Football Americano!


A NFL quer tornar o Football Americano num desporto global. Nos EUA é um negócio que rende 6 biliões de Dólares por ano. A ideia é lentamente ir introduzindo o desporto na Europa, começando por Inglaterra.


Agora vocês perguntam: Porquê Inglaterra?


Que merda de pergunta, eu sei lá! Parto do principio, que os Americanos querem começar por um país que, tradicionalmente lhes lamba o cu e a Inglaterra está sempre com a língua de fora, de cada vez que um Americano se caga. Mas acho que neste caso não têm sorte. A Inglaterra compõe o Reino Unido e o Reino Unido é uma super potência de Rugby.
Para qualquer adepto de Rugby, o Football Americano é para os mariquinhas. Foda-se, claro que é para os maricas, ou não fosse este desporto Americano!


Estes paneleiros usam capacete. Ainda se o Football Americano fosse tipo Polo, onde em vez de cavalo andassem de mota... Tudo bem. Agora capacete para cair na relva? Será a relva sintética assim tão rija? O capacete tem uma grade à frente para proteger a boca e, além dessa grade ainda usam uma protecção para os dentes. Nos ombros, usam umas protecções tão grandes que daria para partir pilares. Eu acho que são protecções demais, até no rabo têm almofadas, deve ser para a enrrabadela ser mais suave. A malta do Rugby faz a mesma merda e só usam uma protecção para os dentes.


Outra coisa que faz o Rugby um desporto de homens e o Football Americano um desporto de bichas é, tanto num desporto como no outro, se usa a protecção para os genitais, chamada coquilha. No Rugby não se vê, pois está escondida dentro dos calções, mas no Football Americano, como eles usam aquelas calças de licra justinhas, as gajas são enganadas, pensam que aquilo é tudo pila e depois chegam ao quarto e dizem, "só isso?".
O Baseball é a mesma merda, aquelas calcinhas são muito paneleiras. Os gays nos EUA devem bater punhetas a ver estes dois desportos!


Depois estes palhaços Americanos dizem que o jogo de domingo passado foi um sucesso. Estiveram 90,000 pessoas no estádio, o que significa que há mercado na Europa para o Football Americano!
Será que tenho de ser eu a explicar o que se passa a estes idiotas?
A malta, aqui na Europa, gosta de novidades. Quando o circo vem à cidade, na primeira noite está cheio, mas ao fim de 3 dias, já ninguém vai lá. Os Ingleses foram ao estádio, ver o circo de bichas que é este desporto Americano, onde a única coisa que se aproveita, são as claques. É quando aquelas senhoras entram em campo que eu começo a sonhar com golos que marcaria naquelas... bom... de que é que estávamos a falar?



Agora vou vos mostrar a inteligência dos povos que assistem a jogos de Rugby e a jogos de Football Americano. Na CNN, entrevistaram pessoas adeptas de cada um dos desportos, quer em Inglaterra, quer nos EUA. Os comentários feitos, são demonstrativos da superioridade intelectual Europeia.


Em Inglaterra ao mostrar uma bola de Football Americano, os jornalistas perguntavam se sabiam o que aquilo era. As respostas foram:


- "É uma bola de Rugby"


- "Se não é uma bola de Rugby é um melão"


- "É uma bola de Footbal Americano"


Aos Americanos perguntaram o que achavam de um jogo do seu campeonato ser disputado em Londres. As respostas são de tal maneira incríveis, que a jornalista Americana disse para as câmaras o quanto achou as respostas assustadoras, tendo até tentado desculpar o povo Americano, referindo-se aos entrevistados como excepções. Pois sim... 3 entrevistados, e 3 respostas de merda é igual a 100% de burrice!


- "Eu não consigo identificar Londres num mapa, mesmo com os nomes lá escritos"


- "Não sei onde é Londres, só sei que a Itália se parece com uma bota"


- "Disseram-me ontem que falam Inglês em Londres, por isso tudo irá correr bem"


É ou não é incrível? Eu aceito que não saibam onde é Portugal. Numa visita que fiz aos EUA, perguntaram-me se Portugal era ao pé de Paris. Eu disse que é lá perto!
Londres não é mais nem menos, a capital do país, com que os Americanos tiveram de lutar pela sua independência. A capital do país, que lhes deu a língua que eles falam hoje em dia! Como é possível não saberem? O que é que esta gente estuda na escola?



"Ah e tal, as protecções são por o desporto ser muito violento, tal como o Hockey no gelo".


Ao ouvir isto, só digo, "Olha vai para o caralho". O hockey no gelo é jogado na Europa e não é tão violento. Aliás andar à bulha é ilegal, enquanto nos EUA o árbitro deixa os jogadores andarem ao estalo, pois faz parte do jogo. Quer dizer é só porrada em campo e quando um gajo quer ver porrada, tipo Wrestling, aquilo é tudo a fingir!


Não é nada contra os paneleiros, pois cada um enfia no cu, aquilo que gostar mais. Mas estes Americanos são do mais bicha que há!


Claro que há um desporto ainda mais bicha que o Football Americano, e esse desporto é o Football, onde os jogadores caem com o vento e ficam 3h no chão com dores. Onde levam uma cuspidela e contorcem-se como se estivessem a morrer. Homem que é homem leva 5 murros no focinho e ainda faz um touch down!

O Aborto!


Como é lógico e, por respeito à sensibilidade dos leitores, não vou colocar qualquer imagem, referente ao tema. Também não vou colocar qualquer outra foto, por respeito ao que vai ser debatido.

No primeiro referendo votei, "Não" ao aborto. Apesar de achar que a mulher tem o direito ao seu corpo, votei "Não". O primeiro referendo dava total liberdade de aborto à mulher. O homem era como se não existisse, como se a mulher se reproduzisse por geração espontânea.

Votei não, porque o homem era ignorado, os nossos desejos não tinham valor, a decisão era dela. Ou seja, a mulher precisou de mim para foder, engravidou, essa gravidez é fruto de um momento de prazer mutuo e eu não tenho voto na matéria? É justo?
A mulher, tal como esse referendo, parte do principio que todos os homens fogem e abandonam a mulher, levando-a a abortar. Tretas! Desculpas!




Votei "Não". Imaginei uma namorada grávida de mim, mas que não queria a criança. Ela queria abortar, eu assumia a criança. Não importa o que eu quero, ela aborta, a lei defende-a. Ah e tal, uma estudante, ou alguém a iniciar uma carreira, não vai querer uma criança. Egoístas! Tudo o que eu pedia a uma mulher é, "perdes 9 meses da tua vida, atrasas a tua vida 9 míseros meses e eu responsabilizo-me pelo resto da vida da criança". Não, ela decide.


Votei "Não" apesar de concordar que a mulher é dona do seu corpo. Mas o que está dentro dela não é ela é, uma combinação de genes de duas pessoas, é um pedaço de ambos, que não pode ser tratado como propriedade. Citando o paneleiro do JPP, "ninguém é de ninguém". Uma criança não precisa de ser desejada por duas pessoas, precisa de ser desejada, ponto final.
Legalmente, a mulher não tem direito ao seu corpo, tal como o homem não o tem. Se tivéssemos direito ao nosso corpo, o suicídio e a eutanásia seriam legais e não são! A mulher ganhar direito ao seu corpo, para abortar é ter uma lei contraditória.


Se ejaculo para a barriga de uma mulher, não estou a matar um filho. Só seria uma criança após um espermatozóide, fecundar um óvulo. Aí sim, vai dar origem a uma criança. Digam o que disserem!
Agora e como argumento, as feminista irritantes e alguns idiotas que compram iates à custa do aborto, usam pretextos idóticos, como, "um feto ainda não é um ser humano". Então é o quê? Um golfinho?
O que faz o ser humano ser um ser humano?
Os nossos genes! Tenha ou não a forma humana, o feto é humano, é um feto humano, desenvolve-se, sim. Está vivo é um ser vivo, esperem 9 meses e vejam, se sai um ser humano ou um batráquio! É um ser humano!


Votei "Não", pois mantendo o aborto ilegal, as mulheres pensam duas vezes. Não tendo dinheiro para abortar em Espanha, teriam de falar com o possível pai.
Concordo com o aborto em caso de deficiência. Concordo com o aborto de comum acordo, pai/mãe. Concordo com o aborto quando o gajo deixa a gaja sozinha. Não concordo com o aborto, "porque eu quero e o corpo é meu".


A lei nem sequer me permitia, colocar uma restrição legal, um provisão cautelar, ela decidiria sobre o material genéticos de ambos.


Votei Não!


Se a lei, responsabiliza o homem que abandona uma mulher grávida, poderia também responsabilizá-lo, fazendo-o responder sobre se queria a criança abortada ou não. Os abortos, seriam de consensuais. Pai e mãe decidiriam. Em caso de um querer o aborto e o outro não. Ganharia a vida. A vida em primeiro lugar.
Não sou religioso, sou agnóstico, discordo com a visão da Igreja sobre o aborto, mas também discordo com a desculpas esfarrapadas de quem é a favor do aborto. Havia maneiras de fazer uma lei justa. Querendo, havendo vontade, a lei poderia ser justa. Poderíamos ter o aborto legal, mas de uma forma humana e justa para ambos os sexos.


No segundo referendo, não votei. Foi um referendo ridículo e uma vergonha nacional! Numa democracia ao fazer um referendo, o povo vota e decide. Esta merda, não é por tentativas. Vota-se Não e vão-se fazendo referendos até aparecer o Sim? Mais nenhum país faz referendos, sobre o que já foi referendado, sem fazer alterações significativas. Se o governo queria esta merda aprovada, deveria ter tido os tomates de aprovar a lei do aborto, sem referendar o referendado. Fazer um segundo referendo, alterando unicamente a data do projecto de lei, é gozar com o povo, com os milhões que já votaram. Ah e tal, eu ainda não era nascida... Ah e tal, eu ainda não tinha 18 anos... E então? Nascesses mais cedo!
Eu também não estava cá no 25 de Abril, por isso tenho que me contentar com o que foi decidido!


Hoje em dia, nenhuma criança, pode ser registada sem pai, por isso o pai é sempre responsabilizado, mesmo que deixe a rapariga grávida, será forçado a dar pensão à criança, se a mulher a optar por a ter. A mulher, já não fica totalmente desamparada com uma criança nos braços. Agora o homem? O homem pode querer o filho feito por acidente, que ela se quiser aborta e ele nem chega a saber!


É bom mesmo eu não saber, se alguma vez acontecer, pois a lei é complexa e apesar do aborto ser legal, há maneiras de castigar a mulher. Honestamente se acontecesse comigo e eu não a consegui-se impedir de abortar, essa senhora iria passar um mau bocado, iria arrastá-la em tribunais, enquanto imaginasse o sexo do meu filho/a, enquanto imaginasse a pessoa que ele/ela se tornaria. Arrastava-a em tribunal, por tudo e por nada. Vingativo? Talvez, qualquer pai ou mãe, protegem, defendem, lutam pelos seus filhos até ao custo da própria vida!


A irresponsabilidade foi de um casal, portanto devem ser responsabilizados por isso. Dizer que um feto não um ser humano, serve unicamente para lhe retirar um dos direitos humanos universais, que é o direito à vida!


Apesar de não ser uma pessoa influenciável, as imagens de abortos chocaram-me. Se são susceptíveis, não vejam, são imagens chocantes e revoltantes, mas se são da opinião que um feto não é um ser humano, mas unicamente um ser vivo como uma lesma, vejam:
http://www.vidahumana.org/vidafam/aborto/fotos.html

Não quero saber que o corpo seja vosso, o que está lá dentro é unicamente parte de vós, não vos pertence e é parte de um homem, um homem cujos direitos existem e tem o direito a decidir sobre a parte dele que está dentro de vós!


Ofensas educadas!


É feriado, para quem os goza. Não é o meu caso. Estou em reunião com um grupo de Suíços e Mexicanos. É uma combinação interessante. A inteligência não abunda nesta sala mas o dinheiro sim... Pelo menos isso...

Pausa para almoçar. Mal como mas bebo um café e fumo um cigarro, mesmo não sendo fumador. É uma forma de arrefecer o cérebro, que ferve por metade daquilo que digo, ter de ser traduzido para Francês e a outra metade para Espanhol. Perco-me no raciocínio, cada vez que tenho de traduzir o que digo.


Estou como que a fazer de casamenteiro, juntando um homem rico mas desconfiado (Empresa Suíça), com uma mulher em dificuldades e que não se cala (Empresa Mexicana). Eu só quero o bem deles, o bem deles é também o meu bem... Que coincidência!!






Estou a meio caminho do objectivo mas só me apetece gritar:





"Ó meu mentecapto repugnante, porque é que não vais para o pénis que faça sexo contigo próprio? Não passas de um monte de fezes fétidas, fedorentas, que me dá urticaria na zona genital. Gostaria que fosses contorcionista, de maneira, a que te fosse possível penetrar com o teu mastro sexual o teu próprio intestino grosso, assim subirias ao céu, devido ao duplo prazer se "sexar" enquanto "sexado". És um ser irracional, um ser do paleolítico inferior, perro como uma porta."



Tradução:
"Ó minha besta nojenta, porque é que não vais para o caralho que te foda? Não passas de um monte de merda mal cheiroso, que me dá comichão na pissa. Vai-te foder, para sentires o prazer de foder e seres fodido. És uma besta primitiva, burro como uma porta."


Os palavrões são úteis, poupamos saliva, tempo, o nosso latim e não corremos o risco do alvo não perceber a mensagem. No entanto, continuo a dizer que os palavrões são injustiçados, pois considero de longe, a versão não traduzida bem mais ofensiva, mas a versão traduzida é aquela que e alivia o stress...
Já me sinto melhor...