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O Aborto!


Como é lógico e, por respeito à sensibilidade dos leitores, não vou colocar qualquer imagem, referente ao tema. Também não vou colocar qualquer outra foto, por respeito ao que vai ser debatido.

No primeiro referendo votei, "Não" ao aborto. Apesar de achar que a mulher tem o direito ao seu corpo, votei "Não". O primeiro referendo dava total liberdade de aborto à mulher. O homem era como se não existisse, como se a mulher se reproduzisse por geração espontânea.

Votei não, porque o homem era ignorado, os nossos desejos não tinham valor, a decisão era dela. Ou seja, a mulher precisou de mim para foder, engravidou, essa gravidez é fruto de um momento de prazer mutuo e eu não tenho voto na matéria? É justo?
A mulher, tal como esse referendo, parte do principio que todos os homens fogem e abandonam a mulher, levando-a a abortar. Tretas! Desculpas!




Votei "Não". Imaginei uma namorada grávida de mim, mas que não queria a criança. Ela queria abortar, eu assumia a criança. Não importa o que eu quero, ela aborta, a lei defende-a. Ah e tal, uma estudante, ou alguém a iniciar uma carreira, não vai querer uma criança. Egoístas! Tudo o que eu pedia a uma mulher é, "perdes 9 meses da tua vida, atrasas a tua vida 9 míseros meses e eu responsabilizo-me pelo resto da vida da criança". Não, ela decide.


Votei "Não" apesar de concordar que a mulher é dona do seu corpo. Mas o que está dentro dela não é ela é, uma combinação de genes de duas pessoas, é um pedaço de ambos, que não pode ser tratado como propriedade. Citando o paneleiro do JPP, "ninguém é de ninguém". Uma criança não precisa de ser desejada por duas pessoas, precisa de ser desejada, ponto final.
Legalmente, a mulher não tem direito ao seu corpo, tal como o homem não o tem. Se tivéssemos direito ao nosso corpo, o suicídio e a eutanásia seriam legais e não são! A mulher ganhar direito ao seu corpo, para abortar é ter uma lei contraditória.


Se ejaculo para a barriga de uma mulher, não estou a matar um filho. Só seria uma criança após um espermatozóide, fecundar um óvulo. Aí sim, vai dar origem a uma criança. Digam o que disserem!
Agora e como argumento, as feminista irritantes e alguns idiotas que compram iates à custa do aborto, usam pretextos idóticos, como, "um feto ainda não é um ser humano". Então é o quê? Um golfinho?
O que faz o ser humano ser um ser humano?
Os nossos genes! Tenha ou não a forma humana, o feto é humano, é um feto humano, desenvolve-se, sim. Está vivo é um ser vivo, esperem 9 meses e vejam, se sai um ser humano ou um batráquio! É um ser humano!


Votei "Não", pois mantendo o aborto ilegal, as mulheres pensam duas vezes. Não tendo dinheiro para abortar em Espanha, teriam de falar com o possível pai.
Concordo com o aborto em caso de deficiência. Concordo com o aborto de comum acordo, pai/mãe. Concordo com o aborto quando o gajo deixa a gaja sozinha. Não concordo com o aborto, "porque eu quero e o corpo é meu".


A lei nem sequer me permitia, colocar uma restrição legal, um provisão cautelar, ela decidiria sobre o material genéticos de ambos.


Votei Não!


Se a lei, responsabiliza o homem que abandona uma mulher grávida, poderia também responsabilizá-lo, fazendo-o responder sobre se queria a criança abortada ou não. Os abortos, seriam de consensuais. Pai e mãe decidiriam. Em caso de um querer o aborto e o outro não. Ganharia a vida. A vida em primeiro lugar.
Não sou religioso, sou agnóstico, discordo com a visão da Igreja sobre o aborto, mas também discordo com a desculpas esfarrapadas de quem é a favor do aborto. Havia maneiras de fazer uma lei justa. Querendo, havendo vontade, a lei poderia ser justa. Poderíamos ter o aborto legal, mas de uma forma humana e justa para ambos os sexos.


No segundo referendo, não votei. Foi um referendo ridículo e uma vergonha nacional! Numa democracia ao fazer um referendo, o povo vota e decide. Esta merda, não é por tentativas. Vota-se Não e vão-se fazendo referendos até aparecer o Sim? Mais nenhum país faz referendos, sobre o que já foi referendado, sem fazer alterações significativas. Se o governo queria esta merda aprovada, deveria ter tido os tomates de aprovar a lei do aborto, sem referendar o referendado. Fazer um segundo referendo, alterando unicamente a data do projecto de lei, é gozar com o povo, com os milhões que já votaram. Ah e tal, eu ainda não era nascida... Ah e tal, eu ainda não tinha 18 anos... E então? Nascesses mais cedo!
Eu também não estava cá no 25 de Abril, por isso tenho que me contentar com o que foi decidido!


Hoje em dia, nenhuma criança, pode ser registada sem pai, por isso o pai é sempre responsabilizado, mesmo que deixe a rapariga grávida, será forçado a dar pensão à criança, se a mulher a optar por a ter. A mulher, já não fica totalmente desamparada com uma criança nos braços. Agora o homem? O homem pode querer o filho feito por acidente, que ela se quiser aborta e ele nem chega a saber!


É bom mesmo eu não saber, se alguma vez acontecer, pois a lei é complexa e apesar do aborto ser legal, há maneiras de castigar a mulher. Honestamente se acontecesse comigo e eu não a consegui-se impedir de abortar, essa senhora iria passar um mau bocado, iria arrastá-la em tribunais, enquanto imaginasse o sexo do meu filho/a, enquanto imaginasse a pessoa que ele/ela se tornaria. Arrastava-a em tribunal, por tudo e por nada. Vingativo? Talvez, qualquer pai ou mãe, protegem, defendem, lutam pelos seus filhos até ao custo da própria vida!


A irresponsabilidade foi de um casal, portanto devem ser responsabilizados por isso. Dizer que um feto não um ser humano, serve unicamente para lhe retirar um dos direitos humanos universais, que é o direito à vida!


Apesar de não ser uma pessoa influenciável, as imagens de abortos chocaram-me. Se são susceptíveis, não vejam, são imagens chocantes e revoltantes, mas se são da opinião que um feto não é um ser humano, mas unicamente um ser vivo como uma lesma, vejam:
http://www.vidahumana.org/vidafam/aborto/fotos.html

Não quero saber que o corpo seja vosso, o que está lá dentro é unicamente parte de vós, não vos pertence e é parte de um homem, um homem cujos direitos existem e tem o direito a decidir sobre a parte dele que está dentro de vós!