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Bastidores da música (Parte 26) Kid Cudi

Kid Cudi certo dia disponibilizou um mix feito por si como download grátis na Internet, isso despertou a atenção de K. West o fantoche maçónico que foi apadrinhado por Jay-Z e de quem já falei. No seu papel de recém-autorizado fantoche, K. West pegou em Kid Cudi e colocou-o a compor para ele, este rapaz foi usado por mais rappers até que finalmente arranjou um contrato a solo. Na capa do álbum salta à vista, o padrão maçónico e uma pirâmide. Olhando mais cuidadosamente vemos 3 círculos coloridos que formam entre si um triângulo invisível e pode ser uma alusão às três cidades.
Ele participou também no tema que nos mostrou exactamente o que significa o tema da Lady Gaga "Poker Face", do qual falei neste texto.


Neste álbum há o single "Day and Night", onde a letra e o vídeo demonstram que ele já percebeu como funciona o mundo onde caiu: "Madness to magnet keep atracting me. I try to run, but see, I am not that fast. I think I'm first but surely finish last". Enquanto diz isto é seguido por monstros animados que se mostram como humanos normais quando ele olha para eles. Todo o vídeo se refere ao mundo que ele vê, que afinal não é real.


Como é uma constante em novas estrelas, no vídeo além da tradicional pirâmide, ele tem também um caminho a percorrer.


Existem imensas referencias interessantes como a mulher que se transforma em coruja, um símbolo maçónico escondido nas notas de 1 dólar e também o símbolo adorado nos rituais do Bohemian Club.


Após ele encontrar a coruja que é o símbolo do conhecimento, ele na imagem seguinte já pisa o chão maçónico.


Na verdade o seu caminho foi minado por ele próprio, pois foi publicado um vídeo pirata no canal SEMTEX TV, onde ele em conversa diz perante as câmaras: "O mundo da musica é falso, a industria manipuladora, não é um mundo para gajos honestos. A industria é como a WWE (uma referencia à luta livre Americana que é só teatro)", isto foi o que ele disse no meio de amigos que colocaram o vídeo online, quando questionado ele assumiu todas as suas palavras em público e que por não querer ser controlado iria deixar de gravar. Mas dias depois ele actuou no hotel Luxor, que é uma pirâmide e parte do monopólio Illuminati:


Antes de entrar numa entrevista à porta ele disse: "sentir-se excitado por estar literalmente à porta da casa do diabo", mas lá dentro portou-se como um bom fantoche, mostrando ao mundo que ele era já Free Mason passando o concerto a fazer corninhos como um bom escravo manipulador de massas ao serviço das elites. Se repararem só os fantoches fazem este sinal, músicos, actores e políticos as marionetas das elites. Fazem-no porque acreditam piamente que eles são elite, quando na verdade são mais escravos e controlados do que qualquer um de nós.


O hotel Luxor em Las Vegas, à noite acende o olho de horus:


O que o fez mudar de ideias é um mistério, mas é prova que o controlo é forte. Ele está a gravar um novo álbum e a trabalhar com K. West, o seu Rainman.






Próximo texto: Parte 27

Bastidores da música (Parte 25) Will Smith

Will Smith além de actor influenciado pela industria illuminati o que fica claro pelos assuntos abordados em alguns filmes recentes com robots humanizados ou vírus mortais que destruíram a civilização, ele também é musico sob o nome de Will Smith e com o alter-ego Will2K. Por exemplo um tema do álbum "Willenium" que não encontrei disponibilizado para vos deixar o link, o vídeo diz-nos que Will Smith é um robot no ano 2222.


Mas podem-me perguntar qual o problema de tudo isto? O que é que a agenda robótica tem de mal?
Isto é o conceito básico de hipnotismo social, de lavagem cerebral. As elites estão a usar o cinema e os vídeo clips para nos condicionarem a imaginar um futuro robótico pois é para lá que eles querem levar a sociedade. Se pensarmos bem sabemos, não precisamos de robots para nos limpar o cu, temos tecnologia suficiente para permitir a continuidade da nossa evolução e sabemos que a robotização em particular da industria irá eventualmente tornar a mão de obra humana desnecessária e por conseguinte a existência de grande parte da humanidade também o será. De facto já o vemos hoje, em que devido ao nosso nível de industrialização, 20% da população mundial conseguiria manter toda a industria do planeta.

Nós estamos a ser condicionados na nossa imaginação sem darmos por ela.
Imaginem um consumidor de drogas duras. Imaginem um ladrão. Imaginem um consumidor de drogas leves. Os resultados vão andar em torno de arrumadores de carros e hippies, só depois de pensarmos, depois de percebermos que estamos condicionadas a estas imagéticas é que imaginamos um politico a snifar coca, a fumar um charro e a roubar, mais e melhor que o mais experiente ladrão.
Um Lobishomem terá forma de lobo e homem, um vampiro tem caninos salientes, quando na verdade se fugirmos ao condicionamento sabemos que por exemplo o vampirismo sempre foi parte da nossa cultura e consiste em beber sangue, nada mais do que isso.

A maneira que temos de acordar e começar a ver os podres onde eles estão, é com informação, é investigando, estudando sem permitir que as nossas racionalizações sejam condicionadas por informação externa de escola, TV, cinema, musica. No fundo temos como que desligar todo o conhecimento que nos é imposto por forma a pensar de uma maneira clara e neutra. Ninguém vos ensinou a pensar e por isso podem fazê-lo esquecendo tudo o resto, pensar livremente.
Há quem diga que está acordado porque quer acreditar que está, mas assim que começamos a discutir certos assuntos eles entram na negação dos adormecidos. Atenção: não há mal nenhum em estar-se adormecido, o mal está em negar que se está. Se não temos consciência do controlo exercido sobre as nossas vidas sem o nosso consentimento, ao ouvir alguém a argumentar logicamente a respeito desse controlo, negar é o pior que se pode fazer, pois é um processo irreversível.

Dentro dos adormecidos sociais há 3 grupos, os que negam qualquer coisa que os assuste, os que duvidam do que os assusta, e os que sabem estar adormecidos mas sem vontade de saber mais. No meio temos os recém-acordados que buscam respostas. Do outro lado temos a guerra de vida e morte, de ameaças e discussoes constantes, o mundo dos acordados, dentro dos acordados há imensas guerras pelo controlo da maioria dos acordados, pois essa maioria apesar de ter a informação não sabe o que fazer com ela, não sabe como agir e aqui entram os dois grupos em guerra, os acordados informativos e os desinformativos. Os informativos querem destruir o controlo da elite, os desinformativos existem para espalhar verdades controladamente mas ao mesmo tempo desacreditar o outro lado, destruir a reputação de quem quer informar. É dentro deste último grupo que mais pessoas morrem: Stanley Kubrik, William Cooper, George Carlin, Bill Hicks e Rik Clay entre muitos outros.

Mas há também a área económica e é aqui que aparecem os grupos que querem espalhar a verdade, mas onde a verdade custa dinheiro. É um pouco como dar dinheiro à Igreja pois Deus parece precisar de dinheiro.

O que digo é que o acto de acordar é algo que muitos tentam e desistem, pois acham que é um privilegio reservado a quem tem capacidades mentais e de tempo de processar e analisar toda a informação. Isso é mentira, pois qualquer pessoa pode acordar com informação limitada não tem de investigar tudo, mas tem de ouvir um lado da história e ouvir o outro lado, duvidar de ambos mas retirar as suas conclusões, e para retirar conclusões pessoais precisamos unicamente de querer.
Quem não consegue ver o problema nunca irá acordar.

Quem acorda começa a perceber os seus condicionalismos e a ver para além de esquerda ou direita, de certo ou errado, de religião ou cor de pele. Passamos a estudar a maneira como pensamos, as nossas reacções e emoções, em como protegemos objectos que nos fazem sentir seguros e nos irritamos se a nossa imagem é atacada. Quem está acordado realmente e já percebeu isto consegue ver mais, consegue dizer "eu amo-te" sabendo que amará sempre pois é mesmo amor, e não um amor condicionado de quem não sabe se amará amanha, pois usa a palavra como um conceito do qual desconhece o sentimento.

O primeiro passo para acordar é separar o ego do resto da nossa vida pois é ele que sofre mais com os condicionamentos, se atacam a vossa pessoa, a vossa imagem, as vossas ideias, esse ataque é ao vosso ego e é o vosso ego que irá responder. Atacar o ego é um ataque com sucesso quase garantido pois magoa e respondemos em explosão agressiva, ou em implosão depressiva, mas se colocarem o ego de lado os ataques fazem ricochete e atingem o atacante.
Acordar é renascer e aí vemos o mundo como ele é, lindo, com pessoas lindas em que poderia ser tudo perfeito sem as elites que nos querem impedir de ver o quanto somos poderosos, lindos, especiais e únicos.

Este texto serve de mote para o próximo que será fora da série Bastidores da música, pois há muita gente a querer ajudar, a querer espalhar a verdade e a contactarem-me sobre que grupos são verdadeiros e honestos. Grupos? Por que precisam de grupos?

Próximo texto: Cuidado com os grupos!!!

Bastidores da música (Parte 24) Amor ou Psicopatia?

Há alguns anos atrás namorei com uma rapariga com gostos musicais que entravam em conflito com os meus e torturava-me com o seu amor pelo Techno, mas havia uma música da qual ela gostava mesmo não sendo da sua geração, essa música chama-se Every Breath You Take cantada pelo Sting e criada no grupo Police.

 (Sting no papel de Jesus)

Muitos milhões de pessoas em todo o mundo conhecem esta música e tal como esta ex-namorada, acham que é uma música romântica que fala de amor. Fala? Nunca consegui encontrar uma réstia de amor nesta letra e sempre achei que as pessoas acham que é um tema romântico pois simplesmente ligam à musicalidade e à forma como é cantada, pois se prestassem atenção à letra iriam perceber que é uma letra psicopata que fala de controlo e posse de uma pessoa sobre outra. Vamos analisar a letra em questão:

"Every breath you take. Every move you make. Every bond you break. Every step you take. I'll be watching you!
Every single day. Every word you say. Every game you play. Every night you stay. I'll be watching you!
Every move you make. Every vow you break. Every smile you fake. Every claim you stake. I'll be watching you!"

Onde exactamente está o amor? O que ele canta é que não importa onde ela esteja, onde ela vá, o que diga, faça, pense, queira, construa, destrua, viva ou morra, ele estará lá a ver, a observa-la. Isto é uma espécie de Big Brother, um stalker doente, controlo total sobre o que outra pessoa faz pois acha que tem o direito de controlar os movimentos, opiniões, ideias e vontades de terceiros.

  (álbuns de Sting com destaque para o olho)

"Oh can't you see, you belong to me. How my poor heart aches with every step you take"

Aqui ele esclarece que é obsessão e não amor, pois acha que a outra pessoa lhe pertence apesar de o ter rejeitado e partido. A dor que ele sente ao vê-la não é amor mas sim a dor de não aceitar a rejeição.

"Since you've gone I've been lost without a trace. I dream at night, I can only see your face. I look around but it's you I can't replace. I feel so cold and I long for your embrace. I keep calling baby, baby please..."

Este sentir-se perdido sem ela, o facto de a ver em sonhos, o achar que nunca a poderá substituir e o necessitar do abraço dela, tem mais de dependência emocional do que de amor. Ele não a ama, depende dela e isto não é amor é um desejo, uma paixão obsessiva irracional. Ele continua dizendo que constantemente lhe telefona a implorar, o que é uma demonstração de falta de amor-próprio além de falta de amor por não respeitar os sentimentos dela.
 (Controlo: aceitável por ser moderno versus condenável por ser passado)

O amor-próprio não depende de outra pessoa e os problemas começam quando se acha que sim. Ao acharmos que gostamos mais de nós porque outra pessoa gosta, isso não é amor-próprio mas sim falta dele. Da mesma forma quando alguém nos acusa de, por algo que tenhamos dito ou feito, termos destruído o amor-próprio dessa pessoa, isso é coisa de loucos e é prova de que o amor-próprio nunca existiu, pois se é próprio é pessoal e terceiros não o podem destruir.
O amor não nasce, não morre, não se constrói nem destrói. O amor simplesmente é. Existe! O amor vive dentro de nós mas pensamos que não, só por não o sentirmos e isto porque não o sabemos procurar interiormente. O amor é simplesmente direccionado por nós para terceiros e não nasce ao conhecermos esse terceiro.

O amor é, tal como a felicidade é. Ninguém está feliz, o verbo estar não entra na frase, só o verbo ser importa. As pessoas são felizes, a felicidade tal como amor existem dentro de nós e somos nós que os bloqueamos por não acreditarmos. Existem. Nós é que não nos permitimos amar ou ser felizes.



"Oh can't you see. You belong to me. How my poor heart aches. With every step you take."

Ninguém pertence a ninguém mesmo quando a outra pessoa se entrega. O verdadeiro amor é uma posse livre, queremos ter essa pessoa mas se amamos, temos deixar que tenha a sua liberdade por forma a sentir-se feliz.
 
Não sei quantos de vós já tiveram como namorado/a uma pessoa louca controladora, que após acabarem a relação são perseguidos, vigiados, massacrados por essa pessoa. Recebem chamadas de madrugada onde ninguém fala só para saberem se estamos em casa. Ao irmos à janela vemos que essa pessoa está num carro do outro lado da rua, talvez querendo ver quem entra, quem sai. Pessoas que se recusam a aceitar que a relação acabou e forçam o reatar dessa relação pois acham que amam e que nós somos propriedade dessa pessoa. Pessoas que não percebem que após o final de uma relação fica sempre um sentimento, um carinho especial por essa pessoa que, quem sabe um dia, nos poderá reaproximar mas ao ter este tipo de atitudes o resultado é esse carinho transformar-se num ódio irracional onde o simples facto de ver essa pessoa na rua nos estraga o dia.
Eu tive um relacionamento assim, com um final doentio e nesta altura esta música não me saía da cabeça pois era a descrição perfeita do que aquela mulher me estava a fazer.



Tal como referi acima, acho que esta música é sobre controlo, não fala de uma relação entre homem e mulher mas sim entre elites e sociedade. Entre câmaras de segurança, bases de dados pessoais, bancos de DNA, passaportes biométricos e cartões do cidadão, cada passo que damos, cada viagem que fazemos, cada opinião que temos alguém estará a observar. A banda chamava-se The Police, o braço armado dos governos Big Brother. Na minha opinião, esta letra está dentro do assunto desta série e ela é na verdade ele, que pertence à industria e tudo o que faz, diz ou pensa é controlado.



Batidores de musica: Parte 25 - Will Smith

Bastidores da música (Parte 23) Nirvana vs System of a down

Já percebemos que que raramente o vídeo tem alguma coisa a ver com a letra, o vídeo passa uma mensagem própria em que quando o artista a tenta explicar, parece uma explicação forçada ou simplesmente sem lógica. No entanto os fãs prestam pouca atenção aos vídeos, atenção moderada à letra e muita atenção à sonoridade. Soa bem, está tudo bem.

Uma música com fraca qualidade e uma má letra, poderá ter sucesso dependendo da quantidade de vezes que ela é ouvida. Por várias vezes ouvi músicas que rotulei como más, muito más mesmo, mas após passarem 18 vezes por dia no rádio e na TV elas parecem não soar tão mal, e assim se vende. O que é mau passa tantas vezes na rádio que isso funciona como uma programação pessoal e passamos a tolerar e até cantarolar uma treta sem sentido, como falei nestes textos sobre: James Blunt e João Pedro Pais.


Eu presto atenção à arte musical e à letra e gosto quando ambas são boas, por isso vou falar de Nirvana vs System of a Down, duas bandas às quais nunca prestei grande atenção. Uma das diferenças entre estas duas bandas é que ao passo que os Nirvana admitem que as suas letras não possuem um significado por na maioria das vezes o produto final ser uma mistura de várias letras que Kurt Cobain levou para os estúdio (segundo as palavras do próprio). Apesar de cada letra ter um significado e uma intenção, ao misturar os versos de várias letras para os encaixar numa música, o produto final poderá ser interpretado pelos fãs mas não tem um significa intencional. Apesar de Kurt Cobain admitir que a maioria das letras não tem significado, encontrei dezenas de fóruns dedicados a interpretar as letras desta banda. No caso de System of a Down não existem tantas tentativas de interpretação, por a banda dizer nos seus shows ao vivo "and now another a song about nothing". É interessante que levem à letra o que os System of a Down dizem e não tentem interpretar as letras e por outro lado forcem interpretações sobre as letras dos Nirvana.


Os Nirvana eram liderados por Kurt Cobain, um artista casado com uma mulher Free Mason. Um artista fanático pela Igreja Satânica e fã de Anton LaVey que chegou a ser convidado para tocar Cello no álbum Nevermind. Um artista 100% pró elite durante a maioria do seu tempo na vida artística. Um artista que nas entrevistas só passava mensagens de depressão, consumo de drogas e álcool, dando uma ideia da decadência humana como estilo "cool" de vida.
Os System of a Down eram liderados por Serj Tankian, um artista de intervenção em protesto constante contra as elites e a sociedade, em que nas suas entrevistas falava dessa mesma sociedade como o maior falhanço humano mas deixando mensagens de esperança, pois nós podemos mudar tudo, querendo.


Os Nirvana acabaram devido ao estranho suicídio de Kurt Cobain (que será analisado este mês). Os Sytem of a Down acabaram (em 2006 mas ainda dizem que é uma pausa) por não cederam à industria da música e os seus membros dedicam-se agora a projectos a solo sem grande visibilidade pois não existe vontade de publicitar verdades.
As pessoas parecem mais interessadas em interpretar letras que não passam de colagens sem sentido por parte dos Nirvana, do que interpretar letras que nos fazem pensar com as dos System of a down.

Que se note que não tenciono generalizar dizendo que todas as letras dos Nirvana são colagens, digo que a maioria o são e isso nota-se em muitas delas através das chamadas "rimas forçadas" e passagens sem sentido.

Os Nirvana cantavam coisas como: "viola-me, viola-me meu amigo, viola-me outra vez. Não sou o único. Odeia-me. fá-lo e fá-lo novamente. Destrói-me, viola-me outra vez". Se bem que isto possa ter um significado mais profundo do que o que parece, que é simplesmente o uso de palavras fortes e violentas para chegar à geração destruída e revoltada dos anos 90, na minha opinião não merece perda de tempo a imaginar o que quererá dizer comparando ao que os System of a Down cantavam como: "Perto de 2 milhões de Americanos encontram-se dentro do sistema prisional. A percentagem de Americanos presos duplicou desde 1985.", "Usam drogas para financiar guerras em todo o mundo, as drogas são agora politica global. Dinheiro da droga é usado para influenciar eleições e treinar ditadores corporativos em todo o mundo".



Os Nirvana passavam musicas completas a repetir os mesmos versos, como: "a menina do papá, já não é uma menina", que ele "tem de sair de cima da Polly porque ela quer uma bolacha e um copo de água", "Ela deveria ter sido um filho" ou que ele disse que "a quer conhecer, a quer foder por dentro, porque ela é a Skinhead dele" e o supra-sumo dos Nirvana em que canta que "jura que não tem uma arma" mas como teoricamente deu um tiro na boca isto tem de ser uma mensagem. Os fãs acham que estas parvoíces são dignas de perder tempo a inventar significados profundos e filosóficos.

No entanto os System of a Down não são tão profundamente analisados pois nos seus shows dizem "e mais uma canção sobre nada" antes de tocarem um novo tema, mas ao prestarmos atenção ao tema, eles dizes coisas como "quando perdes a mente pequena, libertas a tua vida", "Por que é que os Presidentes nao lutam nas guerras? Por que é que mandam sempre os pobres?".


No entanto os System of a Down possuem uma letra polémica, pelo menos a parte do refrão do tema Toxicity do álbum com o mesmo nome em que os fãs discutem se o refrão começa por "No", "You", "Yo" ou até por "Hey", esclareci isto julgo que em 2004 num concerto em Coimbra, em que fui a uma sessão de autógrafos só para perguntar isto, o vocalista confirmou a minha teoria de que ele na verdade diz "New". No entanto não é o que aparece na grande maioria das transcrições da letra, mesmo nas oficiais. Aqui fica este refrão que com New como primeira palavra dá mais sentido aos versos como sendo em forma de questão à New World Order (Nova Ordem Mundial):

"New, how do you own the world? How do you own disorder? Disorder.
Now, somewhere between the sacred silence, Sacred silence and sleep.
Somewhere, between the sacred silence and sleep, disorder, disorder, disorder"
.

A questão que ele coloca é dirigida à Nova Ordem mundial, em que pergunta como é que são donos do mundo, como é que se pode ser dono da desordem e que se encontram algures entre o silencio sagrado (alusão às sociedades secretas que primam pelos segredos) e o sono (alusão ao sono profundo de indiferença da sociedade em geral).


Próximo texto: Parte 24 - Amor ou Psicopatia?

Bastidores da música (Parte 22) Lady Gaga, Busta Rhymes, Janet Jackson

Vou falar mais uma vez de Lady Gaga (já aqui mostrei uma foto dela fazendo um sinal de uma série televisiva de influencia illuminati, quando me referi à Beyoncé e à forma com que ela citou a série "Prisioner" dos anos 60), numa actuação ao vivo do tema "Pop music will never be low brow", começa com uma voz robotizada proferindo um texto que classifica a Lady Gaga como: enviada à Terra para se infiltrar na nossa cultura um "sequin" de cada vez. O link que forneço é deste show, mas do qual essa mensagem inicial foi cortada, mas aqui fica a imagem do original:

Se formos buscar a definição de Sequin, ficamos a saber que é uma moeda antiga Italiana e Turca, ou um pequeno circulo de metal ou plástico que serve para ornamentar roupas. Não faz sentido mandar alguém à terra para se infiltrar em banalidades, por isso Sequin tem de ter outro significado e por isso procurei um pouco mais, e como se sabe, quem procura sempre encontra. Sequin é na verdade um software para submeter e analisar bancos de dados genéticos, capaz de analisar desde dados simples como uma curta sequência de mRNA até ás longas sequências complexas de DNA em estudos populacionais. Tendo em conta que estamos numa era em que os governos recolhem e guardam sem o nosso consentimento amostras do nosso DNA, acaba por dar mais lógica a actuação dela com diversas referencias de destaque ao mostrar o olho esquerdo, quer como na imagem seguinte, quer durante o vídeo em que o olho direito mesmo com óculos está tapado. A referencia ao olho de horus no topo da pirâmide illuminati.


Além das referencias desta senhora que já dei, ela está também ligada ao filme que já aqui massacrei, o infame filme illuminati Metropolis, pois aparece regularmente vestida de robot dourado, actua por diversas vezes em cima de uma palco em xadrez padrão maçónico. Lady Gaga é só mais uma de muitas que segue a agenda robótica, agenda que há quem a defina como extra-terrestre mas eu não vou tão longe.

Mas esta pancada robótica continua e parece não ter fim. Busta Rhymes & Janet Jackson no tema "What's it gonna be", uma sala maçónica, e um símbolo comum em todos vídeos de transformações, a água. Da água nasce Busta Rhymes robótico. Busta então transforma-se noutro símbolo usado e abusado pelas as elites, ou seja numa serpente e voa até Janet Jackson que tem no vídeo um aspecto demoníaco. Busta Rhymes que está num vortex de água sai dele e no local onde está Janet começa a chover, as gotas de água são miniaturas dele, ou seja ele aqui é o Rainman, o guia de Janet. Este vídeo tem dançarinos prateados, e é de notar que uma gota de água atinge Janet entre as pernas, o que faz recordar o vídeo de Rihanna "Umbrella" onde ela admite  neste video é a mudança dela, é um novo caminho e uma nova imagem. Quem aparece nesse vídeo? Jay-Z o guia Free Mason de muitas novas estrelas. Neste vídeo Rhianna dança à chuva vestida de branco a sua inocência é limpa pela violação figurativa da chuva e ela aparece vestida de negro com o seu Rainman na imagem, e termina com ela prateada tal como os dançarinos em volta de Janet Jackson, mas nua e dentro de uma pirâmide. Rihanna depois deste álbum passou de menina bonita à leviana pop star em que todas se tornam após cederem à industria, este álbum é o "Good Girl Gone Bad", e este vídeo em particular será analisado detalhadamente.

Para terminar o vídeo de Busta Rhymes, no final ele mostra a sua influencia sobre ela quando ao tocar-lhe a cor dele fica nela e no fim eles acabam por se fundir.

Os vídeos muito raramente respeitam as letras, as letras muito raramente respeitam os vídeos e quando assim o parece, só temos de procurar pelo gato escondido pois ele estará lá.
No próximo texto vamos falar de letras e tentar perceber o motivo de buscarmos significados para elas, geralmente nas letras erradas.

Próximo texto: Parte 23 - Nirvana vs System of a down

Bastidores de música (Parte 21) Tupac Shakur 5, final

Sem Tupac e após Snoop ter deixado a Death Row Records, Suge Knight ficou sem rappers. Por forma a fazer dinheiro Suge editou tudo o que tinha de Tupac que devido à sua morte atingiram recordes de vendas, como podem ver pelas vendas dos álbuns ANTES da morte de Tupac:

2Pacalypsenow (1991) disco de Ouro
Strictly 4 My N.I.G.G.A.Z (1993) disco de Platina
Me Against the World (1994) 2x's disco de Platina
Thug Life: Thug Life Vol 1 (1994) disco de Ouro
All Eyez On Me (1996) 9x's disco de Platina
Makaveli: the 7day Theory (1996) 5x's disco de Platina

E depois da morte de Tupac:

R U Still Down? [remember me] (1997) 4x's disco de Platina
Greatest Hits (1998) 9x's disco de Platina
2Pac+Outlawz: Still I Rise (1999) 2x's disco de Platina
Until the End of Time (2001) 2x's disco de Platina
Better Dayz (2002) 2x's disco de Platina
The Resurrection (2003) 2x's disco de Platina
Loyal to the Game (2004) sem estatística de vendas

Tupac foi morto não sem antes se certificarem que ele deixava muito material para ser vendido. Editou mais e vendeu mais depois da morte do que em vida, e estamos a falar de pouco mais de 12 milhões de discos vendidos em vida versus 26 milhões depois da sua morte, tendo em conta que o último álbum que lançou em vida foi perto do momento em que a perdeu. Esse álbum teve uma capa interessante tendo em conta que foi morto dias depois:


Antes de referir mais algumas coincidências  com este álbum irei continuar o raciocínio .

Suge Knight, foi nesta altura processado pela mulher que investiu na Death Row Records e que tinha 50% da editora, pois ela nunca tinha recebido 1 dólar do lucros da empresa. Antes de Suge Knight ter sido condenado a pagar à sua sócia mais de 100 milhões de dólares, toda a sua fortuna tinha desaparecido tendo ele unicamente uma mansão de 6 milhões de dólares, 25.000 dólares em jóias e 1.000 dólares em roupas. Ele declarou falência e livrou-se das dívidas. Suge está hoje preso por diversos crimes violentos onde se incluem o espancamento do rapper Akon e violação de liberdade condicional, cumpre uma pena de 9 anos, mas está bem, pois só ele sabe onde está a sua fortuna.

Lembram-se de todas as coincidências apresentadas há uns anos sobre o 11 de Setembro, que por mais voltas que se desse dezenas de factos iam dar ao numero 11? O numero 11 é um numero que significa destruição na maçonaria-Illuminati. No caso de Tupac isto está também presente mas com o numero 7, outro numero importante para estes grupos, que a maçonaria diz ser um numero que representa a sorte, mas é tal como o numero 3, um numero que define o gozo para com as crenças humanas em particular as religiosas.


(Nota: estes dados são apresentados unicamente como curiosidade e não servem de argumento factual)

O seu último álbum em vida foi: Don Killuminati the 7 day theory
Tupac nasceu no dia 16: 1+6=7
Morreu com 25 anos: 2+5=7
O seu filme Tupac: Resurrection foi lançado 7 anos após a sua morte.
A sua editora cancelou todos os lançamentos de álbuns dele por 7 dias após a sua morte.
A companhia de cinema esperou também 7 dias antes de lançar o último filme em que ele participou.
No fime Gridlock, Tupac aparece numa sala onde na parece estão pintados vários números 7 invertidos.
Foram disparados 12 tiros e 5 deles acertaram em Tupac: 12-5=7
Antes de morrer ele esteve 7 dias vivo no hospital.
Ele foi declarado morto às 04:03: 4+3=7 de uma Sexta-feira 13.


Tempos depois as pessoas foram distraídas da sua morte por um vídeo repleto de maus actores, onde um deles diziam ser Tupac e assim nasceu o mito que afastou a maioria da investigação da sua morte, levando-os à busca pelo Tupac vivo. O vídeo pode ser visto aqui.
Um vídeo que só é verdadeiro para tolinhos, pois a identificação do Tupac tem como base um dos homens que diz "Hide Pac, man", sem grande convicção, e o suposto Tupac não parece muito preocupado em esconder-se. Mas este vídeo teve o seu efeito e as pessoas afastaram-se da sua morte, buscando-o em vida.

Dentro desta série "Bastidores da música", Tupac foi o músico a quem mais textos dediquei, pois acho importante esclarecer quem ele foi e como morreu. A série irá continuar e em breve irei abordar outras mortes que levantam suspeitas.



Próximo texto: Parte 22 - Lady Gaga, Busta Rhymes, Janet Jackson

Bastidores da música (Parte 20) Tupac Shakur 4

Após a morte de B.I.G. e durante a investigação policial, um detective investigava a ligação entre os dois atentados mas demitiu-se por não o deixarem investigar, e isso foi noticia. Esse agente confirmou que todas as provas apontavam para o envolvimento Suge Knight e Puff Daddy. Ou seja, estes dois empresários que se odiavam eram os responsáveis pela morte dos seus discípulos... irónico demais para não estarem a receber ordens superiores. 
Este detective disse mais, ele referiu até a denuncia de Snoop Dog que foi mantida fora da investigação na morte de Tupac. Snoop tinha dito saber quem matou Tupac. Aqui está a noticia:


Snoop Dog disse várias vezes que foi Suge Knight quem matou Tupac. Após a morte de Tupac, Snoop deixou Suge e a sua editora tendo criado a sua própria editora. Durante anos em entrevistas e músicas, Snoop sempre acusou Suge Knight e este como resposta limitava-se a acusar Snoop de ser informante da policia, o que é completamente irrelevante. Até 2005 Snoop acusava Suge de ter morto Tupac e certo dia calou-se e nunca mais tocou no assunto. Nesse dia Snoop passou a mostrar estar completamente sob o controlo daqueles contra quem Tupac lutava e a recompensa do seu silencio foi o sucesso, sendo hoje um dos rappers mais poderosos da industria:


 (Foto já depois de se ter remetido ao silencio e demonstrando que está sob controlo da industria)

Por outro lado, em troca do seu silencio e colaboração Puff Daddy é hoje tal como Snoop Dog um dos rappers mais influentes e juntos estes dois homens controlaram o East e West side até à subida maçónica de Jay-Z (Jay-Z é um assumido membro da maçonaria Americana, apesar de ser rapper já nos tempos de Tupac e BIG, foi só após se assumir maçon que começou a ter o sucesso incompreensível que tem hoje).

Muitos perguntam qual a lógica de um grupo poderoso como a maçonaria-Illuminati se preocupar com um simples rapper ao ponto de o querer morto. A resposta já tinha sido dada pelo próprio Tupac numa música:

"Now if choose to ride, thuggin' till the day I die. They don't give the fuck about us!
While I'm kicking rhymes, getting to their children's minds. Now they give a fuck about us!"

Pois é isto mesmo, enquanto ele era um simples rapper ninguém queria saber dele, mas quando se tornou num rapper que acordava consciências, passou a ser uma ameaça à industria.


Tupac jogava o jogo de vendas East side/ West side, mas uma guerra de bairros, uma brincadeira, ele nunca atacou o BIG como atacava rappers como: JayZ, Naz e Prodigy, rappers 100% controlados pela industria e que se venderam sem oferecer resistência. Podem alegar que Prodigy canta contra a Nova Ordem Mundial... mas isso é teórico, é agenda. Prodigy antes de usar esse nome (Não confundir com o grupo electrónico Prodigy, autores de "Smack my bitch up!"), já era um rapper 100% money, bitches and fame. Podem alegar que Prodigy acordou e percebeu o controlo e agora canta contra a Nova Ordem Mundial e Illuminati, mas quem melhor para explicar a função de Prodigy do que o Papa da maçonaria?


Albert Pike, o "Papa" da maçonaria no século XIX e um dos homens mais perigosos de todos os tempos, disse:
"Nós damos sempre ao povo os seus heróis.  Damos os heróis a cada facção a cada lado de um conflito e quando as pessoas ouvem essa pessoa dizendo as coisas certas, irão segui-la. E nós esperamos e voltamos a guiar essas pessoas, dizemos "faz isto ou aquilo" e eles fazem. Nós (a maçonaria) damos o nosso poder aos heróis autorizados."

É isso que Prodigy é. É por isso que quando ouvem uma música anti Nova Ordem Mundial não devem pensar que essa banda está a ser honesta, e neste saco incluo bandas com uma ou mais músicas anti-Illuminati e Nova Ordem Mundial como: Muse ou Gamma Ray... bolas até Jay-Z e Dr. Dre que são maçons têm músicas anti-Illuminati, no caso do primeiro, ela foi emprestada por Prodigy que fala de Jay-Z como sendo: "a voz mais real do Hip-Hop"... mais uma coisa que expõe Prodigy como farsa.

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Bastidores da música (Parte 19) Tupac Shakur 3

Há quem diga que Tupac Shakur está vivo, todas estas teorias de Tupac, Elvis, Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Kurt Cobain, etc, estarem vivos são  propaganda propositada para distrair os fãs. Enquanto ponderam e investigam a possibilidade destas pessoas estarem vivas, não ponderam e investigam as suas mortes. No caso de Tupac Shakur, a teoria de ele estar vivo foi causada inicialmente pelo relatório da sua autopsia ter alguns erros de destaque. O relatório de autopsia diz:


 (Relatório da autopsia da morte de Tupac Shakur)

1- Que Tupac tem 72.00 inch (1,82m) de altura.
2- Que Tupac tem 215 lbs (97,5 Kg) de peso.

Vamos confirmar com a foto dele com a tabuleta identificativa após a sua prisão:



Estes dados estão errados, pois ele tinha 5' 11'' (1,80 m) de altura e 154 lbs (69,9 Kg) de peso. Mesmo que ele tivesse engordado o seu aspecto físico não aparentava ter 27,7 Kg a mais,  mas pronto, vamos supor que sim... no entanto, certamente na morte as pessoas não crescem 2,5 cm. Estes erros foram possivelmente propositados para criar o mito e distrair as pessoas sobre a morte, fazendo-as buscar provas de ele estar vivo.

Tupac está morto e mesmo que não estivesse a autópsia que é obrigatória certifica-se que ninguém vai para a cova num estado da catalepsia, pois se não morreu antes, morre durante. Não há dúvidas!

Mas o que se passou antes de ele morrer?
O seu empresário era Suge Knight, um homem com um longo cadastro criminal e dono de 50% da Death Row records. Um dos crimes que ele cometeu foi o de ter sob ameaça obrigado Vanilla Ice a assinar um documento que lhe dava direito sobre todos os Royalties da música "Ice, Ice Baby", uma música recordista de vendas e o primeiro single Hip-Hop no numero 1 da Billboard, foi com estes royalties que Suge passou de um mero criminoso a multi-milionário. Este empresário tinha controlo sobre Tupac Shakur, Snoop Dog e Dr. Dre (Dr. Dre foi o primeiro rapper a assumir-se como membro da maçonaria Americana). Dr. Dre deixou este empresário e criou a sua própria editora e Suge Knight disse que não queria saber quem o deixava pois ele só se importava e precisava de Tupac Shakur.

 (Tupac Shakur, Snoop Dog e Suge Knight)
Suge Knight tinha um inimigo e esse inimigo era Puff Daddy, hoje conhecido como P.Diddy, pois ele era também empresário de vários rappers. Esta guerra levou Suge a convencer Tupac a entrar num jogo, o da rivalidade entre rappers da costa Este e Oeste, guerra esta que era uma farsa, era uma guerra de palavras e publicitária que ajudava ambos os lados a vender mais.

Algum tempo antes da morte de Tupac, ele deu uma entrevista expondo a farsa da guerra East Side, West Side, vejam essa entrevista:



Reparam bem no homem que está a seu lado, ele é Snoop Dog. Viram como Snoop Dog estava assustado, nervoso, ele estava assim pois sabia que Tupac estava em perigo. E estava mesmo, pois 2 dias depois desta entrevista, Tupac foi atingido com 5 de 12 tiros. Esta é a última foto tirada a Tupac 20 minutos antes do atentado. Ele está dentro do carro de Suge Knight  com este a conduzir:


A foto seguinte foi após o atentado:


Após a morte de Tupac, The Notorious B.I.G. foi implicado pela imprensa na morte de Tupac devido à rivalidade East/West Coast. Como resposta B.I.G. deu uma entrevista a ridicularizar o seu envolvimento:



Vejam bem que é o homem ao lado de B.I.G., é Puff Daddy e vejam bem a cara dele, está tal como Snoop estava ao lado de Tupac na entrevista anterior, está assustado, desconfortável, nervoso pois ele sabe o que aconteceu. B.I.G. está neste vídeo a falar do primeiro atentado contra Tupac, em que ele foi atingido também com 5 tiros 2 anos antes, mas foi resgatado para o hospital como energias suficientes para passar a seguinte mensagem:

 (Primeiro atentado contra Tupac a 30 de Novembro de 1994, atingido com 5 tiros)

Tupac recuperou deste atentado e acusava Puff Daddy de estar envolvido, acusava B.I.G. de ter conhecimento do envolvimento de Puff Daddy de intencionalmente o proteger.  O New York Times chegou a apresentado uma reportagem que apontava para Puff Daddy como sendo o principal suspeito.
B.I.G. após a morte de Tupac, lamentou-a, e deu inicio a uma campanha a ridicularizar a história da morte de Tupac estar relacionada com o conflito East/West Coast e por este motivo 6 meses depois, BIG foi morto da mesma forma que Tupac. Antes de tudo isto, BIG e Tupac já tinham sido amigos e trabalhado juntos. No fundo a guerra era unicamente na imprensa e só alimentava a industria da música.


 (The Notorious B.I.G. & Tupac Shakur)


Próximo texto: Parte 20 - Tupac Shakur 5

Bastidores da música (Parte 18) Tupac Shakur 2

"Não temos escolha, temos de seguir em frente e tentar fazer o melhor possível pela próxima geração. Está tudo tão fodido que não podemos deixar as coisas bem para a próxima geração, o que podemos fazer é eliminar o máximo possível de coisas más, antes de partirmos."
--Tupac Shakur, 1996



"Sempre que o governo falha, culpa o povo. Neste momento a América é uma merda mas isso não significa que os Americanos tenham de ser uma merda, mas é isso que querem que sejamos e desta forma os pobres continuam pobres e a matar pobres, enquanto os ricos enriquecem a vender aos pobres o sonho de virem a ser ricos, sem nunca lhes darem as oportunidades de o ser"
--Tupac Shakur, 1996

No dia em que Tupac Shakur foi condenado por abuso sexual, acusado de ter usado da força para apalpar as nádegas de uma mulher, antes de ouvir a sua sentença foi-lhe perguntado se tinha algo a dizer ao tribunal, e aqui Tupac proferiu as seguintes palavras:
"A sua excelência, durante todo este processo não me olhou ou ao meu advogado nos olhos nem uma única vez. Parece-me óbvio que o senhor não está aqui para fazer justiça e por isso de nada me vale pedir clemencia. Não importa o que senhor faça ou diga, isto não é um tribunal de justiça, aqui não será feita justiça, e mesmo agora o senhor não me consegue olhar nos olhos, por isso faça o que entender e de-me a pena que quer dar. A minha vida não está nas suas mãos, está nas mãos de Deus."
--Tupac Shakur, 8 Fev. 1995


Durante o seu tempo na editora Interscope, Tupac vivia a entrar e sair da prisão por todo e qualquer motivo, foi tornado do dia para noite no bad boy do Hip-Hop pela imprensa que criou uma imagem de criminoso ignorando a mensagem que ele tentava espalhar. Isto acontecia por as suas letras serem reais, por cantar o que queria cantar acordando consciências, dizendo as verdades. Os rappers actuais limitam-se a glorificar a vida de gangster, a cantar hinos à violência e às drogas e a adoração às notas de dólar.

O que o tornou inimigo de muitos os rappers foi o facto de lhes chamar vendidos e de os acusar de trair o Hip-Hop e de o estar a usar como uma máquina de propaganda e não para espalhar a mensagem de revolta que é a alma do Hip-Hop. Uma dessas letras dizia o seguinte:
"Aos vendidos a viver bem, de uma forma ou outra vocês vão desistir. Acham que por ter nascido negro tenho dizer "paz", cantar e levar tiros. Agora sou uma ameaça só porque vos lembro de coisas que querem que esqueçam. Estarei aqui até que me matem".

Após ter saído da prisão, todas as suas músicas continham mensagens sobre os Illuminati até ao momento em que deixou a Interscope e se juntou à nova editora Death Row. Em pouco tempo ele percebeu que ao contrário do que lhe tinha sido prometido, ele não tinha liberdade nesta editora independente e a custo pessoal afastou-se da Death Row e criou a sua editora Makaveli Records, na qual aceitava unicamente os rappers que cantavam do coração e sem medo das elites. Aqui adoptou o alter-ego Makaveli inspirado em Machiavelli sobre quem leu no seu tempo de prisão. Makaveli tinha a letra "k", uma letra que colocou no seu alter-ego por ser a letra que adicionou a illuminati fazendo Killuminati, ao retirarmos esta letra "móvel", ficamos com um anagrama que se lê: Am Alive.


Para esta nova editora ele levou dois homens em quem acreditava e que achava partilharem da sua linha de pensamento, esse homens eram Snoop Dog e Dr. Dre com os quais formou o grupo The Oulaws. Ambos estes rappers viviam na sombra de Tupac, cresciam à custa do talento dele e antes da sua morte traíram e ainda hoje continuam a trair a sua memória.

Ele acusava outros músicos de terem vendido a pessoa que eram, de terem vendido a sua alma à industria e quando confrontado com a questão de ele ter vendido a sua alma, ele respondeu:
"Os vendidos não se conseguem olhar ao espelho pois não encontram a sua alma. A razão de eu ser quem sou hoje, é por poder olhar-me no espelho e ver que a minha alma ainda está lá. Não a vendi, ela está comigo, eu posso senti-la".

Na verdade Tupac vendeu a sua alma no inicio da sua carreira pois isso é feito ao entrar na industria da música, industria essa que o levou à industria do cinema, mas ao perceber o preço que tinha de pagar "quebrou o acordo" e insurgiu-se contra as elites, desta forma recuperou a pessoa que era e manteve, tendo até aumentado a sua fama, mas falou na elite invisível que se esconde atrás da visível e mencionou um nome que nos anos 90 era visto como um mito: Illuminati.

(Print-Screen de um dos primeiros shows de Tupac após assinar com a Interscope em '89, actuando junto ao olho de Hórus)



Próximo texto: Parte 19 - Tupac Shakur 4

Bastidores da música (Parte 17) Tupac Shakur 1

De todos os artistas que parecem passar mensagens sobre o controlo da industria, poucos o fazem por sentirem que o devem fazer. Uns ficam-se por meias palavras, outros cantam temas que parecem ser contra a industria, mas ficam-se por aí e não falam mais disso. Muitos dos temas que ouvimos que parecem expor a verdade, são sempre de bandas não muito conhecidas.
A industria usa sempre 2 pesos, duas medidas, 2 formas de propaganda que dividem as opiniões e assim as controla.

Mas já existiu um artista que foi incontrolável, ele falava da industria abertamente, chamava as coisas pelos nomes e falava nos Illuminati muito antes de alguém sequer os mencionar por nome. Ele fazia-o nas letras e fora delas. Este artista deu uma nova dimensão ao Hip-hop e ainda hoje só podemos imaginar onde ele poderia ter chegado se não tivesse sido assassinado. Estou a falar de Tupac Shakur.



Tupac Shakur a par de ser um dos únicos Rappers que usava a musica como ela foi feita para ser usada, passando mensagens anti-elite, anti-controlo e pelas liberdades e direitos, ele falava abertamente sobre estes assuntos em entrevistas, em particular quando começou a falar nos Illuminati, nome que naquela altura muito pouca gente tinha ouvido falar. Tupac passou a sua vida entre o estúdio e a prisão. A imprensa ajudava ao mito, de onde se destaca a sua famosa prisão por violação largamente publicitada nos jornais, quando a acusação e a pena dele não foi por violação mas sim por abuso sexual. A diferença é grande e para quem não a sabe: Para uma acusação de violação tem de haver sexo forçado, numa acusação de abuso sexual basta um apalpão
Desde de cedo a industria estava a criar um ídolo, um mito com a ajuda da imprensa.

O mais incrível é que durante a sua pena, os seus álbuns continuavam a vender como se nada tivesse acontecido, as vendas continuavam mesmo após ter levado 5 tiros e ter sobrevivido. Este era um artista que não precisava de promover a sua música, entre prisão e fisioterapia poucos eram os shows ao vivo e mesmo assim era o mais famoso dos rappers e o que mais vendia.  Mas foi após terem tentado assassiná-lo e depois de o terem colocado na prisão que ele se tornou mais agressivo nas suas músicas e entrevistas contra a industria.



Tupac foi o primeiro Gangster Rapper, a imagem que a maioria dos rappers hoje em dia tentam passar, dizendo que tiveram uma vida dura nas ruas até chegarem onde chegaram quando isso não é verdade, quando a maioria teve vidas privilegiadas em famílias de classe média.

Certo dia Tupac deu uma entrevista na prisão em que disse: "Só posso desaparecer morrendo e mesmo morrendo a minha música viverá para sempre". É interessante que ele se refira à industria musical como "Game", não como um negócio mas como um jogo ao qual ele afirma ter vendido a alma em trocas de mulheres e bens materiais e que agora está preso nesse mesmo jogo querendo mudar mas não podendo. Acho que "game" é a melhor definição da industria, pois é mesmo um jogo, um jogo pelo controlo de opiniões e mentalidades, mas um jogo viciado que só a elite pode ganhar, artistas e amantes de música são sempre meros peões.

Tupac sempre tentou diferenciar os verdadeiros rappers dos falsos sem nunca referir nomes, ele não queria impor uma teoria, ele queria que as pessoas buscassem informação e chegassem a uma conclusão. Ele dizia para prestarem atenção às letras e pensarem sobre elas, e se as acham reais, só então devem apoiar os músicos que acham verdadeiros. Disse que não é uma questão de abanar a cabeça ao ritmo de uma batida da qual gostamos, mas sim perceber a mensagem que acompanha essa batida.

 (Estátua em memoria a Tupac)

Foi durante este tempo na prisão que ele resolveu voltar mais forte e vingar-se da industria que o atacava constantemente. Foi nesta altura que começou a falar dos Illuminati e da sua agenda quer nas músicas ou letras, das quais cito um verso: "Some say they the Illuminati to take my body to sleep".

Ele levantou numa entrevista uma questão pertinente: "Como é que na sociedade ninguém fala nos Illuminati e os niggas na prisão falavam disso? Como é que aqueles niggas na prisão que mal sabem ler, sabem o que são os Illuminati? Quem lhes disse?". A resposta não lhe foi dada por a pergunta ser figurativa, mas na verdade a resposta é simples, pois fala deste assunto quem não tem nada a perder. Quantas pessoas não sabem que os seus patrões são corruptos e se calam? Não querem perder o seus trabalho, mas são pisados uma vez, duas vezes, três vezes, perdem o emprego e mais tarde ou mais cedo vão falar, pois já perderam tudo o que tinham a perder. No entanto como rotulamos estas pessoas? De loucos! É sempre assim, quem está caladinho e se submete é sempre a pessoa "normal", o louco é quem toma nas suas mãos a rumo da sua vida. E mesmo assim achamos que somos inteligentes...

 (Ninguém pode afirmar querer mudar o mundo, mas individualmente podemos semear o conhecimento, espalhar a informação que levará a que ele mude)

Nesta nova linha de intervenção musical de Tupac, ele tornou os Illuminati no seu alvo pessoal, tendo adicionado a letra K ao nome da organização: Killuminati, somando as palavras Kill+Illuminati, por achar que ele poderia expor e destruir o grupo. Mas o segundo atentado contra a sua vida foi um sucesso, e os Illuminati marcaram esta morte rodeada do simbolismo que tanto gostam, deixando-o para ser interpretado. A simbologia dos illuminati é o modus operatis do grupo, tal como qualquer serial killer deixa a sua marca, a maçonaria-illuminati não são excepção, eles gostam de vos dizer o que fazem e deixam estas marcas para serem descobertas. O segundo atentado contra Tupac veio dias depois de ele numa entrevista ter afirmado que em quatro anos ele estaria no topo, estaria frente-a-frente com as elites, que se iria candidatar a um cargo politico criando o seu próprio partido politico. Falando com a frontalidade que ele falava e usando do seu protagonismo com rapper, não seria difícil imaginá-lo a conseguir isso, mas não chegou lá pois um segundo atentado e mais meia dúzia tiros no seu corpo puseram o fim à sua vida e a toda a luta.

Os próximos textos serão sobre este homem, antes de abordar outras mortes mal explicadas.

Próximo texto: Parte 18 - Tupac Shakur 3

Bastidores da música (parte 16) Religião & robotização

De alguma forma parece que a certa altura os artistas mais influenciados ficam com a ideia de que todo o seu protagonismo os torna superiores, os torna divinos e regularmente se comparam a Deus.

Kanye West disse o seguinte a respeito de Lil Wayne: "verguem-se na presença de uma verdadeira lenda viva, Lil Wayne o Deus" e disse também a respeito dele mesmo: "Deus escolheu-me, traçou um caminho para mim. Eu sou uma arma de Deus". Jay-Z também se considera divino ao afirmar: "eu sou o Jesus negro".





O termo "I am" é usado em cultos, pronunciado pelos auto-intitulados Deuses, termo usado por exemplo na seita Francesa que se suicidou para viajarem na cauda do cometa Halley, suicidaram-se homens e mulheres depois de matarem os seus filhos, só líder não se matou, o "Deus". Na musica o termo "I am" é comum e usado sem lógica aparente muitas vezes:

Lil Wayne diz coisas como: "I am Hip-Hop" e a sua tournée chama-se: "I am Music". Beyoncé tem a sua tournée chamada: "I am". Álbuns lançados num curto espaco de tempo como: "I am the future", "As I am", "will.I.am", "I am King", "I am...", "I am what I am", "I AM future black president", "Novel I am", são álbuns demais para saírem na mesma altura com nomes parecidos, tal como são álbuns demais a abordar os mesmos assuntos, de pessoas que passam do seu lado branco para o seu lado negro, do peudo-sagrado ao pseudo-profano, metáforas de pessoas que deixam de ser humanos e passam a ser robots.



É muita gente a passar a mesma mensagem que não é mensagem nenhuma de interesse, já não há "Heal the world make it a better place", agora é só "eu, eu, eu, eu, eu". Mensagem à cultura do Eu, à adoracao de vedetas como Deuses, à aceitação da desumanização e que devemos ser mais frios como máquinas. Mensagens de merda que se perderiam no vazio se não fossem centenas de artistas a bater na mesma tecla.



Mensagem que nos dizem que o Eu é superior ao Nós, como se neste momento a humanidade deixasse de ser um grupo com objectivos comuns, onde a sociedade deixa de ser um grupo passando a ser um grande numero de indivíduos que por acaso moram no mesmo local. Onde o Eu e a cultura do Eu tornam desnecessário conhecer a pessoa que desde há 3 anos se senta ao nosso lado todos os dias no metro, pois Eu é que importo e a outra pessoa é só alguém a quem eu permito respirar o meu ar e partilhar o meu espaço. Os meus problemas são maiores que os teus porque são meus. Atitudes que tornam o dizer Brasileiro: "pimenta no cu do meu amigo, para mim é refresco", numa espécie de hino do nosso dia-a-dia. Basta ver um acidente na estrada: uns param para ver sangue e ficam felizes por ser outro e não ele, enquanto outros ficam irritados por aquele acidente os ir atrasar. O que importa é o Eu independentemente se alguém perdeu a vida naquele momento, se uma criança ficou sem pai, nada disso importa pois ainda bem que não sou eu, ainda bem que há pessoas que estão piores que eu, e: "merda, este gajo resolveu morrer logo hoje que tenho uma reunião importante".



Jay-Z faz alusão à sua divindade colocando o publico a gritar "hova, hova, hova" enquanto faz o símbolo da pirâmide" O que é Hova? Será por ele ser Jay? Jay-Hova = Jeova? Será que ele brinca com isto, ou o seu percurso nos Free Masons já o faz acreditar que é divino? Sim porque eu conheço esse mundo, a cada nível que se sobe dentro da Maçonaria temos acesso a novos segredos, novos conhecimentos e todo o percurso é o caminho para a Iluminação para a atingir divindade terrena.


Uma T-shirt com uma Toten Kopf, em baixo a utilização do mesmo símbolo:


Em baixo o simbolo da sociedade secreta Americana Skull & Bones, que recruta membros de Harvard a Yale e os orienta, financia na vida politica e empresarial. Foi nesta sociedade que surgiu toda a ideologia Nazi adoptada por Hitler, ao contrário do que se pensa. Sociedade à qual pertenceu Bush e Kerry tendo sido impossível aos Americanos não terem eleito um membro desta sociedade.
(Símbolo da sociedade secreta e maçónica Skull & Bones)

Sem ter nada a ver com musica ainda ligado à propagando robótica, procurei por um anuncio que vi na People Magazine e que só encontrei em vídeo:


É publicidade a uma vodka, em que diz: "O homem não pode viver só de intrigas", mas... onde está o homem?

Próximo texto: Parte 17