Muito perturbante!

Graças ao comentário da Senhora Dona Foi Bom, encontrei algo de muito perturbante.

Ainda sobre o meu texto anterior.
Ora, se os radicais de esquerda consideram a roupa da marca Thor Steinar como roupa de Neo-Nazis... Vejam este casaco:



Reparem na etiqueta dele!

Agora vejam a seguinte imagem:




AHHHHHHHHHHHHH, os escoteiros são SkinHeads.

Bloco de Esquerda, já para a rua atacar esses Neo-Nazis que ajudam velhinhas!

Diz-me o que vestes!


Roupa. Nada mais do que uns tecidos de uma marca nórdica, estão no centro de confrontos com a policia em Hamburgo, depois de confrontos no Luxemburgo e em Berlim.

No centro da cidade de Hamburgo, num grande centro comercial, foi aberta uma loja de roupa, que representa a marca "Thor Steinar". Uma marca de roupa casual desportiva, com influencia viking e Celta.
Militantes de esquerda radical, atacaram a loja. Militantes Alemães equivalentes ao BE Português. Ou seja, idiotas desocupados, sem motivações politicas, sob o efeito de haxixe, com carências no que toca a higiene pessoal.

O ideia deles é, "ou a loja fecha, ou vamos destruí-la".

O motivo?
É simples, parece que os Neo-Nazis gostam de usar essa marca. Por os Neo-Nazis serem mauzinhos e também usarem roupas, a loja tem de fechar ou ser destruída. Estes radicais de esquerda acham que os Neo-Nazis devem de andar nus.

Bolas, eu vejo por aqui Nazis com jeans Lévis. Vamos JÁ partir a Lévis toda.

Pois é. Os Skins são maus, são arruaceiros, no entanto os militantes de esquerda, atacam lojas, forçando a brigada de intervenção a escoltar a loja e os seus clientes dia e noite.
As lojas vizinhas, acham que aquela loja, deve ser fechada, pois será um ponto de encontro de SkinHeads. Mas esta gente pensa? Desde de quando é que a malta se encontra em lojas de roupa?

"Hey men, vamos beber uns copos esta noite?"
"Yah"
"Então encontramo-nos no pronto a vestir, aproveito e compro um casaco"

Muito bem, se toda a gente que veste "Thor Steinar" é SkinHead, então eu também sou e nunca recebi o aviso em casa, pois tenho alguns artigos da marca. Se, o facto de usar estas roupas, dá o direito a um radical de esquerda me atacar, então eu vou partir a tromba, a toda a gente que eu vir na rua com uma T-shirt do Che Guevara. Direitos iguais!

Só falta o BE fazer o mesmo em Portugal e ir atacar a "Soldiers" no chiado ou a "Hooligan" no Portugália! Os Skins Portugueses bem como não Skins, compram nessas lojas, mas também compram na lévis, também usam ténis Adidas e botas DocMartens. Vamos já fechar todas essas lojas.

Acho incrível como se julgam as pessoas, por aquilo que vestem. E agora deram em julgar as lojas de roupas como motivadores de tendências politicas.
Se eu visto um casaco de cabedal Thor Steinar, sou skin, se vestir um pullover da minha avó, sou Punk. Então e se eu vestir o pullover da minha avó por debaixo de um casaco Thor Steinar e lhes juntar uns ténis FuBu? Passo a ser um Punk-Skin-Preto?

É uma marca de roupa. Nem todos nós gostamos de vestir uns farrapos velhos que não combinam, como os radicais de esquerda. Há quem goste de usar roupa nova e limpa.

Thor Steinar é uma marca escandinava, com bom gosto no seu design. Atraiu compradores que estão ligados a grupos radicais de direita mas não só eles. No entanto, esses radicais de direita, compram e vão-se embora, enquanto os radicais de esquerda, fazem manifestações, motins e destroem propriedade alheia, como foi o caso desta loja e de uma outra destruída esta semana, a Untouchable.

Afinal quem são os animais?

Será que a frase, "diz-me o que vestes e dir-te-ei quem és", faz algum sentido?

Desculpa, estou amaldiçoado!


Já lá vão, uns meses em que não falava de relações homem-mulher, pois achava que já tinha discutido todos os assuntos nos meus textos. No entanto, li uma belíssima teoria, que foi compartilhada e expandida em 3 blogues, sobre uma suposta "Maldição" que afecta relações e resolvi, debruçar-me sobre tão interessante tema sobrenatural.

De um modo geral:
Rapaz conhece rapariga, (acham que) se apaixonam, estão sempre juntos, jogos de flirt, o quarto, sexo e depois o desinteresse.

Ora a este final de interesse chamam "A Maldição".

Pessoalmente isto soa-me a um mau filme série B, daqueles que nem ao festival de Cannes vão.
Qual maldição?
Não será isto, mais uma desculpa esfarrapada para justificar a falta de interesse? Interesse que nunca existiu? E se pega moda? Vamos ver imensas pessoas, a desculpar o facto de usar a outra, pelo sexo, como algo de sobrenatural que não podem controlar, uma maldição malévola.

Quantos homens já pararam para pensar um pouco com a cabeça de cima, antes de usarem a cabeça debaixo? Poucos, muito poucos. Nós somos controlados pela cabeça debaixo, deixamos que ela nos controle, pois dá-nos jeito. Toda a merda que fazemos por nos deixar-mos controlar por ela, não nos dá peso na consciência, pois o pénis não a tem, para poder pesar. Por outro lado pensar demais com a cabeça de cima, irá dar-nos dores de cabeça e lá vem a consciência estragar umas boas fodas.

A caça, meus amigos e minhas amigas. Não é nada mais do que a eterna caça. O instinto primitivo masculino de caçar.
O homem ainda hoje sente necessidade de caçar, sem ser por alimento. Existe a caça desportiva em que o interesse desaparece, depois do animal abatido, voltando o nosso interesse pelo próximo alvo.
Nas relações passa-se o mesmo. O interesse por uma mulher e o desafio que ela representa. Um homem pode caçar numa noite num bar, levá-la para casa e nunca mais lhe ligar. Mas, conseguimos ser cruéis ao ponto de sondar, de manter uma relação com ela durante imenso tempo, até ao objectivo final, o sexo.
Se der luta, mais entusiasmante será a caça, mas o interesse termina da mesma forma, com o "tiro" final.

Maldição? Não, não é nada disso. No fundo, nós sabemos que será assim, pois quando não o é, não nos sentimos da mesma forma, não pensamos da mesma maneira e o sexo, será unicamente um bónus para nos completar e não um objectivo a atingir.

Não existe qualquer tipo de maldição.

Mas não pensem que é só o homem a fazer isto, a emancipação da mulher também a coloca ao nosso nível, em menor escala, mas elas também o fazem.
Enquanto o homem o faz pelo seu instinto primitivo pela caça, devido ao facto de nunca ter parado para pensar e acima de tudo, parado para se conhecer um pouco melhor.
A mulher fá-lo por motivos semelhantes, normalmente por vaidade, auto-estima.
Um dos melhores exemplos é quando nós namoramos com uma mulher extremamente bonita, a quantidade de "amigas" e colegas que nos acham interessantes. Se elas nos conseguirem levar a trair a nossa namorada, melhoram a sua auto-estima, pois passam a achar que estão num patamar superior à traída. Porque digo isto? Porque essa fila de mulheres interessadas em nós, diminui ou desaparece totalmente quando o nosso namoro termina.

Lá se vai o desafio, mas não podemos chamar-lhe maldição!
No fundo o problema de ambos é o mesmo, a falta de confiança neles próprios, o conhecerem-se pouco e mal, faz com que sintam necessidade de usar outras pessoas com o objectivo e aumentar a sua auto-estima.

Falar numa suposta maldição é colocar uma piada perigosa, no meio de um assunto relativamente simples.

Ela: Quer dizer depois do sexo da semana passada, nunca mais me telefonaste... Antes telefonavas todos os dias.

Ele: Desculpa lá, eu estou amaldiçoado. Já agora tens o numero de telefone da tua prima que é freira?