Um admirador "secreto" teve a amabilidade de enviar um E-mail a todos os meus seguidores e comentadores, uma espécie de "Presidente de um pseudo-clube de admiradores/as".
Tenho de referir que nunca nenhum idiota iria liderar qualquer grupo remotamente ligado a mim, e interpreto o E-mail viral com uma homenagem, em vida, à minha pessoa. Obrigado!
Chego a casa às 06:30 da manhã e encontro 32 E-mails iguais, com o mesmo conteúdo e só tenho de referir que achei hilariante a quantidade de trabalho a que algumas pessoas se sujeitam só para me homenagearem. Tempo a mais? Amor gay? Não sei... A pessoa em questão foi fácil de identificar e por motivos óbvios perdeu a possibilidade de comentar neste espaço.
Isto significa que estará isente da pagar o dízimo e que poderá ir adorar a-senhora-que-o-trouxe-ao-mundo-por-o-aborto-na-altura-ser-ilegal ou falar de mim aos 4 ventos que na verdade são as 4 paredes do manicómio ao qual chama lar.
Claro que de uma forma discreta essa pessoa terá a devida resposta brevemente, reposta não a esta atitude idiótica mas sim uma resposta a uma elaborada mas mal sustentada campanha de desinformação. Campanha essa que me despertou a curiosidade e que hoje esclareci.
Quero sublinhar mais uma vez, para não interpretarem o que escrevo como verdade absoluta, mas sim para duvidarem tanto do que eu digo, quanto do que a imprensa generalista vos alimenta à "colherada" audiovisual. Se duvidarem e se o assunto vos interessa poderão investigar e retirar a vossas própria conclusões.
Até lá divirtam-se tanto quanto toda esta dedicação por ódio de estimação me diverte.
A vida são dois dias e um já passou, no entanto o dia de hoje foi perdido por alguém a enviar centenas de mails sobre mim ;). Falta de vida social?
A série Veritas irá continuar e terminará dentro de 4 textos. Devido a um desenvolvimento muito importante sobre a vacina H1N1 esta série será interrompida por um texto. Esse texto terá como objectivo esclarecer que não há uma, mas sim duas vacinas (como seria de prever), poderá ser que tenha sido noticia em Portugal como foi aqui na Alemanha em alguns jornais da imprensa livre. Por isso, aconselho a lerem os jornais de Domingo, pois estou curioso para saber até que ponto esta noticia foi divulgada. Sublinho que há duas vacinas H1N1 prontas, brevemente (mais ou menos por volta da hora de jantar) terei dados sobre ambas, os seus nomes e suas diferenças.
Quanto ao mail em questão, o Fehrismo é uma doença que nada tem a ver comigo. Não é contagiosa, pois é loucura pessoal, uma espécie de amor de verão que não foi enterrado na areia pois o alvo quer esse amor enterrado no pacote. No entanto a minha heterossexualidade impede-me de entrar por esses caminhos, pois ao contrário de muitos, para mim: O facto de um cu ter cabelos, não faz dele uma cona... eu até nem gosto de pêlos!
Como esse mail marca até um encontro na Praça Dom Dinis (entrada Matemáticas), eu deixo um cheirinho universitário em forma de questão a esse menino:
E no cu? Não vai nada, nada, nada? Tudo!
Não vai nada, nada, nada? Tudo!
Este texto fez-me lembrar um comentário recente de Diego Maradonna. Ele de uma forma originalmente eloquente, expressou os seus mais honestos e profundos sentimentos dizendo:
CHUPAMELA!
Tenho de referir que nunca nenhum idiota iria liderar qualquer grupo remotamente ligado a mim, e interpreto o E-mail viral com uma homenagem, em vida, à minha pessoa. Obrigado!
Chego a casa às 06:30 da manhã e encontro 32 E-mails iguais, com o mesmo conteúdo e só tenho de referir que achei hilariante a quantidade de trabalho a que algumas pessoas se sujeitam só para me homenagearem. Tempo a mais? Amor gay? Não sei... A pessoa em questão foi fácil de identificar e por motivos óbvios perdeu a possibilidade de comentar neste espaço.
Isto significa que estará isente da pagar o dízimo e que poderá ir adorar a-senhora-que-o-trouxe-ao-mundo-por-o-aborto-na-altura-ser-ilegal ou falar de mim aos 4 ventos que na verdade são as 4 paredes do manicómio ao qual chama lar.
Claro que de uma forma discreta essa pessoa terá a devida resposta brevemente, reposta não a esta atitude idiótica mas sim uma resposta a uma elaborada mas mal sustentada campanha de desinformação. Campanha essa que me despertou a curiosidade e que hoje esclareci.
Quero sublinhar mais uma vez, para não interpretarem o que escrevo como verdade absoluta, mas sim para duvidarem tanto do que eu digo, quanto do que a imprensa generalista vos alimenta à "colherada" audiovisual. Se duvidarem e se o assunto vos interessa poderão investigar e retirar a vossas própria conclusões.
Até lá divirtam-se tanto quanto toda esta dedicação por ódio de estimação me diverte.
A vida são dois dias e um já passou, no entanto o dia de hoje foi perdido por alguém a enviar centenas de mails sobre mim ;). Falta de vida social?
A série Veritas irá continuar e terminará dentro de 4 textos. Devido a um desenvolvimento muito importante sobre a vacina H1N1 esta série será interrompida por um texto. Esse texto terá como objectivo esclarecer que não há uma, mas sim duas vacinas (como seria de prever), poderá ser que tenha sido noticia em Portugal como foi aqui na Alemanha em alguns jornais da imprensa livre. Por isso, aconselho a lerem os jornais de Domingo, pois estou curioso para saber até que ponto esta noticia foi divulgada. Sublinho que há duas vacinas H1N1 prontas, brevemente (mais ou menos por volta da hora de jantar) terei dados sobre ambas, os seus nomes e suas diferenças.
Quanto ao mail em questão, o Fehrismo é uma doença que nada tem a ver comigo. Não é contagiosa, pois é loucura pessoal, uma espécie de amor de verão que não foi enterrado na areia pois o alvo quer esse amor enterrado no pacote. No entanto a minha heterossexualidade impede-me de entrar por esses caminhos, pois ao contrário de muitos, para mim: O facto de um cu ter cabelos, não faz dele uma cona... eu até nem gosto de pêlos!
Como esse mail marca até um encontro na Praça Dom Dinis (entrada Matemáticas), eu deixo um cheirinho universitário em forma de questão a esse menino:
E no cu? Não vai nada, nada, nada? Tudo!
Não vai nada, nada, nada? Tudo!
Este texto fez-me lembrar um comentário recente de Diego Maradonna. Ele de uma forma originalmente eloquente, expressou os seus mais honestos e profundos sentimentos dizendo:
CHUPAMELA!









