Não posso deixar esquecer o discurso do médico mais famoso da TV Americana no primeiro vídeo
deste texto, que aconselha a vacina mas diz que os seus filhos não serão vacinados porque, apesar de ele ser médico, a sua mulher não deixa (a sua mulher não é médica). Um homem que usou na TV uma técnica chamada de
"double speak" que consiste em dizer na mesma frase duas coisas que entram em contradição mas que na memória da maioria das pessoas fica unicamente a segunda parte da frase, isto quando disse:
"Ao vacinar algumas centenas milhões de pessoas, vai haver problemas, nunca saberemos se esses problemas estarão relacionados com a vacina". É lógico
que se a vacinação massiva causará problemas, esses problemas estão relacionados com a vacinação.
Mas há dúvidas?
E isto porque caso após caso de problemas pós vacinação, aparecem peritos, que ninguém conhece, a negar qualquer relação entre o caso e a vacina.
Mas nao é só nos EUA que há casos, é em todo o mundo.
Portugal:
Todos devem conhecer
o caso de Portalegre quando uma
mulher grávida de 8 meses perdeu o bebé após levar a vacina. Quer dizer, leva a vacina e no dia seguinte perde o bebé e afirmam não existir relação mesmo antes da autópsia? Isto é ciência equivalente aos
"peritos" que acusaram a senhora de quem falei
neste texto de criar a sua doença, unicamente vendo o vídeo dela na televisão. Isto não é ciência é brincar na areia atirando-a para os olhos de quem passa.
Agora a família está sob suspeita de negligencia.
Mas este caso não é único, 3 dias depois
aconteceu também na CUF com mais uma mãe vacinada e mais uma vez os
peritos dizem que
não há ligação com a vacina mas que só a autópsia o poderá confirmar. Então, se só a autópsia o poderá confirmar, como é que não há, à partida, relação com a vacina?
O resultado dessa
autópsia foi inconclusivo, se foi inconclusivo não se pode dizer que a vacina foi a responsável nem se pode dizer que a vacina não foi a responsável, mas como seria de esperar esta
morte foi considerada acidental e a DGS diz
não acreditar que vacina tenha sido a responsável
. Ora o facto de não acreditarem que tenha sido, não retira a possibilidade de ter sido, no entanto avançam com a propaganda dizendo:
"Vacinem os vossos filhos".
Agora, que garantias temos nós? Temos a garantia de que
a DGS não tem a certeza mas acredita que a vacina é segura... eu conheço quem acredite que o sexo anal é bom mas não é essa fé que me fará virar para Meca.
Apesar de a DGS simplesmente
acreditar, o Secretário de Estado Adjunto, um secretário que por acaso é do Estado,
afirma que vacina é segura... pois sim, quando eu era pequeno
uma empregada-a-dias, que por acaso era empregada lá de casa, dizia-me que comer cenouras fazia os olhos bonitos e eu fartei-me de as comer, e adivinhem... tenho uns olhos tão bonitos quanto os de qualquer outra pessoa.
O secretário trabalha para o Estado como a empregada trabalhava para mim, no entanto a ciência no que toca à saúde vai muito para além da formação de qualquer um deles.
Se nos vamos vacinar baseados nas certezas de um secretário, acho que isso diz muito sobre a nossa sanidade mental!
Adenda: Terceiro caso no prazo de uma semana com mais uma mulher a perder o feto no
Hospital de Leiria. Podem argumentar que só em Portugal estão a ocorrer estes casos com grávidas, mas é preciso saber que Portugal é o país Europeu que está mais avançado na vacinação. A maioria dos países Europeus ainda estão a vacinar os delegados de saúde e nem em todos os países essa vacinação é obrigatória. A Suécia começou recentemente pelos enfermeiros e idosos. A Alemanha ainda só disponibilizou a vacina ao público e irá começar pelas crianças. A Bélgica ainda nem sequer começou a vacinação.
Polónia:
Já falei aqui do caso da Polónia que é o único país da Europa que ainda não autorizou a vacinação indo contra as ordens da OMS. O
Primeiro-Ministro Polaco afirmou que
o seu país não irá adquirir vacinas não testadas sem que as farmacêuticas assumam responsabilidade pelos seus efeitos. Foi neste país que 21 sem abrigo foram pagos para testar a vacina H1N1 e de 350 vacinados 21 faleceram. Aqui houve crime já oficializado pois disseram aos sem abrigo que iriam vaciná-los contra a gripe sazonal e ainda por cima lhes davam dinheiro. Para um sem abrigo a protecção grátis contra a gripe e ainda dinheiro para uma sandes era o melhor de dois mundos. Esta noticia foi por várias vezes negada por diversos anónimos neste blogue por eu não fornecer o link, pois a página desta noticia estava fora de serviço. O jornal
Telegraph já recuperou a página e
aqui está ela.
É por isso que reafirmo que os comentários de anónimos que negam tudo à partida sem apresentar dados contrários devem ser completamente ignorados.
Suécia:
Estou a seguir com atenção o crescente problema na Suécia, onde todo o véu para manter as pessoas sem acesso à informação está a fazer com que este caso não seja noticiado internacionalmente, tal como o caso Português não chegou à Alemanha. O povo está a insurgir-se contra a vacina após
a quinta morte pós vacinação ter sido confirmada. O governo Sueco afirma que se pelo menos 80% da população não for vacinada poderão morrer
100 pessoas de H1N1, esta afirmação é outro motivo gerador de revolta visto que a gripe sazonal mata entre 2000 e 5000 pessoas todos os anos na Suécia. Além das 5 mortes há 350 casos de pessoas a sofrer de efeitos secundários após tomarem a
Pandemirx. É esta a vacina que contém os adjuvantes mais perigosos de entre a 7 criadas. Só encontrei a
noticia publicada em fonte segura em Sueco mas se duvidam dos meus conhecimentos de línguas Escandinavas quer sejam Norte-Germânicas ou Fino-Húngaras poderão tentar obter a vossa própria tradução, isto no caso de acharem que todos o sites privados que abordem este assunto são conspiracionistas mas existem imensos a falar deste assunto em Ingles.
Destas 5 mortes, os oficiais de saúde disseram:
“nenhuma destas mortes teve ligação confirmada com a vacina", argumento que já é conhecido de todos nós.
Há 3 mortes confirmadas de H1N1 contra 5 mortes após a vacinação. Poderiam argumentar que o vírus ainda não atacou com força e por isso só há 3 mortes, mas devem ficar calados pois a Suécia também não deu ainda inicio à vacinação massiva.
Alguns dos argumentos governamentais Suecos são:
“Há menos mercúrio na vacina do aquele que consomem em peixe contaminado”,
“Podem ficar doentes por causa da vacina mas é um risco que devem tomar para salvar quem poderá morrer deste vírus passado por vós, pois seria como se tivessem morto alguém”,
“O mercúrio não é perigoso e o Escaleno não é perigoso”. Esta última citação é uma ofensa à inteligência de qualquer pessoa!
Jan Liliemark do Instituto Sueco de controlo de doenças infecciosas (SMI), enrolou-se todo dizendo:
"Nada aponta para uma ligação. Vão haver mais mortes. Estamos em busca de um padrão que aponte para uma ligação". Não há dados que liguem as mortes à vacina mas certamente morrerá mais gente pós-vacinação?
Iain McGillivary avançou com um pedido junto da Organização Mundial de Saúde, ao abrigo do Acto de liberdade de informação que obriga qualquer instituição a revelar informação para fins noticiosos. Como resposta obteve as estatísticas mundiais da OMS no que toca à vacinação, de onde se concluía que: "de todos os casos conhecidos de efeitos secundários de todas as vacinas H1N1 a Pandemirx é responsável por 91% deles". É de salientar que a vacinação massiva ainda não começou, está unicamente a ser disponibilizada a vacina.
Quando se trata de um caso, aceita-se. Dois casos é coincidência mas a partir de 3 casos temos um problema que está a ser negado na nossa cara.
Ainda há dias um comentador disse-me que ao vacinar muita gente obviamente haverá efeitos secundários mas que não vê "novela" nenhuma na questão do vírus H1N1, eu sei que imensa gente não vê mas não podemos negar o problema devido à cegueira pessoal, mas em forma de resposta eu pergunto: Será que é preciso sermos nós as vitimas desses efeitos para vermos o problema?
Está mais do que na hora de deixarmos de pensar que o mal só acontece aos outros, pois para os outros os outros somos nós!