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Photoshopa-mos

Já aqui falei e critiquei os livros e filmes do Harry Potter que considero muito pouco originais com inspiração em obras anteriores, acusação essa de que a autora sempre se safou apesar de as provas serem claras. Safou-se muito ao estilo do Miguel Sousa Tavares onde as provas eram claras ao ponto de uma obra anterior ter mesmo um aprendiz de feiticeiro chamado Harry Potter. 

Mas Harry Potter não me irrita tanto quanto os livros e filmes Twilight em que a autora, Stephenie Meyer, diz ter sonhado com a história e o sonho que ela descreve ter tido a 2 de Junho de 2003 não é mais do que a base da série de livros de Charlaine Harris, The Southern Vampire Mysteries que começou a ser editado em 2001 tendo o 10° volume sido editado em 2010. Não digo que toda a obra seja um plágio, digo sim que o sonho que ela teve deverá ter sido depois de ler Charlaine Harris. A base se Twilight é uma cópia de uma obra anterior onde a única parte original da obra é também a parte mais estúpida... Vampiros que brilham ao sol.

Se eu sonhar que sou um vampiro e estou a ser entrevistado pelo Diário de Noticias contando a história da minha vida, será que estou a plagiar Anne Rice e o seu Entrevista com o Vampiro ou será que passo a ser original se descrever os vampiros como tendo 1 olho na testa e brilham no escuro?

Não me digam que está tudo inventado, que está tudo imaginado e que hoje temos de nos inspirar no já que foi feito para fazer algo novo, pois isso não é verdade. Não tenho nada contra ter uma obra inspirada noutra pois até Camões se inspirou em textos biblicos para muitos dos seus poema e sonetos. O que não concordo é que a actual moda de inspiração passe por furtar a base da história que depois é pintada com outras cores.

Mas vamos deixar este assunto e passar às mentiras visuais.
Um actor desenvolve o seu físico ao seu máximo de forma de maneira a desempenhar um papel num filme:



E mesmo depois de todo esse trabalho, acham que o máximo de forma do actor não chega e por isso apresentam-no assim:


Este corpo não é deste actor. Basta analisar a foto do actor quando era mais novo para perceber que os peitorais dele eram atrofiados e por mais que os desenvolva eles não iriam alargar.

Não consigo perceber como é que escolhem um actor com a cara e físico desejados para o filme, (não me venham falar de talento a representar, pois no Twilight não há talento), mas depois contratam duplos de corpo. Até a bela Angelina Jolie não é Jolie o suficiente para mostrar o corpo e recorrem a duplos como Rachel Bernstein para as cenas em Bikini e a Kate Clarke para cenas mais elegantes como a capa do Mr. & Mrs. Smith.

Não irei discutir com as insanas fãs radicais do Twilight, deixo-vos só com um jogo de "encontrar as diferenças":


Pintam-se as cuecas de preto, troca-se a cabeça e voilá, temos uma treta que ninguém irá descobrir pois o consumidor é burro... yeah, right...


Miguel Sousa Tavares

Seria de esperar que mais tarde ou mais cedo, depois de ter falado de alguns casos semelhantes de escritores que considero maus, apesar do seu sucesso, que falasse deste senhor que é responsável por algumas das maiores insanidades que já li em crónicas jornalísticas em particular na sua cronica do jornal A Bola.

(Chupa, chupa que se apaga!)

Quero deixar claro que tenho perfeita consciência de que este meu tipo de textos demonstra uma "falta de respeito" pela pessoa alvo e por isso convém esclarecer de que eu não acredito que o respeito seja algo que se impõe ou conquista. Acredito que todos os seres humanos merecem respeito até ao momento que o deixam de merecer, da mesma forma que o cliente tem sempre razão até ao momento que a deixa de ter. Miguel Sousa Tavares deixou de ser merecedor do meu respeito. Esta perda de respeito está relacionada ao homem que ele demonstra ser e que demonstrou ser durante este processo chegando a ameaçar o autor da denuncia não só de "processo" mas também de "paulada". Um homem que passa a vida a masturbar-se publicamente com auto-elogios e a criticar tudo e todos, demonstrou não aceitar criticas mesmo que bem argumentadas. E mesmo sabendo que ele tem um ódio de estimação pela blogosfera e que está atento ao que é escrito sobre ele, não tenho problemas em usar da minha liberdade de expressão e falar sobre o assunto.

Miguel Sousa Tavares recebeu uma indemnização de 100.000 euros enquanto pedia 250.000 euros por uma acusação de plágio feita pela revista Focus e publicada também num blogue do mesmo jornalista, blogue esse que foi encerrado. Miguel Sousa Tavares queria também processar um bloguer que o acusa de plágio e que diz saber quem é mas não o consegue provar, dizendo que "o Google não o conseguiu identificar", o que é ridículo, pois é fácil identificar qualquer pessoa online principalmente quando se suspeita quem é. Com exemplo, posso usar a minha acusação ao BragaOnline  (servidor encerrado e que já tinha um processo por plágio do seu logótipo) pelo plágio de 23 textos entre 2007 e 2008 deste blogue, onde não tendo ideia de quem era o plagiador o identifiquei ao pormenor em 24 horas, tendo conseguido nome completo, morada, numero de telefone e numero de contribuinte ao passo que o meu representante jurídico em Portugal dizia que o ministério público considerava impossível identificar a pessoa. 

(Antigo site de plágios do Sr. João Oliveira residente no 1°Esq, numero 75 de uma certa rua em Braga)


Ao Miguel Sousa Tavares só posso dizer que é possível e é fácil, (exigindo recursos financeiros) mas não é para conas (por conas refiro-me ao Miguel Sousa Tavares que possui recursos e motivo e não ao comum leitor que nestes casos se vê desarmado).

Sabendo eu que o tribunal deu razão a Miguel Sousa Tavares e sabendo que eu próprio poderia ser processado, começo por esclarecer que a acusação que faço neste texto não é de plágio. O que faço é demonstrar que há mais semelhanças do que os "3 parágrafos" que estiveram em causa em tribunal.
O livro Equador não é no seu todo um plágio mas tem partes copiadas, adaptadas e isso é inegável. e é ilegal.  Uso os termos "copiado" e "adaptado" em perfeita consciência de como funciona a lei de direitos de autor em Portugal. A lei portuguesa tem uma visão muito particular de plágio. Eu em 1998 processei uma banda portuguesa por um plágio de uma letra e música que escrevi em 1996, o processo foi complicado pelo simples facto de eu ter escrito a letra no masculino sobre uma mulher ela ter sido alterada para o feminino sobre um homem. Além disso a música era tocada meio tom abaixo em guitarra e possuía uma linha diferente de bateria, o que para a defesa a tornava um novo tema. Ganhei o processo, mas fiquei a saber que se pegarem num poema com direitos de autor e mudarem uns versos e se pegarem numa música e mudarem uns acordes ficamos, em Portugal, com um tema novo considerado original. É esta a lei que protege muitos músicos portugueses como Tony Carreira e até a linha de bateria da música Dunas dos GNR onde por só terem copiado a linha de bateria da música Last Kiss de Wayne Cochran (1961), o tema passa a ser original e as pessoas só repararam quando os Pearl Jam fizeram um cover desta música, onde cheguei a ler sobre a possibilidade dos Pearl Jam terem plagiado os GNR, o que me fez rir perdidamente.



Quanto a Miguel Sousa Tavares ele afirmou após o processo: "Não posso admitir que o livro, que me custou anos de trabalho e de vida, que está traduzido em 14 línguas, que foi Melhor Romance Estrangeiro em Itália, seja deitado abaixo por um jornalista e um tipo anónimo".

Tudo isto é uma questão de perspectiva e foi por perspectiva que o tribunal decidiu, por exemplo: Se eu entrar num banco e furtar todas as esferográficas e um jornalista me acusar de ter assaltado um banco, eu, se o processar por difamação posso vencer o processo, pois não roubei dinheiro e  por isso tecnicamente não foi um assalto a um banco. É como alguém que rouba 30€, roubou mas se rouba 30 milhões de euros já não é roubo é desvio de fundos. Tal como um puto na rua vende 5 gramas de Cocaína e é traficante de droga e um empresário que vende uma tonelada pratica tráfico de influencias. Desta forma Miguel Sousa Tavares não plagiou simplesmente usou partes de outros livros. No entanto internacionalmente o plágio tanto é do todo da obra como de parte dela e o uso de parte da obra só não é plágio sendo usada para fins informativos sem fins lucrativos, como é o caso deste blogue e muitos outros onde partes de obras com direitos de autor são usadas para esse efeito.

Vamos comparar:

"Luís Bernardo Valença, instalado confortavelmente num assento de uma carruagem de 1ª Classe, recosta-se e observa a paisagem alentejana ao mesmo tempo que vai rememorando as circunstâncias desta sua inesperada viagem. Estava em Lisboa e foi chamado a Vila Viçosa, ao palácio real, onde será convidado a assumir uma função absolutamente inesperada: a de Governador de S. Tomé".
--Equador de Miguel Sousa Tavares

"Louis Francis Mountbatten, instalado confortavelmente no assento de um automóvel, recosta-se e observa a paisagem londrina ao mesmo tempo que vai rememorando as circunstâncias desta sua inesperada viagem. Estava em Zurique e foi chamado a Downing Street, residência do Primeiro-Ministro, onde será convidado a assumir uma função absolutamente inesperada: a de último Vice-Rei da Índia".
--Cette nuit la liberté de Dominique Lapierre e Larry Collins:

É impossível negar que foi uma cópia. Aqui não há inspiração é uma cópia de um parágrafo com pequenas adaptações. Mas há mais:
"finalmente, Sua Exaltada Excelência haveria de morrer, prostrado à mais incurável das doenças: o tédio."(Equador)
"His was a malady that plagued not a few of is surfeited fellow rulers. It was boredom. He died of it...".("Freedom at Midnight" versão inglesa de Cette nuit la liberté)



MST não tem razão ao dizer: "...de ter esta acusação sobre mim, baseada em três parágrafos de um livro que tem 500 páginas"

Na verdade não são 3 parágrafos são 3 páginas: 245, 246 e 247, que foram tidas em conta na acusação e no processo mas isto na reduz as parecenças só a estas páginas.

Miguel Sousa Tavares, «Equador», págs. 245 e 246, 1ª Edição, 2003 Versus Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», págs. 175 e 176. 2ª Edição, 2002

Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 247, 1ª Edição, 2003 Versus Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 171. 2ª Edição, 2002

Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003 Versus Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 168. 2ª Edição, 2003

Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003 Versus Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 174. 2ª Edição, 2003

Na bibliografia publicada nas últimas páginas está referida a consulta de La Pierre, Dominique e Collins, Larry – «Cette nuit la liberté», Éditions Robert Laffont, Paris 1975. As parecenças são imensas e variadas quer seja no desenvolvimento da história como na construção e até na própria linguagem com parágrafos inteiros traduzidos e outros com pequenas alterações de nomes, locais, números, etc

Miguel Sousa Tavares afirma: "Eu pus o país a ler!", deverá ser por eu morar fora de Portugal que ele não me pôs a ler, na verdade só li o Equador depois de ler o Freedom at Midnight e quem me fez ler o Equador não foi ele mas sim este processo de plágio. Mas recomendo ao país que ele pôs a ler e  que antes de ele ter aparecido, não lia, que leia Dominique Lapierre e Larry Collins, podem ler em francês «Cette nuit la liberté» ou em Inglês «Freedom at Midnight» e acabo de descobrir que há a versão em português «Esta Noite a Liberdade», e tirem as vossas conclusões sobre se tudo se resume a 3 páginas, pois não é uma decisão judicial que torna ilegal vocês retirarem as vossas próprias conclusões. Acreditem que para quem leu um, ler o outro se torna divertido devido aos momentos de déjà vu que felizmente ainda não são passíveis de processo judicial .

O que diria Sophia de Mello Breyner Andresen deste livro? Para mim é triste pensar que ao comprar a excelente obra desta autora, estamos a encher a conta de Miguel Sousa Tavares. Tão triste como entrar numa livraria portuguesa e quando pedimos um livro de Miguel Esteves Cardoso nos fazem uma busca por Miguel Sousa Tavares, que é como confundir o Rei com o Bobo.

José Luis Peixoto outra vez?

Pensei que não fosse necessário voltar a falar de José Luís Peixoto após o meu texto sobre o seu prémio literário onde após diversos pedidos de esclarecimento via blogue, E-mail e até por carta registada, os organizadores se recusam a esclarecer. No entanto sou obrigado a dedicar-lhe mais um texto pois este senhor não pára de me impressionar.

Apesar de ter cancelado a minha assinatura da revista Visão por estar farto de ler idiotices e mau jornalismo, como forma de tentarem recuperar um cliente perdido enviaram-me a Revista Nr° 879 de 7 a 13 de Janeiro de 2010. Esta revista nunca chegou a minha casa e após diversas queixas  ao longo de 2 meses disseram que me enviaram outra... e outra... e outra revista imaginária, pois simplesmente não chegavam. Mas hoje chegou aquela que enviaram com sabor a "Sorry" e saltei toda a revista para ler o Especial - Sete Microcontos escritos por sete magníficos. A primeira imagem que me veio à cabeça foi a destes escritores portugueses vestidos de cowboys ao estilo dos "The Magnificent Seven" de William Roberts numa estranha analogia entre o mundo literário portugues e o velho Oeste americano.
Começo a ler sem ver nada de magnifico escrito pelos magníficos até que... chego ao microconto do José Luís Peixoto e me deu uma sensação de deja vu.

Num cinema perto de si (num universo paralelo e mais ridículo que o nosso)

Onde é que eu já ouvi isto? A melhor parte do conto onde pode haver confusão em perceber se ele se está a masturbar intelectualmente com a sua conclusão ou a tentar fazer humor: "Foi só em 2010 que um escritor português de 35 anos assinalou essa mudança e a afirmou num texto de uma revista."

(Nem tudo o que se escreve deve ser publicado)

Será José Luís Peixoto um apreciador, como eu, de um dos melhores cómicos Stand Up da actualidade, o maratonista e travesti Eddie Izzard? No seu DVD intitulado Circle lançado em 2002, durante uma analogia entre a última ceia e os rituais pagãos ele diz: "Ninguém vai perceber isso durante 2000 anos até um travesti o afirmar em Nova York".


(É notório que José Luís Peixoto tem sentido de humor... Pelo menos espero que seja essa a intenção desta foto...)

Coincidências? Sim há casos em que as coincidências são possíveis mas tendo em conta o Prémio Literário José Luís Peixoto ser uma farsa desonesta (clicar no primeiro link deste texto), não lhe consigo dar o beneficio da dúvida. Concordo que o trabalho de um artista possa inspirar outro mas existe uma linha a respeitar entre inspiração e adaptação do trabalho de terceiros.
Espero que possa finalmente deixar de falar deste ser, mas julgo que ele ainda me vai dar muito material para este tipo de textos.

Uso justo e direitos de autor

Recebi um mail engraçado em forma de aviso de mais um ataque por difamação que se aproxima e o senhor, será o senhor do costume. O mesmo que gosta de usar uma cópia deste template, copiar este blogue e editar os meus textos nesse blogue fechado ao público, publicando print-screens de coisas que não escrevi no seu espaço. O mesmo que gosta de ilustrar esse blogue plágio com a minha imagem de perfil que contém direitos de autor. O mesmo que gosta de usar outros bloguers como tema por não ter capacidades de escrever algo minimamente interessante. Tirando politica, futebol e felatios nada mais sai daquela cabecinha oca.

Este blogue foi já diversas vezes plagiado, primeiro pelo servidor de blogues Braga Online que foi uma luta vencida por mim após dois blogues terem plagiado mais de duas dezenas de textos meus (ver aqui, aqui e aqui). O servidor já não está online. Depois, um blogue clone no servidor Sapo que a Sapo cancelou após eu ter movido um processo. Mais tarde fui eu acusado de plágio de uma biografia numa série sobre a cientologia algo que me fez apresentar o E-mail do autor dessa parte do texto que me autorizava a traduzir e incluir na série.

Nunca disse não a nenhum pedido que me tenha sido feito de publicarem noutro blogue um texto meu, havendo mais de três dezenas de textos meus noutros blogues. Gosto sim que se cumpram as regras, não custa identificar a origem, o que não está certo é tomar o texto de alguém como sendo seu, como pegar nisto e fazer isto. Isto é plágio descarado lá no cu de Oeiras!

Existe agora uma questão. Os meus textos sobre a Nova Ordem Mundial, Maçonaria, Illuminati e H1N1 são uma colagem de informação recolhida das mais diversas fontes e são noticias,  é informação pública que se encontra ao abrigo do uso justo de direitos de autor. Usar vídeos de programas de televisão, documentários, noticias e investigação já publicada ou não, não é plágio é sim informação e encontra-se ao abrigo da lei.
É conhecido que reclamo direitos de autor dos meus textos, mas em ponto algum reclamo ou reclamei direitos de autor dos textos onde partilho noticias. Nesses podem copiar e publicar onde bem entenderem, são de livre uso. A questão está em como saber que textos podem e não podem ser copiados e publicados noutros blogues. Agora há solução:



Todos os textos marcados no seu final com a tag acima referida, podem ser usados por qualquer pessoa, só não podem é reclamar qualquer direito sobre o texto. Desta forma facilita ao leitor saber quais os textos que ao abrigo da lei de "uso justo" que podem ser usados sem que isso possa ser considerado violação de direitos de autor.

Mais informações sobre os direitos de autor e uso justo, aqui. O texto nesse link pretende esclarecer a forma como este blogue funciona e funcionará no que toca aos direitos de autor e ao uso justo de informação e divulgação da mesma. Espero desta forma esclarecer os leitores mais desatentos, alguns anónimos, difamadores, editores de imagem e E-mail spammers que poluem esta blogosfera, e desta forma evitar perder o meu tempo em discussões parvas que só servem para promoção de terceiros que não conseguem atrair atenção de outra forma.

Nota: Este texto não terá comentários.

Frito da tola

A blogosfera tem gente boa e gente má, podemos fazer bons amigos e conhecer pessoas do mais louco, obsessivo e perigoso que há. Felizmente se tivermos cuidado e prestarmos atenção, podemos fazer mais amigos que inimigos, mas teremos sempre inimigos, poderemos até ter quem dedique o seu dia-a-dia só a falar de nós, quer em blogues, quer criando contas Twitter, quer criando diversos websites. Eu conheço alguém assim e como fins humorísticos aqui fica o lado secreto da sua esquizofrenia:

(Clique para aumentar)

Este senhor está bastante treinado na arte de adulterar dados, coisa que faz com o requinte de um excelente falsificador. Aqui fica um print screen de um exemplo da sua obra de enganar pessoas atacando o meu blogue. Uma falsificação que entra do campo do crime ao roubar o código de fonte de um blogue com direitos de autor e principalmente ao reproduzir sem autorização a minha imagem de perfil gentilmente criada por uma leitora deste blogue tendo como base a minha anterior imagem. Essa imagem de perfil tem obviamente direitos de autor sobre a criação (IDPena), direitos de autor sobre a foto original (Bruno Fehr) e direitos de utilização (Bruno Fehr), sem referir que a imagem é uma representação da minha pessoa:

(clique para aumentar)

Sem dúvida algo que deu muito trabalho, por ter copiado o código de fonte deste blogue de modo a o poder editar. É difícil saber até onde está disposto a ir uma pessoa que recorre a este tipo de estratégias. Dá-me pena existirem pessoas doentes a este ponto.

Nota: Para segurança de todos os que comentam este espaço, todo e qualquer comentário será publicado por mim, sem referir os vossos nomes, pois estou a falar de alguém que sofre de problemas mentais graves e é visivelmente perigoso.

O meu "plágio" e a inveja na blogosfera!

Quem acompanha o meu blogue desde há um ano, sabe que fui por 3 vezes vitima de plágio na blogosfera. Sabe também que não descanso até que esses textos sejam retirados ou os blogues fechados ao provar a originalidade dos meus textos. Sabe ainda que, mais de 23 textos meus foram copiados e publicados num outro blogue. No caso mais grave de todos, avancei com um processo judicial que obviamente venci.

Mas agora, um idiota ao qual me recuso fazer publicidade, pois é o que ele deseja. Quer que o mencione no meu blogue de maneira a aumentar as suas visitas e comentários no seu blogue à minha custa. Isso não irá acontecer.
Este rapazinho triste, tentou através do confronto directo no meu blogue, atacar-me de maneira a chamar a atenção para a sua pessoa, visto que isso não bastou, optou por uma acusação de plágio sem fundamento.

O texto em que ele me acusa de plágio é o texto Cientologia, por ter informações iguais ao texto Scientology.
Quero esclarecer que eu, Bruno Fehr falei com Aaron Goulet, para traduzir e acrescentar as minhas opiniões a este texto que serviria de introdução a um segundo e último texto desta série. O texto em si é composto for informações que são de domínio publico, eu não usei as opiniões pessoais do Aaron, unicamente uma "biografia" do fundador desta seita.
Eu acho e tenho a certeza que o Aaron concorda, que é necessário expor a cientologia como uma organização criminosa e apelar à divulgação deste tipo de conteúdo.
As semelhanças entre os dois textos é logica por terem a mesma origem e por não haver muita volta a dar nas partes biográficas, pois são FACTOS.

Tendo em conta que não admito ser acusado de nada e por esse idiota que me acusa, já ter chegado a algumas das pessoas que me lêem, numa atitude de "se não o consegues vencer, destrói-o". Eu vejo-me obrigado a falar deste assunto.

Este gajo acusar-me, não me ofende tanto, como ter leitores do meu blogue a concordar com ele, sem terem conhecimento de causa!
O meu texto não é cópia, pois tenho autorização por escrito do autor em questão para usar e traduzir este conteúdo, consegui isto, simplesmente entrando em contacto com esse autor de homem para homem. Quer percebe de direitos de autor, sabe que tenho e reclamo unicamente direitos sobre a minha opinião pessoal e sobre a tradução, nunca sobre o texto.
Eu sou homem, o Aaron é homem, mas quem me acusa é só um puto invejoso.

Passo a publicar o e-mail que me autoriza (clicar para aumentar):


Esta é a resposta dele ao pedido que lhe enviei após ter tido conhecimento do seu site, conhecimento esse que tive, quando fui acusado. Tal como ele solicitou, irei enviar para que ele possa usar para os mesmos fins os três textos sobre a cientologia, dois dos quais já publiquei, faltando um.

Quanto ao senhor que me acusa. Eu não tenho culpa que tenhas escrito um programa de televisão que foi recusado. É óbvio que seria recusado, pois não tem qualidade, está escrito de uma forma, sem qualquer tipo humor e as raras ocasiões onde o humor aparece é tão seco e de piadas tão gastas que não faz rir. O teu aparecimento na blogosfera poderia ser a promoção do teu material escrito, mas ele é fraco. Escreves correctamente, pois tens conhecimentos de Português, mas não isso não basta, precisas de imaginação, para que os teus textos sejam lidos.
O facto de te vires pendurar na minha pila, para te promoveres, foi, é, e será sempre um tiro no pé. Já muitos me tentaram atacar, mas nunca de uma forma tão baixa. Quando me atacam elegantemente eu respondo argumentativamente, mas ao atacarem-me de uma forma tão baixa, eu simplesmente te esmago debaixo do meu sapato como o verme que és. Não desço ao teu nível para não me sujar de merda!

O plágio é crime, mas como aqui não há plágio, o único crime que existe é o crime de difamação!

Poderia dizer que este senhor quer é baloiço, mas de facto ele quer é mama e eu neste momento tenho a teta seca, mesmo que não estivesse seca, não deixo mamar quem quer, mama quem eu quero, quem eu deixo. Tu, meu caro, podes ir mamar na do cavalo da Batalha!

Ora o plágio é crime, crime que eu não cometo nem nunca cometerei, mas neste caso só existe um crime, que é a difamação por parte deste idiota em busca de protagonismo.
Sublinho também que a única pessoa que pode acusar alguém de plágio é o plagiado, podem ser terceiros se forem mandatários do plagiado. A questão é que não há aqui nem plagiado nem mandatário sendo esta acusação auto-promocional e portanto ridícula.

Espero que assunto esteja esclarecido de uma vez por todas. Esclarecido aos poucos mal informados que foram iludidos por esta acção contra mim. Agora puxo o autoclismo e deixo a merda ir esgoto abaixo.

Este texto refere-se a este outro, e aqui está a segunda parte com as devidas referencias, para mais esclarecimentos sobre direitos de autor podem consultar este texto.

Adenda: Mais dados sobre este infeliz, neste texto que o expõe como Stalker com tendências criminosas.

Críticos e direitos de autor


Este é o segundo texto, da segunda fase, da rubrica, Pergunta ao ex-Crest©. Desta vez irei responder a duas questões no mesmo texto, devido a serem dentro do mesmo tema.
Questões colocadas pela: Princesa Mononoke e Lya, respectivamente:

Princesa Mononoke: "Porque é que em Portugal existe tão poucos críticos literários, e os que existem estão "comprados" pelas editoras ?"

Não acho que existam poucos. O nosso mercado é tão pequeno que não justifica haver mais.
Só num país que não lê, é que um projecto de sonho em qualquer país civilizado como a Byblos, dá falência ao fim de um ano. Temos de ter em consideração que Portugal com 10 milhões de habitantes tem 3 jornais desportivos dedicados a futebol, mais do que a Alemanha com 60 milhões de habitantes. É também interessante que A Bola é o artigo de "literatura" mais vendido em Portugal. Isto é um exemplo flagrante dos deficientes hábitos de leitura dos Portugueses.

Os Portugueses são competitivos e escolhem sempre uma equipa e isto inclui os críticos. Por isso eles são sempre tendenciosos, os livros dos amigos, são bons, os livros dos que fazem concorrência aos amigos, são maus.
Sei como facto, que muitos fazem criticas sem ler o livro na sua totalidade, tal é a má qualidades de muitas das criticas.

O que é um critico em Portugal?

1- É um escritor que é mal pago e precisa de escrever criticas em jornais para ganhar uns cobres extra e como escritor é sempre tendencioso, criticando negativamente a concorrência.

2- É um escritor que vende pouco e em Portugal que fala mal dos outros tem audiência e as audiências são publicidade e a publicidade acaba por lhes vender livros.

3- É alguém que gostaria de ser escritor e fala mal porque acha que faria melhor e fala bem para lamber o cu a quem lhe pode dar oportunidades.

Na minha opinião, quem sabe, faz. Quem não sabe fala disso! Agora não acredito que as editoras, forretas e incompetentes como a maioria é, comprem críticos.

Agora a segunda questão, sobre o mesmo assunto:

Lya: "(...)tenho medo de enviar para uma editora que acabe roubando de mim. Devo fazer um registo antes de enviar para eles e informar que tenho direitos de autor?"

Não. Não deve registar a obra antes de enviar. Pode fazê-lo mas não o deve nem precisa fazer. Primeiro, porque a editora irá com toda a certeza fazer alterações, caso queira publicar o seu livro e o resultado será diferente do texto que registou.
Segundo, porque ao informar que fez o registo, está a dizer à editora que não confia nela.

O registo é justificado, necessário e essencial, no caso de querer publicar a sua obra online, tal como já fiz recentemente num blogue.

É certo que uma editora, pode roubar um livro e editar por conta própria sem lhe dizer nada, usando o nome de um outro autor mais conhecido, obtendo uma garantia de maiores vendas, mas uma editora responsável não o faz, não está interessada em manchar o seu bom nome no mercado, ao ser colocada no meio de uma suspeita de plágio.

Os termos em que os registos são feitos, não justificam o registo. Ele será feito pela própria editora antes de o livro ir para impressão.

Como esclarecimento, uma obra tem direitos de autor, assim que é criada e existem maneiras de provar que uma obra já publicada é sua. Use este "truque":

Assim que tiver o seu manuscrito pronto, faça uma cópia integral dele. Envie o original por correio registado, com aviso de recepção para a editora e ao mesmo tempo envie a cópia por correio registado, lacrado, com aviso de recepção para si mesma.
Nunca abra o envelope com o manuscrito, guarde-o lacrado tal como o recebeu de sim mesma.

Este método, serve de prova em tribunal de que a obra é sua e que a publicada é plágio. O importante é a data dos correios e o tribunal poder constatar que o envelope nunca foi aberto.

Espero ter esclarecido.

José Luis Peixoto


Considerado um brilhante jovem escritor Português que já editou 11 livros (3 deles poesia), dos quais destaco:

Morreste-me (2000)
Uma casa na escuridão (2002)
Antídoto (2003)
Hoje não (2007)





José Luís Peixoto é o padrinho de um prémio literário que consiste, não em lançar novos talentos mas a furtá-los da sua propriedade intelectual. Sim! A Câmara Municipal de Ponte de Sôr criou um prémio literário ao qual deu o nome deste escritor, natural daquela freguesia. O escritor permitiu que o seu nome fosse usado em tamanha ofensa ao jovens, que seguindo o sonho de editar um dia um livro, enviam ano após ano os seus manuscritos de maneira a concorrer a este prémio.

Este prémio é um furto e na minha opinião uma NÓDOA no nome de José Luís Peixoto, uma nódoa suficientemente grande para me levar a recusar a comprar o que quer que seja escrito por este senhor e a desejar que ele não venda nem um livro, até que retire o seu nome de tamanha monstruosidade.
Este prémio leva-me até a questionar a originalidade do que ele escreve, pois dado o regulamento do prémio com o seu nome, não me admira nada que não "busque inspiração" nos trabalhos dos concorrentes.

Podem pensar, lá está o Crest© a falar mal, só porque sim!

Estarei? Qual é o propósito da existência de um prémio literário? É premiar e não furtar, certo? Ou seja, o escritor vencedor deve ganhar algo, um prémio em dinheiro ou se for o caso da edição do seu trabalho, deverá receber os respectivos lucros que cabem ao autor, ou seja +-10%. Será que o meu raciocínio está errado?

Ora bem, podem ver aqui o regulamento do prémio literário de José Luis Peixoto.
Não precisam ler que eu destaco a palhaçada:

"Artigo 8.º Ao trabalho que, pela sua qualidade literária, mais se distinga entre os autores naturais e ou residentes no concelho de Ponte de Sor será atribuído um prémio pecuniário de 1000,00 euros. § único. Igual montante será atribuído ao trabalho que, nos mesmos moldes, mais se distinga, entre os autores que não sejam residentes no concelho de Ponte de Sor, nem dele naturais."

Muito bonito, dão 1.000€ de prémio ao vencedor natural ou residente de Ponte de Sôr, mais 1.000€ para o vencedor entre os restantes Portugueses em todo o mundo. Mas seria ainda mais bonito se o artigo 9.º não existisse:

"Artigo 9.º Caberão ao município de Ponte de Sor todos os direitos sobre a primeira edição dos trabalhos premiados, comprometendo-se este a oferecer aos respectivos autores 50 exemplares, considerando-se os direitos de autor regularizados desta forma."

Mas que lindo. A obra é publicada, os rendimentos seguem para os cofres da câmara municipal de Ponte de Sôr e o autor, o criador da obra, recebe 50 livritos.
Eu acho que podem meter esses 50 livros no cu dos responsáveis por este prémio.

Mas o que é isto? Agora em todos os concursos o vencedor cede direitos de autor ao participar?
Quer dizer, um puto participa para ganhar 1.000€, a câmara municipal edita um livro que se vender a 10 euros cada, só precisa de vender 100 para recuperar o dinheiro (Sim, porque uma câmara municipal dispensa a intervenção de uma editora). É claro que vendem 100 livros, qualquer merda que se escreva e se coloque à venda, vende 100 exemplares.

"Artigo 10.º Caso haja interesse por parte do município de Ponte de Sor e dos autores dos trabalhos premiados, poderão ser promovidas reedições, em condições a acordar. Artigo 11.º Poderão, ainda, ser editados, mediante condições a acordar, caso haja interesse por parte do município de Ponte de Sor e dos respectivos autores, os trabalhos agraciados com menções honrosas."

Pois é, tal como é camufladamente dito no artigo 9.º, os direitos de autor da primeira edição pertencem à câmara municipal, mas a ultima frase desse mesmo artigo, refere que "comprometendo-se este a oferecer aos respectivos autores 50 exemplares, considerando-se os direitos de autor regularizados desta forma."

Ou seja em qualquer edição posterior, tem de haver acordo entre o autor e a câmara municipal de Ponte de Sor, mas o autor cedeu os seus direitos excepto SOBRE 50 exemplares, como consta do regulamento!

E se alguém decidir comprar os direitos sobre a obra, para um mini-filme, um spot publicitário ou só porque sim? Quem vai receber o dinheiro é quem tem os direitos de autor e no caso desse interesse surgir durante a primeira edição, os direitos pertencem à câmara municipal e não ao autor.

Imaginem que aparece um livro que venda tanto como o Harry Poter? Biliões para os criadores do prémio e 50 livros (talvez renegociados para 100 na segunda edição) para o génio criador. Que giro!

Acho incrível que alguém tenha a cara de cu, de dar o seu nome a um prémio deste teor, que rouba os jovens escritores. Sim, pois julgo que só podem concorrer jovens até aos 25 anos, o regulamento é confuso:

"Artigo 5.º Podem concorrer jovens que completem 25 anos de idade até ao dia 31 de Dezembro do ano a que respeita o prémio."

Quererá isto dizer que um jovem de 23 não poderá concorrer pois não completa 25 anos nesse ano?
Quererá isto dizer que posso concorrer todos os anos até ao resto da minha vida, pois certamente terei 25 anos completados todos os anos?

Uma obra tem direitos de autor assim que é criada e concurso nenhum, regulamento nenhum se sobrepõe a esses direitos. Este é um abuso, um furto camuflado de propriedade intelectual, muito parecido com o concurso de roubo de blogues, promovido pela Super Bock, com o seu SuperBock SuperBlog Awards.

Eu chamo à Câmara Municipal de Ponte de Sôr, abusadores de confiança sendo o senhor José Luís Peixoto cúmplice! Tenham vergonha na cara, cambada de inúteis!

Anda meio mundo a foder outro meio, agora até os sonhos de alguns querem foder dando a ilusão que os estão a ajudar.

O autor tem o direito a 10% (em média). Numa primeira edição de 5.000 exemplares o autor tem direitos sobre 500 e não sobre 50. Mesmo que seja uma primeira edição mínima e limitada de 1.000 exemplares, o autor tem direitos sobre 100. Dar direitos sobre 50 em troca dos direitos de autor para a primeira e edições futuras, é roubo, é uma atitude que só posso desprezar e para a qual preciso de um copo de água com ENO para não me vomitar todo para cima do teclado.

Um escritor como o José Luís Peixoto, não precisa destas baixarias, no entanto é o padrinho deste prémio dando o seu nome e além disso é membro do júri de selecção o que significa que conhece o regulamento.

José, até metes nojo!

Nota: Sabiam que em Portugal existem 86 prémios literários e em Espanha só existem dois? Nos EUA 5 e no Brasil 9? E que o país depois de Portugal com mais prémios literários é o Japão com 13? Será este texto explicativo para a existência de tantos prémios?

Aviso!!

Este post é fixo, por ser importante e irá aparecer antes do meu texto diário durante as próximas semanas! (para ler o texto de hoje, passem este aviso!)
O meu nick é Crest©, tem um © no final. Qualquer comentário feito por mim terá também símbolo da blogger "B" antes do meu nick, que prova que é uma conta blogger verdadeira.
Qualquer comentário com o meu nick sem esse "B" é unicamente a utilização do meu nick, ou de uma variante, com a colocação de um link para o meu blogue.
Apelo à inteligência dos bloggers para identificarem as diferenças entre o falso e o original, ANTES de virem aqui fazer barulho!

Se confundem uma conta original com uma falsa e me vierem foder a cabeça, por não saberem identificar, arriscam-se a que eu os mande para o caralho!
Não estou minimamente interessado, se o comentário deste anónimo usando o meu nick, foi ou não ofensivo. Não quero saber, não me interessa. Interessa-me sim é que saibam analisar a situação !
Quem me conhece sabe que para mandar alguém para o caralho, preciso de motivos, mas NUNCA me escondo!

As variantes do meu nick que andam a ser usadas sao: crest, Crest, e crest@, Crest@, todas falsas. Sem o símbolo da Blogger antes do nick, trata-se de uma conta falsa!

Obrigado,

Crest©

PS: Parabéns Otabe, pela tua máscara de IP, mas és um puto (ou são putos? ) com a mania que percebe de informática apesar de saberes como te esconderes (é a tua área). Um pequeno upgrade foi o suficiente para sacar a tua (vossa) localização geográfica. Odeias o mundo, mas o mundo também te odeia. Tens uma bela morgue na tua cidade, usa-a, doa o teu corpo à ciência, pois não serve para mais nada... ou então vai estudar um pouco mais, pois bem precisas! A inveja do meu blogue é uma coisa muito feia! Fiquei desiludido, seriamente com os resultados que obtive :( mas é a vida e a inveja é uma coisa muito feia. Sinceramente não havia necessidade, disto!

Sr. Joao Oliveira


Como algumas das pessoas que acompanham este blogue, me teem colocado diversas questões sobre o caso flagrante de plágio do qual fui vitima. Bem como, todos aqueles que por falta de conhecimento colocaram em causa a viabilidade de tal processo devido ao pseudo-anonimato da Internet. Passo a esclarecer:

A Internet só vos dá um anonimato virtual, os utilizadores acham que são anónimos quando na verdade só o são, até alguém disponibilizar tempo na vossa identificação. Se alguém me quiser processar, só terá de me identificar ANTES de sequer colocar a questão no ar. Ou seja, se alguém me ameaça de processo e se eu acho que é um processo viável, eu afasto-me deste blogue e depois agarrem-se ao pau, pois ninguém me encontra. Para identificar alguém, primeiro busca-se a pessoa, apresentam-se as devidas queixas, deixa-se que elas continuem a ligar-se ao site em questão, do conforto das suas casas.

Quando fiz o post sobre o plágio, já tinha conhecimento desses dois blogues, já tinha feito a minha investigação e tinha em meu poder o nome, idade, morada, numero de telefone e de contribuinte, bem como, o nome da sua empresa. Não falei em vão, nem de cabeça quente.

O processo em questão, já se encontra a decorrer em Portugal e é contra um Sr. de 33 anos chamado João Oliveira que mora no primeiro andar esquerdo, do numero 75 de uma rua em Braga que não vale a pena dizer qual. Posso até lhe ir bater à porta, mandar que lhe partam ambas as pernas, mas não é isso que quero.

Eu recebi de um visitante deste blogue, o link para o site em questão, investiguei e só dias depois respondi a esse visitante para lhe agradecer e publiquei o texto. Já tinha todos os dados quando o fiz. Após o meu texto, esse senhor fez o que eu esperava, apagou a página que dava acesso aos seus dados pessoais, nome, idade, localidade e e-mail de contacto. Fez o esperado que foi deixar de fazer novos posts, de maneira a se proteger. Eu sabia disto, mas fiz o texto quando o meu advogado já tinha todos os dados necessários. Este senhor tinha mais projectos, mais plágios mas que em nada me afectavam, por isso quem se sentir atingido que vire os olhos ou lhe caia em cima. Para os 4 processos avançarem, só precisava de esperar o prazo legal que esse senhor tinha para retirar todos os meus textos.

Foi sem grande surpresa que recebi a informação de que o website em questão já não se encontra online, tendo respeitado o prazo legal para a retirada dos textos plagiados.
Eu sei que lhe posso fazer um ataque à carteira, que com a crise actual, dói mais que um pontapé nos tomates!

Por isso anuncio publicamente que apresentarei através do meu advogado a desistência do processo Judicial contra o Sr. João Oliveira, se for confirmando que foi o próprio a retirar os meus textos. Para isso preciso da confirmação de duas outras entidades online de protecção de direitos de autor, que nada fizeram nesse sentido. Não tenciono prejudicar este senhor a nível pessoa ou profissional, mas a questão continuará no ar, até obter a confirmação que preciso.

Apesar de muitos verem como um elogio, o facto desse senhor acompanhar o meu blogue e identificar-se com tantos dos meus textos, ao ponto de os usar como suas as minhas palavras. Eu senti-me ofendido, pois é muito deprimente ver mais do que palavras, sentimentos que são meus, banalizados por outra pessoa que não sabe nada de mim, nem o que se esconde por detrás daquelas palavras. Um senhor que em alguns textos acrescentou palavras suas em frases mal construídas que assassinaram os textos por completo e demonstraram que não percebeu o que foi escrito. Alguém que a única alteração que fez, foi num dos meus textos trocar a palavra "mar" por "horisonte e orizonte" não tendo por vez nenhuma escrito a palavra correctamente, mas foi minimamente inteligente ao fazer esta alteração, visto que Braga nao tem mar.

Caros leitores e bloguers, vocês não são anónimos, mesmo usando nick "anónimo" ou um outro nick qualquer. Não se podem convencer que o são e fazer ou dizer o que querem.

Eu sei que muitos dos meus textos, são passíveis de processos, mas não são escritos por pensar que sou anónimo, são escritos por acreditar que tenho o direito a exprimir-me como bem entender a gostar ou não gostar de pessoas.
Ao chamar maricas ao Sócrates, eu não tenho de provar que ele é maricas para sustentar o que disse, para isso, ele teria de provar que não o é. Não existe nada de mais complicado do que processos por difamação, pois o pseudo-difamado tem mais a provar que o difamador.

Por agora, acho que a justiça foi feita, sem intervenção da justiça em si. Mas de hoje em diante tenho ambos os meus blogues mais protegidos legalmente e estarei mais atento a situações idênticas e não pensarei duas vezes em avançar com processos, contra qualquer outra pessoa que tenha semelhante ideia. Os tribunais existem parar isso, tal como os advogados estão de pernas abertas à espera de processos fáceis de ganhar como os de plágio.

Blog Bragaonline!


Ontem testei o servidor de blogs chamado Blog BragaOnline. Registei o nome do meu blogue lá e referi o plágio de 2 dos 3 únicos blogs constantes desse servidor. Informei o autor do plágio que iria tomar medidas. A resposta deste ser irracional, foi, eliminar o meu comentário e eliminar o meu blog bem como o meu registo naquele servidor. Após fazer isto, resolvi comentar todos os MEUS textos em ambos os blogues, enquanto ele estava online.
Isto vem a provar que este bloguer é o proprietário do servidor, o que me ajuda, no meu processo contra ele.

Este senhor, eliminou todos os meus comentários e proibiu os comentários em ambos os blogues. Uma pequena vitória com tão pouco trabalho. O link para o contactar foi eliminado, o seu perfil apagado, parece que levou o meu aviso de uma forma semi-séria.
Ele até corrigiu em alguns casos o "prefil" para "perfil", sinal de que acompanha o meu blogue e os respectivos comentários de uma forma religiosa.

Joelha-te perante mim, o teu ídolo, o teu mestre, o teu carrasco e reza. 
Mas larga-me da pila!
Adora-me como teu Deus inspirador, aquele capaz de traduzir em palavras aquilo que gostarias de gritar ao mundo. Eu sou teu Deus, lava-me os pés. 
Mas larga-me a pila!
Os meus textos que roubaste, são como bombons que me tiraste, saboreia-os.
Mas larga-me da pila!
Beija as pedras do passeio que piso, sonha comigo, ama-me como teu superior. Mas larga-me da pila!
Snifa as minhas cuecas usadas, banha-te na merda que cago. 
Mas larga-me da pila.
És para mim como um filho, um filho da puta para ser mais preciso, por isso larga-me da pila.

Bem, continuando:
Ele pode ter retirado toda a sua informação pessoal do blogue dele, mas eu fiz-lhe o mesmo que ele me fez. Ele copiou os meus textos e eu copiei-lhe o blogue inteiro de maneira a manter as provas do crime, mesmo caso ele as apague, tal como apagou algumas.
De acordo com o meu advogado, o senhor a ser processado poderá num prazo de 5 dias úteis, retirar todos os textos plagiados do seu blogue. Quanto às minhas despesas pessoais, é para isso que servem os seguros de advogados!

Noto que este senhor, na verdade sente uma necessidade de comunicar, o seu problema é não ter nada para dizer. Sinto-me lisonjeado por ver nas minhas palavras a sua opinião, só não posso concordar que as use como sendo dele.
Nunca impedi ninguém de copiar os meus textos nos seus blogue, pois até agora os meus direitos de autor foram sempre respeitados, com o link para o meu blogue com a referencia ao autor, ou seja, eu.

Não imagino o que alguém pode sentir, ao ser elogiado por um texto que não escreveu, pessoalmente sentiria-me desiludido por não o ter escrito realmente, sentiria-me um falhado, um triste e criminoso. Fazer Ctr+C e Ctr+F , é hoje em dia um acto que deve ser tão reflectido como o download de música e filmes piratas.

Escrevo porque quero, porque posso. Escrevo o que quero, quando quero. Escrevo o que penso e o que imagino. Descrevo aquilo que vejo, aquilo que me rodeia. Escrevo e descrevo sentimentos. Escrevo realidade e ficção. Escrevo bem e escrevo mal. Escrevo o que sinto, mas nem sempre sinto o que escrevo. Escrevo só o que sai de mim. Escrevo de forma original e identifico, frases e textos que comento.

Não me importa se gostam ou não. Não me importa de leem ou não. Não me importa se concordam ou não. Depois de escrever, está escrito. Acabou. Excepto quando usam as minhas palavras como sendo suas. Isso é roubo, isso é crime. Isso eu não deixo passar em branco.

De hoje em diante existem novas ferramentas neste blog, de protecção e identificação de possíveis violadores de direitos. Os dados dos visitantes não serão nunca tornados públicos nem usados para qualquer que seja o fim. A cópia dos meus textos poderá continuar a ser feita, mas de uma forma controlada.

Apartir de hoje, este blogue voltará ao seu ritmo normal. Fora dele, darei os passos necessários para destruir este frustrado e incompetente animal! Sim tu, João!

O senhor João Oliveira deverá reflectir sobre até onde está preparado a brincar comigo. Mas uma coisa é certa, a bem ou a mal, ele vai largar-me a pila!

Eu sou genial, mas estou farto!


Sim é verdade, recebi mais uma confirmação da minha genialidade, sinto-me um Michael Ângelo com discípulos e tudo. Os discípulos não passam de idiotas com falta de originalidade que querem imitar o mestre.

Recebi um e-mail (obrigado o quem o enviou), que dizia:

"descubra as diferenças entre
e
senão for igual fica la muito perto :D"



Um ser chamado João Oliveira, do alto dos seu infelizes 33 anos (mais do que idade para ter juízo), resolveu criar um blogue chamado "Só me apetece pinar", acho que sim, temos de ser o honestos com as nossas vontades e não tenho nada contra o nome. Ao navegar o seu blogue encontro textos que achei fantásticos, que recomendo vivamente por serem MEUS. Os textos são os seguintes:

Wednesday 30 January 2008: Porque Posso!


Wednesday 30 January 2008: Fazer sexo? Fazer a amor?

Friday 1 February 2008: Sexo e a comida

Friday 14 March 2008: O ponto G dos gajos

Friday 14 March 2008: O Ponto G das gajas

Friday 14 March 2008: FDS Aprendam de vez

Tuesday 18 March 2008: É D´homem

Friday 11 April 2008: Conversa de Gaja

Tuesday 15 April 2008: Será o flirt, trair?

Tuesday 13 May 2008: Platónicos

Mais de 50% do blogue deste rapaz foi escrito por mim, ele nem se deu ao trabalho de editar um pouco os textos. É fácil reparar que algo está muito errado naquele blogue, visto que existem estilos de escrita diferentes, o meu e o estilo dele, repleto de atentados à gramática como a repetição de pontuação (!!!!) ou o abuso de reticencias, usadas até me dar vontade de vomitar!


É uma "honra", que a minha propriedade intelectual seja tão boa que leve este senhor a tomá-la como sua. Até a categoria por mim usada "Eu é que sei" foi plagiada.

Claro que as coisas não vão ficar assim, o autor desse blogue será contactado à boa fé, para retirar esses textos. O contacto será feito por mim. Caso ele ignore o meu razoável pedido, será apresentada uma queixa junto da Creative Commons, Blogspot, Ministério da Cultura Portuguesa, Copy Shütz Deutschland, bem como um processo legal caso ele continue teimoso.

O blogue a ser processado não será só o Só Me Apetece Pinar, irei também apresentar um queixa contra o blogue Orgia de Palavras, que plagiou também vários textos meus como:

Friday 15 February 2008: Um dia, não são dias!

Wednesday 27 February 2008: O homem também sente!

Wednesday 27 February 2008: Mentir & Omitir

Thursday 28 February 2008: Até que a morte nos separe

Friday 7 March 2008: Meias solitárias!

Thursday 27 March 2008: Ponto Final!

Saturday 29 March 2008: Medo ou certeza?

Thursday 10 April 2008: O Tempo!

Friday 11 April 2008: O outro eu!

Monday 14 April 2008: Dualidade!

Tuesday 29 April 2008: Isto é um Momento

Este blogue até plagiou o texto de apresentação do meu blogue: "Opiniões nada mais do que opiniões. Desabafos escritos. Palavras que quero salvar da morte certa que encontram numa folha de papel perdidas numa gaveta. Mais do que monólogos, este será um Blogue de conversas entre mim e eu." E, fantástico, este blogue é também do mesmo senhor...


Quando comecei a escrever este texto, só tinha reparado no primeiro blogue, mas pelos visto há outro. Ora dois blogues a usarem as minhas palavras sem o cuidado de informarem que é o verdadeiro autor. Alguns desses textos são de forte carga emocional para mim, são mais do que palavras, são sentimentos.

Nunca me senti tão desmotivado para escrever como neste momento.

Será que faz sentido escrever? Uma coisa é eu ter um blogue para partilhar palavras, opiniões e sentimentos, outra é ver as minhas palavras, opiniões e sentimento, usadas desta forma.

Hoje iria escrever sobre outro assunto, tenho ainda muito para escrever, muito para dizer e para partilhar, mas no mínimo queria ser respeitado. A falta de respeito demonstrada nestes dois casos, colocou em causa a existência deste blogue e a minha continuação na blogosféra.

Este senhor tal como o responsável pelo servidor serão perseguidos, processados e quem sabe eu até os encontre na rua um dia destes. Assim as coisas não ficam.

Reparei também que pelo menos um dos texto é um plágio do blogue Comia-te!