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Os amigos e o Facebook

O jornal digital ionline está nas ruas da amargura, este declínio começou quando deixaram de ter jornalistas e passaram a ter putos a tomar conta do site. O ionline publica tudo o que aparece sem verificarem a sua veracidade (já apontei alguns casos neste blogue). O caso que vou falar hoje é uma clara incapacidade de distinguir entre o que é noticia e o que é publicidade. A não-noticia tem como título:

por Clara Silva, Publicado em 25 de Janeiro de 2010

Esta não noticia fala-nos de um suposto estudo feito por o antropólogo Robin Dunbar, professor da Universidade de Oxford e que nos diz que 150 é o numero máximo de amizades que o cérebro é capaz de gerir. Até chamam a este numero: número de Dunbar.
Consciente da estupidez deste numero estabelecido como máximo absoluto como se a nossa cabeça fosse um PC com as mesmas limitações, o neuropsicólogo Nélson Lima refere que o número é variável mas ter 1.000 amigos é impraticável. Quando pensei que a não-noticia não poderia ficar mais ridícula, ela na verdade não ficou mesmo, pois Nélson Lima acabou por dizer algo acertado: "O que importa não é o número, mas sim a qualidade das relações e a disponibilidade que temos para as cultivar." E termina com algo que merece um aplauso meu: "Na internet usa-se o termo 'amigo' para um membro de uma comunidade (...) É abusivo. São meros conhecidos, apenas relações virtuais." 

Logicamente o nosso cérebro é diferente do cérebro do meu vizinho. Pessoalmente esqueço dos nomes das pessoas mas mantenho memória fotográfica das caras e basta-me ver uma cara para me lembrar quando e onde a conheci. Outras pessoas nunca se esquecem dos nomes mas a memória dessas pessoas não vai além disso mesmo, um nome associado a uma cara.

Mas porque raio falam no Facebook havendo tanta plataforma deste tipo? E se o estudo é dos anos 90 como é que isto se torna noticia agora? Isto não passa de uma ridícula manobra publicitária e por isso usam o nome Facebook.

Eu não tenho 5.000 amigos, nem 1.000, nem 150 nem 50, nem 10 nem sequer 5. Os meus amigos são 4 e um deles é uma cadela. Estamos a banalizar uma palavra usando o termo "amigo" para definir as pessoas que conhecemos, tal como ao longo de séculos banalizámos a palavra "amor" para nos referirmos a um simples gostar. Hoje ninguém sabe ao certo quando ama ou gosta muito e em breve não saberemos o que é realmente um amigo.

Pensa antes de dizer alguma coisa

Dentro do único grupo do qual nos devemos orgulhar de pertencer, a Humanidade, o sub-grupo mais belo são as crianças. É certo que várias vezes afirmei que não pretendo procriar, mas isso não significa que não goste delas, pois gosto muito. Sei dos perigos que há hoje em dia em um homem afirmar em voz alta: Amo crianças! Pois vivemos numa sociedade tão corrompida que tal anuncio seria levado para o campo criminal.


Cartazes como este, deixam-me sem palavras. Só porque me apetece sorrir ao ver crianças a sorrir num qualquer parque de uma cidade, posso ser visto como sendo um pedófilo.

Da mesma forma que as crianças são o que de mais belo há nas nossas vidas, elas são também o que de mais cruel existe. A inocência de uma criança impede-a de perceber o quanto é cruel, impede-a de medir as suas palavras e como elas podem afectar quem as rodeia. Um adulto pode magoar outro com palavras, mas esse outro adulto tem já uma personalidade definida e a capacidade de tornar um ataque verbal no que ele realmente representa, palavras.
Já repararam que as crianças tendencialmente se juntam com mais facilidade à criança que ridiculariza outra do que em defesa da ridicularizada? Essa tendência é culpa nossa, é o conhecimento que elas bebem, não do que lhes ensinamos mas sim do que lhes mostramos. É a tendência de vermos o agente dominador que ataca como mais poderoso do que o alvo quando não se defende.
É claro que as crianças não podem ser responsabilizadas pelas crueldades que proferem, mas temos de prestar muita atenção às vitimas dessas crueldades. Um simples: "não podes brincar connosco", após algum tempo terá um impacto forte na personalidade que essa criança está a desenvolver.

Não deveria ser necessário que um não pai, como eu, disse a pais, como muitos de vós, que precisam de falar com os vossos filhos. Precisam ter a certeza que está tudo bem. Precisam saber se são vitimas ou causadores deste tipo de actos cruéis.
Digo isto pois eu sou um exemplo disso. Fui cruel enquanto criança, lembro-me com tristeza de muitas das crianças que maltratei com palavras. A criança que fui, moldou o homem que sou: confiante mas com uma necessidade de dominar e por outro lado distante em relacionamentos.  A criança que fui, moldou as defesas que tenho como adulto.
Muitas dessas crianças que dominei acompanharam-me até à idade adulta e se bem que muitas delas tiveram sucesso em diversas áreas, reparei que não são tão seguras do que querem ou das suas reais capacidades.

Por volta dos 28 anos, voltei a encontrar um rapaz que sofreu muito por eu ter sido um Bully e no entanto ele revelou-se, como adulto, num grande amigo que nunca me julgou, nunca me apontou o dedo pelas coisas que lhe disse e fiz. Na presença dele sinto culpa, culpa essa agravada por ele nunca me ter dado um puxão de orelhas verbal. Apesar de este rapaz ser ter hoje um excelente trabalho, uma mulher que ama e uma vida confortável, ele é um caso de sucesso numa imensidão de insucessos.

Este vídeo que se segue, é uma cópia de um vídeo que apareceu originalmente no Youtube numa conta de uma adolescente chamada Jade. A Jade publicou unicamente um vídeo que se alastrou pela Web pois ela não publicou mais nenhum e a sua conta Youtube desapareceu. Não se sabe se este vídeo é real ou uma simples representação criativa, nem isso importa. O que importa é a mensagem e a mensagem é: "As palavras magoam, pensa antes de falar", pois não sabemos que impacto elas poderão ter:


Após ver este vídeo senti vontade de simplesmente dar um abraço seguido de um sorriso a esta criança, pois ela é uma criança. Em sociedade temos a idiótica mania de ver os adolescentes como adultos e de os tratar como crianças, eles odeiam isso e obviamente que é uma abordagem que só gera conflitos. O temos de fazer é de os tratar como adultos e de os ver como crianças. Só assim os podemos fazer sentir como eles esperam sentir e os podemos proteger com devem ser protegidos.

Mundialmente morrem por suicido mais de 1 milhão de pessoas por ano e este valor é superior às mortes somadas de todas as actuais guerras. Este numero deveria alarmar e no entanto ninguém liga. Este numero é revelador do quanto estamos fechados em nós próprios, incapazes de ouvir os gritos silenciosos das pessoas que nos rodeiam. 

Temos de ver as pessoas com quem nos cruzamos como uma extensão do nosso ser, pois na verdade a vida é uma e por isso todos nós somos um. Somos partes do mesmo todo, partes da consciência colectiva à qual alguns chamam Deus.

Em 2009 ia eu, em trabalho, num TGV com 1.200 quilómetros para percorrer e ao parar numa estação, uma rapariga que ia a sair olhou para mim e disse: "Tens de sorrir" e continuou o seu caminho sem se certificar se sorri ou não. Não sei o que a minha cara lhe disse. Não sei o que os meus olhos lhe disseram. Não sei sequer o que estava a pensar. Sei sim, que ela tinha razão, que tinha a atitude correcta perante a vida e que se preocupou em dar três palavras a um estranho para que ele abrisse os olhos.

Tempos depois estava eu no metropolitano e umas filas à minha frente uma criança fazia uma barulhenta birra. Nessa carruagem as pessoas olhavam com ar irritado para a mãe e criança. Quando aquela criança se sentiu observada por mim, olhou-me nos olhos com cara de , e a minha reação foi mostrar-lhe a língua. Desta forma iniciámos uma sessão ridícula de caretas trocadas que resultaram em gargalhadas da criança já não birrenta e, por incrível mas previsível, todos os olhares reprovadores foram lançados na minha direcção, incluindo o da mãe da menina.

Esta história poderá parecer irrelevante mas não é. O que ela nos diz é que a simples atenção de um estranho dada naquele momento àquela criança fez toda a diferença, pois os casos perdidos naquela carruagem eram os adultos. Tudo o que a criança queria, era atenção, não era o ralhete da mãe, não era as caras de parvos das pessoas em volta, era unicamente que alguém lhe desse a atenção que qualquer criança tem o direito de exigir aos gritos.


O cavalheiro


Dizem que já não há homens como antigamente, o que na minha opinião é óptimo, pois significa que também evoluímos. Na verdade o que a mulher quer dizer com isto é que o cavalheirismo morreu.
Não percebo bem por que é que morreu. Será que o homem vê a emancipação feminina como algo que os inibe de serem cavalheiros? Eu não concordo, pois o cavalheirismo nunca sai de moda pois no fundo faz parte das regras de boa educação.

Eu cresci com liberdade total o que me permitia escolher entre o certo e o errado, só tinha de seguir o lema do meu pai que regularmente me dizia: "tens liberdade total, mas lembra-te que a liberdade pressupõe responsabilidade". O equilíbrio desta liberdade total, devido a ter uma mãe ausente, era feito pela minha avó que me impunha regras de boa educação, muito British: Postura à mesa, pedir para me ausentar após a refeição, levantar-me para uma senhora se sentar, abrir portas para que elas passem, ajudar a vestir o casaco, e acima de tudo, respeitar a mulher.
Uma educação que na adolescência vi como uma adoração ao sexo oposto, e uma submissão quase servil, mas não é!

Ser cavalheiro é no fundo respeitar a mulher por ela ser merecedora de respeito, e em retorno ela respeitar-nos-à. Abrir uma porta mesmo sabendo que ela tem mãos não é mais do que boa educação. Também, levantamos o cu nos transportes públicos para um idoso se sentar ou uma grávida, e na verdade eles possuem pernas, não é?
Se vamos ao bengaleiro colocar o nosso casaco, não custa levar o delas.
Se na verdade a queremos levar para casa e não temos problemas em despi-la, porque é que temos problemas em ajudá-la a despir e vestir o casaco em locais públicos?

O cavalheirismo está a morrer? O que está a morrer é boa educação!

Bad boy vs Nice Guy

Será que o problema é meu ou este idiota (David Shade) anda a querer ganhar dinheiro em palestras falando de um assunto que interessa às massas, mas não sabendo o que diz?
Esta besta mete os pés pelas mãos, confunde o Bad Boy com um idiota, e diz que temos de ser bonzinhos sempre, e Bad Boys no quarto, mas afirma que as mulheres gostam de Bad Boys... como é que a mulher vai perceber que o gajo é Bad Boy se seguirmos as instruções deste idiota e nos tentarmos fazer passar por Nice Guy?
Como é que se fingimos ser um Nice Guy, ela verá que somos um Bad Boy?

Não me lixem, ser-se um Bad Boy não tem nada a ver com tratar mal uma mulher, o Bad Boy foge ao normal e representa para a mulher um desafio e uma fonte de aventura, um Bad Boy pode ser um cavalheiro, pode ser fiel e pode amar uma mulher. Um Bad Boy não tem de ser um filho da puta pois um filho da puta não tem nada de Bad Boy, é um Cona Boy. Os homens que batem em mulheres mijam-se todos quando enfrentados por um homem, isso é ser-se Cobarde Boy, Cona Boy, Filho da Puta Boy, mas nunca, nunca Bad Boy.

O Bad Boy não finge ser Nice Guy, é simpesmente ele próprio, tem os seus gostos, tem o seus prazeres como qualquer outro homem, e ama como qualquer outro, só é Bad pois é diferente do normal sendo ele próprio sem tentar ser outra pessoa. Por que motivo alguém é visto com Bad Boy? Não por ser mais do que os outros, é por ser ele mesmo estando-se a cagar para o que os outros pensam, é por isso que recebe o rótulo de Bad, não por ser mau, mas por fazer o que lhe apetece. Isso não é errado, é certíssimo, mas a sociedade idiota como sempre acha que só é aceitável ser-se coninhas.
Quando temos confiança em nós próprios e amor próprio, é isso que nos torna Bad Boys pois permite que sejamos nós próprios e nada menos que isso, ignorando certas convenções sociais. O Nice Guy ou Lambe Conas, não diz o que pensa, diz o que elas querem ouvir, não tem confiança nele mesmo, é inseguro, é boa pessoa mas essa bondade aparente não é mais do que insegurança e isso não atraí as mulheres, excepto quando estão numa fase pós Bad Boy e precisam de levar um cachorrinho abandonado para casa.

Dar ouvidos a este ET fazendo o que ele diz não me parece que tenha algum tipo de sucesso com mulheres seguras de si, é dar um tiro no pé e acabar os seus dias a tocar ao bicho dando quecas imaginárias em mulheres que viu ao longe.

Trabalhar cansa e o dinheiro custa a ganhar, por isso temos de mandar esta gente que tenta ganhar dinheiro à custa de livros e palestras de auto-ajuda. A auto-ajuda é auto, é eu ajudar-me a mim próprio e isso não é feito ao ler um livro ou ouvir um atrasado mental a dizer-me como agir, pois aí já não é auto-ajuda, é... é uma merda!

Não percebo o que leva as pessoas a pagarem para ouvir deficientes como este gajo, a comprarem livros de bestas como este ou como aqueles burlões que escreveram "O Segredo", poupem-me. Se conhecerem alguém que compre destes livros, podem dar-lhes o meu E-mail... enviam o dinheiro para a minha conta e tenho a certeza que farei um melhor trabalho elucidativo dizendo-vos quanto estão a ser idiotas ao gastar dinheiro suado, com tretas escritas por burlões!

Só falta alguém escrever um livro intitulado: "Eu auto-ajudo-te"!!!!!






Se eu fosse mulher, só de olhar para ele já me estaria a descalçar... mas para lhe dar com o tacão no cornos!

Ser homem no séc XXI

Ser homem no século XXI já não é tão fácil. No tempo da minha avó, homem que era homem tinha de cheirar a cavalo. Era sinal de masculinidade por ser trabalhador e um potencial chefe de família. Naquela altura o facto de se ser trabalhador era sinónimo de nada faltar às família. Feios, porcos e maus eram três palavras que os definiam.


Aos poucos foram mudando, bater já não era socialmente aceite e tomar banho era uma exigência, mas mais do isso era paneleirisse.

Nos anos 70 apareceram os movimentos gay, com homens que se tratavam melhor mas que não gostavam de mulheres. Os que gostavam tinham como moda os cabelos compridos e o mau gosto a vestir onde o banho era mais uma vez facultativo. Era uma espécie de homem colorido com aspecto primitivo.

Nos anos 90, aparecem os metrossexuais. Homens que tratavam de si mas que tanto homens como mulheres viam essas melhorias pessoais como exageros. O Beckham foi talvez o primeiro, do qual a própria mulher dizia que ele tinha mais produtos de beleza que ela, e que demora mais tempo a arranjar-se. Ainda os há mas a tendência não se espalhou criando até uma relação com a confusão sexual a que alguns chamam de bissexualismo, o que para mim é uma grande treta.


Recentemente apareceram os Neosexuais, não sei bem o que é isto, parece-me uma mistura de Matrix com estupidez aguda. Moda essa que felizmente se tornou numa pandemia. É que se alguém se apresenta a mim como neosexual acho que vou rir tanto como rio de quem se apresenta como emo, pois lembro-me sempre de um emu.


Acho que homem que é homem e não precisa de uma categoria sexual para definir a sua sexualidade baseada na forma como trata de si, sendo ele hetero. O que há são homens porcos e homens não porcos, e dentro destes segundos uns tratam melhor de si do que outros.
Cada vez mais o homem se preocupa com a sua aparência, porque de facto pequenas alterações podem mudar o nosso aspecto imensamente. Por exemplo:

- Por que é que o homem tem de ter uma sobrancelha quando com facilidade pode ter duas?
- Por que é que tem de ter o nariz cheio de pontos negros quando isso pode ser resolvido?
- Por que é que vão ao barbeiro de 10 euros fazer um corte que os faz parecer um refugiado Albanês quando um hair stylist lhe poderá fazer um corte que combine com a sua estrutura óssea?
- Por que é que temos de coçar os tomates quando é só um tique, e quando não é, o poderíamos fazer mais disfarçadamente?

Já repararam como a mulher fica mais bonita depois de vir de um spa? Em como gostamos mais dela com aquele cheiro de cabelo e pele mesmo sem colocar perfume?
O homem pode ter este efeito sobre a mulher, e se o tiver poderá conseguir a mulher que acha que é bonita demais para ele.
É tudo uma questão de cuidado com o corpo. Uma questão de gostarmos de nós.
Se não conseguimos ter cuidado com o corpo nem gostar de nós, podemos sempre tratar de nós nem que seja para impressionar.

Na entrada desta segunda década do séc XXI, homem que é homem trata de si tanto como as mulheres. É uma selva lá fora, e a competição masculina assim o exige. Tudo depende do investimento em nós próprios que acabará por afectar a opinião delas sobre nós.

A idade dos Porquês XXI



Se a mulher quer um homem: Carinhoso, atencioso, inteligente, com sentido de humor, trabalhador, e em que a beleza deve ser interior sendo a exterior secundária... eu pergunto:

1- Porque raio só caem nas cantigas dos Clooney's lá do sitio?

2- Como sabem se um homem tens estas características, se quando não é giro nem tem hipóteses de se apresentar?

3- Por que é que colocam a beleza física no final da lista, quando é a primeira coisa para onde olham?

4- Não estarão as mulheres a mencionar as características prioritárias, começando do fim da lista?

Claro que pergunto isto, pois o homem coloca a beleza da mulher no top 3 de qualidades. Isso é um facto que a maioria não nega, muitos até consideram a beleza como única qualidade, sendo tudo o resto secundário. Sim, somos mais básicos, mas neste campo dizemos menos tretas.
E pelo que tenho visto ao longo dos anos, quando a mulher se apaixona por um homem menos giro, normalmente é por acidente. Normalmente é por um amigo, que se o tivessem visto na rua, não tinham olhado duas vezes para ele.

Afinal o que querem elas?

Já aqui falei em 3 ou 4 textos sobre a temática "os homens são todos iguais", e de acordo com os comentários, eles não são iguais, é segundo elas: "uma maneira de falar".


Mas já repararam que as mulheres que mais mal falam dos homens, não namoram, não conseguem manter um relacionamento?

Eu não vou dizer que a culpa é delas... bem... sim, eu vou dizer que a culpa é delas!
Não será, que o facto de gritarem aos quatro ventos o quanto não prestamos, o quanto somos inúteis e o quanto nos odeiam (quando no fundo até querem encontrar um), não será esse um factor que nos afasta?
Pessoalmente quando ouço uma mulher a desdenhar do que até quer comprar, eu afasto-me, é que nem tento a mais pequena aproximação.

Acho que seria útil neste campo, manter essas opiniões privadas quando na verdade até procuram um parvalhão, inútil, para poderem por vezes odiar, mas que no fundo vos ame.

Elas perguntam...

Inspirado num texto da , que colocou algumas perguntas sobre o homem em geral para as quais procurava respostas, eu no meu papel de homem resolvi escrever um texto com algumas das perguntas mais frequentes e aceito que nos comentários façam algumas mais, se o numero justificar um novo texto, escreve-lo-ei.


1- Por que é que o homem não levanta o assento da sanita para urinar?
Os que não o fazem (que acredito serem uma minoria) tiveram uma mãe que limpava toda a merda que faziam, e possivelmente casaram com uma mulher que reclama mas limpa toda a merda que ele faz. A solução é mandá-los limpar e em pouco tempo eles começam a levantar o assento da sanita.

2- Por que é que o homem não baixa o assento da sanita depois de urinar?
Porque acha que não o deve fazer, pois não faz sentido! Se ele levanta o assento para urinar por que é que ela não o pode baixar para fazer o mesmo? A solução é fazerem-lhes uma lavagem cerebral ou chegar a um meio termo, onde depois de usarem a sanita ambos baixam tudo, inclusivamente a tampa.

3- Por que é que o homem suja tanta louça ao cozinhar?
Porque por melhor cozinheiros que sejamos, achamos que é muito mais fácil ir buscar algo lavado do que lavar na hora para voltar a utilizar, por isso usamos 300 peças de louça e talheres para fazer uma omelete mista, e desejamos que no final alguém limpe aquilo tudo. Achamos mesmo que fizemos algo fora de série e que como recompensa merecemos ir para o sofá coçar os tomates enquanto elas limpam. Wrong! A solução é obrigá-los a lavar tudo e avisar que nem vale a pena dizer que não voltam a cozinhar. Se ele insistir que não volta a cozinhar, vocês dão a escolher entre cozinhar e passar a ferro... acreditem que ele se torna num chef.

4- Por que é que o homem quando está a ver algo que lhe interessa na TV é incapaz de prestar atenção ao que quer que seja?
Esta todas as mulheres já sabem, nós não conseguimos fazer duas coisas ao mesmo tempo, bem... conseguir conseguimos mas não fazemos nenhuma delas bem feita. Além disso é sempre quando elas nos conseguem distrair que acontece a cena mais interessante, ou o golo da nossa equipa. Solução, não há. É mesmo da natureza masculina não tem qualquer influencia educativa ou social. O homem ainda é caçador, ele coloca os olhos na caça e não se distrai. A mulher era colectora tinha de recolher alimentos, ter atenção a perigos e ter os putos debaixo de olho, tudo ao mesmo tempo.

5- Por que é que o homem nunca repara num novo corte de cabelo ou nuns sapatos novos?
Isto tem a ver com as formas diferentes de como os nossos cérebros funcionam. Uma mulher ao olhar para um homem de perto, observa-lhe a cara, um homem só observa um ponto; os olhos, os lábios, o nariz, um único ponto. Por exemplo quando está homem e mulher a observar um por do sol, o homem observa um ponto no horizonte de cada vez, o sol, um barco, é como se estivesse a observar o horizonte por um canudo. A mulher consegue ver toda a linha do horizonte que o seu campo de visão permite. Outro exemplo é a leitura deste texto, os homens estão a ler concentrando-se em todas as palavras lendo em zig-zag. A mulher é capaz de ver toda uma linha lendo de cima para baixo.

6- Por que é que o homem não ajuda em casa?
Pelos mesmos motivos do ponto numero 1, tinha uma mãe que lhe fazia tudo e vê a companheira como via a mãe. É mimado e tem de ser treinado a mexer o rabo sempre, e não só durante o sexo.

7- Por que é que o homem não se cala quando as suas companheiras estão a ver algo que lhes interessa só a elas?
Bem... custa um bocadinho dizer a verdade, porque sou homem. É no fundo uma forma de ciumes, um desejo de atenção porque o assunto pelo qual estão interessadas não lhes interessa a eles, e isso os faz com que se sintam colocados de parte. Sim, mimos! Mas até os homens não mimados, são assim.

8- Por que é que o homem começa sempre a montar um móvel ou a utilizar um aparelho sem ler as instruções?
Porque é homem e homem que é homem acha que as instruções são para as mulheres. Homem que é homem já nasce a saber montar moveis, colocar prateleiras e desmontar aparelhos electrónicos mesmo que ao montar sobrem peças.

9- Por que é que sobram peças depois de um homem montar qualquer artigo do IKEA, ou tentar reparar um electrodoméstico?
No caso dos móveis, dizemos que são peças "extra" não necessárias que servem para o caso de perdermos uma outra que já foi usada. No caso dos electrodomésticos, se sobraram peças é porque "realmente" não tinha arranjo possível, e se tinha, já não tem.

10- Por que é que um homem é capaz de deixar a mulher a falar com outro homem, mas nunca deixa outro homem com as chaves do seu carro?
Porque o carro é nosso e sempre nosso, não se empresta nem se confia a outro homem, pois esse outro não o irá tratar tão bem como nós. Quanto à mulher, ela também não se empresta mas um homem sabe que ela se quiser e quando quiser pode-o trocar por outro que a trate melhor. No fundo, entre o carro e a mulher, sabemos que só temos controlo sobre o carro.

Os Homens são todos iguais 3


Pois é, esta história dos homens serem todos iguais já vai no terceiro capítulo:

Os homens são todos iguais
Os homens são todos iguais 2

Afinal de quem será o problema com a frase "os homens são todos iguais"?

Será que houve uma mulher algures no mundo que testou todos os homens e desenvolveu esta teoria, e agora as mulheres usam-na como se fosse uma espécie de lei universal?

Ou

Será que todos os homens com que determinadas mulheres se envolvem são iguais, porque elas procuram homens dentro de certos parâmetros, o que faz com que sejam iguais, sendo no fundo um problema delas e não dos homens?

Acho que a frase "os homens são todos iguais", é mais um exemplo da capacidade humana de desculpabilização, onde se culpa um todo desculpando o "eu". Desculpam a sua e a capacidade de certas mulheres em caírem nos mesmo jogos, na teia dos mesmos homens, pois é o tipo de homem que buscam.

Senhoras, os meus boxers são todos iguais mas a culpa não é deles, eu é que compro sempre a mesma marca e a mesma cor. A culpa é minha.
O primeiro passo para resolver este problema é aceitar que os homens são todos diferentes mas vocês andam em busca de características erradas que no final não combinam com a vossa personalidade.

Se eu desenvolver uma teoria que diga que toda a gente está errada e eu certo, há grandes probabilidades de eu estar errado. Será que há mulheres que não percebem isto?

Eu afirmo que as mulheres são todas diferentes. Afirmo que as mulheres da minha vida nos últimos 10 anos foram todas malucas com tendências psicopatas, mas no lugar de rotular as mulheres como sendo todas malucas psicopatas, acho que sou eu que de certa forma procuro, e mesmo quando não procuro atraio as mais loucas das mulheres. Até acho que posso ser eu a despertar uma qualquer insanidade adormecida.

Eu vejo e aceito isto como um problema meu. No dia em que a mulher que usa esta frase sempre que se desilude com um homem, começar a pensar que o problema pode ser dela, esse dia será o inicio da resolução dos seus problemas.

Dizer: "os homens são todos iguais" é tão correcto como dizer; "as mulheres são todas malucas por dizerem que os homens são todos iguais", é tão correcto porque ambas as frases estão incorrectas, pois culpam o todo. Raramente o todo está errado e o individuo certo.

Pombos


Estava eu hoje a beber o meu café no Starbucks e dou por mim a observar o passeio. No chão estavam 3 pombos e um pedaço de pão. Pareceu-me serem duas fêmeas e um macho (aprendi a identificar pois cresci numa quinta com pombos correio). Uma das fêmeas comia o pão enquanto a outra fugia do macho. A fuga não era para longe, nem em voo, era a passo. Uma fêmea fugia do macho em círculos, em torno da outra fêmea que se alimentava, de tempos a tempos ela desviava a fuga para o centro e comia um pedaço de pão e o macho sempre a segui-la.
Quando o pão desapareceu ambas as fêmeas voaram e ficou o macho ali, sozinho em busca de migalhas. Quase de imediato vi as semelhanças entre aquele pombo e a sua atitude, comparando-a ao homem.

O que o macho fez:

1- Poderia estar a proteger a sua fêmea enquanto ela comia, afastando possíveis intrusos. O tipo de protecção que o homem acha que deve dar a uma mulher como se ela fosse incapaz de se defender.

2- Poderia estar a aproveitar-se da distracção da sua fêmea, para se atirar a outra que estava ali por perto. O tipo de atitude de muitos homens não confiantes em si próprios que acham que a sua masculinidade é proporcional às mulheres que comem... ou são comidos.

Mas a moral da história e a verdadeira analogia é que o pombo ficou, tal como o homem fica, ali sozinho sem perceber o que se passou. Nem fêmeas, nem comida. Típico dos homens que se esforçam demais para impressionar. Pensam que dão tudo, quando na verdade dão tudo o que é errado e no final, ficam sozinhos sem perceber porque é que o seu mundo ruiu. O resultado do homem que pensa que se esforça por impressionar e o seu esforço na verdade desilude e afasta a/as pessoas que ele quer próximas... Isto, quando sabe o que quer.
Seria positivo se aprendessem com os erros, mas tal como o pombo, raro é o homem que aprende e da próxima vez repetirá tudo novamente.

Mudar de vida com 1,29 €


Hoje aprendi que 1,29€ podem mudar a nossa vida.
Sendo Terça-Feira, achei estranho ver o cozinheiro do meu restaurante favorito numa pastelaria perto da hora de almoço. Sentei-me com ele e ele explicou-me o que tinha acontecido. Ouvi, e no final não me ri à gargalhada. Foi a contenção de riso mais difícil da minha vida.

Este cozinheiro, resolveu deixar a Alemanha e voltar para Portugal. A sua namorada tinha terminado a licenciatura que ele ajudou a pagar. Ele iria voltar para junto dela com a intenção de casar. Escreveu uma carta à namorada a contar a sua decisão e escreveu uma carta de despedimento para enviar ao seu patrão. Estava tudo pronto para dentro de duas semanas voltar para Portugal.
O problema é que trocou os envelopes, enviando a carta de amor ao patrão e a carta de despedimento à namorada e isto meus caros, deu-me uma vontade incontrolável de rir, por saber quem é o patrão dele e imaginar a cara de espanto da namorada.

O patrão percebeu o erro e aceitou o seu despedimento, tendo já um novo cozinheiro em vista. A sua namorada aproveitou o facto de o namorado lhe ter enviado a carta de despedimento e telefonou-lhe dizendo que se ele não se tivesse despedido, que ela o iria demitir. Na verdade, ela só queria terminar a licenciatura e para isso precisava dos 500€ por mês que o otário lhe mandava.

Eu sei que a atitude da cabra, porque foi mesmo uma cabra, não tem piada nenhuma, mas a imagem do patrão dele a receber uma carta de amor do seu cozinheiro, não tem preço.
Quando fui almoçar, o dono do restaurante esteve sentado comigo e disse-me: "Éh páh, eu fiquei com medo ao ler a carta, sabendo que ele estava na cozinha".

É triste saber que ele trabalhou aqui tanto para ajudar aquela chula a estudar. Alguém que lhe "mamou" 6.000 Euros por ano, durante quase 4 anos e nem sexo ele recebia em troca. Bolas, ficava mais barato comprar uma noiva Russa na net!

Problemática dos três corpos

A pedido da Provocação e da Vita, que viram num programa qualquer, qualquer coisa sobre a teoria gravitacional dos três corpos ou problemática dos três corpos, irei abordar este tema.
Não irei fazer uma abordagem Matemática nem Física, nem sequer irei incluir a teoria do caos, como muitos fazem. A minha abordagem a este tema, de forma a esclarecer o meu ponto de vista, será Química. Claro que podem perguntar: "Química? Mas o que é que a química tem a ver com o tema?"
Tudo, tem tudo a ver.

Vejam a seguinte fórmula:


Viram? Ok, agora esqueçam que a viram.

Quando fiz 23 anos, recebi de uma amiga um presente original. Algo que a maioria dos homens quer, mas nem todos recebem. Um menage.
Como eu tenho um pénis egocentrista que exige ser o único presente na sala, quarto, whatever, durante o sexo, este menage teria ser com duas mulheres.
Num menage é muito giro ter duas mulheres a dar-nos atenção, o problema surge quando elas dão atenção uma à outra. Aqui dá-se inicio à teoria gravitacional dos três corpos ou problemática dos três corpos. Em que, ao estarem os dois corpos femininos a "gravitar" um em torno do outro, o corpo masculino dá inicio a uma manobra gravitacional em torno dos outros dois em busca de posicionamento, o que dá origem à problemática dos 3 corpos, em que um irá influenciar a movimentação dos outros dois e os dois influenciam o um.
Neste caso, o corpo homem é como que um abutre em torno de duas carcaças à espera da altura certa para comer.

Eu nunca teria a solução, se não tivesse feito a experiência. Por isso de maneira a resolver a problemática dos três corpos e manter um menage sem caos, devemos adicionar um terceiro corpo feminino. Assim, enquanto dois estão em manobras gravitacionais, há sempre um, ali disponível.

Humor divino


Se observarmos relações animais entre exemplares da mesma raça, a relação entre eles em nada se assemelha à relação humana. Os pinguins são fieis toda a vida a um parceiro. A maioria dos animais de época em época de acasalamento, escolhem parceiros diferentes e não é por isso que guardam rancor uns aos outros.
O cão garanhão lá da rua, monta a caniche mais sexy que mora no numero 23, mesmo que a pastora Alemã do numero 32 esteja já prenha dele. Não é por isso que a pastora Alemã vai ladrar mal dele a toda a vizinhança. Mas as diferenças entre macho e fêmea, não são assim tão grandes.

Homens e mulheres estão incluídos ironicamente na mesma raça, a raça humana, mas somos tão diferentes que chega a parecer uma piada partilharmos o mesmo planeta e que seja esperado que nos entendamos convenientemente. Homem e mulher, são por vezes vistos como ETs pelo/a parceiro/a.

Se na verdade tivesse sido Deus a criar o homem e a mulher, esta seria sem duvida a maior demonstração do seu sentido de humor distorcido. Criar uma atracção quase incontrolável por alguém que consegue ser o nosso oposto.


Nota: Este texto está a ser mal interpretado. Não digo que as diferenças tenham a ver com sexo ou bigamia. As diferenças entre homem e mulher, que torna estranha a consideração de serem da mesma raça, é pelas diferenças físicas, de raciocínio, de interpretação, de visão do mundo, etc, etc, etc. Dentro da espécie humana as diferenças entre os sexos são tão grandes que fazem parecer que cada um pertence a uma raça diferente.


Nota 2: Este foi sem dúvida o texto mais frustrante de escrever, pois poucas pessoas o interpretaram como seria de esperar. Coloquem um homem e uma mulher lado a lado, só o seu aspecto já os distingue, depois coloquem-nos a falar do mesmo assunto, a interpretar as mesmas situações a analisar e encontrar soluções para os mesmos problemas. Perguntem-lhes sobre sonhos, prioridades, opiniões, desejos. Finalmente anotem semelhanças e diferenças... ainda somos da mesma raça?

A caminho do...


...altar.

Sim. Leram bem. O Bruno Fehr está desde Sexta-Feira a caminho do altar e hoje achei que seria a altura certa para tornar a informação publica.
Apesar de subir ao altar ir contra o meu agnosticismo, sempre disse que o faria por alguém especial, e é este o caso. Subo ao altar, como já subi uma vez, por alguém especial.

Já tenho a data, o local. Só tenho de tratar ainda da roupa e obviamente da despedida de solteiro, que será à moda antiga, ou seja, de véspera. não concordo com o modernismo de se fazer a despedida de solteiro uma semana antes. Se é uma despedida, deve ser feita imediatamente antes da cerimonia.

Por isso aproximam-se dias de reflexão sobre as festividades do adeus à vida de solteiro, pois é essa a minha função como padrinho.

Sim, pela segunda vez subo ao altar como "The best man", padrinho. Se calhar pensavam que eu ia casar... Ahahahahahahahah
Em pequeno já sonhava em ser Padrinho, mas era de uma família mafiosa e não de um casamento! De qualquer maneira, padrinho é padrinho e sempre posso obrigar os convidados a beijar-me a mão... Pelo menos posso tentar.

A idade dos Porquês XIX


Em algumas línguas das quais destaco o Inglês, chamam ao padrinho de casamento "The best man", que significa: "O melhor homem".

Ora, se o melhor homem é o padrinho, porque raio a noiva casa com outro?

Cala-te e chupa


O minete.
Apesar de ter relatado conhecidas técnicas do minete e de ter falado em como nos devemos proteger (aqui), resolvi abordar o assunto novamente, devido ao preservativo feminino.


O preservativo feminino é uma coisa capaz de meter medo a um homem. Quando vejo um, só me apetece enfiar aquilo na cabeça e ir fazer 400 metros estilos, para uma qualquer piscina.

Ponto numero 1:
O preservativo feminino não é fiável. E ao dar uma foda à bruta contra a parede ou uma qualquer peça de mobiliário, aquilo pode ir tudo lá para dentro. A solução seria atar a parte que fica de fora com uma corda aos pés da cama. O que não me parece lá muito sexy, mas pode haver quem goste.

Ponto numero 2:
A parte que fica exposta, não é suficientemente grande para permitir um bom minete despreocupado. Umas lambidelas poderosas e uma chupadelas sonoras. Para quem sabe o que é um minete a sério, sabe do que falo.

Ponto numero 3:
Para o minete, poderemos sempre cortar um preservativo masculino em forma triangular, colocar sobre a vagina e lamber até ter cãibras nos maxilares. Mas temos de estar sempre a segurar aquilo e não dá para meter um dedo, como deve de ser, e tocar no botão do amor, que não é o clitóris, mas sim o ponto G.

A solução é papel celofane, que não se parece nada com papel mas sim com plástico. Ou, o que vocês usam para embrulhar a merenda, para cobrir os restos do almoço para comer mais tarde. Mas o papel celofane é só vantagens:

Vantagem 1:
É biodegradável, por isso as vossas fodas serão amigas do ambiente. Serão fodas verdes.

Vantagem 2:
Como o papel celofane é um derivado da celulose muito fino, ele é extremamente aderente. Ele irá aderir àquela vagina como se fosse uma lapa e aí, poderão lamber até ficarem sem papilas gustativas, ao mesmo tempo podem enfiar o dedo onde vos der mais jeito (há quem goste), dar uns apertões nas mamas (apertões de intensidade controlada e não para ver se aquilo rebenta).

Vantagem 3:
O homem não fica com pelos nos dentes, se ela tiver pelos.

Vantagem 4:
Há gajos que falam demais e não sabem para que serve uma língua. Meninos que falam, falam, falam e nunca se calam e chupam.
Alguns deles afirmam que não fazem minetes porque: "não gosto do sabor dos fluidos vaginais". Pois é, aqui a mulher de uma forma triunfante, numa atitude de G.I. Jane, poderá sacar de um rolo de papel celofane e dizer:

"Acabaram-se as desculpas. Cala-te e chupa cabrão!!!!!"

estou a imaginar as campanhas publicitárias:

"With cellophane Glad, lick that pussy like Mad"

Ou nas versões portuguesas:

"Com celofane Continente, Fa
ça um minete mais potente"

"Celofane Modelo, para ratas com e sem pelo"

E sim, isto também vale para as senhoras... Felátios, só com preservativo sem ele ainda apanham uma DST e não estou a falar de aftas. Quanto ao sabor a latex? O que não falta são sabores e podem sempre adicionar chantily.
Este texto abriu-me o apetite, acho que vou cozer uma dose de berbig
ão!

Gritar, Discutir e Lalalar


"Mas tu nunca te passas da cabeça e perdes a calma?"

Foi isto que me perguntaram hoje após uma curta discussão. Fiquei a pensar no motivo de eu discutir de uma forma tão irritante, na opinião feminina. Ao chegar a casa, fui relembrar um texto lógico-humorístico que escrevi há muito tempo sobre este tema: Como Discutir.

Eu não grito. Nunca grito e nunca gritei com uma mulher ou homem, a não ser que ela/ele estivessem ao longe e tivesse de o fazer para chamar a sua atenção, ou ao telefone numa ligação com ruído de fundo. Nas discussões não grito, e o acto de não gritar leva a outra pessoa a gritar e assim que ela grita, perdeu a discussão.

Na verdade quanto mais alto se grita, menos a outra pessoa ouve. Quando estão aos gritos comigo, é como se eu colocasse uma música dos marretas e os meus neurónios iniciassem uma dança animada, isto faz com que fique com um sorriso na cara. Ouço, mas com musica de fundo. Ora, este sorriso, aumenta fúria da pessoa que está aos gritos.

Cada intervenção minha, é feita no meu tom de voz normal. Ao fim de quatro ou cinco respostas que ela/ele não ouve devido aos seus gritos, o volume começa a baixar, pois percebe que não vale a pena.
Gritar é sinal de insegurança, pois acham que não são ouvidos de outra forma.

A minha discussão é lógico-argumentativa, o tipo de discussão que irrita as mulheres. A cada grito, o meu discurso torna-se irónico, na continuação dos gritos, o discurso torna-se arrogante.
Mas sim, eu perco a calma, se depois do meu discurso arrogante os gritos não param ou se mesmo que parem ou ainda, mesmo sem nunca gritarem façam o que de pior me podem fazer, que é questionar a minha palavra (Para mim a minha palavra é tudo). Se digo que faço, eu faço, se digo que vou fazer, irei fazer, se digo que não é não. Se a minha opinião muda, assumo essa mudança. Agora, quando colocam em causa a minha palavra, ou me acusam de algo que não fiz, sim, passo-me e se essa pessoa for uma pessoa por quem nutro sentimentos, passo-me ainda mais, pois é alguém que me deveria conhecer e respeitar. Aí, o meu discurso torna-se frio e distante e cada palavra magoa. Naturalmente afasto-me abandonando a discussão.

Um grito é ruído e a informação perde-se entre o emissor e o receptor.

Mas, irrito-me e fervo por dentro, com as discussões infantis. Estas não são gritantes, nem lógico-argumentativas, mas sim as "Lalalalala lalalala". Odeio-as! Tiram-me do sério! Um gajo está a falar e numa atitude infantil, a outra pessoa está numa atitude de "
Lala la lalala, não estou a ouvir nada, lala la lalala". Não gritam, não argumentam, não ouvem.

Do mal o menos, se é para se entrar na estupidez devido à incapacidade de falarem como adultos, os gritos são sempre preferíveis ao Lalala. A opção é mesmo virar costas e entrar em silencio. O silencio por vezes é gritante e não é uma questão de teimosia, mas sim um protesto contra quem não sabe discutir. Falem, ou calem-se, gritos e lalala's são merdas sem sentido, sem utilidade e onde só se perde.

Os Homens são todos iguais 2


O terceiro texto que escrevi para este blogue, foi: Os homens são todos iguais, era a minha opinião na altura e ainda a é hoje, mas a blogosfera tem-se revelado uma escola neste campo. Ao ter criado este blogue mais pessoal em 2007, comecei a visitar blogues pessoais, coisa que nunca tinha feito entre 2003 e 2007, tempos em que era bloguer comercial.

Na verdade os homens não são todos iguais, são parecidos e por vezes é difícil de ver as diferenças. Mas será assim tão difícil perceber o que a mulher quer dizer?
Eu acho que qualquer ser inteligente percebe que elas ao dizerem isto, não se referem a TODOS os homens, pois caso contrário não escolheriam tanto.
Vamos imaginar o seguinte estudo:

1- Juntamos numa sala uma mulher Portuguesa, uma Brasileira, uma Japonesa e uma Sul Africana.

2- Elas vão falar dos seus companheiros sem referir características físicas ou culturais.

No final iremos perceber, que a maioria delas, senão todas, namoram com o mesmo homem. É isto que faz os homens todos iguais, na opinião delas, o facto de sermos todos muito parecidos.

Haverá homens totalmente diferentes?
Só conheci um local onde todos os homens são diferentes e fazem questão de gritar ao mundo que o são. Esses homens são bloguers. Não todos os bloguers, mas sim aqueles que adoram falar sobre relações e que se querem destacar como únicos. (únicos todos somos, a palavra é usada ironicamente). Todos estes senhores são diferentes, são especiais e fazem os leitores (sendo o alvo as leitoras) acreditar que são o máximo.

O falecido George Carlin, disse um dia:
"Há uma coisa que nunca ouvem nenhum homem dizer, que é: Pára de me chupar a pila ou eu chamo a policia!"

E não ouvem, se a pila dele está a na boca de alguém, devidamente lubrificada ou cuspida e já erecta, ele não vai dizer isto, no máximo, depois de se vir, dirá:

"Não voltes a fazer isto, senti-me usado"
E mesmo assim, seria de rir, ouvir tal coisa.
No entanto há bloguers capazes de afirmar, "eu? nunca!"
Estes senhores são completamente diferentes de todos os homens e ser-se completamente diferente, significa não se ser parecido e se os homens são todos parecidos, estes homens diferentes, não existem. Tudo não passa de devaneios literários para atrair leitores, no caso da blogosfera, para atrair leitoras, pois elas estão em larga maioria neste mundo. Devaneios literários para criar na leitora um fascínio pelo autor.
O Bruno Fehr não é, não quer ser, nem quer que pensem que é um desses homens completamente diferentes. Não sou igual, mas assumo que sou parecido.

Eu não digo que todos os homens fodam tudo o que tem duas pernas, vagina e batimento cardíaco. O que digo é que se a blogosfera fosse um espelho da realidade a frase "Os homens são todos iguais", não existia pois, não faria o sentido que faz. Por algum motivo a blogosfera é "mundo virtual", pois aqui todos podem ser quem querem ser e se querem parecer homens perfeitos, que o façam. Agora, só cai quem quer e vejo mulheres a caírem em textos "lambe-cona", às dezenas e dezenas, com comentários em que parecem acreditar que sim, ali está um homem como não há outro. O perfeito.

Perfeição, não é uma adjectivação aplicável ao homem, se a mulher tiver isto em mente, não cairá em ilusões parvas e não fará figuras de adolescente cega em muitos comentários que se podem ler por essa blogosfera fora.

Nem todos

O terceiro texto que escrevi para este blogue, foi: Os homens são todos iguais, era a minha opinião na altura e ainda a é hoje, mas a blogosfera tem-se revelado uma escola neste campo. Ao ter criado este blogue mais pessoal em 2007, comecei a visitar blogues pessoais, coisa que nunca tinha feito entre 2003 e 2007.


Na verdade os homens não são todos iguais, são parecidos e por vezes é difícil de ver as diferenças. Mas será assim tão difícil perceber o que a mulher quer dizer?
Eu acho que qualquer ser inteligente percebe que elas ao dizerem isto, não se referem a TODOS os homens, pois caso contrário não escolheriam tanto.
Vamos imaginar o seguinte estudo:

1- Juntamos numa sala uma mulher Portuguesa, uma Brasileira, uma Japonesa e uma Sul Africana.

2- Elas vão falar dos seus companheiros sem referir características físicas ou culturais.

No final iremos perceber, que a maioria delas, senão todas, namoram com o mesmo homem. É isto que faz os homens todos iguais, na opinião delas, o facto de sermos todos muito parecidos.

Haverá homens totalmente diferentes?
Só conheci um local onde todos os homens são diferentes e fazem questão de gritar ao mundo que o são. Esses homens são bloguers. Não todos os bloguers, mas sim aqueles que adoram falar sobre relações e que se querem destacar como únicos. (únicos todos somos, a palavra é usada ironicamente). Todos estes senhores são diferentes, são especiais e fazem os leitores (sendo o alvo as leitoras) acreditar que são o máximo.

O falecido George Carlin, disse um dia:
"Há uma coisa que nunca ouvem nenhum homem dizer, que é: Pára de me chupar a pila ou eu chamo a policia!"

E não ouvem, se a pila dele está a na boca de alguém, devidamente lubrificada ou cuspida e já erecta, ele não vai dizer isto, no máximo, depois de se vir, dirá:

"Não voltes a fazer isto, senti-me usado"
E mesmo assim, seria de rir, ouvir tal coisa.
No entanto há bloguers capazes de afirmar, "eu? nunca!"
Estes senhores são completamente diferentes de todos os homens e ser-se completamente diferente, significa não se ser parecido e se os homens são todos parecidos, estes homens diferentes, não existem. Tudo não passa de devaneios literários para atrair leitores, no caso da blogosfera, para atrair leitoras, pois elas estão em larga maioria neste mundo. Devaneios literários para criar na leitora um fascínio pelo autor.
O Bruno Fehr não é, não quer ser, nem quer que pensem que é um desses homens completamente diferentes. Não sou igual, mas assumo que sou parecido.

Eu não digo que todos os homens fodam tudo o que tem duas pernas, vagina e batimento cardíaco. O que digo é que se a blogosfera fosse um espelho da realidade a frase "Os homens são todos iguais", não existia pois, não faria o sentido que faz. Por algum motivo a blogosfera é "mundo virtual", pois aqui todos podem ser quem querem ser e se querem parecer homens perfeitos, que o façam. Agora, só cai quem quer e vejo mulheres a caírem em textos "lambe-cona", às dezenas e dezenas, com comentários em que parecem acreditar que sim, ali está um homem como não há outro. O perfeito.

Perfeição, não é uma adjectivação aplicável ao homem, se a mulher tiver isto em mente, não cairá em ilusões parvas e não fará figuras de adolescente cega em muitos comentários que se podem ler por essa blogosfera fora.

O sexo das palavras


Sempre vivemos numa sociedade tendencialmente machista e ainda o hoje é, se bem que em menor escala. Mas parece-me que o machismo está de tal maneira enraizado que até afecta a nossa linguagem, onde temos:

O nascimento vs A morte
O sorriso vs A lágrima
O prazer vs A dor
O sol vs A lua
O encontro vs A saudade

Do lado masculino está O sexo, O orgasmo, O prazer, O Amor, O carinho, O beijo, O abraço, O sentimento até O tesão, O broche, O minete, O sexo oral, Os preliminares. Do lado feminino está, A impotência, A infertilidade, A frigidez, A doença, A separação, A raiva, A dor, A tristeza, A desilusão. Claro que há palavra positivas no feminino como A Canzana e muitas outras, mas muitas dessas são anuladas por outras, também no feminino, se não vejamos:

A vida é anulada por A morte. A alegria anulada por A tristeza. A luz por A escuridão. A paz por A guerra. A companhia por A solidão. A proximidade por A distancia. A criação por a Destruição.

O fogo é destrutivo mas é causado por umA chama, por sua vez causada por umA faísca. Podem-me dizer que vem de um isqueiro ou um fósforo, mas e a origem do fogo? Vem de um pau? Não, vem de duAs pedras.

Depois há, as que são anuladas por palavras masculinas, como:

A terra por O planeta. A casa por O lar. A água por O rio, O lago, O mar ou O oceano, A piscina sabe bem, mas não chega.

A criança antes de ser A é O espermatozoide + O óvulo, O embrião, O feto, O bebé, só depois é A criança para passar novamente a O adolescente, O adulto.

A foda que é uma palavra feminina é roubado por foder, que é O acto de foder.

Os olhos, O nariz, O queixo estão nA cara, mas a cara são as duAs faces que compõem O rosto. Sim tem a boca e ainda bem que há belas excepções, mas a boca é composta por Os lábios que dão a beleza à boca em parceria com Os dentes. Mas o corpo tem As mamas que também são Os peitos, Os seios. A vagina que juntamente com O pénis se designam por O sexo. As pernas mas que quando juntas com Os braços, formam Os membros. Sim temos A pele e é lá que nasce O Pelo. As mãos serão mãos sem Os dedos que são compostos por As falanges que não são mais do que Os ossos?

Sim há palavras belas no feminino, mas se generalizamos, fazemos no masculino:

O Homem, Os pais, Os avós, Os trabalhadores, sim dizemos As crianças que são Os filhos.
A raça Humana? Então mas isso não é designado por (como já referi), O Homem?

Talvez As letras, que compõem As palavras, que criam belAs histórias possam ficar puramente femininas, poderiam, se no fundo todas elas não formassem Os textos perdidos nAs páginas dOs livros.

Haverá com toda a certeza palavras puras no feminino, palavras que não possam ser derrubadas ou anuladas por outras no masculino ou feminino, mas são raras.

A gramática, A linguagem, As palavras, são um pouco machistas. Ou então sou eu que guiado por uma falsa ideia, fui desviado de certas palavras, numa tentativa machista de ser feminista.

Há até machismo sinalético, os semáforos para peões, aquilo é um homem e não uma mulher. As saídas de emergência marcadas a verde, aqui é também um homem e parece querer dizer que em caso de emergência, os homens devem fugir por ali, enquanto as mulheres continuam nos saldos...


Nota: Este texto é tendencioso e tem a intenção de o ser.