Quarentena!

Os visitantes mais atentos deste blogue, devem ter reparado que desapareceram todos os meus texto escritos e publicados em 2007. Mais de 210 textos, foram colocados em quarentena. Neste momento, podem ler unicamente os textos de 2008.

Todos os textos retirados do blogue, vão voltar um a um a partir de segunda-feira dia 04. Os textos voltam exactamente com as mesmas datas de publicação, sem alteração e com os mesmos comentários. Nada será alterado, no que toca à escrita.
O motivo é simples:

Todos os textos vão ter de ser apreciados, primeiro por mim de maneira a retirar todas as fotos que não são freeware. Se falo de direitos de autor, devo de dar o exemplo. Depois, estes mesmos textos, vão ser lidos por um representante de uma entidade competente de maneira a certificar a sua originalidade e proceder ao respectivo registo de direito de autor.
Esta avaliação serve somente, para efeitos de registo e protecção legal da minha propriedade intelectual. Tudo isto poderia ser feito, sem retirar os texto, mas a falta de confiança que tenho em certas empresas, obrigam-me a fazê-lo.


Existe neste momento uma proposta na mesa, para tornar o meu blogue em livro. Fiquei tão feliz "que até mijei nas calças", por isso é lógico, que recusei sem pensar duas vezes. Achei a oferta ofensiva, para mim e para quem gosta de ler as merdas que escrevo.

Primeiro:
Porque raio haveria eu de permitir que se vendesse, aquilo que faço por gosto. Aquilo que se pode ler gratuitamente?

Segundo:
Porque motivo haveria eu de me submeter à humilhação, se ser editado, censurado ou lá o que lhe queiram chamar?

Terceiro:
Porque caralho é que iriam ser terceiros a seleccionar o que entraria em tão ridículo livro?

Quem manda aqui sou eu! Ninguém me censura, ninguém me diz o que escrever, nem palavras a usar. Ninguém NUNCA me fará usar a palavra "porra" em vez de "caralho", palavras que significam exactamente o mesmo, basta lerem os sonetos de Bocage e perceber isso.

O blogue continuará, na mesma. Escrevo o que quero, quando quero, porque quero e porque posso!

Cebolas!


Existe aquela "regra", entre os homens que diz:
"A mulher do meu amigo é homem".
Homem? Não, para mim nenhuma mulher é homem. Não concordo com essa regra.


Agora vamos ver quem são os nossos amigos. Felizmente para mim tenho poucos. Poucos mas bons. Se contar somente os do sexo masculino, são 2. Ou seja, 2 namoradas que devem ser homens para mim.

Um desses meus amigos um dia veio ter comigo. Perguntou-me se eu me importava que ele namorasse com a minha ex. Achei o pedido ridículo. Existe um motivo para me referir a ela com ex. Foi namorada, já não é. Tudo bem que me sentia pouco confortável ao ter a minha ex, actriz principal de uma relação que acabou mal, a entrar novamente na minha vida e no meu grupo de amigos e colegas. A mulher que pensou que me podia mudar e ao compreender que não, tornou-se em alguém que fazia uma psicótica assassina, parecer menina de coro. Não me agradava a ideia de a ter tão perto, da minha comida e das minhas bebidas.
A pergunta dele fez-me pensar, "será que eu faria a mesma pergunta?" Não, não faria.

Ele não tinha de me pedir permissão para isso. Ele não tinha de me pedir permissão mesmo que ela fosse minha namorada.
Não acredito em barreiras no amor, sendo a falta de diálogo a única excepção.


Se nos apaixonamos, devemos lutar por essa pessoa.
Todos sabemos, ou pelo menos deveríamos saber que entre 2 dos melhores amigos, um é sempre mais amigo que o outro. Pelos vistos, esta situação provou que ele é mais meu amigo do que eu sou dele ou ele é mais hipócrita que eu. No entanto, seria eu capaz de lhe "roubar" uma namorada? Não. Sim. Sei lá!



Agora, entram os colegas. Os colegas não são amigos, nem os que pensam que o são. Se me apaixono pela namorada de um deles, é bom que ele se aplique e a mantenha interessada nele, pois eu não vou desistir facilmente.


As minhas namoradas sempre foram alvos, nos meus grupos de "amigos", eu sei. Por eu ser muito esquisito a escolher uma mulher para me relacionar, é normal que ela desperte a atenção dos outros. Eu não me importo que me tentem "roubar" a namorada, pois não me a podem roubar. Ninguém me pode roubar o que não é meu.

Há gajas que acham que é agressivo quando digo. "Prefiro emprestar a minha namorada, do que o meu carro ou a minha mota". Porquê? Porque tanto o carro como a mota, são meus, são propriedade minha e não decidem por eles. A minha namorada não me pertence e pode escolher ficar ou partir.
Se partirem que se foda. Por mais que tenha gostado delas, não sou gajo de ficar a pensar muito nisso. Dizem que, só uma mulher pode fazer esquecer outra, eu acho que muitas o fazem bem mais rápido. Após uma fase de monogamia, sinto necessidade de uma fase de poligamia, sem ligações sentimentais. Chamo-lhe, terapia de grupo!


Por isso, não concordo que as namoradas dos nossos amigos são homem. "As namoradas dos nossos amigos são cebolas, comem-se mas a chorar".

Livro de reclamações!

Devia ser obrigatório. Não me refiro a estabelecimentos comerciais. Isso que se foda, se não gosto, não pago, processem-me. Eu estou-me a cagar.
Refiro-me a livros de reclamações para humanos.

- Olá, és muito bonita. Já fodes?

- Fodo.

- Então vamos!

E iamos. Antes de foder pedimos o livro de reclamações para ver o historial do parceiro. Seria como uma cédula com o nosso historial.
Esse documento iria dividir-se em 3 secções.



Secção clínica:
Teria o historial médico, analises clínicas. Doenças passadas, grupo sanguíneo, próteses dentárias, cáries. Tudo comprovado pelo médico de família e dentista.

Secção sentimental:
Aqui estariam todas as reclamações de passadas relações sentimentais. Ficaríamos a saber as criticas das pessoas com que nos envolvemos no passado.

Secção sexual:
É importante. Aqui iriam constar todas as queixas de nível sexual. Se ela é frígida, se ele sofre de ejaculação precoce, etc.

Tendo em conta esta informação poderíamos ponderar de maneira eficaz, se vale a pena foder, ou se vale a pena nos apaixonarmos e tentar construir um futuro.

Claro que esse documento teria muito mais valor para o homem do que para a mulher. Um homem lê a cédula de uma mulher. Verifica que não tem qualquer tipo de apontamentos na componente sexual. Ora isso significa, que é uma boa foda. Na componente sentimental diz, "cabra psicótica, dominadora, maníaco-depressiva!". Foda-se, um gajo já não fodia, fugia era para longe.


Isto salvava o homem de muitas merdas em que nos metemos por um bom cu.
As gajas, já não fariam tão bom uso deste documento. Pois, se lessem nesse documento na componente sentimental, "um príncipe, oferece flores, jantares á luz de velas, é fiel e faz tudo para agradar a uma mulher". A mulher achava que encontrou o homem perfeito. Na componente sexual lia, "tem a pila de uma criança de 5 anos e não sabe foder". Ora bem, o gajo que parecia perfeito era corrido por ela a pontapé.

A ler a minha cédula, a gaja pensava de maneira diferente. Na componente sentimental, 350 páginas de texto, onde a palavra "cabrão" figura 753 vezes. A palavra "insensível" 514 vezes. As palavras "frio" e "calculista" 185 vezes. A palavras "infiel" 84 vezes. Elas iriam pensar, "foda-se, com este gajo não me meto, ele vai fazer-me sofrer!". Depois liam na componente sexual, uma única critica, um comentário que dizia, "pára, pára, já não sinto as pernas". E pronto, passo logo a ser um gajo interessante que se fodam os defeitos.

As mulheres são masoquistas, gostam do bonzinho mas apaixonam-se pelo cabrão. Eu sei que este livrinho, só iria livrar o homem de problemas. Mas eu sou homem, processem-me!