Podem perguntar: Quem é Helene Hegemann?
Helene Hegemann é a nova sensação Alemã por aos 17 anos ter editado o seu primeiro romance intitulado Axolotl Roadkill que é neste momento um dos livros mais vendido na Alemanha.
O que sempre achei estranho nesta menina, que foi rotulada como menina prodígio, foi o demonstrar ser um prodígio unicamente no livro. Na sua vida social abraçou a fama com uma fantástica rapidez e impressionante arrogância, onde usando do seu novo título de menina prodígio iniciou uma onda de entrevistas e aparições na TV onde se dedicava a criticar autores conceituados por lhes faltar "estaleca" literária.
Confesso que comprei o livro e confesso que não gostei, mesmo tendo em conta que está dentro do novo estilo literário "Kapput zu Sein", um estilo iniciado na Alemanha pelo livro da autora de "Fucking Berlin" e que se define por um estilo literário de "está tudo fodido e a minha vida é uma merda", algo que apela aos adolescentes e aos adultos interessados em perceber até que ponto esta nova geração está fodida da tola.
O que percebi da escrita dela foi uma certa variação de estilo ao longo do livro, algo complicado de se fazer mas não impossível. No entanto para o fazer tem de se ser um escritor experiente ou um génio. Será Helene Hegemann mesmo um génio? Não! Helene Hegemann é uma plagiadora sem um mínimo de vergonha.
O livro não passa de uma colecção de textos plagiados de diversos blogues, que a autora juntou numa única obra a qual editou em seu nome.
- Helene Hegemann negou as primeira acusações de plágio, referindo-se a elas como: inveja.
- Helene Hegemann após surgirem as primeiras provas, negou as acusações de plágio dizendo que: uma colagem de textos não é plágio.
- Helene Hegemann após admitir que de facto usou textos que encontrou online, continua a dizer que não é plagio alegando que: a originalidade não existe.
Eu discordo pois não se trata de inveja, uma obra que consiste em textos de outras pessoas não é um plágio mas sim vários plágios e a originalidade existe, só não existe no livro dela.
É mais do que claro que Harry Potter (1997) não passa de uma cópia de Willy the Wizard (1987) e Percy Jackson (2008) uma cópia de ambos numa eterna roda de: Adrian Jacobs processa J.K.Rowling por plágio, ela safa-se mas agora acusa Rick Riordan de plágio. J.K.Rowling inspirou os mais fanáticos fãs que nem conhecem Willy the Wizard, tem a mais poderosa industria literária e cinematográfica a dar-lhe apoio, pois se algum juiz declarasse Harry Potter como sendo plágio estaríamos a falar de milhares de milhões de euros em direitos de autor indevidos.
Agora é a anedota total, pois a autora que roubou de um autor acusa outro autor de roubar dela. Será que vai ganhar? Claro que não, pois Percy Jackson já tem o primeiro de 3 filmes feito e está a nascer uma legião de fãs tão loucos como os os de Harry Potter. O único roubado foi mesmo Adrian Jacobs que tem Will the Wizard que é Harry Potter e é Percy Jackson mas Willy nunca chegou ao cinema nem seque a best seller e após a polémica deste processo, perdeu até o direito de ter uma página na Wikipédia, ou melhor, Wikimérdia pois só serve para manipular informação e apagar o que não interessa às elites que sustentam o site com donativos em troca de favores...
Agora é a anedota total, pois a autora que roubou de um autor acusa outro autor de roubar dela. Será que vai ganhar? Claro que não, pois Percy Jackson já tem o primeiro de 3 filmes feito e está a nascer uma legião de fãs tão loucos como os os de Harry Potter. O único roubado foi mesmo Adrian Jacobs que tem Will the Wizard que é Harry Potter e é Percy Jackson mas Willy nunca chegou ao cinema nem seque a best seller e após a polémica deste processo, perdeu até o direito de ter uma página na Wikipédia, ou melhor, Wikimérdia pois só serve para manipular informação e apagar o que não interessa às elites que sustentam o site com donativos em troca de favores...
Já repararam na quantidade de autores que recorrem ao plágio e se safam? Safam-se pois se o plágio vende a industria defende, e hoje o argumento para defender esta jovem não-autora é: Ela faz parte de uma nova geração que bebe inspiração de todo o lado. Então, fico a perceber que roubar algo que vende muito passa a ser legal. As justificações continuam comparando a prosa aos DJ's que usam obras de terceiros e misturam criando uma obra original, no entanto nenhum DJ reclama originalidade. E terminam usando como argumento o lema de Berlim onde se diz: "Berlim existe para misturar tudo com tudo", uma interpretação errada do significado desta frase que serve para salientar a riqueza cultural e social de Berlim e não o furto de direitos de autor.
Por enquanto está tudo em águas de bacalhau pois o autor plagiado de 29 anos, nascido na Bavaria não quer envolvimento público nem que o seu verdadeiro nome seja divulgado, simplesmente referiu que está a analisar o livro para determinar quanto e de que forma o seu romance underground Storbo, e as entradas do seu blogue formam plagiados. A editora obviamente quer evitar que o caso chegue aos tribunais e prontificou-se a resolver qualquer questão de plágio fora dos tribunais... quem tem cu, tem medo... Neste caso, medo de perderem os direitos de um best seller. Um último argumento é usado para defender o plágio: Graças às vendas de Axolotl Roadkill, Storbo beneficiou de um considerável aumento de vendas.
Para terminar este caso: Até agora o autor plagiado (que escreve sob o pseudónimo: Airen), só se referiu uma vez a este caso publicamente e foi através de um post no seu blogue, estranhamente é a única página no seu blogue que não pode ser lida, a única página em todo o blogue que foi deitada a abaixo dando um erro 404, ou seja, o texto não foi apagado pelo autor, simplesmente foi bloqueado o acesso a essa página por factores externos ao blogue. Podem ver onde deveria estar o texto: aqui.
Além disso, desde o lançamento oficial de Storbo que o autor nunca mais publicou no blogue e coloca-se em causa se ele ainda tem acesso ao mesmo, visto ser a única ferramenta onde ele pode publicitar o seu trabalho mantendo o anonimato.
Além disso, desde o lançamento oficial de Storbo que o autor nunca mais publicou no blogue e coloca-se em causa se ele ainda tem acesso ao mesmo, visto ser a única ferramenta onde ele pode publicitar o seu trabalho mantendo o anonimato.
Pelo menos algumas das principais publicações Alemãs referem-se ao caso não como plágio mas sim como roubo.
Agora vamos a uma nota irónica que ainda não foi mencionada em nenhum das dezenas de textos que li sobre este assunto. O autor plagiado (Airen) é Alemão, nascido na Bavaria e encontra-se a trabalhar no México como representante de uma firma de Berlim. A autora que o plagia é de Berlim, o livro que o plagia chama-se Axolotl Roadkill... Ora roadkill é o termo usado para definir animais mortos na estrada pelo transito e Axolotl é uma espécie de salamandra que existe... adivinhem onde?... No México, exactamente onde se encontra e encontrava o autor plagiado quando esta plagiadora andava a beber inspiração no seu livro e blogue. Irónico, não? Mais irónico seria chamar ao livro: Airen Roadkill!











