Amizades coloridas!


Tal como me foi proposto por uma leitora (Jana), este texto irá corrigir uma falha neste blogue. Eu pensava que já tinha abordado este assunto, mas de facto nunca o fiz. Falei sim do oposto das amizades coloridas que são os amigos Platónicos!
O que são as amizades coloridas? Afinal que cores há nas amizades? Será o amarelo uma das cores? Perguntas feitas, mas sem resposta. Eu odeio o termo amizades coloridas. Dá a ideia que as outras amizades são a preto e branco. Não. Não posso concordar com isso.

Ao que vocês chamam "amizades coloridas", eu chamo "amizades com privilégios administrativos". Dá mais trabalho a dizer, mas é um termo mais correcto.

Já tive amizades com privilégios administrativos, mas deixei-me disso, pois não há necessidade de as distinguir das outras. A única distinção a fazer nas amizades, devem ser os platónicos e não os coloridos, pois os platónicos sim, são mais difíceis de ter e manter.
Para o homem, quer ela nos dê sexo ou não, é sempre um alvo. Um homem quer sempre foder a amiga, qualquer que seja o homem, qualquer que seja o caso, ele quer e se não quer já quis e mesmo que seja gay, já pensou nisso. Acreditem. O homem é assim mesmo, pode não tentar, por respeito, mas lá que pensa nisso, pensa.

Quem necessita de fazer esta distinção, normalmente está a trair o/a namorado/a, pois quem não está numa relação, pode chamar a essa pessoa "amigo", sem cores nenhumas, uma amizade normal. Pessoalmente e como não tenho compromissos, por opção própria, qualquer amiga me pode proporcionar uma noite bem suada, sem que eu a passe a ver às cores.

A amiga com direitos administrativos é aquela que está lá sempre, quer seja para conversar, para desabafar, ou para uma noite de sexo. No entanto é uma relação perigosa quando não há uma amizade a suportar, a anteceder essa relação.

Só porque vão para a cama com alguém amigo, essa pessoa não é um amigo com privilégios administrativos, pelo simples facto que pode não ser amigo. Primeiro que tudo, tem de haver amizade, com a amizade há diálogo e tudo fica bem claro. Sexo é sexo.

Sem diálogo há sempre um deles que resolve apaixonar-se e lá se vai o sexo fantástico, pois o outro pira-se, sem olhar para trás. Se não se pira, é parvo.

Eu tive e tenho uma amiga com privilégios administrativos. Digo "tive" pois ela ficou em Portugal e eu parti. Digo "tenho" pois é e será para sempre a minha melhor amiga.

É uma pessoa que me conhece melhor do que eu me conheço e vice-versa. Alguém que sabe o que há de mais podre em mim e não se importa e vice-versa. Uma pessoa em quem confio como amiga e que confia em mim, mas ambos sabemos que nunca iria resultar se nos envolvêssemos sentimentalmente. Seria um desastre. Só se estragava uma casa, é certo, mas preferimos estragar duas. Eu estrago a minha, ela estraga a dela.
Claro que ouve situações em que surgiram dúvidas. Situações em que o bom sexo nos sobe à cabeça e nos questionamos se é algo mais. Não é. É a tesão a subir à cabeça e quando isso acontece, só dá merda. Quando temos dúvidas, como foi o nosso caso, falámos e ficou tudo esclarecido, morrendo o assunto ali mesmo.

Esta mistura de tesão com paixão é muito comum nos homens, em particular em gajos que não teem sexo e assim que uma gaja lhe abre as pernas, eles ficam malucos e acham que não podem viver sem ela. Podem. Pensam é que se perderem aquela gaja, não vão foder mais na vida. O que até pode ser verdade, mas olhem, vão às putas que elas também precisam de sobreviver. Neste campo, o homem é um idiota!

Tenham amigos com privilégios administrativos, mas certifiquem-se que são amigos mesmo. Certifiquem-se que ambos são honestos e correctos um com o outro. Deixem claro que é só sexo. Fujam quando ele/ela quiser algo mais do que sexo, fujam para longe, mesmo que seja o melhor sexo do mundo, daquele sexo que deixa as matas a arder, daquele que causa terramotos do outro lado do mundo, daquele em que não sabemos se vamos ter um orgasmo ou um enfarte, fujam, pois esse amigo é frito da tola e só vai criar problemas.

Por fim, escusado será dizer, que se devem certificar que não são casados ou namoram, pois eu acho que trair é das coisas mais degradantes que se podem fazer. Ao trair alguém, estão a trair-se a vocês próprios. Se sentem necessidade de outra pessoa na vossa vida, libertem aquela com quem teem a relação e deixem-na ser feliz.

Claro que nesta minha última frase, até podem dizer que estou a ser hipócrita, pois apesar de nunca ter traído uma namorada, nunca me importei se a minha parceira sexual tem namorado. Não me faz diferença. É certo que me sinto estranho quando mais tarde me apresentam o gajo. Mas eu acho que na traição, só há dois culpados e nenhum dos dois é o amante. É sempre aquele que traí que partilha a culpa com aquele que foi traído. Se uma namorada minha vai para a cama com o carteiro, eu não vou partir os cornos ao carteiro, embora o possa fazer. Ele não tem culpa, ele foi para a cama com ela, pelos mesmo motivos que eu fui.
Quem traí tem 60% da culpa, pois preferiu traír a tentar resolver as falhas da relacao. Quem é traído tem 40% da culpa, pois não reparou ou não se importou nos problemas da relação. O amante ou a amante é neste caso uma vítima com um sorriso na cara. Alguém apanhado no meio de uma confusão, mas que só teve vantagens.

Desde que tudo fique claro desde o inicio e que tudo seja clarificado sempre que necessário. As amizades com privilégios administrativos, são das melhores experiências sexuais que se podem ter, pois neste campo, pode-se experimentar amizades e acabar ficando com quem nos proporciona o melhor sexo possível.



Obrigado Deutschland!


A Alemanha venceu a Turquia. Este acontecimento é muito importante para a Europa, para a UE e para Portugal nela inserido. Portugal saiu do Euro e por uns tempos andei muito preocupado, com a possibilidade da Turquia vencer o torneio.
Não concordo com a utilização politica do desporto, mas concordo ainda menos com entidades que dão a possibilidade de usar o desporto politicamente.

Todos nós sabemos que é necessário sofrer um ligeiro atraso mental, para ser presidente de um clube de futebol, de uma Federação de futebol, Liga de clubes, UEFA, FIFA. Eu sei! Eu tentei candidatar-me à presidência da UEFA e disseram-me que não podia, porque não sou idiota. Achei uma discriminação intelectual, mas aceitei a decisão.

Porque é que digo isto? Porque este campeonato da Europa, poderia ser devastador politicamente para a União Europeia. Estaríamos todos fodidos! O motivo é simples:
O principal argumento Europeu para a recusa de aceitar a Turquia na UE, é que ela se localiza na Ásia menor e não na Europa. A Turquia argumenta que Istambul é na Europa. Apesar de 98% da Turquia ser na Ásia menor. Eles argumentam ainda, que mais de metade da Rússia fica na Ásia. Foda-se, não vamos comparar Istambul com a parte da Rússia Europeia, pois essa pequena parte é 1/3 da Europa.

Usando estes argumentos, em breve Marrocos, Tunísia e Argélia, vão querer entrar também, visto que ao abrir qualquer mapa da Europa, um pouco destes países aparece.

E se a Turquia se tornasse campeã da Europa de futebol? A UEFA deu uma arma de peso à Turquia. Eles iriam argumentar: "Se a Turquia não é na Europa, como é que somos campeões Europeus?". E iriam ter razão.

O poder que os governos dão à UEFA, está a ser abusado e a UEFA deveria ser impugnada em caso de não retirarem a Turquia da lista de países Europeus. Mais grave é a presença de Israel. Eu quero lá saber se Israel não pode participar no campeonato do médio oriente! Eles que se lixem, são eles que estão sempre a marrar com os vizinhos Árabes. Foram eles que roubaram imenso território à Arábia Saudita, Síria e Egipto. "Desenmerdem-se", não joguem futebol. Só me faltava Israel entrar na UE, é que o Líbano fica bem mais perto, vamos levar com ele também e abrir as fronteiras ao Hezbolah?
É certo que a Europa, teoricamente não é um continente mas sim uma península da Ásia, mas agora a Ásia parece estar-se a tornar um apêndice/parasita da Europa.

Não é nada de pessoal contra os Turcos... ou até é. Não vou ser hipócrita. Não gosto deles, há Turcos porreiros, mas esses moram na Turquia, assim que saem do país são asnos de nariz grande. Comportam-se como animais. Se eu estiver no supermercado a escolher uma marca de leite e se uma velha turca quer leite, ela não espera, ela empurra-me e tira o leite. Só me apetece dizer-lhe: "Ó puta, vai para o caralho mais essa toalha nos cornos!" e por vezes digo!

O homens Turcos é "piu-piu, puta que os pariu", quando se encontram em grupos de 3 ou mais, são todos heróis, quando estão sozinhos é "piu-piu, não fui eu". Depois um gajo passa-se dos cornos, rebenta o focinho a um. Aqui acontece sempre uma de duas coisas:

- Os outros não são doidos e correm os 10,000 metros em tempo recorde.
- Um deles tem faca e começa uma sessão de Jovens Heróis de Xaolin.

Lá vão 3 ou 4 Turcos sem dentes para o Hospital e a polícia fode o Alemão, Português, ou quem quer que seja. A policia só diz: "Ah ele tinha faca? Olha o filha da puta. Ele será detido e processado, mas vai ter de pagar as despesas médicas dele"!
Porque para impedir que o cabrão me espete um faca no estômago, tive de lhe reparar os dentes podres, arrancando-os 1 a 1.

72% dos crimes violentos na Alemanha são cometidos pelas comunidades, Turca e Síria. 60% dos homicídios dentro da própria família (mulheres assassinadas), são cometidos por Turcos, Sírios e Afegãos. Só se escapam os Iraquianos, que assim que saem do Iraque, elas é que mandam e eles piam fininho.

Portugal não tem nada a temer, pois nenhum Turco no seu perfeito juízo irá emigrar para Portugal, para ganhar ainda menos do que na Turquia, mas é o resto? E os subsídios que a Turquia iria arrancar à UE, mais dinheiro para eles, menos para nós. Tudo bem que passamos a ter mais um país para exportar, mas eles não teem dinheiro para pagar, por isso seriam donativos.
Não podemos esquecer, que há 20 anos haviam 10 milhões de Portugueses em Portugal e 2 milhões imigrados. Hoje 52% do povo Português trabalha fora de Portugal, mas não andamos a roubar carteiras, andamos a trabalhar no duro! E já basta o desemprego em Portugal, não precisamos de ficar desempregados em toda a Europa.

Os Turcos, só na Alemanha, já são 3 milhões, pode não parecer muito num país de 60 milhões, mas nota-se bem os danos económicos causados por tantos Turcos, mais de metade ilegais.
Se as fronteiras abrem existe o perigo de uma êxodo de mais de 20 milhões de pessoas para o centro da Europa. Isso significará um crise de dimensões incalculáveis.

"Ah e tal, o Crest é racista", meus amigos, não tenham dúvidas disso, sou obrigado a ser racista, sou obrigado a generalizar. Se vocês sempre que forem à "Aldeia-do-fim-do-mundo", vos tentarem ir ao cu, vão dizer que naquela aldeia é tudo paneleiro. É fácil generalizar quando não encontramos excepções à regra.

Os Turcos são perigosos, em grupo e depois de uns copos, até os velhos são heróis. São de facto um povo com uma tendência natural para a violência. As mulheres são perigosas com álcool, sem álcool, nuas ou vestidas. Um gajo mete-se com uma Turca e tem 600 à perna, se lhe foi ao cu, tem desculpa, se lhe deu no pito, ou casa ou morre!

No meu antigo blogue "Tudo aquilo que não é dito", fui chamado de Nazi, por isso se me chamarem racista agora, será uma melhoria. Passo a passo vão me chamando coisas novas e ainda acabam por me tratar por "meu amorzinho". Chamem-me o que quiserem, até já me chamaram Sérgio Paulo, por isso nada me irá afectar!

Gosto muito de Turcos, mas na Turquia. Tal como gosto muito de ninfomaníacas na minha cama. São gostos... ou desgostos...


Obrigado Deutschland!

Crestfallen


Como já podem ter verificado e em vésperas de este blogue fazer um ano, o Crestfallen desapareceu passando a ser Crest©.
Crest© passa assim a ter direitos de autor internacionais e ambos os meus blogues passam a estar registados sob este nome, que por sua vez está registado sob o meu nome.

No meu recente texto, intitulado "Quem és tu?", alguém mencionou uma música. Não sei se foi o texto em si que o lembrou da música ou meu nick, visto que tema se chama "Crestfallen".

Com o desaparecimento deste nick, passo a explicar a razão de ter usado o nick. Aproveitando para o inserir com a actual epidemia do suicídio a nível mundial.

Crestfallen significa, desiludido, de espírito baixo, deprimido.

"Crestfallen" é de facto uma musica do Álbum "Adore" dos "Smashing Pumpkins". Este album chocou os fans da banda, é um álbum negro, deprimido e nada tinha a ver com o estilo da banda na altura. Isto deve-se ao facto do seu autor Billy Corgan ter perdido a mãe, à qual ele era muito ligado e para quem escreveu "For Martha" onde canta:

"If you have to go dont say goodbye
If you have to go dont you cry
If you have to go I will get by
I will follow you and see you on the other side"


Comprei-o quando ele saiu e pouco tempo depois de o ter comprado, perdi também alguém e de um momento para o outro comecei mais do que a perceber a sentir as palavras deste músico. De certa maneira, estava a ouvir algo que eu queria dizer.
Passei muito tempo a acordar com este CD. Chegada a hora programada a aparelhagem ligava e eu acordava ao som dos deprimentes acordes de "To Sheila" e ouvia os versos:

"Twilight fades
Through blistered avalon
The skys cruel torch
On arching autobahn
Into the uncertain divine
We scream into the last divine

You make me real
You make me real
Strong as I feel
You make me real"


Aqui desligava ou mudava de musica. Não ouvia a musica até ao fim, porque era assim a minha vida, acordava nesse "Twilight fade", onde o sol se põe e começa a noite, local onde me escondia e podia evitar a alegria do sol que me deprima, evitando também todos os "bons dias" e inquéritos estúpidos, sobre se eu estava melhor, como se o meu problema fosse uma gripe. A noite era mais simpática para mim e parecia compreender-me melhor. Na noite é mais fácil esconder sentimentos e pensamentos é mais fácil pensar no silencio que ela nos proporciona. Na noite toda a gente tem o mesmo objectivo, passar um bom bocado e tentar sorrir, esquecendo as merdas que se passam enquanto o sol brilha.

Nesta altura, deixei por completo de ouvir a musica chamada "Crestfallen", mas ainda hoje a tenho gravada no meu cérebro. Era sem dúvida aquela, que melhor identificava o turbilhão de sentimentos que me assolava, em versos como:

"Who am I to need you when Im down
Where are you when I need you around
Your life is not your own

And all I ask you
Is for another chance
Another way around you
To live by circumstance, once again

Who am I to need you now
To ask you why to tell you no
To deserve your love and sympathy
You were never meant to belong to me

And you may go, but I know you wont leave
Too many years built into memories
Your life is not your own"


Porque esta letra está mais do que certa. Há sempre a possibilidade de uma segunda chance, mas só enquanto há vida. A morte é quem torna as chances em utopias.
Quem somos nós para precisar de outras pessoas quando estamos em baixo? Porque motivo nos achamos especiais, ao ponto de precisar de "possuir" outra pessoa quando ela tem de partir. Seja qual for o sentido dessa partida.
Nós não somos ninguém para perguntar o que quer que seja, mas perguntamos. Não somos ninguém para exigir e no entanto consciente ou inconscientemente exigimos.
Isto não quer dizer que só damos valor às pessoas quando elas partem. Não. Mas é na partida que percebemos a falta que nos fazem. É nesse momento que nos questionamos, sobre se vale a pena continuar sozinhos, ou deixar tudo e seguir essa pessoa, de maneira física ou espiritual. Só para ter essa segunda chance, de partilhar momentos. Mas não, isso não é solução e tal como se pode ler na letra, "Your life is not your own". É verdade, a minha vida não é minha. A tua vida não é tua. O argumento a favor da suicídio que diz, "a vida é minha e faço o que quero", é dos mais parvos que já ouvi, logo depois de um outro; "o suicídio é colocar um ponto final na dor".
A nossa vida é de quem nos ama e tal como sofremos ao perder alguém, faremos sofrer ao partir. A nossa vida é de todos aqueles que nos amam e que precisam de nós, logo, não é nossa, nós simplesmente a administramos. O suicídio como fim da dor é uma ideia arrogante e egoísta, pois irá causar dor noutras pessoas. A dor é contagiosa, mas o contágio só se dá na perda, na partida. Por isso, quem está triste e desiludido, quem sente que não tem forças para viver, em vez de juntar forças para ter coragem de seguir a pessoa que perdeu, dever ter forças para viver com essa dor e impedir que faça quem o/a ama, sofrer por sua causa, como ele/ela sofre por alguém.
O nick Crestfallen morre aqui. Não é com este nick que quero assinalar um ano de blogue, nem com ele quero dar vida ao novo blogue que irá ser iniciado no início do próximo mês.