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As gajas e os gatos!


Muito se fala na blogósfera e fora dela, sobre o problema para um homem, quando conhece uma gaja com um ou mais gatos.

Hoje resolvi ir fazer sumo de laranja, pegar num balde de gelo, abrir uma garrafa de Moskovskaya e debruçar-me sobre este entediante assunto, pois parece que muita gente, ainda não percebeu a razão inconsciente para tal problema.



Será uma gaja com gato, frita da tola?
Será uma gaja com gato, uma mulher mais carente que as outras?
A resposta a ambas as perguntas é não, mas a maioria dos homens pensa que sim.


Tudo começa na escolha do animal. Há pessoa que preferem cães. Há pessoas que preferem gatos. Esta preferência é inconsciente, tem a ver com sentimentos e não com personalidade, como erradamente se pensa.


O cão.
Ter um cão, é ter um animal que está sempre feliz por nos ver. Passamos o dia fora e, quando voltamos o animal está super feliz. Vamos ao WC cagar durante 10 minutos e quando voltamos o cão está na mesma, feliz, como se não nos visse há 3 dias. O cão ama o seu dono incondicionalmente e depende do dono. Mesmo quando mal tratado, continua fiel ao dono e ama-o.


O gato.
Ter um gato, é ter um animal para o qual a nossa presença é indiferente. Passamos o dia fora e quando voltamos ele recebe-nos a roçar-se nas nossas pernas, Se tiver fome, caso contrário está-se bem a cagar, se chegámos ou não. O gato precisa do seu dono e quer ser amado por ele. Se é mal tratado põe-se no caralho à primeira oportunidade.



O cão sabe que quem manda é o humano e respeita a sua autoridade.
O gato pensa que quem manda é ele e o humano está ali para o servir.


O que é que isto tem a ver? É muito Simples. Quem tem cães, gosta de se sentir responsável por cuidar do animal e de ser amado/a por ele incondicionalmente.
Quem tem gatos, gosta também de se sentir responsável por cuidar do animal, mas quer amá-lo incondicionalmente.


É este o problema que surge quando nos referimos a seres humanos do sexo oposto. É aqui, que surge o síndroma do gato numa relação amorosa. A mulher com gato, confunde as coisas e trata o homem como trata o gato, gostando de cuidar dele e amando-o incondicionalmente. Amando-o mais do que aquilo que espera ser amada de volta. É aqui que vocês falham minhas senhoras.


A mulher, deve compreender o homem muito bem e amá-lo um bocadinho. O homem deve amar uma mulher muito e nunca a tentar compreender. Só assim a relação resulta.
Tal como nos gémeos, um é mais inteligente que o outro.
Tal como nos amigos, um é mais amigo que o outro.
O mesmo acontece nas relações, um deve de amar mais do que o outro e esse um, é o homem. A mulher deve-se deixar amar por ele.


A mulher diz à boca cheia que, o verdadeiro conquistador não é aquele que conquista várias mulheres, mas sim aquele que conquista a mesma mulher várias vezes. Então se pensam assim, deixem-nos conquistar-vos muitas vezes, não amem demais, pois aí o homem vê que não tem mais nada para conquistar. O homem que ama mais que a mulher é como um cão, ama porque quer e em troca quer um bocadinho de amor e de sentir seguro, mas sem nunca achar que pode parar de amar por se sentir adorado. O homem sente-se seguro, quando se sente compreendido e não por ser amado.
O amor é uma prisão, quando o homem é amado em demasia sente-se preso e, faz parte do instinto animal querer fugir quando nos sentimos presos. Tratem o homem como um gato e ele vai-se comportar como um gato. Peguem num gato para lhe dar mimos e o gato se, se sente preso e não quer esse mimos, foge.





Pode parecer uma analogia estranha, mas não é. O vosso amor excessivo, faz com que o homem se desleixe pois não há mais nada a conquistar.


Quem é mais fiel? O cão ou o gato? É o cão, pois ama independentemente daquilo que sentimos por ele e dá a vida pela dona. O gato sabe que a dona está lá sempre á espera, a dona está no papo, por isso podem ir a casa da vizinha, beber um pires de leite e quando voltarem a dona fica sempre feliz por o ver. Apesar de o gato ter 7 vidas, não dá nem uma pela dona.


Se têm gatos, ou se preferem gatos a cães, lembrem-se que se amam o homem como a um gato, ele vai-se comportar como um gato e de vez em quando farta-se. Um dia sai de casa com o cio e não volta. Amem o homem como um cão e ele irá amar-vos de volta a dobrar, estará lá sempre quando precisarem e acima de tudo será com toda a certeza fiel, pois ao deixarem o homem amar-vos incondicionalmente ele achará, que terá sempre de vos conquistar dia após dia mais um bocadinho, pois nunca se sentirá seguro do vosso amor.


Ora pensem lá um bocadinho nas vossas relações passadas? Amaram ou não amaram mais do que o que se sentiram amadas? É sempre disto que as mulheres se queixam, de darem tudo sem receberem nada de volta. Pois é, parece ser muito bonito, mas é o vosso maior erro!

A mentira!


Supostamente iria hoje abordar outro assunto, mas algo que se passou a noite passada me fez mudar de ideias.


Eu já abordei aqui o tema "Porque mentem os homens?", apesar de toda a carga humorística nesse texto, eu mantenho tudo o que lá está escrito, estou preparado para defender o que disse enfrentando qualquer mulher, que nem deverá tentar pôr o texto em causa, ou contra qualquer homem, que queira manter o segredo.


O homem mente, por tudo e por nada, isso é um facto. Mas, mentir não é um mal masculino, é um mal humano. O homem mente, tal como a mulher o faz. Talvez o homem seja mais descarado e se esteja a cagar se é apanhado ou não, enquanto a mulher é mais cautelosa. Ambos mentimos, sem motivos lógicos.


Porque mentimos?


Perguntava-me uma amiga, após ter mentido ao seu ex-namorado, sem ter de o fazer. Porque motivo temos de mentir a quem mais amamos e quem queremos ver longe? Porque motivo nos mentem também sem razões fortes?


Primeiro eu estabeleço uma diferença, entre mentir e omitir a verdade. Mentir é inventar histórias, construir uma nova realidade, omitir é esconder factos. Eu omito a verdade constantemente, não minto, simplesmente também não digo a verdade. Omitir a verdade é uma maneira de nos protegermos, pois achamos que a outra pessoa não tem de saber tanto como nós, sobre nós e não lhe queremos mentir. Omitir a verdade é uma defesa. Mentir criar uma nova realidade, que nos pode cair em cima um dia.


A mentira, faz parte da nossa vida. Quem diz que nunca mentiu, mente ao dizê-lo.


A mentira é vista como um mal necessário para evitar conflitos, seja no relacionamento familiar, de trabalho, de amizade ou mesmo de relacionamentos afectivos. O objectivo da pessoa, ao mentir, é evitar o sofrimento dos outros mas principalmente o nosso. É verdade, a mentira é egoísta. Quando mentimos a quem amamos e dizemos que é para não magoar essa pessoa, estamos a ser hipócritas, pois o nosso principal objectivo, mesmo que inconsciente é nos protegermos a nós próprios, para evitar brigas, discussões, confusões, para parecermos mais importantes, interessantes, misteriosos, ou para nos sentirmos parte de um grupo. Enfim, a mentira alimenta o nosso ego. Em outras situações, mentimos para exibir um status, a pessoa mente para se sentir igual ou até superior a seus colegas e às pessoas que nos rodeiam.


O nosso amigo que diz ter ido de férias para o Brasil, quando na verdade foi acampar para Peniche. Quando se fala da noite de Barcelona e alguém diz que já lá foi, sem nunca ter ido. Alguém que passa a vida a falar do seu/sua namorado/a que não existe, só para se sentir igual aos outros. Para se sentir "normal". Quem diz que tirou uma licenciatura numa faculdade privada atrás do sol posto, numa área completamente original, só para não se sentir inferiorizada, por simplesmente não ter tido os recursos financeiros.


A mentira, é reveladora da insegurança da pessoa em se assumir como ela é, revelando baixa auto estima.




Uma mentirinha, caridosa para não magoar ou uma mentira inocente para não sermos magoados é normal, é aceitável. Não há problema em mentir, dizendo que se esteve preso no trânsito, de maneira a evitar uma briga com a esposa ciumenta que não quer que ele vá beber uma cerveja com a malta do escritório.


A mentira faz estragos e magoa ainda mais do que se tivéssemos dito a verdade, quando descoberta. Além de mentirmos, traímos a confiança de alguém que não queríamos magoar. Não importa o tamanho da mentira e nem os motivos que levaram a pessoa a mentir, a pessoa mentirosa passa a ser vista com desconfiança e perde a credibilidade. E, muitas vezes, além de todas as dificuldades que ela tem na tentativa de recuperar a confiança perdida, esta pessoa pode perder para sempre o convívio com determinadas pessoas.
A mentira é fácil, é fácil sentir a tentação de mentir. Conhecer uma rapariga e dizer que se gosta da mesma música, quando não a suportamos. Dizer que ela está linda, quando parece um ovo da Páscoa cheio de cores.


Mentir é muitas vezes, sem querer, é inocente, mas é acima de tudo colocar uma armadilha onde nós próprios iremos cair.
Se contamos uma mentira uma vez, tudo bem, mas há quem as conte vez após vez após vez. Por vezes ouvimos alguém mentir a outra pessoas à nossa frente. Já me aconteceu, sinto-me mal ao estar a ouvir uma mentira pois estava lá, presenciei os factos, mas para a pessoa que conta a mentira, já a contou tanta vez, já acrescentou tantos factos novos e personagens, que acredita mesmo que foi assim que se passou. Essa pessoa já não faz por mal, construiu o seu próprio mundo de mentira e vive nele. O incrível é que essa pessoa é feliz, mesmo já não sabendo o que viveu realmente e o que inventou. Nem sabe essa pessoa, nem ninguém. Não a condeno, a mistura entre ficção e realidade resultou para essa pessoa, tem hoje 33 anos e tem sucesso, se é que lhe posso chamar isso. Mas... ontem ao perguntarem-me porque mentem as pessoas, não pude evitar de pensar nela. E quando descobrirem?
O facto é que o ser humano já na infância começa a mentir. Para fugir da repressão em relação aos pais. A diferença entre as pessoas é o quanto elas se acham convincentes. E aí começa a perda de limites. O mentiroso vive em função das suas inverdades. Sofre para evitar que a mentira seja descoberta, cria situações e outras histórias para sustentar as suas mentiras.
Uma mentira, pode durar uns minutos a ser descoberta, pode demorar anos, mas eventualmente será descoberta ou pelo menos posta em causa.


E quando essa mentira é praticamente uma vida inteira?
Eu sei que é impossível não mentir, toda a gente já mentiu e toda a gente irá mentir novamente, por mais insignificante que seja o facto. Mas cuidado, não deixem que a mentira se torne o vosso mudo. Mais vale dizer a verdade magoando do que fazer sorrir com uma mentira, pois assim que a mentira é descoberta, esse sorriso não será agradecido. Assumam quem são e como são, digam a verdade, se magoam terceiros, que se lixe, problema deles. Pelo menos, podem dormir descansados.


- Diz que me amas.
- queres que te minta?
- Não!
- ... ficamos por aqui então...

Strap on e siga!


Tinha saído com três raparigas. Três amigas. Só mesmo para nos divertirmos, sem pensar em sexo.
Como já disse vezes sem conta, a única maneira de um homem estar com uma mulher sem pensar em sexo, é, ou já fez sexo com ela, ou simplesmente não há um mínimo de atracção física.

Esta noite estava seguro. Com duas delas já tive algo no passado, a terceira não faz o meu género. Sei lá vejo-a como um dos gajos, ou como uma irmã mais nova. Não temos qualquer tipo de química.
Eu e três gajas completamente loucas, que sabem aproveitar uma noite ao máximo. Uma delas é uma ninfomaníaca assumida, gosta de homens e gosta de sexo. Gosta mais de sexo do que de homens, por isso não escolhe muito. Outra é também alguém que gosta de sexo, 1 para 1, um para dois, 10 para 10, tudo serve. Adora experimentar coisas novas. A terceira, tinha acabado de sair de um namoro de 8 anos. Toda a sua adolescência e parte da vida adulta com 1 único homem. Agora queria compensar o tempo perdido. Eu? Eu fui pela viagem.

Como eu já estava com os copos e uma delas não bebe. Trocámos de carro, ficou o meu em casa e fomos no carro de uma das miúdas. Sentei-me no banco de trás e vejo uma caixa no chão. Afasto-a com o pé e ela abre-se. Qualquer coisa lá dentro brilhava no escuro. Pego no objecto e FODA-SE! Era um dildo gelatinoso cor-de-rosa fluorescente. Aquela merda brilhava no escuro. É impossível perde-lo de vista:

- Foda-se, o que é isto?

- É o meu homem substituto. Não te preocupes que isso está tudo desinfectado.

- Parece a picha do E.T.!

Passo o dildo à rapariga ao meu lado e coloco a mão na caixa. Retiro outro. Este era diferente. Era verde escuro e não tão gelatinoso. Na base tinha um interruptor. Um vibrador. Além de vibrar a cabeça dele andava à roda.
Em certas revistas, chamam àquilo massajador facial. Não faço a mínima ideia porquê. A forma do bicho pode servir para muita coisa, mas não me perece que seja muito útil na cara. Passo o vidrador à rapariga que estava ao meu lado, que sem pensar duas vezes o colocou no decote. Ligado.

Investigo a caixa. Vaselina. Preservativos masculinos, com sabores, cores, formas estranhas. Preservativos femininos, que mais parecem toucas de natação. Anéis de prazer. Os mais diversos tipos de gel. E... Aquilo. Algo que me fez tremer. Uma outra caixa com um Strap On!

- Para que queres esta merda?

- Para fazer aos gajos o que me fazem a mim!

- Tu vais ao cu aos gajos?

- Se me pedem vou! Se me vão a mim e também vou!

Ora aqui está uma gaja com quem eu não brinco mais. Senti um misto de medo e felicidade. Medo, porque ela estava a falar sério. Felicidade porque tive algo com ela quando ela ainda era inocente.

A noite foi longa. Antes de irmos para casa, fomos às bifanas. Estavam lá umas 20 pessoas. Saímos do carro e fomos logo atendidos. As mulheres riam-se, num raio de 20 metros de mim não havia gajo nenhum. As bifanas foram oferta da casa. Antes de entrar no carro, olho para os gajos todos que fugiram de mim e digo:

- Estas gajas são completamente loucas.

Vejo na cara de alguns um sorriso meio amarelo.

Porquê?

Antes de sair do carro, baixei as calças e coloquei o strap on por cima dos boxers. Vesti as calças, deixando o botões da braguilha desapertados. Ou seja, tinha uma picha roxa a sair-me das calças.

Não era grande. Não era assustadora. Era igual à da foto mas roxa e pelos vistos metia medo.

Ainda somos um povo com tabus. Porque raio fugiram os gajos? Já um gajo não pode sair à rua com uma pila roxa a espreitar das calças? Estariam com medo que eu lhes fosse ao cu, ou estavam com medo de se sentirem tentados a pedirem-me colo?

Claro que quando acordei, ressacado e me lembrei do que fiz, pensei para mim mesmo, "Nunca mais bebo". E não bebi... a semana inteira... Claro, chegando o fim-de-semana esquecemos e voltamos aos copos!

Confessa!


Numa caixa de 12 preservativos, faltam 5:



Ela: Hmmm, só usámos quatro, onde está o quinto?
Ele: Sei lá, se faltam cinco, é porque usámos cinco!
Ela: Não! Só usámos quatro. Onde está o quinto?
Ele: Mas tu andas a contar as fodas?
Ela: Ando! Diz-me onde está o quinto!
Ele: Eu sei lá...
Ela: Andas a trair-me, admite!
Ele: Não sejas parva!
Ela: Sê homem, admite!
Ele: (...silêncio...)
Ela: Eu SEI que me andas a trair. Admite!
Ele: Sabes?
Ela: Sei! Vais admitir ou não?
Ele: Não, não vou!
Ela: Mas eu sei que me andas a trair!
Ele: Como é que sabes?
Ela: Já me tinham dito.
Ele: Então se sabes, para que raio queres que eu admita.
Ela: Se não admites, não te posso perdoar.
Ele: Perdoavas-me?
Ela: Se fores honesto e admitires, sim. Sou mulher para te perdoar.


A mulher é como a Policia Judiciária, pode ter todas as provas do mundo, mas querem sempre uma confissão. Depois usam psicologia, uma pequena lavagem cerebral em que nos fazem acreditar que fica tudo bem se admitirmos.


O homem por mais culpado que seja, prefere morrer a admitir que traiu a sua mulher. Ela pode ter as fotos ou um vídeo do homem com outra e ele continua a negar. Mas quando ela o faz acreditar que o perdoa, ele acredita. E admite, nem que seja para acabar com a conversa.


Ela: Pronto, pronto, é verdade.
Ele: Cabrão! Filho da mãe, odeio-te!
Ela: Tu disseste que sabias...
Ele: Eu só soube, porque tu me disseste!
Ele: Foda-se!


E assim um gajo é enganado. A mulher perdoa, pelo menos é mais vulgar uma mulher perdoar uma traição do que o homem. A beleza da outra mulher contribui para o perdão. Se o homem trai a sua mulher com uma mulher que ela ache mais bonita, isso ajuda-a a perdoar.




Continuando. O que é hipócrita no homem quando trai e é perdoado, é que deixa de confiar na mulher! É verdade, um gajo trai a sua mulher e deixa de confiar nela!
Nós sabemos perfeitamente que quando ela nos perdoou, foi como se lhe tivéssemos dado uma "carta verde para pila alheia". É tipo aquela carta no monopólio para sair da prisão. A partir deste momento, apesar de ela ter perdoado, ela não esquece. Começa a fazer um controlo bem mais apertado dos nossos movimentos. Nós próprios começamos a dar satisfações voluntárias de tudo aquilo que fazemos. Porquê? Não é por nos sentirmos culpados ou em divida, é sim o medo de que ela use a "carta verde para pila alheia".


A partir do momento que és perdoado, ficas sem sexo durante uns tempos e aguentas, sempre com medo que ela use a carta.
Tudo isto pode acontecer, por causa de um simples preservativo, que não se sabe bem o que lhe aconteceu... ou sabe, não importa. Uma coisa aparentemente tão simples, pode causar o caos.


"It has been said that something as small as the flutter of a butterfly's wing can ultimately cause a typhoon halfway around the world"
- Chaos Theory

Como discutir!


Qualquer homem sabe ou devia saber que é impossível ganhar uma discussão com uma mulher. Mas, existem técnicas para o fazer. Se já ganharam uma, foi porque ela desistiu. Elas ganham sempre, basta quererem.
Tenham sempre consciência que a mulher durante uma discussão tem a última palavra, tudo o que o homem disser depois disso, é o começo de uma nova discussão. No entanto, o importante é sair a ganhar, mesmo perdendo. É isso, que o homem deve sempre fazer.

Primeiro:
Deixem-na falar, gritar à vontade. Neste início de discussão ela está a ventilar, está a deitar cá para fora tudo o que tem acumulado dentro de si. É como que, estar com os copos e vomitar, mas neste caso é um vomitar de sentimentos. Todos sabemos que quando alguém vomita, devemos sair da frente. Por isso deixem-na falar.

Segundo:
Peçam mais. Assim que ela acabar de falar, peçam mais, perguntem que mais ela quer dizer. Um especialista em relações o Dr. Williams Robbins, diz que 9 em cada 10 vezes a mulher só quer ter as suas opiniões ou frustrações ouvidas. Motivem-na a deitar tudo cá para fora. Ao fazê-lo, ela irá libertar todo o "peso" que tem carregado e ficará desarmada e muito emocional.
Está na altura certa para fazer as pazes e essa é a melhor parte das discussões.

Terceiro:
Visto que ela está sensível e desarmada, não entrem em conflito, pois ela irá buscar merdas que não lembram a ninguém, como aquela vossa namorada feia no quinto ano do ciclo.
Virem a conversa contra ela. Se a discussão é por ela não querer que um gajo ande nos copos todas as noites com os amigos, respondam, "Quando me pedes para deixar de sair com os meus amigos, mostras o quanto realmente és insegura". Quem diz insegura, diz ciumenta, desconfiada. Qualquer que seja o assunto, devem de forma calma, segura e educadamente dizer algo, que vire a discussão contra ela.


Mas só depois de ela já ter gritado tudo o que há para gritar.
Pode soar a algo cruel, mas virem sempre a discussão, pois ela nesta altura, depois do desabafo está confusa e há que tirar vantagem disso."Ó querida, só olhei para a empregada de mesa porque estavas a dar mais atenção ao bolo de chocolate do que a mim". Este tipo de frases, desarmam-nas e, esta em particular é como matar 2 coelhos com uma cajadada só, a falta de atenção e o chocolate.

Quarto:
Mantenham-se sempre dentro do assunto. Não vão buscar merdas ao passado, nem contornem a questão, isso são merdas que elas fazem e não nós. Mantenham os vossos argumentos, curtos, simples e directos.

Quinto:
Nunca passem à ofensiva. Não digam que ela é irritante, chata, louca ou burra como uma porta, por mais que isso seja verdade. Isto são más tácticas e ela é capaz de ir buscar carga emocional àquele dia que, com 4 anos viu morrer a sua Lulu.

Sexto:
Não se comportem como um cãozinho e coloquem o rabinho entre as pernas. Elas não gostam de gajos submissos. Para as mulheres o poder é afrodisíaco, portanto o homem tem de ser forte, manter a sua opinião inalterável. Elas gostam disto.

Agora sim, façam as pazes. Pessoalmente, quando me aborreço nas relações invento situações que causem discussões. Primeiro, porque uma mulher irritada é o meu melhor afrodisíaco. Segundo, pois depois de elas gritarem e desabafarem, ficam muito mais carentes e carinhosas tornando o bom sexo, em excelente sexo e o excelente sexo em sexo religioso, que é aquele em que penso "ai meus Deus que ela mata-me".

Ao fazer as pazes, têm de dar o litro. Ela tem de receber orgasmos múltiplos. Se no final da primeira foda, lhe der para querer conversar, fodam-na outra vez, pois ainda pode sair dali outra discussão. Se for preciso dão-lhe a terceira. Isto poderá desidratar-vos os tomates, mas poupa-vos a paciência. Depois das pazes e de ela estar exausta na cama sem se mexer e completamente dormente da cintura para baixo. Digam-lhe "tu és frita da tola".

Podem não ganhar a discussão, mas isto é como ficar em segundo lugar e trazer a medalha de ouro para casa!

Isto é um Momento!

Isto


Dizem que finjo ou minto,
Tudo o que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto,
Com a imaginação.
Não uso o coração.

Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço,
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.

Por isso escrevo em meio,
Do que não está ao pé,
Livre do enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!


Adoro este poema de Fernando Pessoa. Não concordo que se escreva sem se sentir, pois aí perde-se o prazer. Perder a única coisa que me mantém a escrever. Perder o momento, em que posso ser honesto, escrevendo tudo o que nem sempre posso dizer. Mas, adoro o poema.


O autor vivia da escrita, amava a escrita, mas como profissional imaginava e não sentia, pois o que sentimos por vezes não chega. Não tem valor comercial. É por isso, que não penso em editar, pois escrever é das poucas coisas que ainda me faz sentir. Se perder isso, perco tudo.


O extraordinário deste poema, é a facilidade com que o transformo numa explicação de como o homem sente o amor vs a mulher...

O homem não finge amar, mesmo que não ame de verdade, ele não está a ser falso, ele sente algo. Pode não ser amor, mas é algo de forte. O homem ama em primeiro lugar com o cérebro e é o cérebro, a sua imaginação que convence o coração. O cérebro masculino analisa os prós, ignora os contras e o coração aceita.



A mulher ama imediatamente. O coração palpita. Não percebe o que sente, fica confusa e deixa-se ir na avalanche de sentimentos. Mais tarde, depois de se deixar levar para uma relação, é quando começa a processar toda a informação no seu cérebro. Começa a traduzir o que o coração diz, na sua linguagem única e intraduzível, para aquilo que ela quer acreditar. Pensa e pensa. Pensa demais, deixando de seguir o coração e tentando moldar tudo à imagem que idealizou.

Homem ou mulher, estão ambos "fodidos da cabeça" e é por não serem "puros da tola" que fodem a cabeça uns aos outros. Homem e mulher têm como que um curto circuito cósmico, quando se tentam perceber.

Sejam felizes, vivam o momento. Parem de tentar analisar o parceiro. Parem de tentar racionalizar sentimentos, pois eles não são racionalizáveis. Sejam um pouco mais animais e menos intelectuais. Aceitem o/a parceiro/a como ele ou ela são, qualidades e defeitos. Eles não têm de mudar, nós não temos de mudar, mas ambos temos de aceitar.



Em vez de racionalizar tudo, e idealizar futuros. Vivam momentos, pois é disso que a vida é feita, de momentos, que acontecem agora! Já passou... Aqui está outro momento, foda-se já passou também.

É isto a vida, o presente que assim que o é, já foi, tornando-se passado. O futuro? Porquê racionalizar o que ainda não aconteceu, perdendo um momento que poderia ser um passado lindo?

Aceitem os momentos. Entreguem-se aos momentos. Vivam os momentos. Não percam momentos a idealizar um futuro.

Usem a língua!



Há gajos que deviam levar com um gato morto nos cornos, até ele miar. Então não é que um colega, me telefona, a convidar-me para jantar? Conversa para aqui, conversa para ali, lá acabo por dizer que sim.

Vou ter com ele e vamos para o restaurante. Quando eu vejo que restaurante era fiquei assustado. Este é o restaurante onde trago as mulheres "especiais", o ambiente é seleccionado, a comida é excelente e conta final, é de deixar lá o dinheiro, a roupa e por pouco não temos de deixar o cu também.

Se um gajo, quer pagar o jantar num restaurante assim a outro. Há merda! Dinheiro emprestado não deve ser, visto que ele ia pagar 100 Euros nas melhores das hipóteses pelo jantar. Portanto, ou deu em bicha e vai-se declarar a mim, ou tem problemas com gajas. Acertei. Acertei na segunda hipótese, não comecem já a pensar em paneleirisses.


- Sabes, sempre que faço sexo com a minha namorada e lhe pergunto se ela teve um orgasmo, ela diz sempre "quase".


E vem ele falar comigo, por não perceber nada desta merda?

Por acaso, sou um gajo que sabe guardar segredo. Se eu fosse um cabrão qualquer, ia colocar a estória dele num blogue para toda a gente ler e dizia que ele se chama Max! A sorte dele, é que eu sou um tipo fixe e não faço essas merdas aos amigos, mesmo aos mais cromos.


Resumindo, a gaja dele não se vem. O que fazer? De acordo com a minha experiência no assunto, que não é muito variada mas é vasta. Há 4 hipóteses:


1- Deixa de ser parvo e não perguntes.

2- Caga nisso.

3- Manda-a amanhã à noite a minha casa, que eu descubro o problema.

4- Fala com ela para descobrir o que ela gosta.


Lá porque a gaja, não tem orgasmo, não quer dizer que não tenha prazer. Pelo menos não é daquelas que finge o orgasmo. Essas sim, são umas idiotas. Fingem o orgasmo porque pensam que um gajo se importa. Esqueçam meninas, o homem não quer saber disso. Nós temos o nosso e ficamos felizes. A vida é assim.

Há situações, ou melhor, certas gajas que nós queremos que se venham. Pessoalmente, só dou valor às gajas que não fingem o orgasmo, essas é que dão pica e não descanso enquanto não lhe der três ou quatro seguidos (pelo menos).


Homens, se vocês derem três ou quatro orgasmos à mulher, daqueles em que até parece que ela está a parir, garanto-vos, elas voltam e voltam e voltam por mais.

Se querem mesmo que elas atinjam o orgasmo, mas já não há tesão que aguente, sigam o ditado, "enquanto houve língua e dedo não há mulher que meta medo".

Tirem uma noite para dar o litro. Qualquer homem, dá duas seguidas, depois precisa de 5 a 10 minutos para recuperar para a terceira, nesse tempo vão lá com a língua. Quando estiverem a sentir cãibras (sim, é assim que se escreve) nos maxilares, já o vosso Zézinho, está pronto para a terceira e pimba, mais umas bombadas até ela chegar lá. Se não chegar, vão lá com a língua outra vez. Não pensem em dar a quarta, pois isso da quarta é merda de mentirosos.

Garanto-vos que por mais teimoso que seja o orgasmo dela, depois do primeiro ela tem mais, para compensar pelos vossos esforços.


Em último recurso e se já têm uma relação estável com a miúda, apresentem-lhe um daqueles amigos a pilhas ou mesmo sem pilhas. Hoje em dia não há razão para uma mulher não se vir. Informação não falta. O que falta às vezes é vontade ou... língua!

Se nada disto resultar, deixem-me uma mensagem, que eu faço visitas ao domicilio.

Conversas de gaja!


Conversas de gaja quando se referem a sentimentos e ao que querem, é como falar com uma parede. O homem sabe que as paredes não falam. O homem sabe que as mulheres não se explicam. Porque caralho tentamos perceber? Porque raio temos de ficar com o cérebro em água de tanto as ouvir e tentar entender, quando tudo o que é preciso é dar-lhes álcool e corda. Aí falam como umas loucas e nós entendemos


Já alguma vez sentiram após uma longa conversa que não perceberam nada? Eu já e sempre com gajas.
Eu só tenho um amigo de verdade que é homem. Para mim é fácil de o perceber. Além dele, as minhas verdadeiras amizades são com o sexo feminino. Não sei, elas entendem-me ou parecem entender. Eu também as entendo em quase tudo ou pelo menos tento, excepto quando toca a sentimentos e desejos. Visto que tudo na vida da mulher gira em volta de sentimentos e desejos, fico a perceber que não percebo nada.
Aqui está um exemplo de uma conversa para a qual ainda procuro tradução:

Gaja: Os homens são todos iguais!
Gajo: Mas afinal o que é que esperavas um santo?
Gaja: Esperava um homem
Gajo: Sabes bem que não é fácil...

Gaja: Não é fácil o quê?

Gajo: Tu sabes... Lidar contigo...

Gaja: O que é que estás a querer dizer?

Gajo: Estou a dizer que tens um mau feitio lixado!

Gaja: Tenho o caralho! Estás aqui estás a engolir a língua!

Gajo: Vês?

Gaja: Vejo o quê? Isto não é mau feitio!

Gajo: Claro que não...
Gaja: Eu preciso de um homem diferente

Gajo: Diferente de quem?

Gaja: Diferente de todos os outros

Gajo: Mas não acabaste de dizer que são todos iguais?

Gaja: Tu sabes...

Gajo: Não, não sei... Diz-me!

Gaja: É diferente...

Gajo: O que é diferente?

Gaja: O que procuro.

Gajo: Porquê? Porque és tu?

Gaja: Claro!

Gajo: Vamos ver se eu percebo, procuras um homem diferente, no meio dos iguais?

Gaja: Procuro um homem a sério

Gajo: O que é um homem a sério?

Gaja: Um homem com h grande

Gajo: ... (cara de incrédulo)

Gaja: ... (cara de crédula)

Gajo: A tua definição inclui toda a raça humana

Gaja: Foda-se, vocês homens não percebem nada!

Gajo: No meio das vossas explicações que só complicam, contradições e meias palavras, não é fácil!

Gaja: Se fosses gaja já me tinhas percebido.
Gajo: Olha, fode-te!


Aqui mudou-se de assunto, fomos para a noite. Apanhamos uma daquelas bebedeiras gigantesca e voltámos a falar com os copos. Ora bem, ou o homem percebe melhor bêbedo, o que eu não acredito, ou a mulher se explica melhor, quando o cérebro está lento demais para pensar em maneiras de complicar.
Acabou por me dizer, que está desiludida com os homens. Sempre que acha um que é bom, deixa-o escapar pois acaba sempre por se apaixonar por um cabrão. Não sabe o que quer, não sabe o que procura. Mas quer encontrar o homem perfeito. No entanto, já percebeu que tem queda para os cabrões, por isso terá de ser um perfeito cabrão.


Será assim tão difícil, dizer o que se quer? Ou será que 10 vodkas lemon ajudam o cérebro feminino a trabalhar? A mim só me ajuda a fazer merda!

Resumindo, elas são mais parecidas com o homem do que o que gostariam de ser. A diferença é que o homem anda de mulher em mulher à procura da perfeita. Elas esperam que ele apareça.

Um belo par de cornos


O que se passa com as pessoas e os cornos?

Um carneiro tem cornos e dá conta de uma rebanho inteiro de cabras. Antes de outro carneiro pensar sequer em montar uma dessas cabras, tem de dar uma sova no carneiro “residente”. As melhores vacas estão à disposição de um touro. O touro cobre-as e mesmo assim tem cornos.

Porque raio quando somos traídos, levamos um par de cornos?


Vivemos numa sociedade sádica, gostamos de ver sofrer, quando há um acidente, uma multidão pára para ver os mortos e feridos. Todos querem ver sangue ou no mínimo alguém em sofrimento. No caso de traições é o mesmo. As pessoas focam a sua atenção em quem foi traído e nunca no autor dessa mesma traição. O traído é o coitadinho e o coitadinho é corno.


“Coitado (ou coitada), deve ser difícil ter um par de cornos daquele tamanho”
Quem é traído sente-se envergonhado, afasta-se das pessoas amigas que sabem o que aconteceu. Quem traí, continua a sair à rua como se nada tivesse acontecido. Não acho justo. Quem é desonesto, não é tão torturado. Somos sádicos, gostamos de ver e fazer sofrer. Coitadinho...


Eu não defendo exclusividade sexual, também não defendo liberdade total. Tudo depende da relação, das regras criadas. Se é uma relação de exclusividade, então tem de ser respeitada. Se queremos ir “comer fora”, então devemos “rescindir o contracto” com a outra pessoa.





Hipoteticamente, se a minha namorada me traí com outro homem, quem é que eu culpo? Na minha opinião devo culpar a minha namorada, ou a mim próprio, nunca o outro rapaz. O outro rapaz viu uma oportunidade de tirar a barriga de misérias e aproveitou. Esse rapaz não tem que me prestar contas, terá sim que se explicar à sua namorada se a tiver. Eu só posso culpar a mulher em que confiei, pois ela sabia que me estava a trair. Posso também culpar-me, por ser em parte responsável por essa traição, visto que algo lhe faltava, algo que ela procurou em outro homem. Esse algo é sempre algo que eu lhe dava e deixei de dar, atenção, carinho, amor, etc.

No entanto homem ou mulher, quem é traído sente vergonha. Porque? Quem traí é que é desonesto e deve sentir vergonha. Não percebo... É esta vergonha que é vista como um atentado à nossa honra, que causa mortes. Matar quem nos traí de modo a recuperar a honra. Se eu chegasse a casa e encontrasse a minha mulher na minha cama com outro... Ambos iriam para a rua completamente nus. Pela porta ou pela janela não sei, mas nus iam. Depois iria queimar os lençóis e quem sabe a cama. Também desinfectar o quarto e queimar 8 Kg de incenso, pois sei bem o que me iria atormentar, imaginar todo aquele cheiro a sexo no ar.




Um colega meu, andava a ser traído pela mulher. Toda a gente sabia à meses, ele não queria acreditar. Certa noite, era suposto ele estar no turno da noite, tirou essa noite de folga. Tinha combinado com um grupo de amigos tirar isso a limpo, eu fazia parte do grupo. Passado duas horas vamos a casa dele. Silenciosamente ele entra, dois minutos depois uma luz acende-se no primeiro piso, ouvimos gritos e vemos um gajo a sair pela janela. Do grupo de pessoal a assistir à cena alguns tentaram apanhá-lo, mas aquilo não era um homem, era o Homem Aranha, o rapaz estava com tanto medo, que fugiu a saltar de telhado em telhado. Escusado será dizer que ninguém o apanhou e ainda bem. Não tenho dúvidas que por "amizade", aquele grupo o teria espancado sériamente. Nada muda o final da história, hoje ela está com o Homem Aranha. O Homem Aranha era um rapaz solteiro e descomprometido, que gosta dela e gosta de estar com ela. O meu colega era um casado que fazia vida de solteiro, gostava de sair comigo e o resto do pessoal, deixando a mulher em casa, mesmo se nós levávamos as namoradas.


O homem é quem traí mais. Na minha opinião, o homem não traí mais, simplesmente é apanhado com mais facilidade e não precisa de motivos para trair, basta haver oportunidade. Além disso em vez de trair e calar-se, não, tem de contar aos amigos. A mulher descobre e pronto, está tudo fodido. Ela não precisa de muito para acreditar numa traição.
A mulher por seu lado tem sempre motivos e o mais forte é o próprio companheiro. No entanto ele precisa de ver outro marmanjo a comer a mulher dele para esclarecer todas as duvidas.



Porque trai o homem?
Porque o homem só tem 4/5 litros de sangue (consoante o peso e altura) e ao contrário da mulher, temos duas cabeças para irrigar. O sangue não chega para manter uma erecção e pensar sobre as consequências das nossas acções. Não quero com isto dizer que este facto seja aceite como desculpa, é simplesmente a realidade. O homem trai unicamente porque teve a oportunidade para o fazer. Não há segundas intenções, não é um plano que temos de cumprir.

Porque trai a mulher?
Porque pensou nisso. A mulher quando trai é uma traição premeditada. A relação já está mal. Ela já deu a entender que não é feliz, mas o seu companheiro não percebe ou finge não perceber. Depois de ponderar, ela trai e nunca é por acaso. Ela é apanhada menos vezes pois ao contrário do homem, não fala disso com se fosse um troféu.



Agora quem descobre a traição mais rápido?

É o homem. A mulher reage mais rápido, basta uma amiga dizer a outra que sabe que ela foi traída e ela não descansa enquanto não tira isso a limpo.

O homem já sabe que vai ser traído, muito antes de o ser, simplesmente não quer acreditar, tem de ver para crer. Acha que se não pensar nisso e agir normalmente, que tudo passa. Os amigos já sabem, dizem-nos e não acreditamos. Pessoas estranhas sabem, dizem-nos e não acreditamos. Os nossos pais, já sabem, nós não acreditamos. Sai na primeira página do jornal, nós dizemos “mau, merda”, mas não acreditamos. Mesmo quando ela nos diz, que já dormiu com com a equipe de futebol da cidade, incluindo os reservas, nós duvidamos. Temos de ver para crer.

Não acreditamos porquê? Porque já sabemos. Já sabíamos que íamos ser traídos antes de ela sequer ter ponderado fazê-lo. Percebemos todos os sinais dela, todos os sinais que optamos por ignorar. Homem acredita realmente, que todos os problemas se resolvem se os evitarmos.

Meus senhores, sabem quando é que perdem a mulher que amam? Não é quando a traírem, mas sim quando tomam o amor dela como garantido. Quando sabem que ela vos ama imenso e que esse amor não irá acabar. Acaba.

Nunca tomem a vossa mulher como garantida, ela tem de ser seduzida todos os dias. Todos os dias deve ser assegurada do quanto gostamos dela. Podemos pensar que a conhecemos mas ter consciência que há muito mais a conhecer.

Nós somos, simples, fáceis de agradar. Ao homem basta-lhe três coisas; comida no estômago, dinheiro no bolso e sexo por perto, tendo isto somos felizes . Elas são diferentes. Mais sensíveis a pormenores aos quais não damos importância, depois do sexo quer falar ou simplesmente fazer ninho e gozar o momento, gostam de ser ouvidas e que o homem as tente perceber.

Na verdade a melhor maneira que encontro de as definir é: Elas são Humanas. Nós somos primitivos. As diferenças são tão grandes que acredito que o sexo feminino esteja um passo à nossa frente na escala da evolução.

No entanto... Gostaria eu de ser mulher? Não!

O Ponto G das gajas


"Qual é a diferença entre uma bola de golf e o ponto G?
É que o homem precisa de mais ou menos 20 minutos para achar uma bola de golf."




Em conversa com uns amigos numa esplanada sem mulheres por perto. A conversa foi parar ao ponto G. Um dizia:


- Já fiz tudo, já corri o corpo dela de ponta a ponta e não achei o ponto G.


- Talvez o tenhas encontrado, mas não o estimulaste da maneira correcta.


A conversa seguia e eu estava deliciado. A estupidez irrita-me, detesto pessoas burras que acham que acham que sabem o suficiente. Este não era o caso, ambos os intervenientes da conversa eram simplesmente ignorantes no assunto. Eu não sou um perito, mas porra, sei um pouco mais.
Vi-me obrigado a interromper e perguntar:
- Mas afinal o que pensam vocês que é o Ponto G?
- E um ponto.
Dizia um.
- Um ponto de extrema sensibilidade, que, se estimulado correctamente, leva a mulher ao prazer máximo, culminando no orgasmo. A sua localização varia de mulher para mulher.
Diz o outro e com toda a razão.


Com o desenvolver da conversa percebi, que pensavam que era como que um botão "on", que ao accionar ela tinha um orgasmo instantâneo. Ou seja, uma mulher podia ter o ponto G no mamilo, outra podia-o ter no calcanhar, ou até no sovaco. Tive que rir. Ao rir, começou a ironia deles:
- Ò Bruno, Deus do sexo... Imperador da vagina... Rei do clítoris... Partilha com estes pobres virgens o segredo, a localização do ponto G.
Ignorando o sarcasmo, passei a explicar:


O Ponto G, deve o G a Ernst Gräfenberg, médico sexólogo Alemão que primeiro falou neste ponto, nos anos 50. Na verdade não é segredo, basta consultar uma enciclopédia para encontrar o ponto G. A sensibilidade deste ponto deve-se ao facto de ser uma concentração de terminações nervosas, coberta por tecido com glândulas e vasos sanguíneos. Tudo isto está ligado ao... Clitóris.
Olham para mim em silêncio.


Exactamente, o Ponto G fica mesmo ali, junto à "gruta dos prazeres" e, na minha opinião, acho ser o local indicado. Os homens que procuram o ponto G, enquanto massajam as costas à namorada, estão muito longe de o achar. A namorada só não lhe diz que não o vaiachar ali, pois gosta das massagens.
Ficaram ambos em silêncio, como que a pensar: "onde é que este caralho foi buscar esta merda?". E simples, homem que é homem tem de saber estas merdas. Se um gajo só pensa em vazar os tomates e ela que se lixe, vai passar muito tempo a masturbar-se, pois não arranja gaja que volte para repetir.


Então perguntam:
- O ponto G é o clitóris?


Está ligado a ele, é confundido com ele, mas não é exactamente ele. É uma zona e não o clitóris em particular. Também não é um ponto, é uma área que varia de tamanho de mulher para mulher, quer na textura, quer na espessura e há quem diga no sabor também.


Em geral situa-se logo abaixo do osso púbico, na parede anterior da vagina entre a abertura "dos prazeres" e o colo do útero. Se não sabem onde é o osso púbico, ou o colo do útero, merecem ser condenados a tocar ao bicho para o resto da vida.

Depois desta aula de sexologia, acrescento o que descobri nas minhas "investigações".

Não é para ir à doida, colocar a pata directamente na crica da miúda e esperar um orgasmo instantâneo. Os preliminares são iguais e antes de estimular essa zona, devem fazer "testes". A zona pode ser estimulada com os dedos, mas muitas mulheres não gostam de dedos. Joguem pelo seguro e vão lá com a lingua. Não conheço mulher nenhuma que não goste de uma língua bem usada.

Indo lá com a língua, estão na primeira fila e podem ter a sorte de ver o ponto G. Se a mulher estiver relaxada e bem lubrificada o ponto G será visível, por ficar inchado e cheio de sangue (sangue interno, claro!), a área do ponto G será ligeiramente enrugada e terá um tamanho variável de mais ou menos 2 cm.

Vi um brilho nos olhos deles. Um deles olhou para a empregada de mesa, com cara de quem olhava para uma cobaia. Dentro de dias irei saber os resultados desta explicação. Na verdade, acho que um deles não encontra as cuecas mesmo quando as tem vestidas.

O dilema da sanita


O assento da sanita, em cima ou em baixo?

Mulher:
- Em baixo obviamente!

Homem:
- Essa merda não me diz nada!

Eu digo, “Porra”.
Quando estava na faculdade partilhei um apartamento com uma mulher. Era uma amiga de infância, daquelas quem nem pensamos em cobrir pois já as vimos nuas com dois anos. Há qualquer coisa em ter tomado banho aos dois anos com uma mulher, que nos alivia da pressão sexual para o resto da vida. Por isso, nos dávamos tão bem. Claro que quando ela passava em frente ao meu quarto, com uma toalha do tamanho de África enrolada ao cabelo e outra do tamanho de um guardanapo enrolada ao corpo, deixando pouco espaço para a imaginação. Eu pensava “bolas, já tomei banho com aquele corpo todo?”, mas depois passa.

Por sermos da mesma cidade, termos andado na mesma escola, as nossas famílias são amigas e nós nunca perdemos o contacto. A nossa amizade era diferente, eu sentia-me como o seu irmão mais velho. OK, dois meses, mas mesmo assim mais velho!

Devido ao facto de termos entrado na mesma faculdade e no mesmo curso, depressa chegámos à conclusão que os valores que cada um nós estava a pagar por um quarto com WC e cozinha, era o suficiente para alugar algo bastante maior, com sala de estar e morar juntos. Antes de assinar o contracto fizemos uma lista de regras a cumprir para evitar problemas.

As minhas regras... Uma. Uma única regra. O meu quarto é o meu reino, não admito interferências, invasões, opiniões, etc.

As regras dela 23. Sim, 23 regras. Regras sobre coisas que nunca imaginei. Coisas que nós homens não ligamos nada como: pêlos na banheira, pés na mesinha de café, roupa fora do cesto, não deixar a roupa 3 meses no estendal, lavar a nossa louça antes que os pratos fiquem verdes e se os pratos forem verdes, antes das moscas colocarem ovos. Imensas regras, em que eu concordei com “todas”... Excepto uma. Ainda me lembro:

Regra numero 16: O assento da sanita deverá encontrar-se sempre em baixo


Chamem-me louco, mas se eu tenho de levantar o acento da sanita para urinar, porque motivo o tenho de baixar? A mulher a isto responde, “Porque o lugar dele é em baixo”.

Desculpem minhas senhoras mas onde e que isso esta escrito? Nas instruções da sanita? As mulheres vão dizer que faz parte das regras de boa educação, que é mais higiénico. Mais higiénico? Higiénico é o papel e nada tem a ver como o posicionamento do assento da sanita.

Eu sei que se o homem urina com o assento em baixo, há grandes probabilidades daquilo ficar tudo salpicado. Mas, o homem levanta e urina, deixa ficar o assento em cima. A mulher chega, baixa o assento e urina. Qual é o problema? Assim ambos executam trabalho manual antes de urinar, é trabalho 50/50.

Quer dizer, o homem seria o único a mexer no assento constantemente, ao levantar e ao baixar. Eu posso muito bem urinar com o assento em baixo. Recuso-me a fazer trabalho manual com assentos de sanitas.

Estou farto da mulher se sentir a Rainha da sanita, pois ao chegar à casa banho a “cagadeira” tem de estar prontinha. A mulher só tem de baixar a cueca e soltar o seu tarolo.

Com esta minha amiga o problema foi resolvido, pois eu fiz a ameaça de greve. Iria urinar estivesse o assento em baixo ou em cima. Houve guerra, claro. É nestas pequenas merdas que começa a guerra dos sexos.

Visto que na minha opinião, não é justo para o homem, estar sempre a mexer com as mãos num local onde elas nem tocam. Tocam, mas com a peida. Fiz uma proposta. Independentemente de quem vai urinar, ou da posição do assento, colocamos em baixo o assento e respectiva tampa. Assim, ambos encontramos a sanita nas mesmas circunstâncias.

O que é que isto resolve? Nada. Sinceramente não me faz diferença nenhuma baixar o assento. Mas bolas, há merdas estúpidas, por isso porque não discutir uma estupidez com argumentos ainda mais estúpidos?

O homem da moda


Porque motivo as amigas e colegas das nossas namoradas, nos acham tão atraentes? Quando temos namorada as mulheres fazem fila para provar um pouco de nós, especialmente se a nossa namorada for considerada bonita. É uma competição que lhes alimenta o ego. Se conseguirem tirar uma lasca levando o homem trair a namorada, isso é como um prémio, sentem-se tão bonitas como a rapariga com que se estão a medir.

O problema é quando o namoro acaba. Problema para o homem, pois o mesmo rapaz sem namorada, já não é tão interessante. Para as mulheres os homens são todos iguais, mas os namorados novos das colegas… são diferentes, temporariamente.