Ser humano Versus Pessoa

"A policia actua por consentimento, um polícia policia com o consentimento da população, tal como é com esse consentimento que um Estado governa."


Percebem as repercussões legais desta frase? Sem consentimento não há policiamento, não há nada que a policia possa fazer, por isso quando um policia quer impor autoridade sobre alguém tem de ter o seu consentimento e isto é conseguido pela forma de contrato.

Como se estabelece um contrato com um policia? É simples, ele pede-vos a identificação e quando vocês a dão estão a fazer três coisas:
1- entram em contrato com ele, reconhecem a sua autoridade sobre vocês.
2- abdicam da qualidade seres humanos, passando a ser pessoas legais sob a sua jurisdição.
3- Uma conversa entre dois seres humanos, passa a ser uma conversa entre autoridade e súbdito.

A partir deste momento, ele tem autoridade e não há mais nada que possam fazer, pois ao entrar em contrato com ele mostrando o vosso BI, vocês abdicaram temporariamente da vossa condição de seres humanos e passaram a ser pessoas. É por isso que vos é pedida a identificação sempre, pois é o reconhecimento da autoridade do senhor com a roupa estranha.
Ora nós não somos pessoas, nós somos seres humanos, mas todos nós temos uma pessoa, essa pessoa é a pessoa legal sobre a qual o estado exerce poder, que não exerce sobre o ser humano. Daí haver a necessidade do ser humano abdicar da sua liberdade colocando-se na condição de pessoa.


Nós nascemos como seres humanos livres, e no caso da minha geração, aos 9/10 anos de idade fomos "raptados" em excursão escolar a um registo civil para preencher um contrato com o governo que em troca nos tornou pessoas. O contrato foi estabelecido ao entregarmos um requerimento de documentação estatal e em troca recebemos algo que nos coloca na posição de súbditos. Desde o momento que obtemos documentação emitida pelo estado, a sua apresentação serve sempre de contrato, onde deixa de ser necessário assinar um documento, basta perante um policia, tribunal, ou qualquer instituição apresentar o BI e estamos a dar-nos como pessoas legais súbditas do Estado, prescindindo temporariamente da condição livre de seres humanos.

polícia
s. f.
1. Ordem e regulamentos estabelecidos numa localidade ou nação.
2. Força pública encarregada de manter estas leis e disposições.
3. Civilização, cultura de costumes.
s. 2 gén.
4. Indivíduo pertencente à corporação policial.

O policia na verdade não é a autoridade, por mais que um policia acredite ou o diga que é. A policia não impõe a lei pois não o pode fazer, é o dever do cidadão cumprir a lei. O trabalho do policia é fazer cumprir a lei, algo que eles se esquecem convenientemente.
É por isto que não se aprende lei na escola, pois desta forma seremos mais fáceis de controlar e levados a acreditar que um policia sabe a lei e que temos de lhe obedecer. Não sabe, só temos de obedecer à lei, pois um policia nem sequer sabe os limites do seu desempenho profissional. Isto é um problema mundial e também uma vergonha nacional com violações da lei todos os dias cometidas pela policia Portuguesa, que a par da Inglesa são, na Europa, as responsáveis por mais interpretações pessoais da lei por ignorância, incompetência ou pura maldade.



policiar -
v. tr.
1. Vigiar pela boa ordem ou tranquilidade.
2. Zelar.
3. Fig. Civilizar.

Quando vão na rua e um policia vos pára para falar, ele tem esse direito. Ele pode parar-vos e falar mas não é um policia e vocês não são uma pessoa, ele falará na condição de ser humano para com outro ser humano, ele é neste momento um ser humano com um fato de carnaval. Um fato que não lhe dá poder, mas que serve para que o povo que lhe pode dar poder o identifique e só lhe dará poder por consentimento.
Se ele vos pede o BI, vocês não o podem negar, mas não são obrigados a mostrar (excepto se forem a conduzir). Isto significa que como seres humanos vocês estão a interagir em diálogo, são iguais, mas quando lhes mostramos o BI ele passa a ter poder sobre nós pois nós reconhecemos o poder dele quando por consentimento sob a forma de contrato lhe damos autoridade sobre a nossa pessoa. Não podemos nem devemos negar mostrar o BI, mas podemos dizer que não o queremos mostrar pois não estamos interessados em entrar em contrato com ele, por isso devem perguntar "Sob que autoridade me pede identificação?". Se o policia argumenta que como policia o pode fazer, ele está certo pois um policia é um ser humano e pode pedir qualquer coisa tal como vocês podem, mas aqui entra uma outra pergunta, "isso é um pedido ou uma ordem?", se ele responde que é um pedido, vocês não precisam de aceder a ele, mas se ele disser que é uma ordem ele estará a violar a lei, pois a lei não lhe dá essa autoridade. A autoridade conferida a um policia para vos pedir identificação está na lei, ou seja vocês precisam de ter quebrado a lei, ou haver suspeita de que o fizeram ou estão para fazer, sem isso batatas, o policia pode pedir o vosso BI, mas vocês não precisam de o mostrar.

Andar com o BI é obrigatório? NÃO! Não é nem pode ser, nem nunca na puta da vida isso seria possível. Conduzir sim, só pessoas o podem fazer. Só uma pessoa precisa de andar identificada... Até lá somos seres humanos, livres. No entanto as barreiras criadas às coisas mais simples como: ter conta num banco, entrar para a escola, viajar, etc, etc foram genialmente ligadas à identificação emitida pelo Estado, tornando-nos dependentes dela. No entanto a necessidade de ter uma pessoa, não nos torna pessoas a tempo inteiro.


Há 3 estados de consciência, somos livres, estamos a lutar pela nossa liberdade, ou não queremos saber disso. Mas acho que é importante todos e cada um de nós, de vez em quando lembrar os agentes da autoridade de que são unicamente agentes da autoridade e a autoridade é quem tem o poder, quem consente que eles existam, as pessoas que eles juram proteger quando se tornam policias, só para dias depois cagarem nesse juramento lembrando outro que realizam para com o Estado, passando servi-lo muitas vezes contra o povo.

A questão dos abusos diários da autoridade começa aqui, por não se saber que direitos temos, por acreditarmos que somos pessoas, um termo que é gravado nas nossas mentes a ferros quentes e que não passa de uma cortina de fumo para nos impedir de vermos quem somos. Somos livres, somos seres humanos e nenhum ser humano tem autoridade sobre outro. O que acontece é haver pessoas com autoridade sobre outras, mas para isso tem de haver um contrato.
Mas na verdade, argumentar com um policia requer tempo e hoje em dia ninguém quer despender de tempo, mesmo que seja para impor os seus direitos, por isso de dia para dia temos cada vez menos. É por isto que a frase com que dei inicio ao texto poder ser mudada para:

"A policia abusa da autoridade por consentimento, um polícia viola a lei com o consentimento da população, tal como é com esse consentimento que um Estado nos priva de direitos."

Nota: deixo-vos um vídeo de um Anglo-Brasileiro que demonstra com protestar e como lidar educadamente com a policia. Este vídeo mostra que há muitos policias que agem como seres humanos e sabem os seus limites, e outros perante as câmaras demonstram não saber nada de lei:


Henrique Raposo

Henrique Raposo é um senhor que me parece sofrer de perturbações mentais, a quem o jornal o Expresso deu trabalho não remunerado ao abrigo de um programa de inserção de bestas na sociedade. Ele regurgita palavras de outras pessoas numa espécie de blogue. Contribuiu para o abate de mais algumas árvores, sem que o resultado final o justificasse, quando publicou "A Caipirinha de Aron - Crónicas de um Liberal Triste", não sei se ele é ou não liberal, mas tenho a certeza que é um triste. Recentemente ele escreveu uma coisa à qual deu o nome de Três 'Portugais' à qual eu respondi em comentário e estive para responder também aqui, mas devido à falta de cultura e intelecto que caracteriza os emigrantes, eu quando decidi deixar Portugal deixei toda a minha inteligência lá. Agora resta saber o que aconteceu à inteligência de Henrique Raposo visto que ele não emigrou.

Em vez de lhe responder, deixo que seja uma senhora a fazê-lo, e irei transcrever aqui o texto que ela publicou no jornal europeu Portugal Post:

"A minha "fanfarrona bomba de matrícula amarela" e eu

Causou grande consternação um artigo de opinião recentemente publicado no semanário português Expresso, que tentou o feito inédito de ofender de uma assentada cinco milhões de emigrantes. Digo tentou porque a meu ver só se ofende quem quer ser ofendido. Mas espanta-me a consternação. É possível que seja novidade para alguém que uma grande parte da população portuguesa continua a achar que os emigrante são cidadãos de segunda? Depois da forma como nos tratam há anos os sucessivos governos, os políticos que supostamente nos representam, as entidades pagas para nos assistirem, foi preciso um rapazote qualquer debitar meia dúzia de bacoradas num jornal às moscas por causa da "silly season" para nos apercebermos da consideração que nos têm na pátria?

Pessoalmente acho bastante mais assustador e significativo que um licenciado em História contemporânea tenha tão poucos conhecimentos da História do seu país. Não vou tecer considerações sobre a instituição que o formou. Não sei se é uma daquelas "universidades" que proliferam no Portugal moderníssimo, criadas expressamente para garantir um canudo a troco de muito dinheiro e pouco talento a quem tenha paizinhos em condições financeiras.
Se calhar também as universidades portuguesas ditas sérias preferem calar algumas realidades mais incomodas. Por exemplo, a de que os emigrantes, pelo menos os da Europa, pagam duplamente pela modernização de Portugal nos últimos 50 anos:através dos impostos e contribuições nos países que trabalham, que são a base dos fundos estruturais europeus, que, por sua vez deram a Portugal tantos e tão bonitos estádios e autoestradas vazios. Isto porque os políticos portugueses ligeiramente atrasados em relação ao que se sabe serem as prioridades para um país apostado no desenvolvimento, acham que investir no futebol e nos automóveis para todos faz mais sentido do que construir um sistema de ensino e formação ao nível europeu. Os resultados estão à vista.

Confesso que pertenço ao numero de emigrantes que, todos os anos, no verão, "invade" a pátria, se bem que não montada "na minha fanfarrona bomba de matricula amarela". Primeiro, porque não me parece que isso descreva correctamente o meu VW Golf. Segundo, porque não me apetece levar a viatura para Portugal, país onde a miséria ainda é tanta que qualquer carro com matricula estrangeira se arrisca a ser assaltado por quem acha que os emigrantes guardam sempre as sua poupanças da vida de baixo do assento do condutor. Prefiro deixar o meu carrinho abandonado durante quatro semanas à porta de casa na Europa, porque não tenho garagem, nem preciso, num país civilizado onde em 30 anos não sofri um único arrombo. E terceiro, porque guiar nas estradas Portuguesas é mais ou menos como guiar no Cairo: só para quem procura aventuras de alto risco. O atraso de Portugal em relação à Europa no desenvolvimento do mais rudimentar civismo faz-se notar com particular ferocidade na forma como os portugueses guiam.

Mas não só. A nós os emigrantes de "modos rurais" todos os anos nos choca de novo a dimensão do atraso, que tentamos depois esquecer entre Setembro e Julho: o lixo nas ruas, nas matas e nas praias. Os carros estacionados em cima dos passeios que obrigam mães com filhos a arriscar a vida quando andam nas cidades. As cuspidelas para o chão. A prepotência da policia. A corrupção a todos os níveis da sociedade. O colapso total da justiça. As televisões que tratam os telespectadores como atrasados mentais. Mas como é o nosso país, encontramos mil desculpas: "... a Democracia não se faz em 20, 25, 30, 35 anos", "... mas tem bacalhau e pastéis de nata", "... as praias são lindas" (e mortíferas por causa dos crimes que cometem contra a ecologia). E por aí fora. Como é só para as férias, aguenta-se bem. Desde que não nos caia uma falésia em cima. Mas muitas vezes nos perguntamos: como é que "eles" aguentam? "Eles" são, claro, os 10 milhões que ficaram.

Como é sabido, a esperança é a última a morrer. E assim nós os emigrantes continuamos alegremente a enviar dinheiro, a investir em Portugal, a passar lá a férias e a contribuir para os fundos estruturais, porque estamos convencidos - muito mais do que os que lá vivem - que um belo dia Portugal há-de começar a recuperar deste atraso enorme que leva em relação à Europa onde nós vivemos. Com um bocadinho de sorte, será um processo que até incluirá a imprensa, que poderá então apostar mais na informação feita por profissionais pagos e menos na opinião com que agora enche as páginas porque é de graça, para não dizer gratuita. E quando publicar uma opinião, será com comentaristas com coisas inteligentes para dizer."

--Cristina Krippahl

A opinião desta senhora, não espelha na totalidade a minha, mas a opinião deste senhor nem sequer me identifica como sendo do mesmo planeta que ele.
Já por diversas vezes critiquei Portugal, com o direito que tenho por ser Português, bem como pela minha experiência em Portugal. Já muitas vezes critiquei os imigrantes, com direito que tenho por ser um deles e por conhecer a realidade emigrante. Mas de maneira alguma, poderia aceitar que a nacionalidade de um Português seja colocada em causa tendo em conta a sua morada e a escolha de destino de férias. As criticas aos emigrantes só são descabidas quando atingem o todo. Se todos os emigrantes são incultos, o que me leva a pensar que qualquer Português tem mais capacidades intelectuais do que eu, e se isso for verdade acabamos por colocar em causa a competência dos Portugueses pois sendo assim Portugal deveria ser o país mais evoluído e rico da Europa.
Os incultos estão em todo o lado, um deles até escreve no Expresso opiniões que não lembrariam ao mais bronco dos broncos, o que prova que a cultura não é sinónimo de ter um canudo, pois ouvi dizer que este bronco até é licenciado em História.

Henrique Raposo diz que vê três "Portugais", se assim for, deverá deixar as drogas pois Portugal é só um e não é teu, é nosso!

A Vacina H1N1 está pronta

"Eu não tomaria a vacina H1N1 pelo simples risco do síndroma GBS"
-- Neurologista Britânico

Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é o síndroma de Guillian-Barre, o síndroma que matou e incapacitou centenas da Americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979 com 500 casos confirmados deste síndroma, a vacina foi retirada do mercado 10 dias depois após vacinarem 48 milhoes de pessoas, tendo feito mais vitimas que o vírus H1N1. Este síndroma ataca directamente o sistema nervoso causando problemas de respiração, paralisia e até a morte.


Esta gripe é comparada à gripe Espanhola de 1919 que matou mais de 20 milhões de pessoas. A gripe Espanhola é falada referindo o numero de mortes e não o numero de contaminados. A percentagem de morte foi de 2,5% o que significa que 97,5% dos contaminados recuperaram. A actual gripe A tem uma mortalidade de 0,05, o que significa que 99,95% dos contaminados recuperam. Isto significa que não há necessidade de arriscar os efeitos secundários de uma vacinação.

Sabiam que a gripe Espanhola apareceu nos EUA após um programa de vacinação e que os únicos países não afectados foram os que não usaram essa vacina (info)?

Sabiam que o primeiro efeito da vacina da gripe sazonal é apanhar uma ligeira gripe? Qual será o efeito da nova vacina H1N1?

Sabiam que a primeira vacina há 150 anos para combater a Rubéola desencadeou uma epidemia que matou centenas de milhares de pessoas?

Sabiam que a organização mundial de saúde pode depor governos de 194 países do mundo por forma a impor uma vacinação pela força em caso de recusa popular?

Os testes da vacina H1N1 já começaram nos EUA, mas não são testes em laboratórios, são testes em humanos onde as crianças estão a ser vacinas em casos específicos:
1- Com conhecimento dos pais: Quando os pais dão os filhos como voluntários para vacinação.
2- Sem o conhecimento dos pais: Quando autorizam a entrada dos filhos em desportos escolares, assinando autorizações sem as ler. Essas autorizações referem a vacinação teste como obrigatória.

Inglaterra recebeu já 200,000 doses para começarem a testar na população e nos humanos não há sociedades que nos protejam de testes médicos, como fazem aos animais.
Apesar de a gripe Suína em Inglaterra ter morto unicamente 5% em relação às que morrem de gripe normal, a vacina contra a gripe suína será obrigatória, a vacina normal não!
Ora se fosse para nos ajudar, tornariam a vacina normal obrigatória e não a Suína.



Nos EUA a loucura começou... Em alguns estados como Maryland, a vacina é obrigatória a todas as crianças, qualquer criança não vacinada não poderá frequentar a escola. Qualquer pai que se recuse a vacinar os seus filho, poderá ser preso por atentado contra a saúde pública. Mas em Massachusetts, quem recusar a vacina irá ser multado até 1.000 dólares por dia e em desobediência continuada será detido por 30 dias e vacinado compulsivamente.

Vocês podem recusar a vacina, mesmo que o estado a torne obrigatória. O Estado tal como a policia existem e actuam por consentimento, a população tem de consentir por forma a dar-lhe o poder. Não consintam, pacificamente digam NÃO se acham que o devem dizer.

Não há perigo, hoje afirmo-o. Se houvesse perigo da mistura entre o vírus da gripe suína e o vírus da gripe normal, teriam morrido milhões no hemisfério sul, sim pois o inverno está a acabar lá. Liguem a TV, alguém fala disso? Alguém vos diz que não existiram mortes fora do normal? No hemisfério sul nada aconteceu, tal como nada acontecerá aqui, mas a vacina tem efeitos secundários que podem até matar.
O inverno deles tem os mesmos efeitos que o nosso e os dados vindos de lá, apontam para um numero normal de mortes quer da gripe sazonal quer da gripe suína.

Vale a pena arriscar a saúde e a vida por causa de 0,05% de chances de contaminação mortal por H1N1? Façam as vossas contas!

Adenda: O link info estava quebrado, mas foi reposto.