
Foi com choque que vim a saber que este livro foi lançado, no dia 04 de Setembro de 2007. Pensem antes de comprar e não comprem!
Acho que a edição deste livro é um crime cometido sobre um crime, acho que ninguém deveria comprar este livro.
Acho que a edição deste livro é um crime cometido sobre um crime, acho que ninguém deveria comprar este livro.
Infelizmente as pessoas gostam de ler estas coisas. Porquê?
Pereira Cristóvão deixou a PJ ao fim de 17 anos, pois estando na PJ não poderia editar este livro, estando a deitar fora o muito dinheiro envolvido. Passou de PJ a escritor. Este livro vai ser com certeza um best seller. O ser humano adora ler sobres desgraças. Façam as contas, o escritor recebe 10% de cada livro vendido, sem falar no acordo financeiro feito pela editora para segurar o "escritor". O livro custa 12,50 €, ao comprar estão a dar 1,25 € ao escritor o restante à editora. Agora é só multiplicar 1,25 € pelo numero de exemplares para terem uma ideia, de quanto vale para o escritor a morte desta criança!
Seria bonito ver o "escritor", a doar os lucros a uma associação de apoio à criança, era bonito e era honesto. Mas não, o dinheiro irá para a associação Pereira Cristóvão na reforma.
A Presença devia ter vergonha de pagar por tal crime. É uma vergonha esta pessoa e a editora ganhar dinheiro à custa da morte daquela criança. De PJ a escritor, assim sem mais nem menos, sem saber ler nem escrever. Um gajo que diz no lançamento do livro:
“uma súmula do trabalho de 20 pessoas e não de três", “os pensamentos são do autor, mas a história é de todos os polícias”
Uma súmula... Uma súmula merecias tu pela cabeça abaixo, vê-se logo que estudaste o que irias dizer em casa, pois "súmula" não faz parte do vocabulário de um PJ. "Prontos" e "Portantos" sim. Tenho a certeza que ele só não disse uma "epítome", pois não sabia pronunciar a palavra. Além disso a história não é de todos os policias, a história, é a triste história de mais uma criança, abusada e morta pelas pessoas em que mais confiava.
A presença incluiu este livro na colecção "grandes narrativas", o que só por si é ofensivo!
No lançamento do livro, Pereira Cristóvão desfez-se em lágrimas, dizendo: ”Perdoa-nos, Joana, por não termos sabido tratar de ti!”. O que ele queria na verdade dizer era: "perdoa-nos Joana por estarmos a fazer dinheiro à custa da tua morte". Ele não poderia nunca ter sentido o que disse, pois quando a policia entrou na caso já a criança estava morta. Comentário frio e hipócrita!
Eu posso gostar muito de dinheiro e não perder uma oportunidade de negócio, mas só negócios legais e humanos, nunca a exploração fria e calculista da morte de uma criança.
Não li este livro, não o tenciono ler e muito menos comprar, pois sei que me iria pesar na consciência estar a encher o cu de dinheiro a este gajo.
Não sou religioso, mas é caso para plagiar, o que dizem Jesus ter dito na cruz, "Perdoai-lhes, pois eles não sabem o que fazem", o triste é que sabem bem o que fazem!
A Presença devia ter vergonha de pagar por tal crime. É uma vergonha esta pessoa e a editora ganhar dinheiro à custa da morte daquela criança. De PJ a escritor, assim sem mais nem menos, sem saber ler nem escrever. Um gajo que diz no lançamento do livro:
“uma súmula do trabalho de 20 pessoas e não de três", “os pensamentos são do autor, mas a história é de todos os polícias”
Uma súmula... Uma súmula merecias tu pela cabeça abaixo, vê-se logo que estudaste o que irias dizer em casa, pois "súmula" não faz parte do vocabulário de um PJ. "Prontos" e "Portantos" sim. Tenho a certeza que ele só não disse uma "epítome", pois não sabia pronunciar a palavra. Além disso a história não é de todos os policias, a história, é a triste história de mais uma criança, abusada e morta pelas pessoas em que mais confiava.
A presença incluiu este livro na colecção "grandes narrativas", o que só por si é ofensivo!
No lançamento do livro, Pereira Cristóvão desfez-se em lágrimas, dizendo: ”Perdoa-nos, Joana, por não termos sabido tratar de ti!”. O que ele queria na verdade dizer era: "perdoa-nos Joana por estarmos a fazer dinheiro à custa da tua morte". Ele não poderia nunca ter sentido o que disse, pois quando a policia entrou na caso já a criança estava morta. Comentário frio e hipócrita!
Eu posso gostar muito de dinheiro e não perder uma oportunidade de negócio, mas só negócios legais e humanos, nunca a exploração fria e calculista da morte de uma criança.
Não li este livro, não o tenciono ler e muito menos comprar, pois sei que me iria pesar na consciência estar a encher o cu de dinheiro a este gajo.
Não sou religioso, mas é caso para plagiar, o que dizem Jesus ter dito na cruz, "Perdoai-lhes, pois eles não sabem o que fazem", o triste é que sabem bem o que fazem!
Acho que foi aberto um mau precedente, imagino já certas editoras a esfregar as mãos, desejando que a miúda Inglesa seja encontrada morta, para que um outro PJ se venda e escreva sobre isso! Eu nem critíco tanto quem escreve, mas mais quem oferece dinheiro por a história!
Neste exploração de uma criança, somos todos culpados. Quem escreve, quem publíca e quem compra.

