Segunda-Feira 6 de Outubro de 2008, será o dia que vou realizar a primeira parte de um sonho, para o qual me ando a preparar há quase 10 anos.
Parto dentro de minutos para um fim-se-semana, onde irei fazer duas dúzias de saltos de paraquedas, com vista a efectuar um salto a mais dos 2.000 necessários no meu brevet, que me irao permitir, obter a licença para realizar a primeira parte do meu sonho. O Base Jump.
No dia 6, com inicio às 06:00 da manha irei realizar os meus primeiros 6 saltos, o dia, hora e numero de saltos fazem um curioso, 666.
O Base Jumping, consiste em saltar de prédios, antenas e pontes (nos países em que isso for legal, pois regra geral dá prisão), mas acima de tudo é saltar de montanhas, assim:
Já sinto o mesmo nervoso miudinho que senti no meu primeiro salto aos 21 anos, quando coloquei a cabeça fora do avião, mas aqui o risco é real, pois o tempo que tenho para hesitar é mínimo, não havendo hipótese de usar o paraquedas de reserva.
No entanto o salto final que completará o meu sonho, só acontecerá em Dezembro, pois preciso durante o mês de Novembro de mais uns saltos de montanha, para me familiarizar com o novo equipamento e método de salto.
Em Dezembro partirei uma semana para a Noruega onde, após uns treinos finais de salto de montanha, com experts, poderei finalmente voar, decidindo em segundos o momento em que devo parar a queda. Descendo uma montanha em voo, com fato de asas, assim:
O Base Jump, pode parecer mais difícil, mais perigoso, mas na verdade não o é. Pois ao saltar afastamo-nos o mais possível da montanha. O perigo é muito maior no salto do segundo vídeo, pois a velocidade é muito superior, o objectivo é buscar a proximidade da montanha de maneira a evitar os ventos fortes, a margem de erro não existe e aquele equipamento faz o paraquedista acreditar que vai mais lento do que a sua real velocidade, levando muitos a pensar que é possível aterrar de uma forma segura, sem abrir o paraquedas. Muitos tentaram...
Como eu não acredito que o homem possa voar, não acho que isso me vá afectar.
Este é o meu sonho.
A vida é feita de sonhos e devemos sempre lutar por eles. Na minha opinião não há nada que se compare ao momento em realizamos um e eu estou agora tão perto de realiza-lo, que até sinto o estômago apertado de nervosismo ao ponto de me dar vómitos.
O maior problema dos sonhos, é que assim que se realiza um, aparece outro, espero que sejam mais terrestres.
Um sonho é um sonho independentemente de poder parecer um sonho parvo para muitos, para mim é algo que desejo, onde o risco é obviamente considerado e as devidas precauções tomadas.
Se consideram o paraquedismo sexo com os Deuses, este tipo de saltos deve ser sexo com E.T.'s... só espero não engravidar um...
Nota: O Base Jump é ilegal em muitos países, devido a "paraquedistas" irresponsáveis sem a experiência ou autorizações necessárias para o efeito. Existem regras a cumprir de maneira a salvaguardar a integridade dos atletas, de terceiros bem como o respeito pelas leis de cada país. Regras que podem ser consultadas no site da associação a que pertenço BASE Germany. O segredo está em conhecer os nossos limites antes de os ultrapassar e isso, consegue-se respeitando regras, com treinos e introspecção.
Parto dentro de minutos para um fim-se-semana, onde irei fazer duas dúzias de saltos de paraquedas, com vista a efectuar um salto a mais dos 2.000 necessários no meu brevet, que me irao permitir, obter a licença para realizar a primeira parte do meu sonho. O Base Jump.
No dia 6, com inicio às 06:00 da manha irei realizar os meus primeiros 6 saltos, o dia, hora e numero de saltos fazem um curioso, 666.
O Base Jumping, consiste em saltar de prédios, antenas e pontes (nos países em que isso for legal, pois regra geral dá prisão), mas acima de tudo é saltar de montanhas, assim:
Já sinto o mesmo nervoso miudinho que senti no meu primeiro salto aos 21 anos, quando coloquei a cabeça fora do avião, mas aqui o risco é real, pois o tempo que tenho para hesitar é mínimo, não havendo hipótese de usar o paraquedas de reserva.
No entanto o salto final que completará o meu sonho, só acontecerá em Dezembro, pois preciso durante o mês de Novembro de mais uns saltos de montanha, para me familiarizar com o novo equipamento e método de salto.
Em Dezembro partirei uma semana para a Noruega onde, após uns treinos finais de salto de montanha, com experts, poderei finalmente voar, decidindo em segundos o momento em que devo parar a queda. Descendo uma montanha em voo, com fato de asas, assim:
O Base Jump, pode parecer mais difícil, mais perigoso, mas na verdade não o é. Pois ao saltar afastamo-nos o mais possível da montanha. O perigo é muito maior no salto do segundo vídeo, pois a velocidade é muito superior, o objectivo é buscar a proximidade da montanha de maneira a evitar os ventos fortes, a margem de erro não existe e aquele equipamento faz o paraquedista acreditar que vai mais lento do que a sua real velocidade, levando muitos a pensar que é possível aterrar de uma forma segura, sem abrir o paraquedas. Muitos tentaram...
Como eu não acredito que o homem possa voar, não acho que isso me vá afectar.
Este é o meu sonho.
A vida é feita de sonhos e devemos sempre lutar por eles. Na minha opinião não há nada que se compare ao momento em realizamos um e eu estou agora tão perto de realiza-lo, que até sinto o estômago apertado de nervosismo ao ponto de me dar vómitos.
O maior problema dos sonhos, é que assim que se realiza um, aparece outro, espero que sejam mais terrestres.
Um sonho é um sonho independentemente de poder parecer um sonho parvo para muitos, para mim é algo que desejo, onde o risco é obviamente considerado e as devidas precauções tomadas.
Se consideram o paraquedismo sexo com os Deuses, este tipo de saltos deve ser sexo com E.T.'s... só espero não engravidar um...
Nota: O Base Jump é ilegal em muitos países, devido a "paraquedistas" irresponsáveis sem a experiência ou autorizações necessárias para o efeito. Existem regras a cumprir de maneira a salvaguardar a integridade dos atletas, de terceiros bem como o respeito pelas leis de cada país. Regras que podem ser consultadas no site da associação a que pertenço BASE Germany. O segredo está em conhecer os nossos limites antes de os ultrapassar e isso, consegue-se respeitando regras, com treinos e introspecção.
