Este texto será a transcrição de um discurso que assinou a sentença de morte do último Presidente que disse a verdade e que tentou acordar o povo.
John F. Kennedy, apesar de ser um Kennedy, uma das 13 famílias de topo dos Illuminati e por conhecer o organização e as intenções, em 1961 dirigiu-se ao povo Americano para expor os planos da nova ordem mundial. Por este discurso ele foi morto e o povo voltou a adormecer.
Este é sem margem para dúvidas o melhor e mais honesto discurso, alguma vez proferido por o líder de um país. Uma mensagem perigosa, sincera, honesta que caiu nos esquecimento após o seu assassinato.
John F. Kennedy, apesar de ser um Kennedy, uma das 13 famílias de topo dos Illuminati e por conhecer o organização e as intenções, em 1961 dirigiu-se ao povo Americano para expor os planos da nova ordem mundial. Por este discurso ele foi morto e o povo voltou a adormecer.
Este é sem margem para dúvidas o melhor e mais honesto discurso, alguma vez proferido por o líder de um país. Uma mensagem perigosa, sincera, honesta que caiu nos esquecimento após o seu assassinato.
"Senhoras e Senhores,
a palavra "secreto" é repugnante numa sociedade livre e aberta; e nós como um povo por herança e historicamente opositores a sociedades secretas, a juramentos secretos e a procedimentos secretos, decidimos há muito que os perigos de excessiva e não mandatada ocultação de factos pertinentes ultrapassam em muito os perigos que são citados para a justificar. Hoje em dia, há pouca valorização de uma oposição à ameaça de uma sociedade fechada, imitando a suas restrições arbitrárias. Hoje em dia, é dado pouco valor ao assegurar da sobrevivência da nossa nação se as nossas tradições não sobreviverem com ela. Existe o perigo que uma anunciada necessidade de aumento de segurança a ser usada por aqueles ansiosos a expandir o seu significado até aos limites da censura oficial e à ocultação.
Isso eu não tenciono permitir até à extensão das minhas possibilidades. Nenhum oficial da minha administração, quer seja de alto ou baixo escalão, civil ou militar, deverá interpretar as minhas palavras esta noite como um desculpa para censurar as noticias, instigar revolta, esconder os nossos erros, e negar à imprensa e ao público os factos que eles merecem conhecer.
Pois somos opostos em todo o mundo por uma monolítica e impiedosa conspiração que assenta em meios ocultos de forma a expandir a sua esfera de influencia; infiltrando-se em vez de invadir, subversão em vez de eleição, intimidação em vez de liberdade de escolha, por guerrilhas nocturnas em vez de exércitos diurnos. É um sistema que engloba vastos recursos humanos e materiais na construção de uma rede apertada, uma extremamente eficiente máquina que combina militar, diplomacia, informação, economia, ciência e operações politicas.
Os seus planos são escondidos, não publicados. Os seus erros enterrados e não publicitados. Os seus desertores são silenciados e não louvados. Nenhum meio é questionado, nenhum rumor imprimido, nenhum segredo revelado.
Nenhum presidente deve temer o escrutínio publico. Pois desse escrutínio vem o entendimento; e desse entendimento vem o apoio ou oposição. Ambos são necessários. Eu não peço ao jornais para apoiarem uma administração, mas peço a vossa ajuda na tarefa tremenda de informar e alertar o povo Americano. Pois tenho completa confiança na resposta e dedicação dos nossos cidadãos quando estão devidamente informados.
Eu não só poderia incentivar controvérsia entre os vossos leitores, eu desejo-a. Esta administração pretende ser clara nos seus erros; como um sábio uma vez disse: "Um erro só se torna errado quando nos recusamos a corrigi-lo." Nós tencionamos aceitar a responsabilidade pelos nossos erros; e esperamos que vocês nos apontem esses mesmo erros, se não o fizermos.
Sem debate, sem critica, nenhuma Administração e nenhum país poderá ter sucesso, e nenhuma republica poderá sobreviver. Foi por isso que Solon, um jurista Ateniense, decretou ser crime a inibição de qualquer cidadão à controvérsia. E é por isso que a nossa imprensa foi protegida na primeira Emenda - o único negócio na América especificamente protegido pela constituição - não para ter a função primária de agradar e entreter, não para salientar o trivial e sentimental, não para simplificar "dar ao público o que ele quer" - mas para informar, estimular, reflectir, especificar os nossos perigos e as nossas oportunidades, indicar as nossas crises e as nossas escolhas, liderar, moldar educando e por vezes até irritar a opinião pública.
Isto significa mais cobertura e análise de noticias internacionais, pois já não é longe e estranho mas próximo e à mão. Isto significa mais atenção ao melhoramento da compreensão das noticias bem como um melhoramento das transmissões. E significa, finalmente, que um governo a todos os níveis, deve responder à sua obrigação de fornecer-vos com toda a informação o mais completa possível até aos limites da segurança nacional.
É a imprensa - o gravador das acções humanas, o guardião da sua consciência, o correio das sua noticias - que procuramos fortalecer e assistir, confiantes de que com a nossa ajuda, o homem poderá ser o que nasceu para ser: Livre e independente."
John F. Kennedy, 1961
a palavra "secreto" é repugnante numa sociedade livre e aberta; e nós como um povo por herança e historicamente opositores a sociedades secretas, a juramentos secretos e a procedimentos secretos, decidimos há muito que os perigos de excessiva e não mandatada ocultação de factos pertinentes ultrapassam em muito os perigos que são citados para a justificar. Hoje em dia, há pouca valorização de uma oposição à ameaça de uma sociedade fechada, imitando a suas restrições arbitrárias. Hoje em dia, é dado pouco valor ao assegurar da sobrevivência da nossa nação se as nossas tradições não sobreviverem com ela. Existe o perigo que uma anunciada necessidade de aumento de segurança a ser usada por aqueles ansiosos a expandir o seu significado até aos limites da censura oficial e à ocultação.
Isso eu não tenciono permitir até à extensão das minhas possibilidades. Nenhum oficial da minha administração, quer seja de alto ou baixo escalão, civil ou militar, deverá interpretar as minhas palavras esta noite como um desculpa para censurar as noticias, instigar revolta, esconder os nossos erros, e negar à imprensa e ao público os factos que eles merecem conhecer.
Pois somos opostos em todo o mundo por uma monolítica e impiedosa conspiração que assenta em meios ocultos de forma a expandir a sua esfera de influencia; infiltrando-se em vez de invadir, subversão em vez de eleição, intimidação em vez de liberdade de escolha, por guerrilhas nocturnas em vez de exércitos diurnos. É um sistema que engloba vastos recursos humanos e materiais na construção de uma rede apertada, uma extremamente eficiente máquina que combina militar, diplomacia, informação, economia, ciência e operações politicas.
Os seus planos são escondidos, não publicados. Os seus erros enterrados e não publicitados. Os seus desertores são silenciados e não louvados. Nenhum meio é questionado, nenhum rumor imprimido, nenhum segredo revelado.
Nenhum presidente deve temer o escrutínio publico. Pois desse escrutínio vem o entendimento; e desse entendimento vem o apoio ou oposição. Ambos são necessários. Eu não peço ao jornais para apoiarem uma administração, mas peço a vossa ajuda na tarefa tremenda de informar e alertar o povo Americano. Pois tenho completa confiança na resposta e dedicação dos nossos cidadãos quando estão devidamente informados.
Eu não só poderia incentivar controvérsia entre os vossos leitores, eu desejo-a. Esta administração pretende ser clara nos seus erros; como um sábio uma vez disse: "Um erro só se torna errado quando nos recusamos a corrigi-lo." Nós tencionamos aceitar a responsabilidade pelos nossos erros; e esperamos que vocês nos apontem esses mesmo erros, se não o fizermos.
Sem debate, sem critica, nenhuma Administração e nenhum país poderá ter sucesso, e nenhuma republica poderá sobreviver. Foi por isso que Solon, um jurista Ateniense, decretou ser crime a inibição de qualquer cidadão à controvérsia. E é por isso que a nossa imprensa foi protegida na primeira Emenda - o único negócio na América especificamente protegido pela constituição - não para ter a função primária de agradar e entreter, não para salientar o trivial e sentimental, não para simplificar "dar ao público o que ele quer" - mas para informar, estimular, reflectir, especificar os nossos perigos e as nossas oportunidades, indicar as nossas crises e as nossas escolhas, liderar, moldar educando e por vezes até irritar a opinião pública.
Isto significa mais cobertura e análise de noticias internacionais, pois já não é longe e estranho mas próximo e à mão. Isto significa mais atenção ao melhoramento da compreensão das noticias bem como um melhoramento das transmissões. E significa, finalmente, que um governo a todos os níveis, deve responder à sua obrigação de fornecer-vos com toda a informação o mais completa possível até aos limites da segurança nacional.
É a imprensa - o gravador das acções humanas, o guardião da sua consciência, o correio das sua noticias - que procuramos fortalecer e assistir, confiantes de que com a nossa ajuda, o homem poderá ser o que nasceu para ser: Livre e independente."
John F. Kennedy, 1961
Palavras proferidas em 1961 que hoje podemos confirmar como uma realidade e podemos também ter uma vaga ideia de um plano que está a ser orquestrado há mais de 233, anos desde a formação dos Illuminati.
A conspiração é real e Kennedy morreu por a expor.
A conspiração é real e Kennedy morreu por a expor.
