Bastidores da música (Parte 25) Will Smith

Will Smith além de actor influenciado pela industria illuminati o que fica claro pelos assuntos abordados em alguns filmes recentes com robots humanizados ou vírus mortais que destruíram a civilização, ele também é musico sob o nome de Will Smith e com o alter-ego Will2K. Por exemplo um tema do álbum "Willenium" que não encontrei disponibilizado para vos deixar o link, o vídeo diz-nos que Will Smith é um robot no ano 2222.


Mas podem-me perguntar qual o problema de tudo isto? O que é que a agenda robótica tem de mal?
Isto é o conceito básico de hipnotismo social, de lavagem cerebral. As elites estão a usar o cinema e os vídeo clips para nos condicionarem a imaginar um futuro robótico pois é para lá que eles querem levar a sociedade. Se pensarmos bem sabemos, não precisamos de robots para nos limpar o cu, temos tecnologia suficiente para permitir a continuidade da nossa evolução e sabemos que a robotização em particular da industria irá eventualmente tornar a mão de obra humana desnecessária e por conseguinte a existência de grande parte da humanidade também o será. De facto já o vemos hoje, em que devido ao nosso nível de industrialização, 20% da população mundial conseguiria manter toda a industria do planeta.

Nós estamos a ser condicionados na nossa imaginação sem darmos por ela.
Imaginem um consumidor de drogas duras. Imaginem um ladrão. Imaginem um consumidor de drogas leves. Os resultados vão andar em torno de arrumadores de carros e hippies, só depois de pensarmos, depois de percebermos que estamos condicionadas a estas imagéticas é que imaginamos um politico a snifar coca, a fumar um charro e a roubar, mais e melhor que o mais experiente ladrão.
Um Lobishomem terá forma de lobo e homem, um vampiro tem caninos salientes, quando na verdade se fugirmos ao condicionamento sabemos que por exemplo o vampirismo sempre foi parte da nossa cultura e consiste em beber sangue, nada mais do que isso.

A maneira que temos de acordar e começar a ver os podres onde eles estão, é com informação, é investigando, estudando sem permitir que as nossas racionalizações sejam condicionadas por informação externa de escola, TV, cinema, musica. No fundo temos como que desligar todo o conhecimento que nos é imposto por forma a pensar de uma maneira clara e neutra. Ninguém vos ensinou a pensar e por isso podem fazê-lo esquecendo tudo o resto, pensar livremente.
Há quem diga que está acordado porque quer acreditar que está, mas assim que começamos a discutir certos assuntos eles entram na negação dos adormecidos. Atenção: não há mal nenhum em estar-se adormecido, o mal está em negar que se está. Se não temos consciência do controlo exercido sobre as nossas vidas sem o nosso consentimento, ao ouvir alguém a argumentar logicamente a respeito desse controlo, negar é o pior que se pode fazer, pois é um processo irreversível.

Dentro dos adormecidos sociais há 3 grupos, os que negam qualquer coisa que os assuste, os que duvidam do que os assusta, e os que sabem estar adormecidos mas sem vontade de saber mais. No meio temos os recém-acordados que buscam respostas. Do outro lado temos a guerra de vida e morte, de ameaças e discussoes constantes, o mundo dos acordados, dentro dos acordados há imensas guerras pelo controlo da maioria dos acordados, pois essa maioria apesar de ter a informação não sabe o que fazer com ela, não sabe como agir e aqui entram os dois grupos em guerra, os acordados informativos e os desinformativos. Os informativos querem destruir o controlo da elite, os desinformativos existem para espalhar verdades controladamente mas ao mesmo tempo desacreditar o outro lado, destruir a reputação de quem quer informar. É dentro deste último grupo que mais pessoas morrem: Stanley Kubrik, William Cooper, George Carlin, Bill Hicks e Rik Clay entre muitos outros.

Mas há também a área económica e é aqui que aparecem os grupos que querem espalhar a verdade, mas onde a verdade custa dinheiro. É um pouco como dar dinheiro à Igreja pois Deus parece precisar de dinheiro.

O que digo é que o acto de acordar é algo que muitos tentam e desistem, pois acham que é um privilegio reservado a quem tem capacidades mentais e de tempo de processar e analisar toda a informação. Isso é mentira, pois qualquer pessoa pode acordar com informação limitada não tem de investigar tudo, mas tem de ouvir um lado da história e ouvir o outro lado, duvidar de ambos mas retirar as suas conclusões, e para retirar conclusões pessoais precisamos unicamente de querer.
Quem não consegue ver o problema nunca irá acordar.

Quem acorda começa a perceber os seus condicionalismos e a ver para além de esquerda ou direita, de certo ou errado, de religião ou cor de pele. Passamos a estudar a maneira como pensamos, as nossas reacções e emoções, em como protegemos objectos que nos fazem sentir seguros e nos irritamos se a nossa imagem é atacada. Quem está acordado realmente e já percebeu isto consegue ver mais, consegue dizer "eu amo-te" sabendo que amará sempre pois é mesmo amor, e não um amor condicionado de quem não sabe se amará amanha, pois usa a palavra como um conceito do qual desconhece o sentimento.

O primeiro passo para acordar é separar o ego do resto da nossa vida pois é ele que sofre mais com os condicionamentos, se atacam a vossa pessoa, a vossa imagem, as vossas ideias, esse ataque é ao vosso ego e é o vosso ego que irá responder. Atacar o ego é um ataque com sucesso quase garantido pois magoa e respondemos em explosão agressiva, ou em implosão depressiva, mas se colocarem o ego de lado os ataques fazem ricochete e atingem o atacante.
Acordar é renascer e aí vemos o mundo como ele é, lindo, com pessoas lindas em que poderia ser tudo perfeito sem as elites que nos querem impedir de ver o quanto somos poderosos, lindos, especiais e únicos.

Este texto serve de mote para o próximo que será fora da série Bastidores da música, pois há muita gente a querer ajudar, a querer espalhar a verdade e a contactarem-me sobre que grupos são verdadeiros e honestos. Grupos? Por que precisam de grupos?

Próximo texto: Cuidado com os grupos!!!

Bastidores da música (Parte 24) Amor ou Psicopatia?

Há alguns anos atrás namorei com uma rapariga com gostos musicais que entravam em conflito com os meus e torturava-me com o seu amor pelo Techno, mas havia uma música da qual ela gostava mesmo não sendo da sua geração, essa música chama-se Every Breath You Take cantada pelo Sting e criada no grupo Police.

 (Sting no papel de Jesus)

Muitos milhões de pessoas em todo o mundo conhecem esta música e tal como esta ex-namorada, acham que é uma música romântica que fala de amor. Fala? Nunca consegui encontrar uma réstia de amor nesta letra e sempre achei que as pessoas acham que é um tema romântico pois simplesmente ligam à musicalidade e à forma como é cantada, pois se prestassem atenção à letra iriam perceber que é uma letra psicopata que fala de controlo e posse de uma pessoa sobre outra. Vamos analisar a letra em questão:

"Every breath you take. Every move you make. Every bond you break. Every step you take. I'll be watching you!
Every single day. Every word you say. Every game you play. Every night you stay. I'll be watching you!
Every move you make. Every vow you break. Every smile you fake. Every claim you stake. I'll be watching you!"

Onde exactamente está o amor? O que ele canta é que não importa onde ela esteja, onde ela vá, o que diga, faça, pense, queira, construa, destrua, viva ou morra, ele estará lá a ver, a observa-la. Isto é uma espécie de Big Brother, um stalker doente, controlo total sobre o que outra pessoa faz pois acha que tem o direito de controlar os movimentos, opiniões, ideias e vontades de terceiros.

  (álbuns de Sting com destaque para o olho)

"Oh can't you see, you belong to me. How my poor heart aches with every step you take"

Aqui ele esclarece que é obsessão e não amor, pois acha que a outra pessoa lhe pertence apesar de o ter rejeitado e partido. A dor que ele sente ao vê-la não é amor mas sim a dor de não aceitar a rejeição.

"Since you've gone I've been lost without a trace. I dream at night, I can only see your face. I look around but it's you I can't replace. I feel so cold and I long for your embrace. I keep calling baby, baby please..."

Este sentir-se perdido sem ela, o facto de a ver em sonhos, o achar que nunca a poderá substituir e o necessitar do abraço dela, tem mais de dependência emocional do que de amor. Ele não a ama, depende dela e isto não é amor é um desejo, uma paixão obsessiva irracional. Ele continua dizendo que constantemente lhe telefona a implorar, o que é uma demonstração de falta de amor-próprio além de falta de amor por não respeitar os sentimentos dela.
 (Controlo: aceitável por ser moderno versus condenável por ser passado)

O amor-próprio não depende de outra pessoa e os problemas começam quando se acha que sim. Ao acharmos que gostamos mais de nós porque outra pessoa gosta, isso não é amor-próprio mas sim falta dele. Da mesma forma quando alguém nos acusa de, por algo que tenhamos dito ou feito, termos destruído o amor-próprio dessa pessoa, isso é coisa de loucos e é prova de que o amor-próprio nunca existiu, pois se é próprio é pessoal e terceiros não o podem destruir.
O amor não nasce, não morre, não se constrói nem destrói. O amor simplesmente é. Existe! O amor vive dentro de nós mas pensamos que não, só por não o sentirmos e isto porque não o sabemos procurar interiormente. O amor é simplesmente direccionado por nós para terceiros e não nasce ao conhecermos esse terceiro.

O amor é, tal como a felicidade é. Ninguém está feliz, o verbo estar não entra na frase, só o verbo ser importa. As pessoas são felizes, a felicidade tal como amor existem dentro de nós e somos nós que os bloqueamos por não acreditarmos. Existem. Nós é que não nos permitimos amar ou ser felizes.



"Oh can't you see. You belong to me. How my poor heart aches. With every step you take."

Ninguém pertence a ninguém mesmo quando a outra pessoa se entrega. O verdadeiro amor é uma posse livre, queremos ter essa pessoa mas se amamos, temos deixar que tenha a sua liberdade por forma a sentir-se feliz.
 
Não sei quantos de vós já tiveram como namorado/a uma pessoa louca controladora, que após acabarem a relação são perseguidos, vigiados, massacrados por essa pessoa. Recebem chamadas de madrugada onde ninguém fala só para saberem se estamos em casa. Ao irmos à janela vemos que essa pessoa está num carro do outro lado da rua, talvez querendo ver quem entra, quem sai. Pessoas que se recusam a aceitar que a relação acabou e forçam o reatar dessa relação pois acham que amam e que nós somos propriedade dessa pessoa. Pessoas que não percebem que após o final de uma relação fica sempre um sentimento, um carinho especial por essa pessoa que, quem sabe um dia, nos poderá reaproximar mas ao ter este tipo de atitudes o resultado é esse carinho transformar-se num ódio irracional onde o simples facto de ver essa pessoa na rua nos estraga o dia.
Eu tive um relacionamento assim, com um final doentio e nesta altura esta música não me saía da cabeça pois era a descrição perfeita do que aquela mulher me estava a fazer.



Tal como referi acima, acho que esta música é sobre controlo, não fala de uma relação entre homem e mulher mas sim entre elites e sociedade. Entre câmaras de segurança, bases de dados pessoais, bancos de DNA, passaportes biométricos e cartões do cidadão, cada passo que damos, cada viagem que fazemos, cada opinião que temos alguém estará a observar. A banda chamava-se The Police, o braço armado dos governos Big Brother. Na minha opinião, esta letra está dentro do assunto desta série e ela é na verdade ele, que pertence à industria e tudo o que faz, diz ou pensa é controlado.



Batidores de musica: Parte 25 - Will Smith

Bastidores da música (Parte 23) Nirvana vs System of a down

Já percebemos que que raramente o vídeo tem alguma coisa a ver com a letra, o vídeo passa uma mensagem própria em que quando o artista a tenta explicar, parece uma explicação forçada ou simplesmente sem lógica. No entanto os fãs prestam pouca atenção aos vídeos, atenção moderada à letra e muita atenção à sonoridade. Soa bem, está tudo bem.

Uma música com fraca qualidade e uma má letra, poderá ter sucesso dependendo da quantidade de vezes que ela é ouvida. Por várias vezes ouvi músicas que rotulei como más, muito más mesmo, mas após passarem 18 vezes por dia no rádio e na TV elas parecem não soar tão mal, e assim se vende. O que é mau passa tantas vezes na rádio que isso funciona como uma programação pessoal e passamos a tolerar e até cantarolar uma treta sem sentido, como falei nestes textos sobre: James Blunt e João Pedro Pais.


Eu presto atenção à arte musical e à letra e gosto quando ambas são boas, por isso vou falar de Nirvana vs System of a Down, duas bandas às quais nunca prestei grande atenção. Uma das diferenças entre estas duas bandas é que ao passo que os Nirvana admitem que as suas letras não possuem um significado por na maioria das vezes o produto final ser uma mistura de várias letras que Kurt Cobain levou para os estúdio (segundo as palavras do próprio). Apesar de cada letra ter um significado e uma intenção, ao misturar os versos de várias letras para os encaixar numa música, o produto final poderá ser interpretado pelos fãs mas não tem um significa intencional. Apesar de Kurt Cobain admitir que a maioria das letras não tem significado, encontrei dezenas de fóruns dedicados a interpretar as letras desta banda. No caso de System of a Down não existem tantas tentativas de interpretação, por a banda dizer nos seus shows ao vivo "and now another a song about nothing". É interessante que levem à letra o que os System of a Down dizem e não tentem interpretar as letras e por outro lado forcem interpretações sobre as letras dos Nirvana.


Os Nirvana eram liderados por Kurt Cobain, um artista casado com uma mulher Free Mason. Um artista fanático pela Igreja Satânica e fã de Anton LaVey que chegou a ser convidado para tocar Cello no álbum Nevermind. Um artista 100% pró elite durante a maioria do seu tempo na vida artística. Um artista que nas entrevistas só passava mensagens de depressão, consumo de drogas e álcool, dando uma ideia da decadência humana como estilo "cool" de vida.
Os System of a Down eram liderados por Serj Tankian, um artista de intervenção em protesto constante contra as elites e a sociedade, em que nas suas entrevistas falava dessa mesma sociedade como o maior falhanço humano mas deixando mensagens de esperança, pois nós podemos mudar tudo, querendo.


Os Nirvana acabaram devido ao estranho suicídio de Kurt Cobain (que será analisado este mês). Os Sytem of a Down acabaram (em 2006 mas ainda dizem que é uma pausa) por não cederam à industria da música e os seus membros dedicam-se agora a projectos a solo sem grande visibilidade pois não existe vontade de publicitar verdades.
As pessoas parecem mais interessadas em interpretar letras que não passam de colagens sem sentido por parte dos Nirvana, do que interpretar letras que nos fazem pensar com as dos System of a down.

Que se note que não tenciono generalizar dizendo que todas as letras dos Nirvana são colagens, digo que a maioria o são e isso nota-se em muitas delas através das chamadas "rimas forçadas" e passagens sem sentido.

Os Nirvana cantavam coisas como: "viola-me, viola-me meu amigo, viola-me outra vez. Não sou o único. Odeia-me. fá-lo e fá-lo novamente. Destrói-me, viola-me outra vez". Se bem que isto possa ter um significado mais profundo do que o que parece, que é simplesmente o uso de palavras fortes e violentas para chegar à geração destruída e revoltada dos anos 90, na minha opinião não merece perda de tempo a imaginar o que quererá dizer comparando ao que os System of a Down cantavam como: "Perto de 2 milhões de Americanos encontram-se dentro do sistema prisional. A percentagem de Americanos presos duplicou desde 1985.", "Usam drogas para financiar guerras em todo o mundo, as drogas são agora politica global. Dinheiro da droga é usado para influenciar eleições e treinar ditadores corporativos em todo o mundo".



Os Nirvana passavam musicas completas a repetir os mesmos versos, como: "a menina do papá, já não é uma menina", que ele "tem de sair de cima da Polly porque ela quer uma bolacha e um copo de água", "Ela deveria ter sido um filho" ou que ele disse que "a quer conhecer, a quer foder por dentro, porque ela é a Skinhead dele" e o supra-sumo dos Nirvana em que canta que "jura que não tem uma arma" mas como teoricamente deu um tiro na boca isto tem de ser uma mensagem. Os fãs acham que estas parvoíces são dignas de perder tempo a inventar significados profundos e filosóficos.

No entanto os System of a Down não são tão profundamente analisados pois nos seus shows dizem "e mais uma canção sobre nada" antes de tocarem um novo tema, mas ao prestarmos atenção ao tema, eles dizes coisas como "quando perdes a mente pequena, libertas a tua vida", "Por que é que os Presidentes nao lutam nas guerras? Por que é que mandam sempre os pobres?".


No entanto os System of a Down possuem uma letra polémica, pelo menos a parte do refrão do tema Toxicity do álbum com o mesmo nome em que os fãs discutem se o refrão começa por "No", "You", "Yo" ou até por "Hey", esclareci isto julgo que em 2004 num concerto em Coimbra, em que fui a uma sessão de autógrafos só para perguntar isto, o vocalista confirmou a minha teoria de que ele na verdade diz "New". No entanto não é o que aparece na grande maioria das transcrições da letra, mesmo nas oficiais. Aqui fica este refrão que com New como primeira palavra dá mais sentido aos versos como sendo em forma de questão à New World Order (Nova Ordem Mundial):

"New, how do you own the world? How do you own disorder? Disorder.
Now, somewhere between the sacred silence, Sacred silence and sleep.
Somewhere, between the sacred silence and sleep, disorder, disorder, disorder"
.

A questão que ele coloca é dirigida à Nova Ordem mundial, em que pergunta como é que são donos do mundo, como é que se pode ser dono da desordem e que se encontram algures entre o silencio sagrado (alusão às sociedades secretas que primam pelos segredos) e o sono (alusão ao sono profundo de indiferença da sociedade em geral).


Próximo texto: Parte 24 - Amor ou Psicopatia?