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Agentes versus Chulos

Hoje em dia, quem se quer lançar nas artes, seja música, cinema, pintura, literatura, etc é-lhe sempre recomendado um atalho, ou seja, recorrer aos serviços de um agente que nos representará e agirá, teoricamente, na defesa dos nossos interesses no que toca a contratos, relações públicas e até defesa judicial e em troca ficam com uma percentagem dos lucros do artista. Há artistas que buscam agentes e há agentes que procuram recrutar artistas.

A questão que me coloco é: Por que motivo nos referimos a estas pessoas como agentes? Já existe uma palavra para definir este tipo de serviços! Chulo.
O chulo age exactamente da mesma forma e ainda faz serviço de guarda costas.



Por isso concluo que se o agente é chulo, uma prostituta é artista e todo o artista é puta!

NaNoWriMo

O mês de Novembro é, como todos os anos, o mês Nanowrimo, uma interessante "competição" literária que consiste em escrever um mínimo de 50.000 palavras em 30 dias. A ideia obviamente não é escrever um livro, é unicamente escrever, escrever e escrever sobre uma qualquer ideia que com muito trabalho nos meses seguintes será refinada ou simplesmente abandonada.
Participei não oficialmente no ano passado porque invariavelmente durante uma história, penso noutra e esqueço a primeira e por isso tenho um cemitério imenso de palavras esquecidas. Este ano foi a minha primeira participação onde não só cumpri o objectivo mas ultrapassei-o em mais de 200% (+-163.000 palavras).

 (É parvo o termo "winner" pois não é uma vitória mas sim um "Achievement".)

Foi por este motivo que estive ausente do blogue, pois pretendia ganhar disciplina a escrever sem distracções.

Após vários dias a pensar sobre o que escrever e cheguei à conclusão que não cheguei a conclusão nenhuma. Primeiro pensei em escrever algo ridículo como uma qualquer história de vampiros que andam entre os mortais durante o dia e que brilham quando expostos à luz solar, mas chamaram-me à atenção para a obra semi-original: Twilight.

Se ser semi-original dá estatuto à obra, pensei em escrever algo ridículo como uma qualquer história de vampiros que andam entre os mortais durante a noite e que brilham no escuro, mas chamaram-me à atenção para a ineficácia de um predador nocturno fluorescente e que iria sem dúvida atrair diversos insectos.

E que tal uma espécie de tragédia Grega? Poderia ser a história não de um filósofo Grego mas sim do seu nemesis que um dia se torna primeiro ministro de uma nação que se julga o topo do mundo mas que é na verdade um barco de madeira à deriva, sem leme nem capitão navegando pelo meio de Icebergs armado em Titanic.

O que reparei desde que decidi participar oficialmente, é no ódio que existe em imensos blogs pelo Nanowrimo. Esse ódio é sempre de escritores profissionais que argumentam que ao escrever 50.000 palavras em 30 dias teremos 50.000 palavras de merda e não as suficientes para um livro. Mas quem é que disse a estes ET's que alguém está a tentar escrever um livro? E quem é que disse as estes ET's que após o dia 30 de Novembro vamos considerar a história pronta e publicável? E quem é que disse a estes ET's que quem participa quer publicar?

O NaNoWriMo é só uma forma de nos obrigarmos a escrever. Escrever merda, merda e mais merda e mesmo sabendo que é merda continuar sem parar e no final, certamente teremos uma história cheia de lacunas e muito mal elaborada com devaneios semelhantes a alucinações devido ao sono, mas... lá pelo meio haverá sempre algo de muito interessante, mesmo que seja uma só frase.

Mas a loucura será em 2011 onde irei participar no Milwordy: 1 milhão de palavras em 365 dias.

Ditado do dia: "Quem escreve por gosto, não cansa mas gasta o teclado"

Stephen King

O livro The Stand de Stephen King é um dos melhores livros e dos piores livros que li este ano. Na categoria dos melhores, coloco metade do livro no top100 das minhas preferências e na categoria dos piores, coloco a outra metade do livro no top10 dos detestáveis.

Antes de vos explicar a lógica de poder gostar e odiar ao mesmo tempo este livro, gostaria de referir que o meu texto irá abordar o final da história e por isso quem estiver a ler, ou tencionar ler este livro, deverá parar de ler esta minha critica.


Ainda aqui estão? OK, eu avisei!

Não vou falar mal só por falar, vou tentar argumentar os motivos que me levam a odiar o livro apesar de ser bom. A leitura é fácil e livro entra na nossa mente, sempre que o pousamos ficamos a pensar nele e isto faz de um livro um bom livro. Desde as viagens do Capitão, ao desenvolvimento das personagens, as mortes e toda a história em si, tudo é escrito de uma excelente forma. Quando chegamos a meio do livro já percebemos que estamos na presença de um dos melhores trabalhos deste autor.

O que me levou a ler este livro foi a arrogância do autor ao dizer que a sua intenção era criar um livro épico Americano ao estilo do Senhor do Anéis. Este tipo de arrogância irrita qualquer pessoa arrogante com eu, e por isso fui ler o livro só para poder dizer que ele falhou redondamente. Como já disse, na primeira metade do livro quase me vi forçado a engolir a arrogância e assumir que ele tinha conseguido.

O problema deste autor foi quando tentou incluir religião no livro, estabelecendo ligações entre esta história e o velho testamento. Por exemplo, a caminhada de 3 homens até Las Vegas como se fossem uma espécie de profetas bem ao estilo de diversas histórias do velho testamento. Estes homens ao chegar a Las Vegas iriam liderar as pessoas até à liberdade, um pouco como os escolhidos a salvarem-se de Sodoma antes de Deus destruir a cidade. Deus neste livro iria também destruir uma cidade, Las Vegas, conhecida como a cidade do pecado, o que reforça a ligação que fiz a Sodoma. Mas não foi bem assim...

O que aconteceu foi: "O punho de Deus apareceu dos céus e detonou uma bomba nuclear matando toda a gente".

Fiquei confuso e volto a página só para confirmar que o livro terminou mesmo. Mas que merda foi esta? Tanta qualidade na escrita, tanto esforço a estabelecer paralelismos religiosos e terminar o livro desta forma? Ao ler isto o leitor lê nas entrelinhas: "Vão todos para o caralho que eu estou farto de escrever isto e como não sei como terminar o livro vou matar estes cabroes todos. Além disso, tudo o que escrevo dá um filme, por isso vão-se foder!".


Se o Stephen King ou Rei Estefano, como preferirem, queria dar um tom religioso à história, deveria ter prestado mais atenção ao textos do velho testamento nos quais se inspirou e iria perceber que nessas histórias Deus não manda profetas a uma cidade para depois matar toda a gente. Sempre que há profetas, há escolhidos e há pessoas que por diversas razoes são poupadas. Se é para matar tudo e todos, porque raio mandaria Deus, profetas? E porque raio com todo o poder divino, Deus iria detonar uma bomba nuclear? Já não basta o Homem com estas bombas e agora também temos de ter em conta um arsenal nuclear divino?

O Sr. King falhou ao querer comparar esta treta ao Senhor dos Anéis, pois este último tem um bom final onde os justos, mesmo que fracos e desarmados, podem vencer todo o mal se mantiverem os seus corações puros. Pode até não ser verdade que os justos vençam sempre mas soa bem e é de longe um final melhor do que um:  

- foda-se, vou matar toda gente com uma bomba nuclear", disse Deus.

A primeira metade do livro comparo-a por analogia à descoberta de cura da SIDA. Excelente!
A segunda metade do livro é como se essa cura fosse matar todos os seres Humanos. OK, sem Humanos não há SIDA. Mas é uma merda de ideia!

José Luis Peixoto outra vez?

Pensei que não fosse necessário voltar a falar de José Luís Peixoto após o meu texto sobre o seu prémio literário onde após diversos pedidos de esclarecimento via blogue, E-mail e até por carta registada, os organizadores se recusam a esclarecer. No entanto sou obrigado a dedicar-lhe mais um texto pois este senhor não pára de me impressionar.

Apesar de ter cancelado a minha assinatura da revista Visão por estar farto de ler idiotices e mau jornalismo, como forma de tentarem recuperar um cliente perdido enviaram-me a Revista Nr° 879 de 7 a 13 de Janeiro de 2010. Esta revista nunca chegou a minha casa e após diversas queixas  ao longo de 2 meses disseram que me enviaram outra... e outra... e outra revista imaginária, pois simplesmente não chegavam. Mas hoje chegou aquela que enviaram com sabor a "Sorry" e saltei toda a revista para ler o Especial - Sete Microcontos escritos por sete magníficos. A primeira imagem que me veio à cabeça foi a destes escritores portugueses vestidos de cowboys ao estilo dos "The Magnificent Seven" de William Roberts numa estranha analogia entre o mundo literário portugues e o velho Oeste americano.
Começo a ler sem ver nada de magnifico escrito pelos magníficos até que... chego ao microconto do José Luís Peixoto e me deu uma sensação de deja vu.

Num cinema perto de si (num universo paralelo e mais ridículo que o nosso)

Onde é que eu já ouvi isto? A melhor parte do conto onde pode haver confusão em perceber se ele se está a masturbar intelectualmente com a sua conclusão ou a tentar fazer humor: "Foi só em 2010 que um escritor português de 35 anos assinalou essa mudança e a afirmou num texto de uma revista."

(Nem tudo o que se escreve deve ser publicado)

Será José Luís Peixoto um apreciador, como eu, de um dos melhores cómicos Stand Up da actualidade, o maratonista e travesti Eddie Izzard? No seu DVD intitulado Circle lançado em 2002, durante uma analogia entre a última ceia e os rituais pagãos ele diz: "Ninguém vai perceber isso durante 2000 anos até um travesti o afirmar em Nova York".


(É notório que José Luís Peixoto tem sentido de humor... Pelo menos espero que seja essa a intenção desta foto...)

Coincidências? Sim há casos em que as coincidências são possíveis mas tendo em conta o Prémio Literário José Luís Peixoto ser uma farsa desonesta (clicar no primeiro link deste texto), não lhe consigo dar o beneficio da dúvida. Concordo que o trabalho de um artista possa inspirar outro mas existe uma linha a respeitar entre inspiração e adaptação do trabalho de terceiros.
Espero que possa finalmente deixar de falar deste ser, mas julgo que ele ainda me vai dar muito material para este tipo de textos.

Josh Lieb

Agora que terminaram as férias posso dizer que devorei uma boa parte da pilha de livros que tinha vindo a acumular, tendo deixado de lado os livros mais políticos, religiosos e científicos, entregando-me unicamente há chamada "leitura leve", que na verdade pesa tanto como qualquer outra.

Vou falar-vos do livro de Josh Lieb um dos escritores e director executivo do The Daily Show with John Stewart, que é um dos raros motivos pelos quais ainda ligo a TV.



O Livro chama-se "I´m a genius of unspeakable evil and I want to be your class President" (desconheço se o titulo existe em português, mas se existir certamente o nome não terá nada a ver com o original).

A historia poderia ser resumida à luta de um pré-adolescente pelo carinho, respeito e aceitação por parte do seu pai. Um rapaz de 12 anos que na escola se faz passar por idiota e que, não só mas também por isso, é colocado de parte pelos restantes alunos e até professores. No entanto este rapaz é um génio do mal, incapaz do mais banal sentimento que não seja a megalomania de quer vergar o mundo à sua vontade, mas mais que um desejo essa genialidade é uma realidade pois ele é o líder de uma corporação mundial cujos tentáculos abrangem todas as áreas desde a economia à politica passando por exércitos mercenários que além de derrubar governos Africanos encenam atentados durante eleições para delegado de turma do oitavo ano. E é esta a questão levantada pela história, o que será mais fácil? Gerir um império do mal ou convencer um grupo de alunos do oitavo ano a votar em ti?

Esta personagem faz o Cartman do South Park parecer um menino de coro.

Mein Kampf

Já aqui falei mais do que uma vez no livro de Adolf Hitler: Mein Kampf. Em particular por nunca ter percebido o motivo de a certa altura a maioria dos aliados o terem proibido tendo em conta que o livro não passa de uma descrição histórica da vida de Hitler desde a primeira guerra mundial até à prisão onde escreveu todo o relato do seu caminho e manifestou as suas opiniões politicas.  É certo que ele fala  com rancor e agressividade dos Judeus, por motivos politicos, sociais e económicos relacionados com a primeira guerra mundial. Mas já aqui referi um livro escrito por um Judeu que serviu de mote para o livro de Hitler, um livro louvado na imprensa Americana que falava no extermínio do povo Alemão e a divisão da Alemanha entre os seus vizinhos.
Ou será que a proibição do livro tem mais a ver com as verdade lá escritas? As que explicam o processo de como um governo pode controlar o povo? Por exemplo:

"Que sorte a dos governos de as pessoas que administram não pensarem.
Toda a propaganda tem de ser popular e tem de ir ao encontro da compreensão dos menos inteligentes dentro do grupo a que se pretende chegar.
Façam a mentira grande mas simples. Repitam-na sempre e em voz alta e eventualmente as pessoas vão acreditar.
Nunca ninguém perguntará ao vencedor se ele disse a verdade"

Adolf Hitler - Mein Kampf 






Isto ainda hoje é usado, com propaganda a mentiras grandes constantemente repetidas sob palavras como "terrorismo", "terror", "morte", "Al Quaeda".

No meio do que nos dizem ser a pior das mensagens, encontramos grandes verdades. A proibição deste e de outros livros não passa de uma idiótica ocultação da história. E o mais grave é que no final deste ano, este livro perde todos os direitos de autor ser não for reeditado, permitindo a milhares de editoras de o publicar com as mais barbaras e tendenciosas alterações.

Parece haver um interesse politico internacional que isto aconteça, pois o governo da Bavária já referiu que não irá autorizar uma nova edição do livro este ano e que permitirá que caia em domínio público. Estarão eles voluntariamente a recusar uma monstruosidade de lucros, ou estarão a ser pressionados a isso?

Luis Miguel Rocha

Luís Miguel Rocha é o autor do livro mais difamado em Portugal dos últimos anos, em contradição é um aclamado Best Seller internacional. O livro é O último Papa.

Num texto da série Veritas este livro foi mencionado por uma comentadora e depois um anónimo forneceu o nome do autor, falando de uma forma deselegante do mesmo.
Por toda a blogosfera encontro textos difamadores, que colocam em causa todo o livro, reputação do autor mas sem referirem dados que contradigam a obra. Como é óbvio comprei o livro e li. Ao ler concluí que sempre estive certo em relação ao povo Português. Nós odiamos ver um outro Português com sucesso e temos de o derrubar a todo o custo. Os Portugueses acreditaram que:

- o Texas Chainsaw Massacre foi baseado em factos reais, e não foi. 
- Que o Blair Witch project era real, e não era. 
- Que Dan Brown escreve a verdade, e não escreve. 
- Que a J.K. Rowlins é uma simpática senhora com muita imaginação, e não é.




Não ligamos quando somos enrabados e enganados pelos estrangeiros e mesmo após a enrabadela, muitos continuam a acreditar. Mas um Tuga? Um Tuga não, por isso temos de o difamar a todo o custo.

As principais criticas a Luís Rocha são:

- Dizer que viveu e trabalhou em Inglaterra, mas o seu Inglês não é bom.

Quanto a isto posso dizer por experiência pessoal que nunca conheci em Inglaterra um Português não nascido em Inglaterra ou numa família bilingue, com bom Inglês.


- Ele disse que escreveu um trabalho para a revista Time, mas não existe nenhum trabalho publicado por ele.

Não sei se o disse para efeitos promocionais ou não, ou se realmente escreveu sobre este assunto e simplesmente não foi publicado. Por eu já ter trabalhado nesse meio, já vi pilhas e pilhas de trabalhos recebidos que: ou nos queriam vender, ou nos deram. ou que até tínhamos encomendado e pago por ele e nunca foram nem serão publicados.

- Ele disse que o seu livro iria tornar-se filme.

O que não é mentira, confirmei que os direitos de adaptação para o cinema foram comprados e que o guião está a ser escrito, o inicio das filmagens está previsto para este ano.

Aqui na Alemanha saiu um livro e foi feito um filme semelhante, chamado "A Papisa" que explica que a época do papa desconhecido, uma altura em que parece não ter havido Papa, se deve ao facto de ter sido nomeado Papa uma mulher cujo pai sempre a vestiu de rapaz e ela sempre escondeu o seu sexo. É possível, é? Aconteceu? Não sabemos! Mas ninguém está a difamar o autor da obra.




Vamos aos detalhes polémicos do livro. Ele relata:

"A 29 de Setembro de 1978 o mundo é chocado pela morte de Joao Paulo I, que tinha sido eleito 33 dias antes".

Facto!

"O comunicado oficial do Vaticano foi: Sua Santidade faleceu de causas desconhecidas, possivelmente associadas a um ataque do coração".

Facto!

"O corpo do Papa foi embalsamado nas 24 horas seguintes, impedindo a possibilidade de uma autópsia"

Facto!


"O Papa reinou durante 33 dias a idade com que Cristo morreu"

Facto!

"O Papa referiu saber que iria reinar unicamente 33 dias"

Hipótese adiantada por dezenas de historiadores.

"O Papa foi assassinado"

Hipótese sustentada por diversos investigadores e Luís Rocha não é o primeiro a escrever um livro com essa hipótese. David Yallop escreveu In God's Name onde refere algo de muito parecido estabelecendo ligações entre o Vaticano, as elites bancárias, a maçonaria e a máfia. Que ligações fez Luís Rocha? Basicamente as mesmas com um detalhe extremamente importante, ligou este caso à loja maçonica P2, e isto na minha opinião só eleva a qualidade do livro dele.

A loja P2 era uma loja maçónica como qualquer outra com ligações à Mafia, sim pois os mafiosos podem ser maçons pois até são menos criminosos que eles. Mas o mais interessante da loja P2 é que cometeu tantos crimes que foi impossível para as elites os protegerem, desde o Vaticano, máfia e até toda a maçonaria se afastaram deles, tendo pela primeira vez na história da humanidade membros da maçonaria sido presos e os seus crimes expostos.


Luís Rocha, pegou em factos severamente debatidos, adicionou novos que diz serem verdades e que podem até não ser mas ele acreditar que sim, trabalhou-os para escrever um livro e os Portugueses crucificaram-no, enquanto aceitam que Dan Brown faça o mesmo, no entanto como é estrangeiro é louvado.

Luís Rocha disse saber quem foi o assassino. E isto é um problema para os Portugueses.
Dan Brown disse que o Priorado do Sião era real. E isto já não é um problema para ninguém.


Saramago Vs José Rodrigues dos Santos

O titulo deste texto era para ser: "Saramago Vs José Rodrigues dos Santos e Zé Trolha perdido pelo meio". Mas resolvi simplificar o titulo.


José Rodrigues do Santos e Saramago resolveram editar livros polémicos, aos quais com todo o respeito chamo de duas cagadas sem ponta por onde se lhes pegue.
O que acho incrível é toda a cobertura mediática em torno de ambos.

Saramago ataca a Bíblia e é o fim do mundo. "Meus Deus, herege vai já para a fogueira".
Se bem que muitos católicos concordam que a Bíblia não é a religião católica mas sim um livro de relatos "históricos", quando se ataca a Bíblia os católicos ficam loucos. É tão fácil ridicularizar a Bíblia, que está carregada de erros e contradições, que até o Saramago o faz.

Do outro lado do ringue, temos o José Rodrigues dos Santos que fez uma fantástica investigação de WC sobre a religião muçulmana e a ridiculariza. Este gajo é aplaudido...

Então mas... expliquem-me... dizer verdades sobre o que não bate certo na Bíblia é mais grave do que inventar frases e dizer que estão no Corão? O mentiroso é aplaudido e o que expõe a sua opinião é criticado? Vivemos agora numa sociedade onde mentir é menos grave do que ter opinião?
José Rodrigues dos Santos diz ter convidado um dos fundadores da Al Quaeda para o lançamento do livro... mas... e chamam mentiroso ao gajo que escreveu "O Ultimo Papa"? Quem fundou a Al Quaeda foi a CIA, pois era um grupo que seria treinado para ser usado como resistência numa possível segunda invasão Russa do Afeganistão. A própria CIA admite-o! O gajo convidado era só um muçulmano e não um fundador do grupo.

Eu não gosto do Saramago, mas defendo os direitos dele pois os seus direitos são os meus direitos. Não gosto do José Rodrigues dos Santos desde o seu Códex muito pouco original. Ambos podem e devem dizer o que pensam, a liberdade deles é a nossa também independentemente de concordar ou não com eles.

Hilariante é a opinião de um Zé Trolha de seu nome: José Luís Seixas*, acho giro o asterisco pois leva-nos ao final do texto onde diz *Advogado. Não sei o que ele pretende ao salientar que é advogado, será narcisismo? É que ele deveria ter vergonha de dizer que é advogado, pois refere nesta crónica:

"Não gosto do homem (referindo-se a Saramago). Estou no meu direito. Embora a Bíblia me recomende tolerância, respeito e misericórdia."

Este advogado só pode ser parvinho, pois sublinha o seu direito de dizer que não gosta do homem publicamente, mas acha que o alvo não tem o direito de dizer o que pensa.
O advogado tem liberdade de expressão, mas o escritor não?
Se este senhor fosse tão católico como quer fazer parecer, perdoava... É que a religião católica diz "Perdoai-nos as nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos tem ofendido", se este Zé Trolha não perdoa, por que motivo temos de se condescendentes com ele? Ele que se foda.

Eu não gosto do Saramago, mas defenderei o seu direito a dizer, escrever ou vomitar o que pensa, pois o direito dele é o meu direito e é o direito de todos nós. Eu sei disto, vocês sabem disto, mas este advogado não sabe... possivelmente fez o seu exame a um domingo e enviou-o por fax como o Sócrates.



Termino com duas outras frases retiradas desta crónica:

"Rejeitou a Pátria porque um dia a Pátria o não reconheceu. Mas dela colhe homenagens e recebe fundações."

Mas que puta de lei obriga um Português a morar em Portugal? Por que raio não pode ele morar em Espanha? Por que raio não posso eu morar onde moro? Eu compro casa e passo os meus dias onde me der na real gana e isso não invalida que escreva em Português e até sobre Portugal, e se algum prémio é dado por Portugal, se os Portugueses lêem, que mal tem isso?

Há com cada besta a escrever crónicas em jornais que até mete dó. Gostaria de saber qual é a porra do objectivo de colocar qualquer Zé-Trolha ou Maria-da-vida-airada a escrever crónicas de opinião. Mas o que é que interessa uma opinião pessoal num jornal? Compramos jornais para ler noticias e não opiniões, a imprensa deveria ser isenta e a função destas crónicas é levar as pessoas lentamente a aceitar que os jornalistas sigam este caminho e se tornem em maus jornalistas como o Paulo Querido ou a Manuela Moura Guedes, mais preocupados em impor a sua opinião do que a cumprirem a sua função de informar de forma imparcial.
Ainda se estas crónicas fizessem sentido, fossem argumentadas e equilibradas, mas não são!

Ulysses de James Joyce



O meu primeiro contacto com Ulysses de James Joyce foi aos 16 anos, confesso que odiei o livro, não pelo livro, mas por não perceber a obra. Só meses depois após falar com familiares Ingleses vim a saber que James Joyce brincava com as palavras de forma a que muitas vezes certos trechos tivessem duplo significado. Desde os 18 anos li o livro mais 3 vezes, e de todas as vezes encontrei algo novo. Este é sem dúvida o meu livro favorito em língua inglesa.
Sempre afirmei como seria difícil de traduzir, quer seja para Português ou para qualquer outra língua, visto que de maneira a fazer sentido o tradutor teria de ter conhecimentos muito bons não só da língua Inglesa, mas também da cultura irlandesa. Eu sabia que existia uma tradução em Português por uma editora Portuguesa (Difel, Lisboa). O seu tradutor, foi um brasileiro chamado Antonio Houaiss.

Há quase dois anos que essa tradução se encontra na minha pirâmide de livros por ler, até hoje. Agora que o li, esta leitura ajudou-me a compreender o ódio de muita gente pelo livro. A tradução é vergonhosa. O tradutor demonstra uma falta de cultura tremenda em relação à cultura Anglo-Irlandesa. Optou por fazer uma tradução textual, deixando grandes trechos sem fazer qualquer sentido, omitiu frases completas, não sei se por não as saber traduzir ou interpretar, e entrou por devaneios pessoais que nada têm a ver com o texto original. Alternou passagens de discurso directo, más interpretações, imprecisões, omissões, mudanças de registo, adaptou o que é inadaptável, pois lá por não existir tradução correspondente em Português, o tradutor deveria ter recorrido a notas explicativas e não a devaneios pessoais. Optou várias vezes por colocar palavras em latim em itálico sem que assim o estejam em Inglês.
No final da leitura, eu perguntei-me: "Mas o que é que eu estive a ler?"

Este livro (o original em Inglês) é tido por alguns como o melhor livro do séc XX, mas por todos os críticos como um dos 10 melhores de sempre. Este facto faz também com que seja um dos 5 livros que mais pessoas dizem ter lido, sem nunca o lerem.

Agora eu desaconselho vivamente a leitura desta obra em Português ou qualquer outra tradução. Apesar de não achar que existam livros intraduzíveis, este é intraduzível num único volume, teria de ter as 900 páginas da sua versão comercial compacta traduzidas e fazer-se acompanhar de um anexo de duzentas páginas de anotações.


Deixo-vos com alguns exemplos que poderiam ter piada se não fosse uma vergonha chamarem isto de tradução:

"what's in a name?" que é uma referência a Shakespeare que significa "O que nos diz um nome?" foi traduzido para "que é que há dentro de um nome?".

"Oyester eyes" que se traduz para "Olhos de ostra" foi traduzido para "Olhos de peixe".

"ancient mariner" que poderá ser traduzido de várias formas mas que quer dizer "velho marinheiro", foi traduzido para "ex-marinheiro".

"Ned Lamben is taking the day off, I see", que se traduz para "Vejo que Ned Lamben não foi hoje trabalhar (ou tirou o dia de folga)", foi traduzido para "Ned Lamben está em seu dia, vejo".

"Thou art in peril", não é Inglês corrente e significa "Estais a correr perigo" foi traduzido para "tu és em perigo".

"Begad" que é uma interjeição que poderá ser traduzida para "Meus Deus!" ou "Santos Deus", foi traduzido para "De acordo".

"Usual blarney" que significa "a treta do costume" foi traduzido para "a igrejinha de sempre".

A frase "to lust after you" que significa um simples "desejando-te" foi traduzido para uma fantástica loucura, "ele olhou para você com um tesão por você".

"All off for a drink", que significa "saíram todos para beber um copo", foi traduzido para "todos já rumo do trago".

"Plumps for" que pode significar "Engraçar com", "escolher", "vai com a cara de" foi traduzido para "dá dentro".

"Pineaple rock" que não é mais nem menos que um rebuçado de ananás foi traduzido literalmente para "rochedo com abacaxi".

Num jogo de palavras de Joyce, ele escreve: "Wy don't you old back the owling mob", aqui ele simplesmente não colocou os H's por forma a criar novas palavras mas o valor fonético é o mesmo, ele poderia ter escrito "Why don't you hold back the howling mob" que significa "porque não seguras a multidão afligida", que foi traduzido para algo que nem sob o efeito de drogas se explica: "Pruque ocê não sofrea essa multidão praguejante", uma demonstração de que não percebeu nada do que leu.

"Will you tell him he can my arse", que é uma forma deselegante de se dizer que alguém não pode fazer algo, como em Português se diz "podes, o caralho", mas no livro foi traduzido para "quer perguntar para ele se quer lamber o meu cu?".

"brought downstairs" referindo-se ao transporte de um caixão do primeiro piso para o rés-do-chão, foi traduzido para "baixaram ele para baixo".

"Bad breath he has, poor chap", que significa "Ele tem mau hálito, pobre coitado" foi traduzido para um estranho "Mau hálito ele tem, pobre gajo", que me parece uma daquelas traduções automáticas online.

"All prick and no pence" que se pode traduzir para "só pixa e sem tostão" uma frase ao nível das frases portuguesas como "tesão de mijo", "teso como um carapau", etc, foi traduzido para "são picões sem pénis".

"screaming" que significa "gritando" foi traduzindo para "gargalhando".

"No-one here" significa "não está cá ninguém" foi traduzido para "nenhum aqui".

"Hussy" que significa "Meretriz" foi traduzido para "levada da breca".

"Ditto" que significa "Idem" foi traduzido para "Dito".

"What ho, parson" que se pode traduzir para "boas, senhor cura" ou "viva, senhor cura" ficou como "Olá, pastor".

"On fire, on fire" que significa "a arder, a arder" foi traduzido literalmente para "no fogo, no fogo".

"Crickey" que significa "Irra", "chiça" foi traduzido para "sua porca".

Na referência sexual "he must have come 3 or 4 times" = "ele deve-se ter vindo 3 ou 4 vezes", foi traduzido para "ele deve ter ido 3 ou 4 vezes".

"Sinbad the sailor and Tinbad the tailor and Jinband the jailer", que não é mais do que um mero exercício de aliteração onde Sinbad, Tinbad e Jinbad acabam por produzir palavras verdadeiras que são profissões e rimam, na tradução este senhor optou por: "Whinbad o Whareiro e Hinbad o Hereiro", algo que ainda estou a tentar perceber se são palavras em algum ponto do Brasil. Português não é com toda a certeza.

Houaiss fez também por várias vezes algo que é inaceitável a um tradutor, ou seja omitir parte da obra. Ele omitiu imensas frases de onde destaco:
"Are you a strict t.t?", t.t. é um diminutivo de teetotaller que significa abstémio, Houaiss omitiu por não saber, mas se não sabe pergunta e se não pergunta não traduz uma obra deste calibre e vai traduzir livros do Rato Mickey.

"Unbloused her neck", que significa "desblusou o pescoço" numa referência a desabotoar aquelas camisas antigas de mulher, típicas na Irlanda que cobriam o pescoço. Houaiss achou que ela "desnudou o colo".

"leave it to my hands" que significa "deixe isso nas minhas mãos" numa referência a "eu trato disso", Houaiss achou bonito traduzir para, "e nem falar das minhas mãos".

"Plumben" que significa "canalizador" foi traduzido para "bombeiro-hidráulico".

A palavra "Beau" que significa "namorado" ficou na tradução como "beau", pois o tradutor não sabia como a traduzir.


São imensos os exemplos de erros, pois a tradução foi um erro, a edição desta merda foi um erro e é por haver merdas assim que as pessoas dizem não gostar de certos autores. Vejam Paulo Coelho por exemplo, em Inglês os livros dele são menos maus.
Um tradutor não deve omitir e Houaiss omitiu. Tal como um tradutor não deve mudar o que o autor escreve só porque tem visões politicas ou religiosas diferentes e Houaiss fê-lo em vez de traduzir o que James Joyce escreveu, que foi: "O senhor Digman deve estar no purgatório porque se confessou", Houaiss deixou que as suas crenças religiosas afectassem o seu mau trabalho tornando-o pior ainda, traduzindo para "O senhor Digman deve estar no purgatório porque não se confessou".

Tenho na minha biblioteca uma primeira edição deste livro e tenho para "destruir" lendo e anotando uma versão de bolso (apesar das 932 páginas) da Penguin que custou 8,58€ e fico a pensar em quem ganha imenso dinheiro por traduções de merda como estas, vendidas entre os 12,50€ e os 14€, e levando o leitor a ganhar adversão ao autor e não ao tradutor. Houaiss já morreu e por isso não estraga mais obra nenhuma, mas esta tradução coloca em causa toda a sua carreira de tradutor e leva-me a questionar a aclamação da "genialidade" dele, quer no Brasil, quer em Portugal

E-books XXI

Os E-books voltaram e aqui fica a última série das obras completas de Agatha Christie e seu pseudónimo Mary Westmacott:

Um passe de mágica
Hora zero
A carga
A filha
O enigma das cartas anónimas
A casa do penhasco
A mansão Hollow
Assassinato na casa do pastor


Termina hoje também a série das obras completas de Anne Rice:

Violin
The Mayfair witches 1 - Lasher
The Mayfair witches 2 - The witching hour
The Mayfair witches 3 - Taltos


Pessoalmente não gosto, mas se ele vende tanto é porque muita gente gosta, por isso começo hoje com as obras completas de Paulo Coelho:

O manual prático do vampirismo (1986)
O diário de um mago (1987)
O alquimista (1988)
Brida (1990)
O dom supremo (1990)
As valkírias (1992)


No meu espaço reservado àquilo que erradamente chamam de teorias da conspiração quando na verdade são revelaçoes de conspiração. Aqui fica um livro de Fritz Springmeier. Este senhor tal como William Cooper era a autoridade das autoridades no que respeita à agenda Illuminati. Este senhor era um católico devoto que embarcou na odisseia e expor e combater os Illuminati explicando como funcionavam as técnicas de controlo da mente e ajudou com tratamentos psicológicos vitimas dessas experiências militares, escrevendo sempre sobre isso... tal como William Cooper foi perseguido pelo estado. Da mesma maneira que William Cooper, Fritz sprimgmeier foi acusado de fuga ao fisco, mas enquanto Cooper recusou dar-se como culpado e foi morto pela policia a tiro, acusado de resistir à prisão, Fritz foi preso, e além dos crimes de fuga ao fisco foi acusado de possuir um arsenal militar que seria usado contra o governo americano, enquanto a sua família afirma que ele tinha unicamente armas de caça e todas legais, a policia disse ter descoberto uma caixa com dezenas de documentos com identidades falsas. Na verdade Fritz Springmeier não era o nome de nascimento deste senhor, ele de facto mudou de nome legalmente. Todo o processo contra ele é ainda hoje rodeado de mistério, pois a sua maior defensora durante o processo, a sua esposa, apareceu dias depois da prisão do seu marido apelando às pessoas para ignorarem o trabalho dele pois era tudo ficção. Familiares próximos afirmam que ela foi obrigada a fazer essa declaração televisiva.
Fritz está a cumprir uma pena de 9 anos, foi recentemente libertado e ficou em prisão domiciliaria sem acesso ao mundo exterior, o que inclui Internet e não pode publicar qualquer trabalho em livro. Apesar disto, ele foi recentemente ligado a diversos assaltos a bancos podendo voltar à prisão por mais duas décadas...
O incrível em toda a história deste homem, é que é um dos que lutou contra o governo, um dos que tentou expor crimes, e mais um que tentaram apagar da história, basta tentarem procurar o seu nome na Wikipédia, e vão perceber que qualquer entrada com este nome, é apagada numa questão de horas...
É isto o que acontece a quem sabe demais e não acredito que este senhor volte a ser livre!

Be wise as serpents

E-books XX

Começo por lembrar que criei uma busca rápida de Ebooks, sendo assim mais fácil encontrar o que já foi disponibilizado. Caso qualquer link não funcione poderão deixar um comentário na página desse autor para que o possa corrigir.

Esta semana irei continuar com as obras completas. Esta é a penúltima série de links da Agatha Christie:

Os trabalhos de Hércules
Poirot e os quatro relógios
Poirot, o golfe e o crime
Poirot salva o criminoso
Três ratos cegos
Um crime adormecido
A aventura do pudim de Natal
A filha


Hoje é também a penúltima série da Anne Rice:

The new vampires 1 - Pandora
The new vampires 2 - Vittorio
The new vampires 3 - Julian
Vampire Lestat
Vampire Armand


A última série de Florbela Espanca:

A mensageira das violetas
Reliquiae
Selecção de Poemas


Pediram-me este livro em Português mas não existe ainda em formato digital, por isso aqui fica a versão original em Inglês para os fãs de Guns N'Roses ou para quem gosta de biografias do mundo da música.

Slash by Slash (novo link)


Na série sobre conspirações, este livro dispensa apresentações, é um best-seller mundial desde que foi escrito e hoje olhando à nossa volta, o livro faz muito mais sentido do que quando foi escrito. Tanto o livro como o filme:

Aldous Huxley - Brave New World

E-Books XIX

Por vezes pedem-me E-books que já foram disponibilizados ou por algum motivo não encontram o link, por isso criei uma busca rápida de Ebooks, seguindo este link, serão levados ao blogue que serve de suporte a este blogue, e nessa página, clicando em "E-books" serão levados à lista completa de autores e cada autor tem uma página própria com os seus E-books. Essa listagem será actualizada semanalmente.

Esta semana continua a série de obras completas de Agatha Christie:
O mistério do comboio azul
O misterioso caso de Styles
O segredo de Chimneys
Os cinco suspeitos
Os quatro grandes
Poirot e os erros da dactilógrafa


Augusto dos Anjos:

Eu, Todos os sonetos e outras poesias
Poemas Esquecidos


Anne Rice:

Belinda (UK)
Exit to Eden (UK)
The master of the rampling gate (UK)
The mummy (UK)


Florbela Espanca:

Em busca de um novo rumo (conto)
Dominó preto (conto)
Charneca em flor

Dentro da minha série sobre conspirações, deixo-vos com o livro do homem que foi o responsável por me acordar, graças a este senhor escapei a tempo às garras da Maçonaria Portuguesa. William Cooper foi um elemento dos serviços secretos da Marinha Americana e esteve ligado ao projecto Área 51. Nos anos 80 ele deixou a Marinha e veio a público com documentação em que acusava os serviços secretos de serem os responsáveis pela morte de John F. Kennedy e apresentou imensa informação sobre Extra-Terrestres e sobre o que está escondido e a ser feito na Área 51.
Antes do 11 de Setembro de 2001 ele previu os ataques e expôs o plano no seu programa pirata de rádio. Após o 11 de Setembro ele foi o primeiro a apresentar dados de terrorismo governamental e dias depois foi acusado de evasão fiscal tendo sido morto pela policia durante uma rusga a sua casa em Novembro de 2001.

Behold a pale horse (Inglês)

E-books XVIII

Hoje termino a série das obras completas de Stephen King, se por acaso repararem que falta algum livro, deixem um comentário:

Um mundo de praia
Avó


Continuação de Agatha Christie:

O detetive Parker Pyne
O estranho caso da velha curiosa
O homem do fato castanho
O adversário secreto
O mistério do comboio azul

William Shakespeare:

Conto de inverno
Coriolano
Medida por medida
Muito barulho por nada
Os dois cavalheiros de Verona
Tito andronico
Trabalhos de amor perdidos
A megera domada
Tudo bem quando termina bem


Finalmente um livro em Inglês considerado de culto nos meios racistas Americanos, é o livro mais vendido depois do Mein Kampf de Hitler nos meios Neo-Nazis, Skinhead, KKK, ou qualquer outro grupo de supremacia racial. O motivo... sinceramente ainda hoje não o percebo, apesar de saber que o seu autor é um defensor da supremacia racial branca, não vejo este livro como um estandarte racial.

Andrew Macdonald - Turner Diaries




E-books XVII

Os E-books estão de volta. Hoje irei dar os links de um pedido que me foi feito há 15 dias; e continuar com as obras completas que tenho vindo a partilhar:

William Shakespeare:

A comédia dos erros
A tempestade
A tragédia de Hamlet - Príncipe da Dinamarca
António e Cleópatra
As alegres senhoras de Windsor
Júlio César
MacBeth
O mercador de Veneza
Romeu e Julieta
Otelo
Rei Lear
Ricardo III


A série das obras completas de Stephen King está quase no fim, acabará para a próxima semana:

Sei o que você precisa
O tipo de sobrevivente
Turno do cemitério


Continuação de Agatha Christie:

Morte na praia
Morte no Nilo
O assassinato de Roger Ackroyd
O caso dos 10 negrinhos


Aqui fica mais um livro ligado às teorias da conspiração. Este livro está ligado alguns dos assassinatos, tentativas de assassinato mais famosos/as da história Americana. O homem que matou John Lennon, o homem que tentou matar Ronald Regan, o responsável pelo atentado de Oklahoma, e o homem que dizem ser quem atirou sobre JFK, todos eles tinham este livro na altura em que foram capturados ou na sua posse ou em casa. É também um livro que dizem ter feito parte de um programa da CIA nos anos 70 e 80 de controlo de mente, baseados em estudos Russos para criação de assassinos perfeitos. É também um livro que representa um papel muito importante no filme "Teoria da conspiração" de Mel Gibson, e por fim um livro cuja venda ou consulta em bibliotecas é extremamente controlada pelo FBI. Sinceramente não vejo o motivo...

J.D. Salinger:
Catcher in the Rye (Inglês)


Adenda: William Shakespeare - Sonho de uma noite de verão.

E-books XVI

Na semana passada devido a um texto não planeado sobre a morte do Michael Jackson, não publiquei a rubrica de E-books.
Começo por responder aos pedidos do último texto:

I Ching:

Book of changes (Inglês)


Gabriel Garcia Marquez:

A Very Old Man with Enormous Wings (Inglês)
Eyes of a blue dog (Inglês)
La Santa (Espanhol)
Love in a time of cholera (Inglês)
The handsomest drowned man in the world (Inglês)
La hojarasca (Espanhol)
Memories of My Melancholy Whores (Inglês)
A sua carta de despedida antes da morte (Inglês)

Continuando com a obra completa de Agatha Christie e Stephen King:

Agatha Christie:

m ou n
Mistério no Caribe
Morte entre ruínas


Stephen King:

O último degrau da escada
Outono da inocência
Primavera eterna

Termino com a série que comecei há 15 dias. Livros sobre a conspiração. Este é sem dúvida um dos melhores. É um documento histórico comparativo entre o nascimento do Terceiro Reich pelas mãos de Hitler e o nascimento do Quarto Reich pelas mãos de Clinton, Bush e que será completado por Obama.

Jim Marrs:

The rise of the Fourth Reich (Inglês)

E-books XV

Esta semana não houve qualquer pedido, portanto fiz uma pequena escolha de títulos.

Alphonsus de Guimarães:
Poemas


Anne Rice:
Colecção "Beauty" (Inglês)
The claiming of sleeping beauty
Beauty's punishement
Beauty's release


Agatha Christie:
Cipreste triste
Depois do funeral
Encontro com a morte


Stephen King:
O processador de palavras dos Deuses
O ressalto
O sobrevivente

Esta semana darei inicio à série de livros sobre a conspiração. O primeiro, é um livro de John Robins, escrito em 1798.
John Robins foi um físico escocês, inventor, professor de filosofia na universidade de Edimburgo e pertenceu à maçonaria, que abandonou tempos depois de ela se ter fundido com os Illuminati, por ter assistido a reuniões secretas e não ter gostado da agenda, influência e poder dos illuminati, tendo passado o resto da sua vida a expor os seus perigos.
Para quem pensa que as teorias da conspiração são recentes, aqui fica a prova de que existem desde que existem Illuminati, e este como muito outros livros, foram e são apagados da história:

Proof of conspiracy (Inglês)
(Título original: Proofs of a Conspiracy against all the Religions and Governments of Europe, carried on in the secret meetings of Freemasons, Illuminati and Reading Societies).
Este é o primeiro livro da história que ataca directamente esta organização, e que prova que os Illuminati não são fruto da imaginação de pessoas no final do Séc XX, como se pensa.

E-books XIV

Esta semana é unicamente para responder a pedidos. Para a semana além dos ebooks normais irei adicionar sempre um documento de investigação relacionado com a conspiração illuminati. Isto deve-se à grande quantidade de livros actuais sobre o assunto que são publicados com a finalidade de enganar os leitores.


Jean M Auel (em Inglês):
"Colecção earths children"

Clan of the cave bear

Valley of horses
The mammoth hunters
Plains of passage
The shelters of stone


Stephen King:

O iluminado
O nevoeiro
O macaco


Kathleen O'Neal Gear/Michael Gear (em Inglês):
"Colecção People"

People of the wolf
People of the fire
People of the earth
People of the river
People of the sea
People of the lakes
People of the mist
It wakes in me


Agatha Christie:

Cai o pano
Cartas na mesa
Cem gramas de centeio

E-books XIII

Aqui fica a primeira série de livros de Junho de 2009:

Koji Suzuki:

The Ring (Inglês)


Stephen King:

O homem do cortador de relva
O homem que adorava flores
O homem que não apertava mãos
O iluminado

Também do Stephen King, foi-me pedido o livro "A tempestade do século", este livro não existe em Português, ele foi escrito como guião para a TV, e mais tarde saiu em edição limitada só em Inglês. Portanto aqui fica o guião "Storm of the century". Esta transcrição, tem origem Russa, e por vezes encontra-se o símbolo "Ч", em vez de um espaço, mas o documento é editável, podendo este simbolo ser retirado.


Agatha Christie:

A primeira investigação de Poirot
A terceira moça
A testemunha ocular do crime
O assassinato no expresso do oriente
Aventura em Badgad


Garfrield:

De 1978 a 2002, parte 1
De 1978 a 2002, parte 2
De 1978 a 2002, parte 3



E-books XII

Esta semana irei fornecer os links de mais alguns livros e contos do Stephen King e irei continuar com Agatha Christie:

Stephen King:

O atalho da senhora Todd
O camião do tio Otto
O carro
O fantasma


Agatha Christie:

A morte da senhora McGinty
A morte do Almirante
A morte na nuvens
A mulher diabólica
A noite das bruxas


Um livro para pais, tios ou qualquer pessoa que precise de novas formas de manter crianças ocupadas de uma maneira que ajude na sua formação, sem que seja em frente a um PC ou a uma consola de jogos.

101 way to keep kids busy (Inglês)


Para quem gosta de desenho, aqui ficam dois livros de dicas:

Learn how to draw Manga (Inglês)
Pencil Drawing technics (Inglês)


Termino com Salman Rushdie:

The Satanic Verses (Inglês)





E-books XI

Esta semana irei continuar com contos e livros de Stephen King e de acordo com o que me foi pedido irei colocar começar com Agatha Cristie.

Stephen King:

Inverno no clube
Matéria cinzenta
Montado na bala
Nona

Agatha Cristie:

A ausência
A extravagancia do morto
A mina de ouro


Outros autores em Inglês:

The AntiChrist By Friedrich Nietzsche (Inglês)
Dracula By Bram Stoker (Inglês)


Florbela Espanca em Português:

Livro de mágoas
O Livro D'ele