e representava os interesses desta família no Japão. Ou acham normal um "olhos redondos" formar um novo país composto por "olhos em bico"?
Este novo Japão foi então usado para combater os inimigos da maçonaria ocidental, em particular a Rússia.

A separação da maçonaria asiática, aconteceu devido ao racismo dos ocidentais, cujas potencias europeias que colonizavam a Ásia não escondiam, escravizando e impedindo que os povos locais ganhassem o mínimo de poder ou mesmo dignidade.

Esta separação fez com que a maçonaria asiática resolvesse libertar as colónias asiáticas para modernizar esses países e aumentar o poder deste grupo no plano mundial. Para isso declararam Tóquio a capital do seu Império mundial, tal como City of London ou The City (não confundir com London City) é a capital do império mundial ocidental.

Para esclarecimento a City of London é um pequeno pedaço de Londres onde está situado o Banco de Inglaterra que pertence a Rothschild desde o fim das guerras Napoleónicas. Este pedaço de Londres é independente, possuem brasão, bandeira e lei própria não respondendo ao governo Britânico ou Rainha.





Continua: Japão 11.03.11 - Ontem, hoje e amanhã (Parte 2)


Pensa antes de dizer alguma coisa

Dentro do único grupo do qual nos devemos orgulhar de pertencer, a Humanidade, o sub-grupo mais belo são as crianças. É certo que várias vezes afirmei que não pretendo procriar, mas isso não significa que não goste delas, pois gosto muito. Sei dos perigos que há hoje em dia em um homem afirmar em voz alta: Amo crianças! Pois vivemos numa sociedade tão corrompida que tal anuncio seria levado para o campo criminal.


Cartazes como este, deixam-me sem palavras. Só porque me apetece sorrir ao ver crianças a sorrir num qualquer parque de uma cidade, posso ser visto como sendo um pedófilo.

Da mesma forma que as crianças são o que de mais belo há nas nossas vidas, elas são também o que de mais cruel existe. A inocência de uma criança impede-a de perceber o quanto é cruel, impede-a de medir as suas palavras e como elas podem afectar quem as rodeia. Um adulto pode magoar outro com palavras, mas esse outro adulto tem já uma personalidade definida e a capacidade de tornar um ataque verbal no que ele realmente representa, palavras.
Já repararam que as crianças tendencialmente se juntam com mais facilidade à criança que ridiculariza outra do que em defesa da ridicularizada? Essa tendência é culpa nossa, é o conhecimento que elas bebem, não do que lhes ensinamos mas sim do que lhes mostramos. É a tendência de vermos o agente dominador que ataca como mais poderoso do que o alvo quando não se defende.
É claro que as crianças não podem ser responsabilizadas pelas crueldades que proferem, mas temos de prestar muita atenção às vitimas dessas crueldades. Um simples: "não podes brincar connosco", após algum tempo terá um impacto forte na personalidade que essa criança está a desenvolver.

Não deveria ser necessário que um não pai, como eu, disse a pais, como muitos de vós, que precisam de falar com os vossos filhos. Precisam ter a certeza que está tudo bem. Precisam saber se são vitimas ou causadores deste tipo de actos cruéis.
Digo isto pois eu sou um exemplo disso. Fui cruel enquanto criança, lembro-me com tristeza de muitas das crianças que maltratei com palavras. A criança que fui, moldou o homem que sou: confiante mas com uma necessidade de dominar e por outro lado distante em relacionamentos.  A criança que fui, moldou as defesas que tenho como adulto.
Muitas dessas crianças que dominei acompanharam-me até à idade adulta e se bem que muitas delas tiveram sucesso em diversas áreas, reparei que não são tão seguras do que querem ou das suas reais capacidades.

Por volta dos 28 anos, voltei a encontrar um rapaz que sofreu muito por eu ter sido um Bully e no entanto ele revelou-se, como adulto, num grande amigo que nunca me julgou, nunca me apontou o dedo pelas coisas que lhe disse e fiz. Na presença dele sinto culpa, culpa essa agravada por ele nunca me ter dado um puxão de orelhas verbal. Apesar de este rapaz ser ter hoje um excelente trabalho, uma mulher que ama e uma vida confortável, ele é um caso de sucesso numa imensidão de insucessos.

Este vídeo que se segue, é uma cópia de um vídeo que apareceu originalmente no Youtube numa conta de uma adolescente chamada Jade. A Jade publicou unicamente um vídeo que se alastrou pela Web pois ela não publicou mais nenhum e a sua conta Youtube desapareceu. Não se sabe se este vídeo é real ou uma simples representação criativa, nem isso importa. O que importa é a mensagem e a mensagem é: "As palavras magoam, pensa antes de falar", pois não sabemos que impacto elas poderão ter:


Após ver este vídeo senti vontade de simplesmente dar um abraço seguido de um sorriso a esta criança, pois ela é uma criança. Em sociedade temos a idiótica mania de ver os adolescentes como adultos e de os tratar como crianças, eles odeiam isso e obviamente que é uma abordagem que só gera conflitos. O temos de fazer é de os tratar como adultos e de os ver como crianças. Só assim os podemos fazer sentir como eles esperam sentir e os podemos proteger com devem ser protegidos.

Mundialmente morrem por suicido mais de 1 milhão de pessoas por ano e este valor é superior às mortes somadas de todas as actuais guerras. Este numero deveria alarmar e no entanto ninguém liga. Este numero é revelador do quanto estamos fechados em nós próprios, incapazes de ouvir os gritos silenciosos das pessoas que nos rodeiam. 

Temos de ver as pessoas com quem nos cruzamos como uma extensão do nosso ser, pois na verdade a vida é uma e por isso todos nós somos um. Somos partes do mesmo todo, partes da consciência colectiva à qual alguns chamam Deus.

Em 2009 ia eu, em trabalho, num TGV com 1.200 quilómetros para percorrer e ao parar numa estação, uma rapariga que ia a sair olhou para mim e disse: "Tens de sorrir" e continuou o seu caminho sem se certificar se sorri ou não. Não sei o que a minha cara lhe disse. Não sei o que os meus olhos lhe disseram. Não sei sequer o que estava a pensar. Sei sim, que ela tinha razão, que tinha a atitude correcta perante a vida e que se preocupou em dar três palavras a um estranho para que ele abrisse os olhos.

Tempos depois estava eu no metropolitano e umas filas à minha frente uma criança fazia uma barulhenta birra. Nessa carruagem as pessoas olhavam com ar irritado para a mãe e criança. Quando aquela criança se sentiu observada por mim, olhou-me nos olhos com cara de , e a minha reação foi mostrar-lhe a língua. Desta forma iniciámos uma sessão ridícula de caretas trocadas que resultaram em gargalhadas da criança já não birrenta e, por incrível mas previsível, todos os olhares reprovadores foram lançados na minha direcção, incluindo o da mãe da menina.

Esta história poderá parecer irrelevante mas não é. O que ela nos diz é que a simples atenção de um estranho dada naquele momento àquela criança fez toda a diferença, pois os casos perdidos naquela carruagem eram os adultos. Tudo o que a criança queria, era atenção, não era o ralhete da mãe, não era as caras de parvos das pessoas em volta, era unicamente que alguém lhe desse a atenção que qualquer criança tem o direito de exigir aos gritos.