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Bastidores da música (Parte 37) Christina Aguilera

Juntamente com Britney Spears e Justin Timberlake, Christina Aguilera veio do programa Clube do Rato Mickey da Disney. Como já referi num texto sobre alguns desenhos animados (tema a desenvolver) sobre a nova banda teenager desta empresa (Jonas Brothers) e muito mais há a dizer das raízes e suspeitas de pedofilia que recaem sobre a família Disney e o seu fundador Walt Disney, nenhum artista vem desta empresa sem sofrer um apertado controlo.

Tal como Britney a Christina passou de um momento para o outro de menina inocente, pré-adolescente colegial a dançarina de cabaret com cheiro a puta da industria a roçar-se em tudo e em todos, sem terem passado sequer por qualquer fase adolescente ou crise de identidade, fases que nos levaram durante a adolescência a andar com certas companhias e a vestir de certa forma.

A transformação foi basicamente, disto: 


Para isto:


Se eu quero uma mulher como a da primeira foto, possivelmente terei de procurar bastante. Mas se quero uma mulher com a da segunda foto, só preciso ir ao Red Light District bem pertinho de minha casa e escolher entre as dezenas expostas nas montras, nos bares bem como nas ruas. Não tenho sequer de tentar, pois elas estão lá para lutar pelo que tenho na carteira.

Vamos analisar o vídeo desta menina chamado "Fighter". O vídeo começa por mostrar uma traça/borboleta e que simboliza uma transformação. Começamos por ver a dançarinas que dançam como bonecas de caixa-de-música mas que mexem os seus dedos como se estivessem a controlar uma marioneta de fios.



Depois vemos a Christina prisioneira dentro de uma caixa (simbologia já mencionada nesta série), sobre ela aparecem as mãos de uma dançarina mostrando que a está a controlar como uma marioneta.



Rapidamente notamos que os movimentos da Christina não coincidem com o movimento dos dedos da dançarina, na verdade a dança dela parece uma luta para se libertar da sua prisão.  Fica claro que os dedos não estão a controlar a Christina como se fosse uma marioneta. O que controlam? Bastam alguns segundo para perceber que o que as mãos estão a controlar é o manto negro que a Christina tem atrás de si. O manto negro que dá a ideia de escuridão que a tenta consumir. 

Esta imagem é alternada com outra em que podemos ver comer uma maçã simbolizando o comer do fruto proibido da árvore do conhecimento, o que revela que sabe o que está a acontecer. Come também uma banana que simboliza a cedência à tentação e promiscuidade.


A letra diz-nos que ela não se importa por todo o mal feito, pois isso tornou-a mais forte, mais sábia. Nesta altura ela liberta-se da caixa e torna-se mais aparente que o controlo dos dançarinos é sobre o manto negro e não sobre ela. O controlo é para que a escuridão a envolva e domine e para que Christina ceda espetam-lhe alfinetes nas costas uma alusão aos rituais voodoo que neste caso não é tortura física mas sim pressão psicológica para ceder ao controlo.

Nesta altura a chorar lágrimas de sangue, ela começa a ceder e canta: "Never saw it coming. All of your backstabbing so you could cash in on a good thing before a realized your game". É interessante, pois Michael Jackson disse o mesmo publicamente, que foi manipulado pela industria que tentou lucrar o máximo antes de ele perceber o que se estava a passar e quando ele percebeu nada fez desde que o deixassem criar livremente, mas quando começaram a controlar o processo criativo, ele deixou de gravar novos álbuns (Michael Jackson será alvo de uma série de textos dentro desta série).

Esta letra revela a alegórica venda da alma ao diabo (metáfora da industria), venda essa que é feita antes de se saber o verdadeiro preço e quando se percebe, regra geral é tarde demais. Ou cedem e continuam ou terminam a carreira.

A Christina nesta altura luta com as suas últimas forças mas a escuridão toma controlo total dela e ela renasce de um casulo criado pelo manto negro. A nova Christina aparece de branco, com aspecto cadavérico, pingando o que resta do negro que se desfaz no solo. No entanto a transformação não está completa, ela é então rodeada do símbolo inicial de transformação, borboletas que há medida que vão ganhando cor também ela vai ganhando cor.


A transformação está agora completa. Na presença da nova Christina as borboletas pegam fogo desaparecendo. Quando ela dá um murro na parede deixa uma mancha negra simbolizando que a escuridão que a perseguia faz agora parte dela. 

O vídeo termina com ela a dar um pontapé na câmara criando um buraco pelo qual espreita:


A simbologia do olho é conhecida já e por isso não são precisas palavras:


Este é um caso diferente da maioria, pois ela sabe exactamente o que está a fazer, sabe a agenda que tem de seguir. Ela está no escalão de Madonna, Beyoncé, Jay-Z, Justin Timberlake, Britney e muitos outros. Ao passo que a maioria nesta série é simplesmente manipulada a toque de dinheiro, passam a imagem e mensagens que lhes pagam para passar. Christina tanto sabe que após um artigo da Rolling Stone que dizia: "A Christina canta como um anjo mas passa uma imagem demoníaca", lhe perguntaram se ela não se preocupava com a imagem que estava a passar e o exemplo que estava a dar aos seus fãs, na sua maioria crianças e pré-adolescentes. A isto ela respondeu: "Não! O que faço é problema meu. Não é a minha função ser mãe da América". 

Bastidores da música (Parte 36) Joss Stone

 Joss Stone - A Menina que não se vendeu!

É sempre refrescante encontrar quem não se venda. Quem não aceite que a fortuna seja uma consequência da submissão. Quem não esteja na música pela fama e dinheiro, mas sim pela paixão pela arte. Quem consegue saborear fama e fortuna e abdica de tudo em nome da sua dignidade e de aquilo em que acredita. Jos Stone é um destes raros casos, em que o dinheiro não a corrompeu e abdicou de tudo mas não abdicou de si.


Jos Stone lançou-se com o álbum "Soul sessions" em 2003, mas foi em 2004 que viu a fama mundial com apenas 17 anos e com o single e consequente vídeo, "You had me" do álbum "Mind, Body & Soul". Foi com este vídeo que muita gente em todo o mundo percebeu que a música que ouviam todos os dias na rádio não era de uma cantora negra como aparentava ser mas sim de uma adolescente branca. Os singles que se seguiram, como por exemplo "Right to be wrong", foram também um sucesso.



Da música ao cinema foi um passo e a industria começou a construir a imagem que queria dela e queriam mais álbuns numa linha pop ou pelo menos numa onda soul controlada, na linha do seu álbum de 2004. No entanto era claro que ela queria ser uma cantora soul  e explorar todo o seu potencial. Ela afirmou publicamente que só cantaria o que ela escrevia e criava e não aceitava que a industria lhe dissesse o que cantar. Estes problemas atrasaram o seu terceiro álbum "Introducing Joss Stone" que só saiu em 2007. Após este álbum ela entrou em conflito directo com a sua editora que fazendo chantagem com ela suspenderam a edição do seu já gravado quarto álbum "Colour me free!". Joss Stone veio a público sublinhar que iria combater a sua editora por não lhe dar a liberdade de gravar o que ela quer e pediu para a editora a libertar do contrato prontificando-se a pagar 2 milhões de dólares pela rescisão. A Relentless Records, sua editora, era uma editora independente até ter sido comprada pela EMI que também comprou a Virgin Records.

(Joss como topo de uma pirâmide humana)

Com o impedimento de se libertar da editora e a suspensão do lançamento do seu álbum por tempo indefinido, até que ela cedesse, Joss Stone anunciou que não voltaria a gravar até final do seu contrato e começou a cantar em espectáculos de caridade os temas do seu álbum por editar. Foi também nestes espectáculos que começou a defender o direito dos fãs de partilhar música e as gravações piratas destes espectáculos começaram a aparecer em sites pirata com o aval da cantora. A editora para não perder lucros resolveu editar o álbum em 2009 que foi um fracasso devido aos fãs não terem comprado o álbum ao colocarem-se do lado de Joss Stone.

 (O seu último álbum pela EMI/Virgin, como uma estranha capa de despedida.)

Até ao final do seu contrato em 2010 Joss Stone desapareceu dos grandes shows, desapareceu da MTV, desapareceu do cinema, mas ficou livre da editora. Após esta liberdade, numa entrevista a um jornal Inglês ela afirmou estar consciente de que nunca iria conseguir assinar por uma grande editora e que a carreira dela nos grandes palcos tinha sido destruída pela EMI. Afirmou também que a única forma que encontrou de voltar a gravar, foi num estúdio privado com a ajuda de amigos e que teria de ser ela própria a distribuir o seu futuro álbum. Foi por isso que ela formou a sua própria editora, chamada Stone'd Records que planeia lançar a 21 de Março de 2011 o álbum "Super Duper Hits: The Best Of Joss Stone". É óbvio que as criticas da imprensa da industria seriam duras, colocando em causa a carreira curta demais desta cantora, para ter um Greatest Hits. Estas criticas passam propositadamente ao lado do facto mais lógico, que é a luta da Joss Stone recuperar o que é seu. Gravando um Greatest Hits, os fãs e futuros fãs que queiram comprar a sua música poderão optar por compra-la à sua editora livre e não à EMI. Fica também prometido um novo álbum de estúdio para 2012.



Aquela que seria a futura rainha da soul music, passa desta forma ao lado do trono por amor à sua arte, à qual ela não coloca preço fugindo da chuva de dinheiro recuperando a sua liberdade criativa. Quanto à fama e fortuna que recusou e o seu apoio aos fãs partilharem música livremente, ela disse:  "São as editoras que precisam de vender discos pois não são artistas! Quem disse que os músicos precisam ser milionários? Quem criou esta regra? Nós não precisamos de muito dinheiro, só precisamos do suficiente para criar a nossa música, comer e partir em tournée". Uma simplicidade que se pode notar não só pela forma como veste mas também pelo cantar descalça, demonstrando dar prioridade ao que a faz sentir confortável em detrimento da imagem que esperam dela. 

Joss Stone vendeu 10 milhões de discos em todo o mundo mas fica na história como a cantora mais jovem de todos os tempos a atingir o primeiro lugar dos chats no Reino Unido com o seu álbum de lançamento e com esse mesmo álbum atingir o segundo lugar no top Billboard. Em 5 anos foi nomeada 5 vezes para um Grammy e venceu uma vez. O seu nome está também gravado a ouro pela performance ao vivo que podem ver de seguida. Esta performance está considerada como a segunda melhor actuação ao vivo de todos os tempos. Um tributo a Janis Joplin.



Joss Stone continua a ser a excelente cantora que sempre foi, mas terá a sua visibilidade turvada pela industria da qual fugiu. Essa fuga afasta-a dos banhos em dinheiro mas aproxima-a da sua arte, sendo mais do que claro que tudo o que ela editar de hoje em diante, será o que quer, o que gosta, o que  cria e o que sente, e só por isso merece o meu respeito e o meu dinheiro em troca da sua arte.

Batidores da música (Parte 35) Dr.Dre, RBX, Krs-One, B-Real, Nas Escobar

Um vídeo que achei escandalosamente interessante é do Dr. Dre com vários rappers conhecidos, e chama-se "East coast, west coast killaz". Este vídeo começa com os rappers sentados em torno de uma mesa, vestidos elegantemente e fumando charuto numa analogia aos think tank das elites. No centro da mesa está a cobaia que é o público alvo, representado por um macaco numa jaula "Man in the Box" (prisão dimensional, parte do diagrama Vitruvian Man de Davinci). 





O tema começa com uma voz off que diz:

"Cavalheiros, temos um problema que tem o potencial de se tornar um problema muito sério. A separação east coast/weast coast é exactamente a arma que os nossos inimigos precisam para destruir o nosso império. Por isso, o que precisamos fazer, é juntar alguns dos maiores, mais fortes e mais inteligentes forças do milénio e isto será o inicio do Aftermath".

Não traduzi aftermath pois traduzir para: consequência, resultado, outonada ou sequela, não faz justiça ao que a palavra realmente significa. Aftermath é a junção de duas palavras after e math que juntas significam o que é feito após um acontecimento, rescaldo. Após um colapso politico, económico, guerra, etc, no aftermath nasce uma nova ordem.
Esta voz off fala na verdade em dividir para conquistar, onde o caso east/west coast é só uma analogia a todas as divisões a que estamos sujeitos em sociedade e que permitem o controlo exercido sobre nós. Obviamente que reunir as maiores, mais poderosas e mais inteligentes forças do milénio não se referem certamente a três rappers que mal sabem falar a sua própria língua. Com a continuação da música, percebemos que falam dos Illuminati e da sua Nova Ordem Mundial.

Após esta voz off, ficamos perante o olho de Hórus que observa a população completamente escravizada, estupidificada e violenta.



O primeiro a cantar é RBX que passa a palavra a Krs-One que após a sua parte vocal entra uma nova voz off que diz :

"Bem-vindos à Nova Ordem Mundial. Estão agora sob lei marcial. Todos os direitos constitucionais foram suspensos."

Obviamente que esta parte se adapta mais à agenda maçónico-Illuminati do que a uma mera guerra rap entre dois lados de um mesmo país.


Depois desta parte, entra B-Real em acção e passa a palavra a Nas Escobar que canta algo enigmático: "Now when I bomb like Saddam, the world feels The Wrath of Khan, Desert Storm in this modern day Babylon", esta parte é interessante pois o que está escrito não é bem o que é dito, pois com atenção percebemos que ele não canta wrath of Khan mas sim wrath of con, passamos de uma referencia a um líder na língua Turca e Mongol para uma palavra que significa: enganar, burlar, vigarizar, o que dá um novo sentido à frase: "Quando bombardeio como o Saddam, o mundo sente a fúria da vigarice, tempestade do deserto nesta Babilónia moderna". É interessante pois a tempestade do deserto é a guerra do Iraque, baseada nas mentiras sobre o arsenal nuclear e químico que afinal não existia, e o mundo mesmo sabendo que foi enganado (v: to con) continua a deixar-se enganar permitindo pelo seu silencio que as elites continuem com o Holocausto muçulmano em nome do controlo dos recursos locais. A frase termina com a referencia a uma Babilónia moderna sendo que a antiga é a origem dos ideais e crenças maçónico-Illuminati.

Também um detalhe importante que também se pode ver nas roupas de diversas Boyband é a utilização das cores aqui ficam as principais cores de fundo deste vídeo:

(Verde, Vermelho, Azul e Amarelo ou dourado)

A relevância destas cores, é serem as cores maçónicas:

Podem dizer que falta o branco e o negro, mas na verdade estas cores estão por todo o vídeo por vezes misturadas com as outras 4 cores. Isto acontece pois estas duas cores possuem significados mais gerais, sendo o branco a luz, o espírito, a pureza e o negro a dor. Aqui estão todas as cores presentes numa só imagem:



Termino a análise a este vídeo com um detalhe que poderá escapar aos mais atentos, por passar rápido demais para ser percebido. A certa altura vemos uma mulher que grita desesperadamente, amarrada a uma pirâmide esverdeada que se parece com esta:

Por baixo da pirâmide e com a mulher a tapar, está uma faixa que parece uma interessante versão do "In God we trust" alterada para "In Illuminati we trust":

Próximo texto (parte 36)


PS: Neste texto o que de mais engraçado aconteceu, foi enquanto buscava imagens, escrevi no Google "dolar bill piramid" para copiar a imagem da pirâmide da nota de dólar e apareceu isto:

Com tanta busca e tanto proxy que uso, é a primeira vez que vejo semelhante coisa. Obviamente não confirmei, como eles queriam, e fiz uma nova busca por "dolar bill" e cheguei sem problema à imagem desejada...

Bastidores da música (parte 34) Beyoncé

Na sua mais recente tournée "I am", esta senhora no papel de Sasha Fierce, centrou toda a tourné em torno da agenda robótica. Um dos seus "novos" fatos é particularmente interessante:


Giro não é? Um fato para uma tourné futurista onde se mistura o robótico com o mítico. A carinha laroca com cornos, representada no fato dela é Baphomet que é este tipo jeitoso:


Mas podem reconhece-lo com mais facilidade das suas fotos tipo passe:


Baphomet está no centro do Pentagrama satânico e para os Maçónicos e Illuminati é ele o olho que tudo vê, o olho no topo da pirâmide, o olho de Hórus. Para eles, Hórus tanto é o Deus sol, como o Deus dos Deuses com é o anti-cristo. Sim, eu já escrevi que eles querem impor e seguem a religião pagã, mas Baphomet é parte dela. No fundo Baphomet é o Deus adorado e quem eles veneram mas que será imposto ao mundo pintado de Gaia, uma imagem mais fácil de aceitar. 
No entanto a representação adorada por eles não é a da foto de cima, pois essa é da igreja satânica. A que eles respeitam é esta:


A diferença pode não parecer grande, mas na verdade é, pois a cobra é uma representação de Gaia e estando em torno de Baphomet mostra que os dois são um só.

Mas voltando ao fato da primeira foto, este fato é mais um plágio autorizado que prova que quem já o usou não o criou nem detém os direitos sobre ele, é um fato da industria da musica imposto aos cantores, e o público nem se lembra que já o viu.
Infelizmente não sei em que vídeo foi, mas George Michael tem um vídeo em que aparece este fato, se alguém souber qual deixem o nome na caixa de comentários. No entanto, Alice Dellal já tinha pousado com este vestido muito antes de existir a Sasha Fierce:


Alice Dellal não é cantora, não é actriz é uma modelo Brasileira da Vogue. O mundo da moda tem muita influencia na sociedade e poderá ser um campo a investigar, até porque encontrei mais esta foto dela:


Além da pirâmide no fato ela tem também uma tatuada junto à orelha. Acho que depois da musica e do cinema, a moda será um tema interessante a abordar. (Futuramente, após esta série, pretendo fazer uma sobre o cinema).
Este fato, apareceu pela primeira vez numa passerele em 1992:



Nesta tourné de beyoncé é contada uma história no ecra gigante, que comeca com a inocente Beyoncé em frente a um oceano (a transformação pela água, rainman)

1- Aparece a inocente Byoncé vestida elegantemente.
2- Mostra uma moeda de ouro, que é atirada ao ar e a moeda é vista em câmara lenta.
3- As duas faces da moeda tem Beyoncé de um lado e o seu alter ego Sasha Fierce do outro.
4- Antes da moeda cair aparece Sasha Fierce em palco.
5- A moeda cai e sai a cara de Sasha Fierce.

Mais uma vez a confirmação de que Sasha Fierce é o reverso da medalha é o lado negro que a domina. 

Nesta passagem de Beyoncé para Sasha Fierce é também, como já falei várias vezes, usado o filme Metropolis que fala da transformação de uma mulher em Illuminati, onde é retirada a vida a uma mulher inocente e dada a um robot que mais tarde se transforma em ser iluminado.

(A Beyoncé como virgem inocente, em frente à água, meio condutor da transformação)

(O robot de Metropolis que recebe a vida de uma virgem inocente)

(A humanização do robot, tornado ser iluminado)

 (O olho de Hórus)
(Sasha Fierce no topo de uma pirâmide, fazendo o símbolo a pirâmide com o lema "I am yours", confirmando a sua entrega)

É interessante que esta entrega acontece depois da participação do maçónico assumido Jay-Z, o seu rainman.

Esta tourné também apresenta uma invulgar direcção da agenda robótica, ela e os dançarinos são robots como é habitual, mas desta vez ela aparece com um fato meio robot, meio animal mas com forma humana. 



Antes de ela se transformar, a cena é cortada e são mostradas ao público imagens da galáxia Andromeda. Qual a relevância? É uma analogia entre a ideia dos Illuminati no pseudo-melhoramento humano feito artificialmente através da ciência e a lenda dos Nephilim, gigantes filhos de deuses vindos da galáxia Andrómeda que na Terra procriaram com as filhas dos homens criando uma elite meia humana, meia divina. Essa elite de sangue Rh- é a origem de que os Illuminati pensam descender.

A mistura animal-robot, representa isso mesmo a mistura do primitivos humanos (animais) com a perfeição iluminada (Nephilim).

É claro que podemos e devemos duvidar da influencia externa no desenvolvimento humano, quer por deuses ou extra-terrestres. No entanto há que considerar as descobertas de ossos humanos de tamanho anormal. O problema é que essas descobertas acabaram ridicularizadas por diversas falsas descobertas já expostas. A questão é que uma mentira não torna necessariamente todo o tema mentira e podemos sempre usar aquele que dizem ser o "livro da verdade", a Bíblia, onde também se falam de humanos gigantes, existindo até uma história sobre um deles em particular: Golias.

Adenda: agradeço ao comentador que referiu o nome do vídeo de George Michael. O vídeo em causa é o "Too Funky" de 1992.


Próxima parte (35)

Bastidores da música (parte 33) Dr.Dre, Dmx

O rapper Dr. Dre, passa a imagem de Gansgter. Diz-se o pai de todos os rappers gangster. Diz que cresceu a murro em bairros violentos vendendo drogas e envolvido em gangs, será?

Dr. Dre quando se iniciou na musica disse: "Não confiem em filho da puta nenhum no mundo da musica, todos te querem foder". Tempos depois aumentou os ataques à industria e deixou a sua editora Ruthless Records que pertence a Easy-E, criando a Death Row Records.
Um rumor diz que Dr. Dre usou de homens armados para obrigar Easy-E a deixa-lo sair da empresa. Dr. Dre diz que não cometeu crimes mas não explica como saiu. Easy-E diz que foi um acordo e que Dr. Dre saiu mas continua a ser escravo dele, tendo de lhe pagar uma percentagem de todos os álbuns de todas as bandas da sua nova editora durante 6 anos. Dr. Dre diz que não lhe dá um cêntimo.
Aqui começou uma guerra de rappers com musicas ofensivas e vídeos ofensivos de parte a parte onde cada um dos lados investigou o passado do outro para o expor.


O passado de Dr. Dre, afinal, não tem nada a ver com bairros degradados nem gangsters, ele foi DJ , sob o nome de Dr.J formou uma espécie de boyband negra, que se vestiam com vinil e lantejolas e só cantavam coisas politicamente correctas, tendo na altura dito que nunca na vida se drogou.  Ora vejam bem este como ele era antes do Rap:

 (Dr.Dre é o da esquerda em ambas as fotos)


Ele não era badboy, nunca foi gangster, nunca foi pobre. Era de uma família negra privilegiada da classe média alta e não sabe como é a vida num guetto. Depois como Rapper, criou um passado cheio de violência e drogas, pois um passado assim, vende mais discos (podem ler mais sobre o seu passado, aqui).


Ele hoje controla alguns dos melhores rappers como Snoop Dog e Eminem, controlou também aquele que ainda hoje é considerado o melhor rapper de todos os tempos 2Pac (assunto já abordado nesta série).

Mas Dr. Dre conseguiu manter uma empresa independente dentro da industria, mas só a manteve porque cedeu à industria e o momento em ele cedeu notou-se com o vídeo de Dr.Dre e B-Real "The puppet master", que é um nome muito sugestivo. O vídeo como podem ver (se quiserem) é obscuro, um jogo de tabuleiro entre o dark-Pope e o Diabo, esse jogo é figurativo pois retrata O jogo pelo controlo das almas. O Diabo interpretado por B-Real canta: "és um fantoche, eu sou o mestre, fazendo-te fazer o que fazes, tomando controlo de todo o jogo". O jogo, ou The Game, é também uma referencia no Hip-Hop à industria da musica, qualquer rapper diz estar no jogo e a tentar sobreviver nesse jogo, que é o mundo da música. Este vídeo fala de controlo, um controlo total sobre tudo e todos com uma origem, the dark side...

A letra é inspiradora e é mais actual agora do que quando foi escrita: "civis tornados soldados aos milhões", "cada movimento teu é manipulado, é o movimento que escolho", "só vês o que eu quero que vejas", "a tua mente, corpo e alma foram capturados e tornados cativos pelo mestre dos fantoches". No final chove o objecto que permite o controlo... chove dinheiro.


Dmx tem uma letra interessante que diz: "Vendi a minha alma ao diabo e o preço foi baixo, mas não me ouves, a ignorância é uma bênção", mas nós ouvimos-te, já não somos ignorantes.

Estes vídeos não são exemplos únicos, nesta altura todos os vídeos andavam em torno de demónios, oculto e sempre com a vitória do mal sobre o bem. Parece que há duas agendas separadas retratando o oculto mas é a mesma agenda apresentada de forma diferente: Impor medo e dúvida e tornar visualmente aceitável o que de outra forma não o seria. 
Eles podem não perceber a fundo a mensagem que passam, mas eles sabem que são quem são e só continuam no topo, enquanto jogarem o jogo de acordo com as regras viciadas da industria.

Até há pouco tempo Dmx tinha muito mais poder do que actualmente, como cantor e actor sempre fez o que lhe era exigido, passando a ter um pouco de mais liberdade, e com essa liberdade Dmx conseguiu editar uma musica católica de arrependimento num vasto reportório Satânico, o tema é "Lord give me a sign", em que ele durante toda a musica pede um sinal de Deus por se sentir perdido e só no mundo, onde canta: "Diabo eu repreendo-te pelo que estou a passar e por me tentares obrigar a fazer o que já fiz, mas acaba tudo agora aqui. Enquanto tiver Deus na minha vida, não terei medo" e canta também "Only I can stop the rain", que tal como já referi "rain" e "rainman" são referencias ao controlo sobre um artista.

É interessante notar que após ter gravado o álbum com esta música em que renegava o diabo que era presença constante em todos os seus 5 álbuns anteriores, a carreira dele acabou, quer como cantor, quer como actor e passou a viver mais tempo dentro de uma prisão do que em liberdade. A Epic Records dispensou-o e não conseguiu outro contrato com editoras de topo. Juntou-se agora uma pequena editora na qual planeava em 2010 lançar dois álbuns dele no mesmo dia, um auto-biográfico e um religioso de Gospel. No entanto sempre que ele é libertado, volta a ser preso e o lançamento destes álbuns foram adiados para o final de 2011, após ele ter sido novamente preso dias antes do lançamento em 2010.

Dmx vendeu mais de 20 milhões de discos, participou em diversos filmes de sucesso, era multi-milionário mas está agora perto da ruína financeira devido aos altos custos dos processos movidos contra ele. Os processos judiciais são uma forma de castigo e de retirar aos artistas tudo o que lhes foi dado  (como Michael Jackson). Actualmente em entrevistas ele refere que o seu maior desejo era fugir e desaparecer do mapa mas que isso é impossível pois a missão dele é: to fight the fight e é isso que ele tem feito sempre que está em liberdade:


Tanto Dmx como Dr.Dre vão voltar a ser abordados nesta série.

Bastidores da música (Parte 32) O regresso

O prometido é devido. Este mês e depois de uma pausa regressa a série Os Bastidores da Música. Para os que conhecem a série não será novidade para os que não a conhecem podem clicar no link acima ou na imagem na barra lateral do blogue e ver os textos antigos. Se não lerem poderão andar uns tempos a apanhar papéis.


A pausa nesta série deveu-se a questões pessoais que não me permitiam dispor do tempo necessário a desenvolver estes textos. Durante esta pausa tive tempo de analisar os muitos vídeo clips que me enviaram de maneira a poderem ser incluídos na série.

Ao pegar novamente na série fui rever os 31 textos já publicados neste blogue e reparei que alguns deles não estavam online e que a maioria dos links que coloquei não iam dar a lado nenhum. Usei dos meus backups para repor os textos em falta e respectivos comentários e substituí todos os links.

Um dos motivos pelos quais os vídeos não estavam a funcionar pode ser visto aqui:


Ao clicar no link dos vídeos, íamos parar a uma página em branco. Parece que o domínio onde guardava parte do material vídeo desta série foi tomado de assalto por um departamento Norte Americano da Homeland Security, designado por ICE - Homeland Security Investigations. A questão que coloco é: Que espécie de segurança estava em causa e o que é que a Homeland Security Americana tem a ver com material usado na Alemanha e difundido online, onde a maioria do acesso vem de Portugal e Brasil? Será agora o mundo, Homeland Americano? Que se note que o site não foi tomado, o que tomaram foi o nome do domínio (que também coloca a página offline).

Antigamente quando queríamos um domínio que já tinha dono, éramos obrigados a tentar comprar esse domínio, tal como o governo Alemão pagou uma pequena fortuna ao jovem que tinha o www.deutschland.de registado, mas no caso Americano, parece que basta roubar o domínio. Roubo esse justificado com a segurança nacional a ser colocada em causa. Mas como é que um url coloca a segurança de um país em causa? Não coloca, pois isto trata-se pura e simplesmente de um roubo descarado. Possivelmente nem fizeram um mínimo de investigação, pois tendo o dono do site o  url registado noutro país o ICE não tem jurisdição. O único ICE na Alemanha, são os comboios de alta velocidade inter-cidades. Mas veremos onde isto vai dar...

Cagando e andando para não borrar os pés é o que é necessário. Caso algum link, imagem ou vídeo não estejam disponíveis em algum texto, agradeço que o refiram nas caixas de comentários desse texto para que possa reparar o problema. Todos os vídeos, fotos e páginas linkadas possuem backup online e offline.

Próximo texto: Bastidores da música parte 33

Bastidores da música (Parte 31) A música como tortura

Alguns de vós já viram em filmes como é feita tortura e lavagens cerebrais. Temos excelentes exemplos de ambas as técnicas em filmes como: 1984, Conspiracy Theory e até na série Lost. Em todos os casos são usadas luzes e imagens psicadélicas e música num volume um tom abaixo de vos rebentar os tímpanos.
Vou falar da utilização da música como tortura em Guantanamo (mais dados sobre torturas usadas e documentadas pela administração Bush, aqui), a prisão onde não há direitos, onde os presos são culpados sem culpa provada, sem direito a advogados pois nem sequer possuem o direito de ir a tribunal. A prisão que Obama ia fechar se fosse eleito, encerramento que adiou para Janeiro de 2010 e que agora além de a manter aberta regulamentou a exclusão destes presos de qualquer tipo de direito legal. Nesta prisão é usada música em sessões de tortura que chegam a atingir a 72 horas.


As bandas das quais mais músicas são usadas para tortura são: Rage Against the Machine, Nine Inch Nails e Metallica. Neste caso o que quero abordar não são as musicas escolhidas, nem as bandas escolhidas mas sim a reacção dessas bandas ao saberem como o governo Americano estava a usar a sua arte.

Tom Morello dos Rage Against the Machine disse: "Guantanamo pode ser a ideia de América do Dick Cheney mas não a minha. O facto da musica que ajudei a criar estar a ser usada em crimes contra a humanidade enoja-me - Precisamos de acabar com a tortura e fechar Guantanamo já".


Os Rage Against the Machine foram mais longe e escreveram uma carta enviada à Amnistia Internacional, à Associação de veteranos contra a guerra no Iraque e a diversas Universidades Americanas (podem ler a carta aqui), além de organizarem um concerto de sensibilização para este abuso. Aos Rage Against the Machine juntaram-se as vozes dos Nine Inch Nails, R.E.M, Rise Against, Pearl Jam, The Roots entre muitos outros. Mas há uma banda que tem uma opinião contrária... Os Metallica. Numa entrevista o líder dos Metallica disse: sentir-se orgulhoso da sua musica ter sido escolhida e comparou a tortura dos prisioneiros de Guantamo com a tortura de ter de ouvir Phil Collins no carro quando a esposa está a conduzir.





Esta entrevista é muito mais vergonhosa do que a da Miss Universo que achou Guantanamo calmo, relaxante e lindo (falei disto, aqui), pois ninguém espera que nada de inteligente saia da boca de uma Miss. Mas de alguém que se orgulha de passar mensagens liberdade, de ser a voz de uma geração e das suas músicas serem hinos dessa mesma geração, esperava um pouco mais.
Mas não é preciso ir muito longe, os Rage Against the Machine doam parte dos seus lucros a causas em que acreditam (causas com as quais não me identifico mas que aceito que outros acreditem nelas), afastam-nos um pouco dos músicos escravos do dinheiro, onde actuar por caridade, por uma causa maior só é feito se for um evento de onde possam retirar protagonismo, e a sensibilidade só se nota em discursos preparados anteriormente por terceiros. E assim são os Metallica, ou pelo menos o seu líder ao ter dado esta entrevista onde parecia um retardado mental, sem capacidade para perceber o que estava a comentar.

Bastidores da musica (Parte 30) Karaté Kid 2010

Estou a voltar à série "Bastidores da música", pois a série ainda não chegou ao final que lhe dei, mas também porque assisti hoje a um novo filme onde uma música com conteúdo sexual foi usada numa cena com crianças de 10 anos, num filme direccionado maioritariamente a um público juvenil. 

O filme é o novo Karaté Kid (2010) e a música é uma de que já falei na parte 15 desta série: Poker Face (Poke her face) da Lady Gaga.

Para quem não sabe do que falo, poderá ler a parte 15 novamente, para quem não quer ler eu relembro que o refrão da música é supostamente "Popopo poker face, Popo poker face", mas na verdade o que é cantado é: "Popopo poke her face, popo fuck her face", onde nem era necessário ela pronunciar o fuck, visto que poke her face é o acto sexual de irrumação.

Agora reparem bem nesta cena da versão de 2010 do filme Karaté Kid que está nos cinemas:





A música já foi desmascarada vezes sem conta. A própria Lady Gaga obriga os jornalistas a assinar termos de responsabilidade em como não farão perguntas sobre esta música... e mesmo assim colocam exactamente esta parte da música, numa cena com crianças? Será um presente para os amigos pedófilos destas bestas maçónico-illuminati?

Reparem que cortei a cena no final da actuação da menina de 10 anos... e o que disse a máquina? "You're hot!". Há uns tempos escrevi uns textos sobre mensagens pedófilas escondidas em filmes infantis e recebi comentários de que eram interpretações minhas e que tudo poderia ser interpretado de outra forma. Será que um fuck her face enquanto uma menina de 10 anos está a dançar pode ser interpretado de uma forma educativa? Quem achar que sim, por favor, tente fazê-lo na caixa de comentários.

NOTA: 30 segundos após ter feito o upload do vídeo, ele já estava bloqueado em 18 países. Não aguentou online nem 10 minutos. Mudei o vídeo do Youtube para o GoogleVideos, pode ser que se aguente mais tempo. Caso não consigam ver, podem fazer o pequeno download, aqui.

Bastidores da musica (Parte 28) Religião, Ambiente, Johnny Cash

Já nesta série falei de Hilary Duff e do seu vídeo "Reach Out", com o refrão: "reach out and touch me". Este refrão bem como a batida da musica foram retirados de um tema em que o refrão é: "reach out and touch faith", dos Depeche Mode "Personal Jesus". Que se refere a Jesus como: "O teu próprio Jesus pessoal, alguém para ouvir as tuas orações, alguém que se importa. O teu próprio Jesus pessoal, alguém para ouvir as tuas orações, alguém que está lá".

Uma representação de Jesus como parte de nós, um outro eu que me apoia e me ouve. "Precisas de te confessar, eu cumpro, sabes que perdoo. Reach out and touch faith", o que não significa que ele se está a passar por Deus, unicamente pelo seu Deus interior e esta musica tem um significado tão forte que foram imensos os artistas a fazer covers desta musica, como: Marilyn Manson, Placebo, Loolipop Lust Kills, Boogie Company, Stevie Ann, Liza Hanningan, Pull, Harald Thune, Koyi K Utho, Thomas Brun, Gravity Kills, Apathy, Jazzistic & Karen Souza, Dave Gahan et John Frusciante, Matamatics, Nina Hagen e até Johnny Cash (entre outros), que no seu último album antes de morrer fez imensas revelações sobre as forças que controlam a industria.

A agenda illuminati é 100% pagã (tal como todas as religiões em particular a católica tem bases pagãs),  e após o domínio mundial que até agora está a correr a favor deles, mas que é uma guerra que eles irão perder, eles pretendem acabar com as distracções pois a população estará já sob controlo. O final das distracções é acabar com as suas criações humanas que até hoje nos separam e nos fazem lutar, odiar e matar outros seres humanos, politica, fronteiras e religião. 

Acabar com a politica é fácil e já estamos a assistir ao primeiro passo com o actual Presidente Europeu não eleito pelo povo que serve unicamente de teste para ver se as pessoas reparam que estão a preparar uma ditadura. Este Presidente é um fantoche, um teste e cada novo futuro Presidente será cada vez mais activo e tomará para si cada vez mais poder, até ser tarde demais para nos opormos. O desaparecimento das fronteiras é já uma realidade, onde governos soberanos precisam de respeitar governos federativos onde nós ficamos com fronteiras virtuais, como: UE,  EAU, NAU, ONU, etc, etc...

Acabar com a religião é mais complicado e passará por minimizar Deus, a industria musical é uma  excelente arma neste campo, pois mostram o lado obscuro das pessoas, um lado muito mais apelativo criando de dia para dia cada vez mais agnósticos e ateus. Cada vez mais padres irão desiludir os crentes, cada vez mais documentos e factos serão fabricados de forma mudar a imagem divina, cada vez mais, mais descobertas nos vão criar dúvidas e com elas novas crenças.
Como pagãos, os Illuminati adoram no fundo GAIA e a ideia é fazer dela mais importante que o Homem. Gaia é a natureza, é o nosso planeta e sendo ele mais importante que nós, isto significa que é crime fazer algo contra ela. Não estamos assim tão longe desta realidade como se pensa, basta prestarmos atenção a todo o lobby ambientalista que assenta em pseudo-ciência por forma a atribuir ao Homem a culpa por danos insignificantes contra o nosso planeta. A ainda longe de ser verdade, teoria da sobre-população e insustentabilidade da mesma. Sendo um dia GAIA mais importante que o Ser Humano, os nossos líderes podem decidir quem nasce ou não, quem pode ou não pode ter filhos através de eugenia, infertilização. A reprodução um dia não será livre para bem do planeta.


Gaia não morre e não morrerá nunca. O planeta nunca será destruído por nós, pois se pensarem bem o planeta Terra não tem vida, o planeta é vida. É o nosso planeta que está vivo e a nossa arrogância de nos acharmos únicos, 6 biliões de macacos ligeiramente mais evoluídos com a mania que cada um é único, é que nos dá a ilusão de sermos vida. Muito antes de Homem aparecer já este planeta era vida e continuará a ser muito depois de o Homem desaparecer.

Matar lentamente a ideia de Deus, criando um Deus pessoal e é por isso que Reach out and touch faith, passa para touch me.


Johnny Cash tal como um sem numero de artistas, deixam protestos quando deixam a musica e Johnny fe-lo imediatamente antes de morrer com a sua versão do tema "Hurt" (Nine Inch Nails), que nos ajuda a ter uma ideia de que a vida de sonho que vemos nestas pessoas, é uma de pesadelo, onde todo o dinheiro do mundo não lhes devolve a pessoa que foram, nem lhes dá a liberdade de ser.

No vídeo Johnny mostra alguns dos objectos em sua casa, imagens do seu museu, discos de platina no chão partidos num acesso de raiva, e imagens de quando era jovem. Por isso, este vídeo aponta para uma retrospectiva e devemos abordar a letra também como o seu passado:

Hurt by Johnny Cash




Na letra conta uma história aplicável a imensos músicos e este velho músico achou que contava também a sua história: "magou-se só para ver se ainda sente, que se concentrou na dor pois é a única coisa real", a única maneira de perdermos os nossos sentimentos é por factores externos que nos fazem mudar, ele continua, falando de uma agulha que faz um buraco e que é uma picada familiar tentando matar a dor mas que se lembra de tudo, logicamente que se magoou só para sentir a dor, ele não deu nenhuma injecção nele próprio para a matar, aqui é já um recuo no tempo, possivelmente da fuga à dor pelo uso de drogas, abusos pelos quais ele foi conhecido durante a maior parte da sua carreira. No refrão ele questiona-se sobre a pessoa que se tornou, uma frase que demonstra que ele algures no tempo deixou de ser ele, diz que todas as pessoas que conhece se afastam eventualmente numa possível ligação à pessoa que se tornou.
É nesta altura que vem outra parte importante: "And you could have it all, my empire of dirt", dizer que podemos ficar com todo o seu império de terra, é dizer que tudo o que ele criou, a obra imensa com o seu nome, para ele não significa nada. Uma obra é sempre motivo de orgulho, cada musica é algo conquistado, excepto se não foi, excepto se ele não foi livre de pensar, agir, criar, aí sim nada tem valor e cada musica mata-o um pouco por dentro.

Ela continua dizendo-nos que usa uma coroa de espinhos na sua cadeira de mentiroso. A coroa de espinhos não é algo que se coloque voluntariamente é uma tortura imposta tal como foi imposta a Jesus que também ele foi torturado sob argumentos falsos. Um artista, tal como Jesus, não passam de seres humanos tornados ídolos sem nunca pedirem para o ser.
O final da musica é revelador, quando diz que se tivesse a possibilidade de recomeçar longe daqui, que ficaria consigo. Johnny Cash perdeu-se, perdeu parte de si, que na verdade lhe foi roubada pela imagem e extras que a industria impõe às pessoas. Mas... no final o que resta? Um homem rico, rodeado de luxos, na mais profunda tristeza por se ter perdido e que daria tudo só para voltar a ser ele.

Próximo texto: Parte 29

Bastidores da musica (Parte 27) Garth Brooks & RZA

Garth Brooks que como muitos arranjou um alter ego da praxe, neste caso Chris Gaines.
Este é Garth Brooks um musico normal vestia-se de acordo com as suas raízes Texanas tocava guitarra acústica num estilo de country romântico:


Após o controlo, apareceu Chris Gaines que parece saído do filme Aeon Flux, não tendo qualquer semelhança com a pessoa que era antes, nem física nem musicalmente:



Rza, um dos membros dos Wutang Clan (grupo massacrado pela elite, e dos quais falarei em breve) tem uma carreira a solo onde é Bobby Digital e segue a agenda robótica.

Usa símbolos que muitos podem achar esótericos por não os conhecerem, como é o caso deste compasso austral que representa Sirus como numero 7 de simbologia Illuminati.

Faz sinais que os putos acham cool por não saberem o que é o olho no topo de pirâmide.


Este senhor conhecido como RZA (Wu Tang Clan)e transformado agora em Bobby Digital tem uma musica chamada "You can't stop me now", cujo vídeo tem tanta simbologia de ostentação, superioridade, escravidão que faz deste vídeo um dos mais radicais da agenda.
Ele logo no inicio do vídeo aparece sentado no topo da pirâmide:


A seu lado um código de barras em que colocou as suas inicias no primeiro valor, no valor do meio e no último valor. Muitos de vós sabem que estes 3 valores são sempre os mesmos em todos os códigos de barras em todos os produtos do mundo e que cada um dos 3 representa um 6. Todos os códigos de barras possuem um 666 em comum, o chamado numero da besta.

De seguida o vídeo mostra a adoração dos escravos pelo suposto elite, sob um chão maçónico:


Depois aparece uma mulher, com os olhos chamados de reptilianos que é algo raro  a ser usado  simbologicamente no mundo da música mas comum no cinema. Os olhos reptilianos são um mito, uma suposta aparência dos olhos dos Deuses Extra-Terrestres Anunaki representados pela civilização Babilónica, Egípcia, Maia e Africana, os que procriaram com as mulheres humanas depois de as terem criado com a função de observar, controlar e distrair o homem. Esse cruzamento deu origem às elites e ao sangue Rh- comum nas 300 famílias directamente ligadas às 13 Illuminati (nota: não estou a dizer que acredito ou deixo de acreditar nas teorias extra-terrestres, esta série tem a ver com simbologia e todos os detalhes serão mencionados).

O seu olhar reptiliano brilha, unicamente um olho. Na verdade não importa se o olho de Horus é representado pelo esquerdo ou pelo direito, visto que os maçons representam-no de ambas as formas, mas os illuminati só o representam pelo esquerdo.


Este detalhe quase passa despercebido pois está dividido em dois frames, mas cá está algo relacionado com o fio que mostrei a cima. 7 estrelas.



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